E a tendência é piorar com as previsões de que o fenômeno El Niño vai causar grandes mudanças climáticas em novembro. Depois que boa parte das ações da Copel foram privatizadas, o serviço da empresa piorou e muito. Segundo se apurou, boa parte dessa ineficiência cabe à atual diretoria que está no comando da Copel há muitos anos, todos cargos de indicação política. O governador eleito Sérgio Moro (PL) já disse que uma de suas prioridades é fazer com que a Copel volte a ser a empresa que antigamente orgulhava o Paraná por ser a mais eficiente do Brasil. Trocar a diretoria deve ser o primeiro passo. Oxalá ele consiga.
O vereador Lucas Leugi (PSD) anunciou ontem que vai disputar a Prefeitura de Apucarana em 2028, argumentando que o compromisso dele “é com o povo e não compactua com acordos de bastidores”. Disse ainda que vê com preocupação as articulações políticas antecipadas, que, a seu ver, “podem influenciar a eleição para a presidência da Câmara Municipal no final deste ano”. Nada mais disse, deixando no ar uma dúvida sobre a quem se refere.
Enquanto o governador eleito Sergio Moro não anuncia todo o seu secretariado, o que mais se ouve em Curitiba são especulações em torno de nomes. Geralmente, os que mais são citados são deputados estaduais e federais eleitos na coligação que apoiou Moro, o que contraria a palavra do futuro governador de que vai montar um secretariado com perfil técnico. Difícil resistir à pressão do mundo político.
O marqueteiro argentino Jorge Gerez, que até as eleições de 4 de outubro era o guru do governador Ratinho Junior, teria sido oferecido para ajudar o candidato a presidente do PL no segundo turno, Flávio Bolsonaro. A oferta foi rejeitada de pronto. Depois da lambança que o tal marqueteiro fez na eleição do Paraná, levando o governador a apostar em um candidato desconhecido e sem carisma, ninguém o quer por perto.
