A operação cumpre mandados de busca e apreensão em Alto Paraná, Maringá, Nova Esperança, Paiçandu e São Pedro do Paraná. A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 4,8 milhões nas contas dos investigados e a apreensão de veículos, caminhões e reboques. Os pedidos de prisão preventiva foram indeferidos.
Segundo a investigação, o grupo utilizava caminhões com carrocerias vazias para retirar farelo de milho da empresa, com a participação de funcionários que fraudavam o sistema de pesagem. Ao todo, 14 pessoas físicas e jurídicas são alvos da operação.
O caso começou a ser investigado após prisões em flagrante por furto qualificado, em novembro de 2025. A PCPR também identificou suspeitas de movimentações financeiras irregulares e transferências simuladas de imóveis e veículos para ocultar o patrimônio.
Com informações do GMC Online
