quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Athletico-PR é campeão da Copa do Brasil 2019

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O Athletico conquistou o título de campeão da Copa do Brasil 2019 ao vencer por 2 a 1 o Internacional, na noite desta quarta-feira, no Estádio Beira-Rio. O time paranaense tinha a vantagem por ter vencido a ida e fez a festa na casa colorada diante de 50 mil torcedores.

O Furacão, que conquistou o título pela primeira vez em sua história, abriu o placar com Léo Citadini. Rony abriu em velocidade na esquerda para Marco Rúben, ele deu um lindo toque na meia lua para Léo Cittadini, que dominou e finalizou no canto esquerdo de Marcelo Lomba.

O Inter conseguiu o empate ainda no primeiro tempo. Nico López retomou a posse da bola na grande área pelo lado esquerdo, cruzou desajeitado para Paolo Guerrero, que finalizou firme, Lindoso desviou a bola no travessão, na sequência, Cuesta brigou na grande área e a bola sobrou para Nico López empatar.

Depois de segurar a pressão colorada o segundo tempo inteiro, Marcelo Cirino, que saiu do banco para substituir Marco Rúben, fez linda jogada pela esquerda, driblando dois jogadores de uma vez, depois passou por mais um e deu uma assistência açucarada para Rony marcar o segundo gol, o gol do título do Athletico-PR.

Petrobras sobe gasolina em 3,5%, e diesel em 4,2%, após ataques na Arábia

Caminhão tanque da BR Distribuidora abastece posto em Maceió (Foto: Davi Soares)

Dois dias após a disparada no preço do petróleo provocada por ataques a instalações petrolíferas na Arábia Saudita, a Petrobras anunciou a seus clientes nesta quarta (18) reajustes no preço da gasolina e do diesel.
O preço de venda da gasolina nas refinarias da estatal vai subir 3,5%. Já o preço do diesel terá alta de 4,2%. Os novos valores começam a vigorar nesta quinta (19).
O repasse às bombas depende de políticas comerciais de postos e distribuidoras. O valor cobrado pela Petrobras na venda de gasolina equivale a cerca de 30% do preço final. No caso do diesel, o valor de venda da empresa equivale a 50% do preço de bomba.
(Folhapress)

Alcolumbre vê ‘erro’ em manter valor do fundo eleitoral de 2018 para a eleição 2020

Presidente do Senado, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP). Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Um dia depois de senadores aprovarem a manutenção do financiamento público das campanhas eleitorais de 2020, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), avaliou nesta quarta-feira (18) que é um “erro” replicar o mesmo valor de R$ 1,7 bilhão do fundo eleitoral usado nas eleições gerais de 2018, para as eleições municipais do ano que vem.
Após a Câmara dos Deputados fixar o valor em R$ 3,7 bilhões, o Senado aprovou o fundo eleitoral sem especificar o valor, adiando a definição para a apreciação da Lei Orçamentária de 2020, no final deste ano, pelo Congresso Nacional.
Mas Alcolumbre comentou a proposta de congelamento lançada por um grupo de senadores, classificando-a como “desproporcional”, por manter o valor do fundo usado no ano passado por cerca de 28 mil candidatos, em um pleito municipal com mais de meio milhão de candidaturas, em 2020.
“Olha só a diferença: 500 mil candidatos para eleger 57 mil vereadores; no mínimo, 30 mil candidatos a prefeito para eleger quase 6 mil. Então, manter o fundo da eleição passada, que é desproporcional em relação [ao de 2018], eu acho que é um erro”, disse o presidente do Senado.
O fundo eleitoral criado em 2017 é abastecido majoritariamente com recursos públicos de fixados para o ano passado em 30% do total das emendas parlamentares de bancada constantes da Lei Orçamentária Anual. Tais recursos teriam como destino a áreas como saúde, educação, infraestrutura, saneamento básico, entre outras.
Alcolumbre afirmou que, caso a definição seja pela manutenção do valor, respeitará a decisão da maioria dos parlamentares “mesmo achando que esse recurso ainda é desproporcional para dar condições para que eles possam fazer uma campanha adequada”.
Já o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), considerou ideal manter o mesmo valor do fundo eleitoral de 2018, corrigido pela inflação no período, com ampliação para algo em torno de R$ 1,8 bilhão. E justificou a posição citando a crise fiscal vivida pelo Brasil, em entrevista ao jornalista Valdo Cruz, do G1.
“O Senado aprovou o fundo com a nossa regra. A regra inicial do projeto era 30% das emendas de bancada, o que dava R$ 3,7 bilhões. Nós fizemos essa mudança porque entendemos que não é hora de a gente fixar o valor. O valor precisa vir da lei orçamentária como veio, um valor muito parecido ou igual ao da eleição passada”, afirmou Maia. 
(Com informações do G1)

Réu em sete processos, Beto Richa recebe prefeitos e anuncia retorno à política

Richa com o prefeito de Laranjeiras do Sul, Berto Silva (à esquerda), do PSC: após período de ostracismo, ex-governador teria anunciado a intenção de voltar à atividade política

Réu em sete processos originados em diversas operações do Ministério Público estadual e do Ministério Público Federal, o ex-governador Beto Richa (PSDB) recebeu, ontem, em seu apartamento, no bairro do Mossunguê, em Curitiba, prefeitos e vereadores do interior. O encontro foi registrado nas redes sociais pelo prefeito de Laranjeiras do Sul, Berto Silva (PSC). Segundo o blog Contraponto, do jornalista Celso Nascimento, o tucano teria dito aos visitantes que pretende retornar à política em breve. 
O anúncio ocorre pouco mais de um mês depois da Executiva Nacional do PSDB, partido do ex-governador paranaense, rejeitar dois pedidos de expulsão do deputado federal Aécio Neves (MG), em uma decisão que beneficiou também a Richa. O resultado representou uma derrota para o governador de São Paulo, João Dória. Pré-candidato à presidência da República para 2022, Dória defendia uma "faxina ética" no PSDB como forma de livrar o partido de lideranças acusadas de corrupção.
Beto Richa também tem pedidos de expulsão do partido contra ele, em virtude dos processos que responde acusado de corrupção, O tucano responde, por exemplo, por crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e fraude à licitação referentes a uma PPP (Parceria Público-Privada) para duplicação da rodovia PR-323, investigado no âmbito da Operação Piloto, fase Lava Jato, na 23ª Vara Federal de Curitiba. Ele é acusado de ter recebido R$ 7,5 milhões em propinas da Odebrecht.

Anatel combate a pirataria e apreende produtos no Paraná e mais 10 estados



A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) realiza uma grande operação de fiscalização de combate à pirataria de equipamentos de telecomunicações, em 11 estados. Na terça-feira (17), primeiro dia da operação, as ações resultaram em mais de 23 mil produtos irregulares lacrados ou apreendidos no Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Amazonas, Goiás, Pernambuco, Piauí e Tocantins.
A decisão da Anatel de fiscalizar as empresas baseia-se em denúncias recebidas de associações e fabricantes de produtos sobre a comercialização de equipamentos não certificados. O trabalho reúne 55 fiscais, divididos em 20 equipes. Os alvos são distribuidoras e empresas do setor.
“A operação realizada é a consagração de um grande esforço que a fiscalização da Anatel vem fazendo dentro do Plano de Ação de Combate à Pirataria, para averiguar de forma bem detalhada as denúncias que recebemos e agir de forma conjunta com outros órgãos da Administração como a Polícia Federal, que participou ativamente em parte das ações de hoje”, disse o superintendente de Fiscalização da Anatel, Igor de Moura.

Ex-prefeito de Planaltina de Goiás é preso por fraude em contratação de serviços de limpeza urbana

David Alves Teixeira Lima foi prefeito de Planaltina de Goiás  em 2017 Foto: Facebook

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) prestou apoio à deflagração da Operação Chorume, do Ministério Público de Goiás (MPGO), nesta quarta-feira (18).  A ação contou com a participação do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco/MPDFT), do Centro De Inteligência do MPDFT e da Polícia Civil do DF.
Em Brasília, as buscas foram realizadas em dois endereços. Foram presos o ex-prefeito de Planaltina de Goiás David Alves Teixeira Lima, o empresário e ex-chefe de gabinete do prefeito, André Luiz Teixeira Kerber, e a procuradora jurídica de Planaltina de Goiás e companheira de André, Anelise de Paula Batista.
Foram cumpridos também quatro mandados de busca e apreensão, três mandados de prisão temporária e um mandado de prisão preventiva, em Planaltina (GO), além de três mandados de busca e apreensão contra duas empresas e um mandado de prisão temporária, cumpridos na cidade de Barreiras (BA). Os presos foram encaminhados para os presídios de Planaltina, Brasília e Barreiras.
A ação tem objetivo de investigar uma organização criminosa que teria atuado durante a gestão do ex-prefeito de Planaltina de Goiás David Alves Teixeira Lima, em 2017. O grupo seria responsável por esquema de contratação ilegal de empresas, mediante dispensa de licitação, para a prestação de serviços de coleta de lixo e limpeza urbana no município. As investigações indicam desvios de recursos públicos que chegam a quase R$ 1,5 milhão de reais.
Segundo o MP, as investigações apontam o envolvimento de agentes públicos e empresários no esquema que fraudou a celebração de dois contratos administrativos entre o município e as empresas Rode Bem Locação de Máquinas e Equipamentos Ltda. e G.J. Construções e Serviços Ltda.
(Com informações MPDFT)

Dodge denuncia conselheiro do TCE no caso Marielle e pede investigação federal

Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes, foram executados em março do ano passado, no centro do Rio. Foto: Renan Olaz/CMRJ

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu hoje (17), ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), a federalização da investigação aberta no Rio de Janeiro para apurar supostas irregularidades na investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes.
Caso o pedido de federalização seja aceito pelo STJ, caberá à Justiça Federal, e não mais ao Judiciário local, o julgamento do caso. No mesmo pedido de deslocamento da competência para julgamento, Raquel Dodge apresentou pedido de abertura de um novo inquérito contra suspeitos que teriam participado de uma “encenação de investigação” para conduzir a apuração a falsos mandantes e esconder a verdadeira autoria dos assassinatos.
O pedido foi feito após a procuradora analisar a tentativa de obstrução das investigações. Durante o processo de análise da federalização do caso, uma cópia da investigação que estava em andamento na Justiça do Rio foi solicitada pela procuradora, mas o compartilhamento de informações foi rejeitado pelo juiz responsável pelo caso.
Além da federalização e a abertura de um novo inquérito, Dodge apresentou denúncia no STJ contra o conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) Domingos Brazão, o delegado da Polícia Federal (PF) Hélio Kristian e mais quatro pessoas. Segundo a procuradoria, todos teriam tentado atrapalhar as investigações.
Mandato
Dodge encerra nesta terça-feira (17) mandato de dois anos na PGR. Durante o período em que chefiou o Ministério Público Federal (MPF), a procuradora apresentou 64 denúncias contra 224 pessoas; 19 pedidos de homologação de delações premiadas, e 427 pedidos de extradição.
Para o lugar de Raquel Dodge, o presidente Jair Bolsonaro indicou o sub-procurador-geral Augusto Aras. Antes de tomar posse no cargo, Aras precisa ser aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e pelo plenário da Casa. A previsão é que a indicação seja votada em 25 de setembro.
Até a aprovação, a Procuradoria-Geral da República será chefiada interinamente pelo vice-presidente do Conselho Superior do MPF, Alcides Martins. (ABr)
A prática de cyberbullying contra autoridades e cidadãos vulneráveis também será investigada

Podem ser ”fake” (ou falsas) três das 48 assinaturas de senadores e cinco das 274 assinaturas de deputados em apoio à CPMI das Fake News. É que a Secretaria Legislativa do Congresso, que verificou a autenticidade das assinaturas no dia 5 de junho, não reconheceu oito de senadores e deputados. Há dez assinaturas repetidas de senadores e 32 de deputados. No Congresso, ninguém explica o que houve. 
Não foram confirmadas assinaturas dos senadores Vanderlei Cardoso (PP-GO), José Maranhão (MDB-PB) e Styvenson Valentim (Pode-RN).
Paulo Ramos (PDT-RJ), Dr. Jaziel (PL-CE), Boca Aberta (Pros-PR), Aline Gurgel (PRB-AP) e Abílio Santana (PL-BA) não conferem.
Para ser criada no Congresso, uma CPI mista precisa do apoio de 27 senadores e 171 deputados. Esse mínimo foi atingido.

Deputados de oposição pedem a Maia amplo debate sobre privatização da Eletrobrás

Deputados se reúnem com presidente da Câmara Rodrigo Maia. Foto: Divulgação

Os parlamentares de oposição ao governo de Jair Bolsonaro (PSL) levaram nesta terça (17) ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), suas posições contra a Privatização da Eletrobrás. Em reunião com Maia, solicitaram que uma eventual proposta do governo para concluir a privatização da Eletrobrás seja amplamente debatida nas comissões da Câmara.
Em resposta ao apelo dos deputados em sua maioria do Partido dos Trabalhadores, Rodrigo Maia informou que, pelo fato do projeto não ter chegado à Casa, ainda não há data para o início da tramitação. E ainda garantiu que, quando a proposição chegar à Câmara, ela tramitará por Comissão Especial e será submetida a amplo debate.
A mobilização em prol da Eletrobrás reuniu os deputados federais Zé Carlos (PT-MA), Henrique Fontana (PT-RS), Júlio César (PSD-PI), João Daniel (PT-SE), Paulão (PT-AL) e Pedro Uczai (PT-SC). E também participaram da reunião os membros do Coletivo Nacional dos Eletricitários, Fernando Pereira, Emanuel Mendes e Fabíola Latino.
O movimento acontece enquanto empresas que privatizaram a distribuição de energia em alguns estados ainda sofrem para superar, com investimentos milionários pactuados nas privatizações, a herança de redes sucateadas durante a gestão da Eletrobrás.