A prisão aconteceu na terça-feira (24), após o MP reunir provas de que ela pretendia sair do Brasil. A abordagem aconteceu enquanto ela trabalhava em um depósito.
A secretária responde a dois processos sobre o mesmo caso: uma ação penal e uma ação de improbidade administrativa. Além disso, os bens de Sumair foram bloqueados "como forma de possibilitar o ressarcimento do desfalque causado ao patrimônio municipal", disse o MP.
Em nota, a defesa de Sumair afirmou não concordar com a prisão.
Conforme o MP, entre 5 de setembro de 2024 e 18 de dezembro de 2024, Sumair "teria se aproveitado do cargo" para realizar ao menos 20 transferências bancárias de contas do município para contas pessoais dela.
O caso começou a ser investigado em 2025. Recentemente, de acordo com o MP, foram identificados indícios de que Sumair pretendia deixar o Brasil "para frustrar eventuais consequências cíveis e penais de sua conduta".
