quarta-feira, 2 de setembro de 2020

Outdoor questiona depósitos de Queiroz para primeira-dama

Outdoor em Rio Claro, no interior de São Paulo, questiona valor recebido por Michelle Bolsonaro

"Bolsonaro, por que sua esposa recebeu R$ 89 mil em depósitos do Queiroz?". Essa pergunta ganhou as redes sociais na última semana e foi parar até em um outdoor na cidade de Rio Claro, no interior de São Paulo.

Na manhã desta terça-feira, moradores do município começaram compartilhar a imagem em grupos no Facebook e no WhatsApp. Além do questionamento, o painel publicitário pede pela saída de Jair Bolsonaro da presidência e afirma que não tem "político de estimação".

No último dia 23 de agosto, um repórter do jornal O Globo questionou o presidente sobre os depósitos realizados pelo ex-assessor de Flávio Bolsonaro na conta da primeira-dama. "Minha vontade é encher tua boca de porrada", afirmou Bolsonaro e ainda depois chamou o jornalista de "safado".

De acordo com reportagem da revista Crusoé, a quebra do sigilo bancário de Queiroz revelou que ele realizou depósitos entre 2011 e 2018 na conta de Michelle Bolsonaro no valor total de R$ 72 mil. A primeira dama também recebeu um depósito de R$ 17 mil de Márcia de Aguiar, mulher de Queiroz, como mostrou a Folha de S. Paulo.

Após a ameaça de Bolsonaro ao jornalista, internautas passaram a cobrar uma explicação do presidente para os depósitos, inclusive celebridades, como Bruno Gagliasso e Fernanda Paes Leme, cobraram o chefe do executivo.

Bolsonaro está com cálculo renal e fará cirurgia em setembro



O presidente Jair Bolsonaro descobriu nesta 2ª feira (31.ago.2020) que está com cálculo renal. A informação foi divulgada pela CNN Brasil.
O presidente afirmou que fez uma ultrassonografia e que está com uma pedra no rim 1 pouco maior que 1 grão de feijão. Deve passar por uma cirurgia em setembro para a retirada do cálculo.
Bolsonaro disse ainda que está bem e que isso “é coisa da idade”. Ele descobriu a condição no fim da tarde desta 2ª, depois de realizar o exame no setor médico do Palácio do Planalto.
PODER 360

Medidas emergenciais do BNDES para enfrentar os impactos da pandemia atendem 200 mil empresas



Duzentas mil empresas, que empregam juntas mais de 6 milhões de pessoas, foram beneficiadas com R$ 61,7 bilhões das medidas emergenciais do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para enfrentar os impactos da pandemia do novo coronavírus no país. Do total de empresas, 99% são de micro, pequeno e médio portes (MPMEs). As informações foram divulgadas hoje (31) pela assessoria de imprensa do banco.
Além disso, R$ 20 bilhões foram repassados do Fundo PIS-Pasep, administrado pelo BNDES, para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), para permitir que pessoas físicas façam saques emergenciais e destinem parte dos recursos ao consumo, de modo a ajudar a retomada da economia e a dar fôlego aos pequenos negócios. Somando esse valor, o total das medidas emergenciais operacionalizadas pelo BNDES ultrapassou a marca de R$ 80 bilhões. As primeiras medidas foram anunciadas em 22 de março deste ano.
O BNDES destacou o desempenho do Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (PEAC), que proporcionou R$ 30,6 bilhões em créditos garantidos a mais de 35 mil empresas, desde seu lançamento em 30 de junho. Quarenta agentes financeiros já estão habilitados a contratar empréstimos com garantia, que podem variar de R$ 5 mil até R$ 10 milhões. Esses agentes respondem pela decisão final de usar a garantia do programa e avaliar o pedido de crédito, no momento em que estruturam cada uma das operações.
Linhas
Dentre as demais linhas emergenciais anunciadas pelo BNDES com o objetivo de preservar empregos e as atividades econômicas das companhias durante a pandemia, além de viabilizar investimentos no setor de saúde, a linha Crédito Pequenas Empresas, que oferece crédito para capital de giro, superou a previsão inicial de R$ 5 bilhões. Até o momento, já foram aprovados R$ 6,9 bilhões, para apoio a mais de 21 mil empresas.
O Programa Emergencial de Suporte ao Emprego (Pese), que foi relançado no último dia 27, já aprovou R$ 4,6 bilhões em crédito desde março e abril, viabilizando o pagamento de salários de mais de 1,9 milhão de funcionários de 114 mil empresas.
O BNDES promoveu também a suspensão de pagamentos de financiamentos ao setor privado, o que totalizou R$ 12,4 bilhões, beneficiando mais de 28,5 mil MPMEs e 492 grandes empresas.
As ações emergenciais voltadas ao setor público, com orçamento de R$ 4 bilhões, somaram R$ 3,9 bilhões em suspensão de pagamentos de estados e municípios.Por outro lado, o banco acelerou liberações de financiamentos contratados por estados no total de R$ 225 milhões.
Em parceria com 15 instituições financeiras, o BNDES disponibilizou R$ 14,84 bilhões líquidos na Conta Covid, para financiamento ao setor elétrico, de forma a evitar aumento imediato maior das tarifas. Desse total, já foram aprovados R$ 2,7 bilhões.
A ação de financiamento coletivo (matchfunding) destinada à compra de materiais, insumos e equipamentos para santas casas e hospitais filantrópicos Salvando Vidas teve arrecadação de R$ 73 milhões, sendo a metade desse valor aportada pelo BNDES.
O banco informou também que as aprovações do Programa de Apoio Emergencial ao Combate da Pandemia do Coronavírus chegaram a R$ 292 milhões para o setor de saúde e estão contribuindo para a abertura de até 2.868 leitos de enfermaria e unidades de terapia intensiva (UTI) e para a aquisição de equipamentos, como 1.500 monitores de acompanhamento médico e 4,5 milhões de ‘kits’ de diagnósticos.
Estruturação
O BNDES comunicou que está em busca de novos modelos para financiar micro, pequenas e médias empresas que precisarem de crédito no processo de recuperação da economia. “Está em curso a seleção de fundos de crédito a MPMEs por canais alternativos (como fintechs ou sistemas de pagamento digital), ampliando o acesso aos financiamentos. O BNDES aportará até R$ 4 bilhões nos fundos, no total”.
Está sendo também estruturado o programa Crédito Maquininhas, de concessão de crédito para micro empreendedores individuais (MEIs), micro e pequenas empresas, garantido pelas vendas futuras por máquinas de pagamento eletrônico. De acordo com o BNDES, a União poderá aportar até R$ 10 bilhões nesse programa.
Segundo dados do Banco Central disponibilizados pelo BNDES, apesar da expectativa inicial de retração do crédito em função da insegurança econômica provocada pela pandemia, aumentou a carteira de operações de crédito para MPMEs na maioria dos setores econômicos. Em julho deste ano, a variação foi positiva em 14,8% para grandes empresas; 12,9% para médias, 21,7% para pequenas; e 24,1% para as microempresas, informou o BNDES.
Agência Brasil

terça-feira, 1 de setembro de 2020

Médica é picada por cobra durante banho em cachoeira e está na UTI em MT

Dieynne Saugo foi internada na UTI após ser picada por cobra — Foto: Instagram/Reprodução

Uma médica foi picada por uma cobra da espécie jararaca durante um banho na Cachoeira Serra Azul, em Nobres, a 151 km de Cuiabá (MT), no último domingo (30).

Dieynne Saugo foi encaminhada ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) para receber o soro e depois foi transferida para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular.

Por meio do perfil de uma rede social da médica, a família publicou um comunicado informando que Dieynne fazia um passeio em um dos pontos turísticos da região quando ocorreu o incidente.

A cobra despencou com a queda d’água da cachoeira e atingiu a médica que estava logo abaixo. Um vídeo gravado no momento do acidente mostra a médica pedindo socorro

Em nota, o Parque Sesc Serra Azul informou que a equipe de saúde da pousada foi chamada imediatamente, deu todas as orientações e está acompanhando o caso desde então. Além disso, uma enfermeira e um médico do Sesc Pantanal acompanham o caso desde domingo.

Conforme o comunicado da família, Dieynne foi picada duas vezes, e os locais feridos estão inchados.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado e encontrou a família a caminho do hospital.

Na madrugada desta terça-feira (1°), a irmã da médica disse que o estado de saúde dela é estável e que ela se recupera bem.

Paulo Guedes anuncia guerra contra servidores públicos com reforma administrativa

Paulo Guedes, ministro da Economia.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou uma guerra contra os servidores públicos nesta terça-feira (1º) ao antecipar que o governo enviará na quinta-feira (3) uma proposta de reforma administrativa do serviço público para análise do Congresso Nacional, que será válida para futuros servidores. “A opinião pública não está disposta a aceitar abusos, salários astronômicos, isso tem que ser revisado na reforma”, disparou.

Não é de hoje que Guedes tenta desqualificar o funcionalismo. Em fevereiro deste ano, por exemplo, o ministro chamou os servidores públicos de “parasitas” ao defender a reforma administrativa.

A “República dos Bancos”, cujo representante no governo é Paulo Guedes, em conluio com a velha mídia, tentam passar o “conto do vigário” na sociedade há meses. Eles mentem descaradamente. Vale tudo para retirar direitos, senão recordemos as falsas promessa anteriores:

a reforma trabalhista vai gerar 4,3 milhões de novos empregos;
a reforma da previdência vai gerar 6 milhões de novos empregos;
a reforma administrativa vai melhorar os serviços públicos; e
se todas as reformas forem aprovadas, o dólar vai cair.

Para o ministro, a contenção de gastos com o funcionalismo poderá ajudar na criação do programa Renda Brasil, que deverá substituir o Bolsa Família para atender parte da população beneficiada com o auxílio emergencial na pandemia de coronavírus. Guedes anunciou ainda a prorrogação do auxílio até dezembro, com quatro parcelas de R$ 300. Outra mentira cabeluda.

Paulo Guedes quer reforçar o superávit primário para garantir o pagamento de juros e amortizações da dívida interna, ou seja, ele quer continuar a festa dos banqueiros e especuladores na “República dos Bancos”.

Guedes participou hoje de videoconferência na comissão mista criada pelo Congresso Nacional ao reconhecer estado de calamidade pública em razão da Covid-19. No debate, ele fez um balanço das ações durante a pandemia e manifestou otimismo com a recuperação da economia a partir deste terceiro trimestre.

Segundo ele, o recuo de 9,7% no Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre, divulgado nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é um dado do passado. “Como a velocidade da luz é diferente da do som, você vê um raio, mas o som chega muito depois. É a mesma coisa com a economia”, disse, incorporando o personagem “Rolando Lero” da escolinha do Professor Raimundo.

Em mais uma enrolação, Guedes defendeu ousadia nas medidas para estimular o crescimento. “Eu acho que os passos realmente podem ser cada vez mais ousados, vamos pegar esses recursos que estão sobrando, às vezes, com o andar de cima e canalizar para o andar de baixo”, disse. Ele defendeu a reforma tributária e a tributação de dividendos pagos a acionistas. Ambas as propostas não saem do papel porque mexem com interesses do andar de cima.

Em resposta ao deputado Francisco Jr. (PSD-GO), relator da comissão mista, Guedes ainda defendeu o teto dos gastos e disse que programas sociais servirão para “remover a pobreza futura”, com enfoque na primeira infância. O Renda Brasil, explicou, ainda está em estudos no ministério, por isso não constou da proposta de Orçamento para 2021.

O ministro da Economia, no entanto, não disse que o teto de gastos é que aumenta a depressão econômica. A falta de dinheiro na economia é que derruba o PIB e eleva o desemprego. O despreparo do parlamento, nesse quesito, é algo incrível. Ou seria má-fé dos congressistas que agem a favor dos bancos em detrimento do povo?

Agosto foi 2º pior mês de queimadas na Amazônia nos últimos dez anos



O Brasil encerra o mês de agosto com o segundo pior resultado de queimadas na Amazônia dos últimos dez anos. Os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que foram registrados 29.307 focos de calor no mês passado, volume acima da média histórica de 26 mil focos para este mês e 5% inferior aos 30.900 registrados no mesmo mês de 2019.

Segundo a organização Observatório do Clima, é preciso ainda relativizar o número do mês passado, porque uma pane no satélite de referência usado pelo Inpe, o Aqua, fez com que parte da Amazônia não fosse observada no dia 16, produzindo um número anormalmente baixo de detecções.

Os militares estão na Amazônia desde 11 de maio, quando foi iniciada a Operação Verde Brasil 2, justamente com a missão de combater os crimes na floresta. Para Marcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima, os números mostram que o resultado foi inócuo. Entre maio e agosto, período de presença do Exército na Amazônia, o número de queimadas foi de 39.187, basicamente o mesmo de 2019 (38.952).

Bolsonaro define 4 parcelas no valor de R$300, e retoma reforma administrativa

Bolsonaro critica derrubada do veto para reajuste: ‘É impossível governar o Brasil’

O presidente Jair Bolsonaro anunciou agora há pouco a assinatura de medida provisória prorrogando o auxílio emergencial por quatro meses, mas no valor de R$300 mensais.
No mesmo pronunciamento à saída da residência oficial do Palácio Alvorada, Bolsonaro anunciou a retomada das reformas, a começar pela administrativa, mas “sem mexer nos direitos dos atuais servidores”.
A definição do novo valor do auxílio emergencial e a decisão de agilizar a reforma administrativa foram tema de reunião do presidente com ministros e líderes do centrão, que compõem sua base aliada.
Após o presidente, o ministro da Economia, Paulo Guedes, comentou a queda de 9,7% do PIB no segundo trimestre deste ano (abro, maio e junho), quando a economia paralisada chegou ao fundo do poço.
Guedes observou que a economia do Brasil passa agora por um “crescimento em V”, referindo-se ao fato de que o segundo trimestre registrou o pior desempenho e que agora começa a ser recuperar.
Também fizeram intervenções otimistas os líderes do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), e no Senado, Eduardo Gomes (MDB-TO).

Técnico de enfermagem de Maringá morre de Covid-19 após ficar 47 dias internado em hospital

Luiz Carlos Azevedo era técnico em enfermagem na UPA da Zona Norte, em Maringá — Foto: Arquivo pessoal

O técnico de enfermagem Luiz Carlos Azevedo, de 47 anos, que trabalhava na Unidade de Pronto Atendimento Zona Norte, em Maringá, no norte do Paraná, morreu por complicações da Covid-19 na madrugada desta segunda-feira (31).

Segundo a família, o profissional, que atuava no combate ao novo coronavírus,estava internado no hospital Santa Casa há 47 dias. Ele tinha pressão alta.

“Carlinhos era admirado e respeitado não apenas pelo profissionalismo, mas também pela forma gentil e generosa, que o tornava uma pessoa muito querida entre as pessoas que partilhavam de sua convivência. Deixa a vida ao final de uma intensa luta.”, lamentou a prefeitura por meio de nota.

Em todo o Paraná, 3.025 profissionais da área de enfermagem foram contaminados pelo novo coronavírus, 2.364 se recuperaram e 21 morreram. Os dados estão no boletim da Secretaria Estadual de Saúde divulgado no domingo (30).

Família contaminada

A Covid-19 também foi a causa da morte do pai de Luiz Carlos e de um irmão dele. O pai, que tinha 77 anos, morreu no sábado (29). O idoso tinha Alzheimer e era diabético. O irmão, que tinha 54 anos, morreu no dia 10 de agosto.

A mãe do técnico de enfermagem, que tem 74 anos, também foi contaminada pelo novo coronavírus, ela se recuperou e está curada.

O irmão de Luiz Carlos, Toni Angelo Gomes De Azevedo, contou que o profissional de saúde morava na mesma casa com os pais e o outro irmão que faleceu.

"No começo da pandemia meu irmão se isolou em um cômodo separado para não ter contato. Mas, o Luiz teve dengue e, como ficou muito debilitado, foi afastado do trabalho. Assim que se recuperou, voltou a trabalhar na Unidade de Pronto Atendimento, no entanto, na primeira semana, apresentou sintomas da Covid-19", contou.

Na tarde desta segunda-feira, um cortejo sairá do hospital Santa Casa de Maringá em direção ao cemitério municipal onde o corpo será sepultado às 14h.

Caminhoneiro é feito refém e carga de óleo vegetal é roubada na BR-376



Um caminhoneiro foi feito refém por pelo menos seis horas durante um assalto que aconteceu por volta das 22h de segunda-feira (31) e que durou até a madrugada. O crime foi registrado na BR-376 na região de Marilândia do Sul. A carga do caminhão, de óleo vegetal foi roubada.
A Polícia Militar (PM) foi avisada por volta das 4h da madrugada desta terça-feira (1°) que um homem estava pedindo ajuda. O motorista contou para a equipe que estava próximo do Distrito de São José, em Marilândia do Sul e ao passar por uma lombada percebeu que o caminhão com placas de Presidente Prudente,  apresentou problemas.
O homem seguiu contando que foi surpreendido pelos suspeitos, que anunciaram o assalto e relataram que só queriam a carga. O motorista foi retirado do caminhão e levado para a zona rural, onde ficou com um ladrão até a madrugada, quando foi liberado. 
Aproximadamente 36 mil litros de óleo vegetal foram roubados, o cavalo do caminhão foi encontrado na BR-369 na entrada de Jandaia do Sul. Até o momento a carga não foi localizada.


O crime será investigado.