
Do Diário do Poder
Dados da quebra de sigilo mostram que a ONG Instituto Lula recebeu doações de 23 empresas para financiar suas atividades, principalmente as construtoras que roubaram a Petrobras, conforme apurou a Operação Lava Jato.
Além de doações de construtoras como Odebrecht e Andrade Gutierrez, cujos executivos foram presos, envolvidos na gatunagem, o Instituto Lula foi mantido por gente do tipo Carlos Alberto Di Gênio, domo do Grupo Objetivo/Unip, além de bancos como o Safra e da Brasif, empresa acusada de fazer pagamentos à jornalista Mirian Dutra, ex-amante do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.