O valor do salário mínimo subiu de R$ 1.518 em 2025 para R$ 1.621 em 2026, uma alta de R$ 103. A projeção inicial era de que o montante ficasse no valor de R$1.627, porém com a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor ( INPC), nesta quarta-feira (10) o valor sofreu um reajuste.
De acordo com o governo federal, o valor é menor do que previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias ( LDO), porque porque a inflação registrada foi menor.
A mudança entra em vigor no dia 1º de janeiro de 2026 e impacta uma série de benefícios, programas sociais e serviços que utilizam o piso nacional como referência.
Entre os benefícios que terão mudanças nos valores, estão:abono salarial PIS/Pasep;
benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS);
Benefício de Prestação Continuada (BPC);
seguro desemprego;
os valores que permitem a inscrição no Cadastro Único;
seguro-defeso;
os montantes pagos no trabalho intermitente;
o teto permitido para ajuizar ações;
contribuições mensais dos Microempreendedores Individuais (MEIs).
O abono PIS/Pasep é pago anualmente a trabalhadores do setor privado e servidores públicos que recebem, em média, até dois salários mínimos, com carteira assinada.
Com o reajuste, o valor pago em 2026 passa a variar até R$ 1.621, conforme o número de meses trabalhados no ano-base. O valor máximo só é pago a quem trabalhou os 12 meses completos. O calendário é organizado de acordo com o mês de nascimento.
Os benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que têm o salário mínimo como piso também serão reajustados. A partir de 2026, aposentadorias, auxílio-doença, pensões por morte e demais benefícios atrelados ao piso passam a ser de R$ 1.621.
