sexta-feira, 9 de outubro de 2026

Equipe de Lula tenta recalcular rota e superar instabilidade para o 2º turno















 A campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atravessa seu momento mais crítico após o petista encerrar o primeiro turno atrás do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O resultado adverso gerou forte instabilidade interna e acelerou a busca por uma reformulação drástica para tentar um feito inédito desde a redemocratização: virar uma disputa presidencial no segundo turno.

Três dias após o veredito das urnas, a equipe de Lula tenta recalcular a rota para o pleito marcado para o dia 25 de outubro. O descontentamento com a atual estrutura veio a público, quando o próprio presidente criticou abertamente a coordenação de campanha, chefiada pelo presidente do PT, Edinho Silva.

“Eu acho que nós fizemos uma campanha aquém da minha possibilidade. Acho que a gente poderia ter feito mais. Eu disse para o Edinho que essa foi a campanha menos organizada que eu participei desde 1989. E normalmente a gente colhe aquilo que a gente planta”, declarou o petista em reunião com aliados — trecho que acabou parcialmente transmitido na internet.

Novo tom e batalha digital

Após o revés no 1° turno, a campanha passou por uma mudança repentina no discurso e na estética. Pressionados pela pauta de segurança pública explorada pelos adversários, Lula endureceu o tom nessa quarta-feira (7) e cravou um novo lema para a reta final: “Para o povo trabalhador, a proteção. Para o bandido, a prisão”.

No plano digital, terreno em que o bolsonarismo mantém ampla vantagem, o petista e seus aliados começaram a adotar vídeos no formato “selfie” gravados por celulares, em uma estética mais ágil e barata. A iniciativa, inspirada pelo governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT), busca dar capilaridade à militância e incentivar apoiadores a irem às ruas em busca da virada histórica.

Em uma dessas peças, o chefe do governo federal estimula seus apoiadores a fazer campanha. “Bora para a rua! Vamos ganhar essas eleições para não permitir que o retrocesso volte para esse país”, diz ele no vídeo.

Com informações da Folha de São Paulo

Crescimento do PL pressiona sucessão na Câmara e cria impasse para reeleição de Hugo Motta


 













O avanço expressivo do PL nas urnas em 2026 reconfigurou o tabuleiro político de Brasília e impôs um novo obstáculo às articulações para o comando da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Com a ampliação da bancada bolsonarista, a corrida pela recondução de Hugo Motta (Republicanos-PB) e de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) aos comandos das Casas em fevereiro de 2027 promete ser marcada por fortes negociações.

A situação de Hugo Motta ganhou centralidade nesta quarta-feira (7), durante o evento em que o Republicanos oficializou o apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em coletiva de imprensa, o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira (SP), admitiu que a legenda já mapeou barreiras à permanência de Motta na presidência da Câmara. Segundo ele, o entrave não vem da cúpula aliada a Flávio, mas sim da base recém-eleita do PL.

“Evidentemente, eu já fui informado, a gente já tem consciência, o presidente Hugo Motta tem ciência de que há uma resistência do PL. Importante registrar que não é do Flávio, é da bancada eleita do PL. Mas isso é uma coisa que a gente vai ter que fazer um diálogo. Com diálogo se constrói”, ponderou Pereira.

Com informações do Metrópoles

ELEIÇÕES 2026: Flávio Bolsonaro pede ajuda ao presidente da Colômbia contra o tráfico e o convida para sua posse

 


O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu ao presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, apoio no combate ao tráfico de drogas durante uma videochamada entre os dois. Candidato à Presidência da República, Flávio também convidou o colombiano para uma eventual posse em janeiro, embora ainda dispute o segundo turno contra o presidente Lula (PT), marcado para 25 de outubro.

“Vou implementar um regime muito duro aqui no Brasil e vou precisar muito conversar com o senhor para a gente ter esse intercâmbio de informações”, afirmou Flávio. Espriella, que assumiu a Presidência colombiana em agosto, concordou que o tráfico é um problema global e defendeu a cooperação entre países que compartilham fronteiras.

Flávio propôs ainda a troca de informações e a entrega de criminosos procurados pelos dois países. Brasil e Colômbia dividem aproximadamente 1.600 quilômetros de fronteira na região amazônica.

Durante a conversa, o senador também afirmou que, caso seja eleito, pretende integrar o Brasil ao Escudo das Américas, iniciativa de segurança lançada pelos Estados Unidos para combater organizações criminosas na região, incluindo o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho.

A videochamada foi transmitida pelo canal de Eduardo Bolsonaro no YouTube. No primeiro turno, Flávio recebeu 47% dos votos, contra 45% de Lula, segundo os números apresentados pela reportagem.

Com informações de O Globo


“EFEITO ZERO”: Cientista político diz que ordem de prisão de Eduardo perde impacto com ele nos EUA


 












O cientista político Beto Vasques avaliou que a ordem de prisão de Eduardo Bolsonaro terá “efeito zero” imediato porque o ex-deputado está nos Estados Unidos. A análise foi feita nesta quinta-feira, no UOL News, após a decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes.

Para Vasques, a permanência de Eduardo fora do Brasil esvazia o impacto imediato da medida. Ele também afirmou que uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro na disputa presidencial poderia favorecer o irmão: “Se o irmão dele ganhar, vai entrar no ‘liberou geral’”.

Moraes determinou a expedição do mandado de prisão e o cancelamento dos passaportes brasileiros de Eduardo após o encerramento dos recursos. O ex-deputado foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão, inicialmente em regime semiaberto, por tentar interferir no processo sobre a trama golpista envolvendo Jair Bolsonaro.

Flávio Bolsonaro diz que vai usar maioria no Congresso para mudar Constituição


 











O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), afirmou na tarde desta terça-feira que pretende aproveitar as maiorias de parlamentares de direita eleitos para a Câmara e o Senado para fazer mudanças na Constituição.

“Elegemos um Congresso muito mais à direita do que ele é hoje. Com maioria no Senado para fazer o presidente do Senado, com maioria na Câmara para fazer o presidente da Câmara, pra gente mudar a Constituição, pra gente redemocratizar esse país, para as instituições voltarem a respeitar a Constituição”, afirmou, sem detalhar quais mudanças pretende.

Existem várias Propostas de Emenda à Constituição (PEC) de interesse da extrema direita brasileira que atacam direitos e instituições, mas sempre encontraram resistência de partidos progressistas para sua aprovação. A PEC Marco Temporal sobre terras indígenas, a da redução da maioridade penal, a do Trabalho Flexível (escala 7×0) e a PEC da Blindagem, que só permite investigações contra parlamentares autorizadas pelo Congresso Nacional, são algumas delas.

O PL, partido de Flávio Bolsonaro, obteve a maior bancada de parlamentares na Câmara, com 121 deputados eleitos, mas deve contar com mais votos de outros partidos de direita. A votação de projetos de lei ordinária exige maioria simples. Projetos de lei complementar exigem maioria absoluta, com pelo menos 257 votos favoráveis. Já a aprovação de uma PEC depende dos votos favoráveis de 3/5 dos deputados (308).

E, no Senado, o partido obteve 28 senadores eleitos, mas conta com o apoio de outros partidos de direita, que elevam o número para, pelo menos, 49. Para aprovar projeto de lei por maioria absoluta, são necessários os votos de 41 senadores.

Para aprovar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), são necessários 49 votos, o equivalente a três quintos dos senadores, em duas votações. Nos julgamentos de impeachment, são necessários 54 votos, ou dois terços do Senado.

Mas existem limites para as mudanças:

 Cláusulas pétreas: A Constituição proíbe qualquer emenda que tente abolir direitos fundamentais e regras centrais do país. Isso inclui a forma federativa de Estado, o voto direto, secreto, universal e periódico, a separação dos Poderes e os direitos e garantias individuais.

Momentos de crise: Nenhuma PEC pode ser votada enquanto o país estiver sob intervenção federal, estado de defesa ou estado de sítio.

Uma nova Constituição só é possível através de uma Assembleia Nacional Constituinte, que teria que ser eleita com essa finalidade.

Principais avanços da Constituição de 1988

Conhecida como Constituição Cidadã, a Carta de 1988 garantiu aos brasileiros muitos direitos que antes não estavam consignados, como:

  • Garantia de acesso ao ensino obrigatório e de qualidade para o desenvolvimento da pessoa e preparo para a cidadania.
  • Previsão que fundamentou a criação e a estruturação do Sistema Único de Saúde (SUS), visando o acesso universal e igualitário.
  • Valorização social do trabalho livre, com proteções trabalhistas essenciais (como jornada limitada e salário mínimo).
  • Cobertura de eventos como doença, invalidez, morte e idade avançada para os contribuintes.
  • Assistência aos Desamparados: Amparo público a quem dele necessitar, independentemente de contribuição prévia.
  • Assegura a mobilidade urbana como direito social
  • Garante a existência humana e a proteção contra a pena de morte (salvo em caso de guerra declarada) e a tortura. [1]
  • Assegura que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, vedando qualquer tipo de discriminação. [1, 2]
  • Garante direito à Liberdade: Abrangência de diversas esferas, como a liberdade de expressão, de crença religiosa, de locomoção e de associação profissional ou política. [1]
  • Garante inviolabilidade da Intimidade e da Vida Privada: Protege a honra, a imagem e os dados das pessoas, garantindo indenização por dano material ou moral em caso de violação. [1]
  • Garante inviolabilidade do Domicílio: Determina que a casa é asilo inviolável, não podendo ninguém entrar sem consentimento do morador, salvo em flagrante delito, desastre ou por ordem judicial durante o dia. [1]
  • Assegura sigilo das Comunicações: Garante a proteção das correspondências, dados e comunicações telefônicas, cuja interceptação só pode ocorrer por ordem judicial para fins de investigação criminal. [1, 2]
  • Direito de Propriedade: Assegura a propriedade privada, desde que esta cumpra a sua função social em benefício da coletividade. [1, 2]
  • Garantias Processuais: Inclui o devido processo legal, a ampla defesa, o contraditório e a presunção de inocência até o trânsito em julgado de sentença penal. [1]
  • Remédios Constitucionais: Ferramentas jurídicas gratuitas ou acessíveis para proteger direitos, como o habeas corpus (contra ameaça à liberdade de locomoção), o habeas data (para acesso a informações pessoais) e o mandado de segurança
  • Flávio Bolsonaro recebeu nesta terça-feira o apoio dos candidatos derrotados na disputa à Presidência da República, Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD), e do ex-presidente Michel Temer (MDB).

    Caiado exaltou o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado e preso por tentativa de golpe de Estado, de quem foi colega de Congresso por 20 anos, dizendo que sempre foram autênticos e tiveram muita coragem ao longo da trajetória. O ex-governador de Goiás prometeu uma mobilização integral dos goianos em prol da eleição de Flávio Bolsonaro como presidente do Brasil.

    “Eu estou aqui pra fazer aquilo que é a coerência da minha vida, que é poder derrotar o PT. Acredite: se tem um homem que quer ver você devolvendo o Brasil para os brasileiros, sou eu. Eu vou, sem dúvida nenhuma, estar ao seu lado”, declarou.

    Zema aproveitou a declaração de apoio para atacar o Supremo Tribunal Federal (STF). “Eu não vou me omitir nem ficar em cima do muro nesse momento tão importante. Voto contra o PT, voto no Flávio Bolsonaro. O Brasil não aguenta mais quatro anos de Lula, nem mais quatro ministros (do STF) nomeados pelo Lula”, disse Zema.

    Temer, que chegou ao Planalto apoiando o golpe contra a ex-presidenta Dilma Rousseff (PT) em 2016, disse que o povo brasileiro mostrou nas urnas que busca renovação.

    “Renovação que apareceu fortemente na composição do Congresso Nacional e na força da candidatura à Presidência da República, que chegou no segundo turno em primeiro lugar. A sociedade não quer fórmulas repetidas e discursos grosseiros. Quer novas ideias, novas atitudes, novos projetos e um caminho diferente. Quer, portanto, reconexão, e reconexão é Flávio”, afirmou.

    O candidato do PL também recebeu apoio da Federação União-Progressista, composta por União Brasil e Republicanos, e do Podemos.

  • ICL noticias

quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Imagens de radar apontam chegada de temporais de forte intensidade ao PR

 


O Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Simepar emitiu um alerta meteorológico nesta quinta-feira (08) indicando a chegada de tempestades de forte intensidade ao estado, com entrada principal pela região Sudoeste. De acordo com as últimas imagens de radar do instituto, os núcleos de chuva severa já se aproximam do limite estadual e apresentam alto risco, impulsionados pelas altas temperaturas registradas ao longo do dia na região.

O monitoramento climático do Simepar aponta a presença de áreas críticas, sinalizadas pelas cores vermelha e, de forma pontual, roxa nos radares, o que traduz a elevada severidade dos temporais em avanço. 

Segundo os meteorologistas, ocorrências de instabilidade já começaram a ser observadas nos municípios próximos à fronteira associadas à passagem da frente.

O calor intenso que predomina sobre o Paraná atua diretamente para a ocorrência do fenômeno, contribuindo para a intensificação rápida das nuvens e favorecendo a formação de eventos climáticos de maior impacto nas próximas horas.

Em Apucarana, o Simepar prevê a volta das chuvas na sexta-feira (08). A mudança do clima será antecedida por calor intenso, com mínima de 20˚C e máxima de 30˚C.

Futuro político de Deltan Dallagnol será decidido hoje após votação expressiva no Paraná


 













O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pautou para esta quinta-feira (8) o julgamento definitivo do registro de candidatura de Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado pelo Paraná. Com uma votação expressiva de 25,14% dos votos válidos conquistados no último domingo (4) em eleição para o Senado Federal, o ex-procurador do Ministério Público Federal (MPF) aguarda a decisão para saber se o resultado das urnas será validado.

O centro da disputa jurídica gira em torno da forma como Deltan deixou o MPF antes de ingressar na política. O relator do processo, ministro Floriano de Azevedo Marques, mantém posição contrária à elegibilidade do candidato. Na véspera do pleito, o magistrado havia indeferido o registro sob o argumento de que a exoneração ocorreu para blindar o ex-procurador de uma eventual inelegibilidade. Contudo, a decisão acabou sendo suspensa horas mais tarde em caráter liminar pelo presidente da Corte, Kassio Nunes Marques.

Em seu parecer, o relator destacou que Deltan tinha pleno conhecimento de que procedimentos disciplinares em curso poderiam resultar em penalidades severas, como demissão ou aposentadoria compulsória. “Não havia justificativa lógica para a exoneração do cargo a onze meses do pleito, senão o intento de se furtar à aplicação da lei”, apontou Floriano, classificando a saída antecipada como uma “estratégia fraudulenta para impedir a incidência da inelegibilidade”.

O histórico do caso

Antes de chegar ao plenário do TSE, a candidatura havia sido validada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). No entanto, inconformado com a decisão regional, o Ministério Público Eleitoral recorreu à instância superior.

Agora, caberá ao plenário do TSE dar a palavra final sobre o caso, definindo se o expressivo capital político obtido por Deltan nas urnas paranaenses será ou não chancelado pela Justiça Eleitoral.

Com informações do Metrópoles

Idosa de 72 anos é operada no joelho errado em Curitiba; CRM-PR apura caso


 













O Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR) instaurou um processo de sindicância para apurar cirurgia realizada em joelho de idosa de 72 anos em Curitiba. A prótese foi implantada no joelho errado em procedimento realizado no dia 30 de setembro no Hospital Cruz Vermelha. “Caso comprovada conduta violadora das regras éticas, as sanções previstas na Lei de criação dos Conselhos de Medicina vão desde advertência confidencial, podendo chegar à cassação do exercício profissional, a depender do grau de culpa e da gravidade das consequências apuradas”, afirmou o CRM, em nota encaminhada ao Bem Paraná.

Em entrevista à rádio Bandnews, a filha da paciente, Sabrina da Silva, afirmou que todos os exames anteriores mostravam a necessidade do procedimento no joelho esquerdo, mas a prótese foi implantada no no joelho direito.

De acordo com ela, em uma primeira reunião o Hospital Cruz Vermelha se comprometeu a arcar com as necessidades da idosa no processo de recuperação, como fisioterapia, transporte e acompanhamento psicológico. “Porque agora ela está com as duas pernas acometidas não consegue se locomover”, afirmou a filha da idosa.

Uma nova cirurgia só pode acontecer daqui a 45 dias, porque a paciente perdeu muito sangue durante o primeiro procedimento.

Ainda segundo a família, o médico responsável afirmou que fez o na outra perna após um suposto pedido feito pela paciente, que estava sedada. A idosa diz não se lembrar de ter feito a solicitação.

Processo no CRM segue em sigilo


Conforme estabelece o Código de Processo Ético-Profissional (Resolução CFM nº 2.306/2022), as sindicâncias e os processos ético-profissionais do CRM tramitam sob sigilo processual, garantindo às partes envolvidas os direitos constitucionais ao contraditório e à ampla defesa.

O Hospital Cruz Vermelha ainda não se manifestou sobre a ocorrência.

Estudantes de todo Brasil mantêm manifestações de rua contra pautas de Flávio Bolsonaro


 











Estudantes universitários e secundaristas de vários estados estão organizando manifestações contra Flávio Bolsonaro e suas propostas de desmonte da Educação. O primeiro ato ocorreu na noite desta segunda-feira em Niterói (RJ), quando centenas de alunos da Universidade Federal Fluminense (UFF) saíram às ruas.

A quantidade de participantes foi surpreendente, já que a mobilização ocorreu no dia seguinte ao primeiro turno da eleição, com pouco tempo para organização. Uma das palavras de ordem foi: “A esquerda vai se unir e a soberania vai continuar”.

Estudante de universidades de pelo menos 12 estados já confirmaram que vão às ruas para se manifestar contra o candidato do PL à Presidência da República.

Ontem também houve manifestações dos universitários da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

A partir de 12h os alunos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) farão ato contra Flávio Bolsonaro na Candelária, Centro da cidade. Também hoje estão previstas manifestações dos alunos da UFRGS, UFBA, UFPA, UTFPR Curitiba, UNICENTRO e UFPR.

Outras universidades terão atos até o fim da semana.Durante a caminhada, os manifestantes percorreram trechos dos bairros Gragoatá, Ingá e Icaraí carregando cartazes e faixas. Na entrada da Faculdade de Direito, uma bandeira com a frase “UFF Antifascista” foi exibida pelos estudantes.

Em determinado momento do protesto, o grupo entoou palavras de ordem direcionadas ao cenário eleitoral. “Os estudantes de Niterói dão um recado ao bolsonarismo. Nós não vamos recuar. É Lula. Bolsonaro, não. Ele não. Ele nunca. É Lula.” Os participantes também repetiram o coro “Não tem anistia”.