sábado, 27 de fevereiro de 2021

"Chegamos a um colapso da saúde em Arapongas", diz Sérgio Onofre


 

















"Chegamos a um colapso da saúde em Arapongas", diz o prefeito Sérgio Onofre, em um vídeo divulgado no final da tarde desta sexta-feira (27). Ele se refere ao decreto do Governo do Paraná publicado nesta sexta-feira (26), que suspende serviços e atividades não essenciais, a partir deste sábado (27), até 8 de março.

Ele faz um apelo à população para que fique em casa para conter a pandemia do novo coronavírus. "Chegamos na pior fase da pandemia. E não são só os pacientes em tratamento da Covid-19, são todos que precisam de hospital com outras doenças. Você vai chegar no hospital e vai ficar na ambulância porque não terá vaga no Honpar. Essa noite, por exemplo, algumas pessoas foram internadas na Unidade de Pronto Atendimento (Upa)", acrescenta.

Sobre o fechamento do comércio, Onofre diz que sempre foi contra fechar tudo, mas dessa vez a medida extrema é necessária. "Eu sou contra fechar tudo, mas o governador abaixou um decreto e ele está ordenando que a partir deste sábado feche tudo. Nós achávamos que seria passageiro e rápido, mas agora, eu peço que os araponguenses colaborem. A polícia estará nas rua junto da Guarda Municipal andando por todos os lugares", complementa.

A medida incluindo o fechamento do comércio, suspensão das aulas públicas e privadas, atividades religiosas somente com atendimento individual ou online, proibição da comercialização e consumo de bebidas alcoólicas em espaços de uso público ou coletivo, no período das 20 às 5 horas. O setor da indústria vai permanecer com atividades normais. Serviços de delivery, drive-thru e retirada no local serão permitidos.

Prefeito de Ivaiporã fala sobre medidas de contenção do contágio da Covid-19

 

O prefeito de Ivaiporã Luiz Carlos Gil  em entrevista coletiva no final da tarde desta sexta-feira (26) confirmou que as medidas do decreto do Governo Estadual de contenção do contágio da Covid-19  serão cumpridas amplamente no município.

“Até porque Ivaiporã vive um momento muito difícil, neste mês de fevereiro dos 197 novos casos de Covid-19, 102 foram nos últimos três dias.  Praticamente estamos sem vagas nos leitos dos hospitais com 95% de ocupação. Por isso, entendemos que as medidas do governador são corretas”.

Para fazer o acompanhamento do cumprimento das medidas Carlos Gil disse que foram contratado 15 fiscais a mais do que tinha o município.. “Esse pessoal vai estar acompanhando os comércios que estarão abertos, supermercados, farmácias, agências bancárias. Também foram instituídos hoje multas de R$ 1 mil para quem não usar máscara e R$ 2 mil para quem não estiver cumprindo as medidas. São medidas duras, mas necessárias para que nesse momento possamos salvar vidas, e reduzir essa curva da pandemia que se encontra em ascendente. Por isso pedimos a população só saia de casa se for extremamente necessário”.

Com relação as lojas comerciais o prefeito explicou que poderão ser feitas negociações delivery

“O que foi autorizado pelo decreto estadual e nós estamos reiterando o delivery.  Pode ficar alguma pessoa dentro da loja, o cliente pede uma roupa, um sapato, manda lá uma foto pelo WhatsApp. A pessoa pode entregar e o cliente buscar, funcionou assim em momento anterior. Assim como, os restaurantes também vão estar fechados, mas as pessoas podem fazer o pedido por um aplicativo, mototáxi ou ir buscar”.

O prefeito relatou ainda que durante a semana o Comitê Gestor da Covid-19 estará avaliando diariamente as medidas editadas nesta sexta-feira.

“Se for necessário tomar medidas mais duras terá que ser revisto, espero que não. O lockdown parcial tem funcionado e ele é feito para reduzir o contágio. Nós temos que quebrar essa curva e com certeza se a população respeitar, daqui a oito dias o panorama vai estar diferente e esperamos estar fazendo uma nova coletiva liberando as atividades”.

Também participaram da reunião o vice-prefeito Marcelo Reis e a diretora de saúde Cristiane Pantaleão, a presidente do legislativo Gertrudes Bernardy, vereadores e secretários municipais.

Anatel estima em R$ 35 bilhões valor do leilão de 5G


 















O leilão do 5G no Brasil deve resultar em investimentos de R$ 33 bilhões a 35 bilhões. O cálculo preliminar foi apresentado nesta sexta-feira (26) pelo presidente da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), Leonardo Morais, depois que o conselho do órgão aprovou o edital com as regras para o uso das faixas de frequência.

Segundo ele, os custos com contrapartida incluem:

– R$ 2,6 bilhões para conexão em estradas;

– R$ 2,5 bilhões em infraestrutura de fibra óptica backbone;

– R$ 1,5 bilhão para conexão de fibra na região Norte e

– R$ 1 bilhão para rede privada móvel.

“Estamos refinando esses dados”, afirmou ele, acrescentando ainda que os valores para atendimento de 14 mil localidades com pelo menos 600 mil habitantes ainda estão sendo calculados.

Este não é um leilão arrecadatório. Então, boa parte do valor será usada para levar internet para áreas sem conexão (como pequenas cidades e estradas) e criar uma rede privada para o Governo Federal. As operadoras candidatas ao leilão terão que investir:

– na instalação de redes 4G em todos os municípios com mais de 600 habitantes (cerca de 500)

– no roaming nacional obrigatório (clientes de uma empresa serão conectados ao sinal disponível, de qualquer operadora)

– na cobertura de 48 mil quilômetros de estradas com internet de alta velocidade (prioridade nas BRs 163, 364, 242, 135, 101 e 116)

A frequência de 3,5 GHz deve ser a mais cobiçada, pois é mais usada para o 5G no mundo e oferece conexão rápida para o consumidor final. Sabendo disso, o leilão prevê obrigações específicas para quem levar essa faixa:

– expansão de 13 mil quilômetros de cabos de fibra ótica nos leitos dos rios da região Norte (a União só tem recursos para fazer mil)

– rede privativa de comunicação 5G para a administração federal, com requisitos de segurança mais robustos e criptografia, em duas frentes: uma rede fixa de fibra ótica ligando todos os órgãos da União e uma rede móvel apenas no Distrito Federal para atividades de segurança pública, defesa, serviços de emergência e resposta a desastres

– “limpeza” da faixa de 3,5 GHz, atualmente responsável pela transmissão de TV via parabólica (quem se interessar deverá migrar estes usuários para a banda Ku, uma “avenida” superior que fica entre 10,7 GHz e 18 GHz, distribuindo kits para eles)

Um ponto de divergência entre os conselheiros foi o tal do release 16, a versão mais moderna da tecnologia 5G, proposto pelo relator Carlos Baigorri, da Anatel. Isso exige a construção de redes 5G do zero para algumas operadoras —algumas teles esperavam o release 15 para fazer uma transição mais suave.

O presidente da Anatel se opôs, mas prevaleceu o release 16. Os conselheiros entenderam que garantir a tecnologia mais atual ajuda os consumidores a entenderem as vantagens do 5G.

E a Huawei?

Por alinhamento ideológico de Jair Bolsonaro (sem partido) com o governo Donald Trump, era especulado que a infraestrutura de 5G da empresa chinesa Huawei, líder neste setor, poderia ser preterida no Brasil devido a acusações de espionagem —nunca provadas.

Com as regras do leilão desenhadas, fica claro que o governo contornou a situação. A mudança de rumo seria um efeito tanto da troca de presidência nos EUA —saiu Donald Trump, entrou Joe Biden— quanto da nova necessidade do Brasil em melhorar a diplomacia com a China para obter mais insumos para as vacinas contra a covid-19.

Será possível usar os equipamentos da estrutura já existente. Esta era uma das principais reclamações em torno da exclusão da Huawei: a infraestrutura existente no Brasil é fornecida há anos pela chinesa e uma mudança drástica traria custos extras na casa dos bilhões.

Porém, apenas quem tem capital aberto na bolsa poderá fornecer a rede privada do governo, voltada para segurança de dados e defesa nacional. Isso é algo que a Huawei não tem.

UOL com Reuters

Aneel decide manter tarifa da conta de luz em bandeira amarela para março

 


A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (26) que a bandeira tarifária permanecerá amarela no mês de março. Dessa forma, o consumidor pagará R$ 1,343 para cada 100kWh utilizados.

Em nota, a agência explicou que os reservatórios das hidrelétricas estão com volume reduzido, embora tenham ocorrido chuvas recentes nas bacias do Sistema Interligado Nacional (SIN). O valor extra das bandeiras é usado para custear o acionamento das usinas termelétricas, que custam mais para gerar energia.

Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O cálculo para acionamento das bandeiras tarifárias leva em conta, principalmente, dois fatores: o risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês) e o preço da energia (PLD).

As bandeiras tarifárias funcionam da seguinte maneira. As cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração, sendo a bandeira vermelha a que tem um custo maior e a verde, o menor.

A agência recomenda que, diante da cobrança da tarifa amarela, os consumidores façam uso consciente dos aparelhos elétricos e evitem o desperdício de energia.

Postos de BH têm filas por medo de falta de combustível


 














Os postos de gasolina da capital mineira, Belo Horizonte, amanheceram lotados de clientes tentando abastecer seus veículos, por conta do medo de uma possível falta de combustível causada pela greve dos caminhoneiros no estado.

O resultado foram longas filas de veículos à espera de uma bomba vazia para abastecer o tanque.

A paralisação dos caminhoneiros no estado começou nesta quinta-feira (25) e, segundo representantes do grupo, não tem data pra acabar.

A greve começou após o fracasso das negociações entre os representantes do caminhoneiros e o governo do estado em torno de um consenso sobre a alíquota do ICMS. A estimativa é de que haja no momento cerca de 300 caminhoneiros parados.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Após quebra de recorde de mortes por covid, Bolsonaro defende volta à normalidade!.....Acho que ele não mora no Brasil.

 

















Depois de o Brasil registrar recorde no número de mortes pela covid-19 em um dia, o presidente da República, Jair Bolsonaro voltou a defender nesta sexta-feira, 26, o retorno à normalidade no País. O chefe do Executivo afirmou que medidas de restrição "estão na contramão daquilo que o povo quer".

"Aos políticos que me criticam, sugiro que façam o que eu faço. Tenho um prazer muito grande de estar no meio de vocês. Dizer a esses políticos do Executivo, o que eu mais ouvi por aqui é: 'presidente, eu quero trabalhar'. O povo não consegue ficar mais dentro de casa", disse Bolsonaro, em evento do governo sobre obras rodoviárias realizado em Tianguá, no Ceará.

E declarou: "O povo quer trabalhar. Esses que fecham tudo e destroem empregos estão na contramão daquilo que seu povo quer. Não me critiquem, vá para o meio do povo mesmo depois das eleições."

A fala do presidente ocorre no momento em que governos locais intensificam medidas contra a covid-19, como toque de recolher e suspensão de aulas presenciais.

No Ceará vigora até domingo, 28, decreto de toque de recolher de 22 horas até às 5 horas como parte de um conjunto de medidas para combater a disseminação do vírus. "Tenho certeza que quando deixar meu governo entregarei um Brasil, apesar da pandemia, muito, mas muito melhor, do que aquele que recebi em janeiro de 2019", acrescentou o presidente.

Em seu discurso, Bolsonaro também reforçou que Executivo e Legislativo "trabalham juntos", além de elogiar a atuação de sua equipe de ministros. "Com uma equipe competente e com ajuda do parlamento brasileiro nós vamos vencer desafios e cada vez mais proporcionar a todos dias melhores", disse.

O presidente assinou nesta sexta-feira a ordem de serviço para a retomada de três obras rodoviárias no Ceará que estavam paradas. Serão retomadas as obras na Travessia Urbana de Tianguá, localizada na BR-222; os novos traçados da rodovia Variantes na cidade de Umirim e no distrito de Frios; e ainda a conclusão do viaduto que dá acesso à cidade de Horizonte, na BR-116.

Acompanharam o evento junto do presidente os ministros, Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), Onyx Lorenzoni, (Secretaria-Geral), Gilson Machado (Turismo), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo), além do diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), general Santos Filho. Parlamentares do Estado e o prefeito de Tianguá, Luiz Menezes de Lima (PSD), também participaram da cerimônia.

O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), não compareceu ao evento. Em suas redes sociais na quinta, ele disse que o risco de aglomeração em meio à pandemia o impedia de participar das agendas do presidente no Estado.

"Não estarei presente a qualquer desses eventos, diante da real possibilidade de muitas aglomerações, algo frontalmente contrário à gravíssima crise sanitária que vivemos neste momento, com o aumento preocupante de casos e óbitos. Tenho todo respeito à autoridade, mas não posso compactuar com aquilo que considero um grave equívoco", escreveu Camilo Santana.

Recorde

O País registrou na quinta-feira recorde de mortes nas últimas 24 horas, com 1.582 registros de óbitos pela covid-19, chegando ao total de 251.661, de acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa. Desde o começo da pandemia mais de 10,3 milhões de brasileiros já foram diagnosticados com o vírus.

Em junho do ano passado, quando Bolsonaro esteve no Ceará para realizar entregas do governo, Camilo Santana também não prestigiou a visita do mandatário por conta da pandemia. Na ocasião, o chefe do Executivo participou da inauguração do trecho da transposição do Rio São Francisco no Estado.

Assembleia Legislativa suspende atividades e fecha a partir de segunda-feira


 














O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ademar Traiano (PSDB), anunciou hoje, que todas as atividades do Poder Legislativo estarão suspensas a partir de segunda-feira (dia 1º de março). A decisão tem o objetivo de atender as medidas restritivas de combate ao coronavírus (COVID-19) anunciadas hoje (sexta-feira, dia 26), pelo governo do Estado.

Foram canceladas as sessões plenárias, reuniões de Comissões Permanentes e todas as demais atividades agendadas pelo Parlamento estadual. A decisão da Mesa Executiva, que entra em vigor nesta segunda-feira terá validade até o dia 5 de março (sexta-feira), quando a situação volta a ser avaliada pelas autoridades estaduais.

Esposa de deputado bolsonarista preso recebeu auxílio emergencial mesmo com cargo em Ministério

 


A esposa do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ), Paola da Silva Daniel, recebeu parcelas do auxílio emergencial, criado para assistir os desempregados durante a grave crise social acentuada pela pandemia do novo coronavírus, enquanto ocupava um cargo no Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, que é vinculado ao Ministério do Meio Ambientes. As informações são do jornalista Ancelmo Gois, do Globo.

Paola ocupava o cargo de coordenadora de gestão de pessoas no órgão desde 16 de outubro. O salário do posto é de R$ 5,6 mil por mês.

Mesmo com um salário maior do que a média dos brasileiros, a esposa do parlamentar preso recebeu, de acordo com dados do sistema de pagamento da Caixa, quatro parcelas do benefício emergencial, somando um montante de R$ 1.800.

O recebimento das parcelas fere as regras que dão direito ao auxílio, já que o beneficiário não deve possuir emprego formal ativo. O regramento diz ainda que agentes públicos, ocupantes de cargos de confiança, cargos comissionados e titulares de mandato efetivo estão fora do escopo da ajuda emergencial.

Ainda conforme as regras estipuladas pelo Ministério da Cidadania, pasta que gere o benefício, o trabalhador que conseguir um emprego deve cancelar o auxílio no sistema.

Nas redes sociais, Paola se descreve como advogada formada pela Universidade Estácio de Sá, com pós-graduação em Ciências Criminais.

De acordo com a apuração de Ancelmo Gois, a Caixa identificou três pedidos de pagamento do benefício para a esposa do deputado apoiador do presidente Jair Bolsonaro (sem partido): O primeiro deles, no dia 12 de abril, foi negado por falta de informações. O segundo, protocolado no dia 27 do mesmo mês, teve a mesma resposta. Somente na terceira tentativa, feita em 6 de junho, é que o recurso foi liberado.

Questionada pelo veículo, Paolo disse que preencheu todos os requisitos legais para receber o auxílio e que está tentando devolver parte das verbas. Segundo o Globo, dados da Caixa mostram dois pagamentos para a advogada em dezembro. Ela, no entanto, demonstrou desconhecer o pagamento.

"Minha última parcela do auxílio foi em novembro. Moro em Petrópolis e precisava do dinheiro para custear minha despesa até meu local de trabalho. Após meu primeiro vencimento, procurei uma maneira de devolver essa última parcela, pesquisei e observei que era bem burocrático e que continha muitas dificuldades, dificuldades estas que ainda estou tentando solucionar. No mais, fiz tudo dentro da legalidade", alegou ao jornal.

Daniel Silveira, marido de Paola, está preso desde a semana passada, por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi preso em flagrante depois de ter publicado um vídeo insultando, de forma violenta, ministros da Corte.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Paraná suspende aulas presenciais, fecha serviços não essenciais e amplia toque de recolher

 


O Governo do Paraná decretou nessa sexta-feira (dia 26) o fechamento serviços não essenciais. O toque de recolher também foi ampliad e passa a valer entre as 20h e 5h. A medida começa a valer na primeira hora deste sábado (dia 27) e valem até 8 de março. As aulas presenciais estão suspensas nas escolas públicas e privadas. A circulação em espaços e vias públicas está proibida no horário das 20h às 5h.

A decisão foi anunciada em entrevista coletiva com a presença do governador Ratinho Júnior, com o secretário da Saúde, Beto Preto, e com o diretor de Gestão em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde, Vinícius Filipak. “É a maior emergencia da história moderna da saúde pública mundial”, disse Filipak. “Estamos com 94% de ocupação de UTIs e 74% de enfremarias. É a maior ocupação na história da pandemia no Paraná. Nunca tivemos tantos pacientes internados como hoje”, declarou. Ele destacou que a taxa de mortalidade aumentou. “Mesmo que tivéssemos leitos infinitos, 10% das pessoas (infectadas) terão que internar e 25% delas irão a óbito”, alertou.

“Tivemos piora progressiva e dramática de internação nos leitos de UTI nos últimos 15 dias”, lamentou o secretário da Saúde, Beto Preto.

"Aqui fica o pedido para as famílias do Paraná. Quero a sensibilidade do Paraná em entender que nesse momento precisamos tomar uma medida mais dura, para que as pessoas não fiquem sem o atendimento médico para lutar pela vida", declarou Ratinho Júnior. "Não vamos admitir encontros clandestinos, festas clandestinas. Seremos extremamente rígidos", disse.

Os detalhes sobre quais atividades são consideradas essenciais ou não serão divulgados em decreto na tarde desta sexta-feira (dia 26).

AS MEDIDAS
A partir da zero hora do dia 27 DE FEVEREIRO de 2021 às 05 horas do dia 08 DE MARÇO de 2021

SUSPENSÃO DO FUNCIONAMENTO DOS SERVIÇOS E ATIVIDADES NÃO ESSENCIAIS

- RESTRIÇÃO de circulação em espaços e vias públicas, das 20h às 05h

- PROIBIÇÃO de comercialização e consumo de bebidas alcoólicas em espaços de uso público ou coletivo no período das 20h às 05h

- SUSPENSÃO DAS AULAS presenciais em escolas estaduais públicas e privadas, inclusive nas entidades conveniadas com o Estado do Paraná, cursos técnicos e em universidades públicas e privadas

- ADEQUAÇÃO DO EXPEDIENTE dos trabalhadores aos horários de proibição provisória de circulação definidos neste Decreto

- ATIVIDADES RELIGIOSAS somente com atendimento individual ou culto on-line

- REGIME DE TELETRABALHO para Órgãos do Estado

- PERMITIDOS Delivery, Drive-thru e Take away

- PRIORIZAÇÃO da substituição do regime de trabalho presencial para o teletrabalho, quando possível

- SUSPENSÃO DAS CIRURGIAS ELETIVAS por 30 dias para unidades públicas e privadas. O objetivo é assegurar estoque de medicamento anestésico e reduzir demanda por leitos hospitalares