A colisão mobilizou um grande efetivo de resgate, reunindo profissionais do Corpo de Bombeiros, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), da Guarda Civil Municipal (GCM) e da Polícia Militar. Além das duas vítimas em estado mais crítico, o passageiro do banco dianteiro, os outros dois ocupantes do banco traseiro e os dois adolescentes que viajavam no porta-malas também sofreram ferimentos e foram encaminhados para hospitais da região para avaliação médica. Até o momento, não há novas atualizações sobre a evolução do quadro de saúde do grupo.
De acordo com informações de testemunhas, os jovens haviam saído de uma tabacaria na Avenida São Paulo pouco antes da batida. Relatos apontam que o carro trafegava em zigue-zague quando a condutora perdeu o controle da direção, rodou na pista e atingiu a caçamba. A violência do impacto foi tão grande que a estrutura de metal, mesmo pesada devido aos restos de obra, chegou a ser arrastada por cerca de um metro. Apesar da dinâmica do acidente, amigos afirmaram que a motorista não havia ingerido bebida alcoólica, e os primeiros socorristas não identificaram sinais evidentes de embriaguez no local, fato que ainda dependerá de avaliação pericial.
A mãe da motorista compareceu ao local do acidente e relatou surpresa com o ocorrido. Segundo ela, a filha havia avisado que dormiria na casa de uma amiga e chegou a enviar uma foto mostrando o carro estacionado em uma garagem por volta das 23h. Pouco mais de uma hora depois, a família recebeu a ligação informando sobre a colisão. As circunstâncias que provocaram o acidente, incluindo as condições de tráfego e a dinâmica exata da batida, serão agora investigadas pelas autoridades competentes.
Com informações do Plantão Maringá
