Até agora, quatro contratos referentes ao pacote de obras de ampliação e modernização da Repar, lançado em 2006, já se tornaram alvos da Lava Jato (veja quadro), segundo levantamento realizado pela reportagem com base nas mais de 30 denúncias oferecidas pelo Ministério Público Federal (MPF) à Justiça Federal.As informações são da Gazeta do Povo.
Para o MPF, houve pagamento de propina nos contratos da refinaria de Araucária firmados com o Consórcio Skanska/Engevix, Consórcio Conpar (Norberto Odebrecht/OAS/UTC Engenharia), Consórcio CCPR (Camargo Corrêa/Promon Engenharia) e Consórcio Interpar (Mendes Júnior/Setal/MPE). No total, em relação aos quatro contratos, o MPF já apontou cerca de R$ 113 milhões de propina até agora.
