sábado, 2 de janeiro de 2021

No primeiro boletim de 2021, Paraná confirma mais 18 óbitos e 1.740 novos casos da Covid-19


 











A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná divulgou nesta sexta-feira (01) 1.740 novos casos confirmados e 18 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus.

Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 415.152 casos confirmados e 7.930 mortos em decorrência da doença.

Os casos divulgados nesta quarta-feira são de: janeiro (38), maio (1), junho (1), julho (1), agosto (1), setembro (1), outubro (3), novembro (17) e dezembro (1.677).

INTERNADOS – 1.569 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados. São 1.223 pacientes em leitos SUS (626 em UTI e 597 em leitos clínicos/enfermaria) e 346 em leitos da rede particular (137 em UTI e 209 em leitos clínicos/enfermaria).

Há outros 1.033 pacientes internados, 422 em leitos UTI e 611 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo Sars-CoV-2.

ÓBITOS – A secretaria estadual informa a morte de mais 18 pacientes. São 12 mulheres e 6 homens, com idades que variam de 55 a 92 anos. Os óbitos ocorreram entre 22 de dezembro a 31 de dezembro.

STJ impede posse de vereadora condenada por integrar organização criminosa


 










O ministro Humberto Martins, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), indeferiu o mandado de segurança da vereadora eleita Maria do Socorro Antunes de Mendonça, de Peruíbe (SP), que teve decretada a suspensão do exercício das funções públicas antes de tomar posse no cargo eletivo.

Com a decisão, a vereadora eleita continua impedida de ser empossada, nesta sexta-feira (1º).

Maria do Socorro Antunes foi denunciada pela prática do crime de integrar organização criminosa.

A defesa da vereadora afirmou que a imputação do crime ocorreu unicamente pelo fato de ela ter prestado auxílio ao encaminhar a uma unidade de saúde do município uma gestante que, à época, era procurada pela Justiça.

Segundo a defesa, o afastamento do cargo só se justifica diante de fatos relacionados ao exercício do mandato eletivo, o que não teria ocorrido.

O pedido de liminar para suspender a medida cautelar imposta pelo juízo criminal de origem e, assim, garantir a posse da vereadora eleita foi negado por desembargadora do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Incompetência

Ao indeferir liminarmente o pedido, o ministro Humberto Martins afirmou que não cabe ao STJ processar e julgar, originariamente, mandado de segurança contra ato de outros tribunais.

Com a decisão, fica mantida a determinação da Justiça de São Paulo pela suspensão das funções.

“Segundo o artigo 105, inciso I, letra “b”, da Constituição Federal, que demanda interpretação restritiva, o Superior Tribunal de Justiça é competente para processar e julgar, originariamente, os mandados de segurança impetrados contra ato de ministro de Estado, dos comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica ou do próprio tribunal”, complementou o presidente da corte.

Coronavac é preterida pelo governo da China e vira preocupação no Brasil


 












O governo da China aprovou a primeira vacina contra a covid-19 de uso geral do país, e a escolha elevou a preocupação no Brasil.

É que a China optou pelo imunizante produzido pelo laboratório estatal Sinopharm, que revelou ter 79,34% de eficácia nos estudos clínicos.

Aliada à demora na divulgação dos resultados, a opção pelo Sinopharm em vez do também chinês Sinovac, gerou a expectativa de que a eficácia da Coronavac seja ainda menor, para desespero do governador de São Paulo, João Dória.

O governo de SP e o Butantan, que desenvolveu a Coronavac com o Sinovac, adiaram por duas vezes a divulgação da eficácia da vacina.

Há uma semana, o secretário de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, soltou a primeira bomba. “Sabíamos que jamais atingiria 90%”, disse.

O imunizante do Sinopharm já era usado de forma emergencial na China e se tornou a aposta do governo local para evitar nova onda de contágio.

Anvisa pede atenção a exames que podem não diagnosticar variante de Covid-19


 













A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma nota técnica nesta sexta-feira (1º) para alertar os laboratórios sobre os exames usados no diagnóstico da Covid-19, já que, a depender de como são aplicados, podem não identificar a nova variação do vírus que foi localizada recentemente em vários países, incluindo o Brasil.

“A variante VUI 202012/01 identificada em diferentes países apresenta mutação que afeta o
gene S, utilizado como alvo em diferentes ensaios diagnósticos, o que pode levar a incapacidade de detecção do vírus se este for o único alvo ou referência do modelo diagnóstico”, diz a nota divulgada pela agência.

De acordo com a Anvisa, os exames disponíveis no Brasil são capazes de reconhecer diferentes variantes do novo coronavírus, incluindo esta recentemente identificada. A recomendação da agência é para que os laboratórios estejam atentos às instruções de aplicação para que a possibilidade de diagnóstico seja ampliada ao máximo.

“Ressaltamos que no Brasil existem diversos produtos regularizados, seguros e eficazes para fins de diagnóstico do Covid-19, mesmo para esta cepa variante”, complementa a nota. “Os laboratórios devem estar atentos às informações das instruções de uso e adotar medidas que favorecem o diagnóstico, como a utilização de produtos voltados a diferentes alvos virais.”

Não há indicações de que a nova família da SARS-Cov-2 seja mais letal ou que leve a quadros mais graves que a original, mas ela é mais transmissível, o que pode acelerar ainda mais as infecções.

Ainda de acordo com a Anvisa, não há indícios também de que a resposta de anticorpos dos pacientes, bem como a eficiência da vacina, possa ser diferente para ela.

A variante foi identificada pela primeira vez em setembro, na Inglaterra, e já foi registrada em ao menos outros 31 países desde então.

No Brasil, ele foi reportado pela primeira nesta quinta-feira (31), após análises de dois pacientes feitas pelo laboratório particular Dasa e pelo Instituto de Medicina Tropical da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (IMT-FMUSP).

CNN Brasil

Após caso da viagem a Miami, Doria compra brigas com idosos e deficientes

 

Depois do desgaste da viagem a Miami, evitando o lockdown que ele próprio decretou em São Paulo, e depois de penalizar vários setores da economia, até mesmo hospitais, aumentando impostos neste início de ano, o governador João Doria (PSDB), agora compra briga com milhares de portadores de deficiência.

Acabou com o benefício fiscal do IPVA a que tinham direito na aquisição de automóveis. Muitos pensam em entrar na Justiça por considerarem “muito nebulosos” os critérios do impostaço. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Uma das perversidades tucanas foi extinguir a gratuidade no transporte público, na capital e no interior, prevista na lei do Estatuto do Idoso. Em plena pandemia, João Doria decidiu também taxar em 18% produtos médicos que há 21 anos eram isentos de ICMS. O aumento cavalar do imposto ainda deverá provocar alta nos preços dos genéricos e nos medicamentos para tratar o câncer.

DIÁRIO DO PODER

Mãe leva filha a 7 médicos para descobrir que coronavírus gerou síndrome rara


 














Alice da Silva Ribeiro, de 5 anos, não teve sintomas do coronavírus e só descobriu que contraiu a doença depois de um mês de investigação, quando foi diagnosticada com Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica. 

A mãe da menina, Eva Vilma Santos da Silva Ribeiro, relatou que preciso consultar sete médicos até que fosse feito o diagnóstico da filha.

A família, que vive na Praia Grande, litoral de São Paulo, pegou a covid-19 em novembro. A avó estava com o vírus e, sem saber da doença, visitou a família. Alguns dias depois, a família descobriu que Eva, o marido e a mãe foram infectados pelo coronavírus.

Um mês depois da confirmação da infecção, Alice teve quadro de febre alta. Em um pronto-socorro de Praia Grande, não foi constatada infecção pulmonar e, por isso, a menina foi liberada. Nos dias seguintes, Alice não melhorou.

“Foram três dias de febre, até que ela começou a ter dor na barriga”, relatou Eva ao G1. No terceiro dia, a mãe levou a menina a uma unidade de saúde. Além da febre e da dor na barriga, Alice também parecia estar com conjuntivite. “O médico pediu alguns exames e me falou que tinha dado infecção no sangue. Ela gritava de dor”, descreveu.

O médico, na ocasião, prescreveu um antibiótico, que não ajudou. Ainda com dores, os pais a levaram a um hospital particular. Lá, o médico desconfiou que se tratasse da Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica. Os pais não podiam pagar a internação no hospital particular e, por isso, o profissional da saúde fez uma carta de indicação para que ela fosse levada a um hospital público.

“Ninguém acreditou. Fomos a um hospital daqui da cidade, e ela ficou na enfermaria até terça-feira de manhã, quando a mandaram para a área de pediatria. Falaram que era dengue ou virose. Cortaram o antibiótico dela. Briguei, falando que precisava ser investigado. Ela tomou vários tipos de remédios”, contou Eva.

Alice chegou a ser atendida por sete médicos ao longo dos dias, até que uma pediatra, que conhecia o médico que suspeitou da síndrome rara, levou em conta a possibilidade e pediu diversos exames. Depois de 10 dias de internação, no dia 23, a doença foi constatada.

No dia seguinte, a menina se sentia bem e recebeu alta. Ao G1, Eva confirmou que a menina está curada.

A Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica pode ser desenvolvida por pessoas de 0 a 19 anos que foram infectadas pelo novo coronavírus, mesmo pelas que já se curaram da covid-19. Entre os sintomas estão dor abdominal, febre e conjuntivite. O primeiro critério para descobrir se há a síndrome é ter contraído o vírus.

“Ela ficou cinco dias sem comer nada. Foi terrível, traumatizante. Além de tudo, ela sentia dores no peito e teve uma leve anemia. Tem crianças que estão morrendo por causa disso. Eu acho que, se tivesse demorado mais, tínhamos perdido ela. Se esperasse mais dois dias, estaria sem a minha filha. Agora, estamos comemorando em dobro. Esse ano que vai vir é a vitória dela”, disse a mãe.

Ao G1, a Secretária de Saúde do Estado de São Paulo afirmou que até a última terça-feira, 29, 105 pessoas tiveram a síndrome rara e sete pessoas morreram após desenvolverem a doença.

As informações são do portal G1.

Capotamento é registrado na Rodovia do Milho


















Um carro com placas de São Bernardo do Campo (SP) capotou na manhã desta sexta-feira (1°) na Rodovia do Milho, entre Novo Itacolomi e Borrazópolis. 

Apesar dos danos o motorista e o passageiro não sofreram ferimentos. As causas serão apuradas. 

Bolsonaro diz que Brasil pode comprar vacina da Moderna contra covid

 


Em transmissão ao vivo em rede social, o presidente Jair Bolsonaro comentou na quinta-feira, 31, que o Brasil poderá comprar doses da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela empresa norte-americana Moderna. Ele não abordou detalhes de como o acordo poderia ocorrer.

O presidente citou um artigo científico publicado nesta semana no New England Journal of Medicine, que aponta eficácia de 94% do imunizante, a mesma anunciada antes pela empresa de biotecnologia. Ele também comentou sobre o início da vacinação em países como os Estados Unidos, a Alemanha e o Reino Unido, mas não abordou quando esse tipo de ação começará no País.

"Além da Pfizer, temos uma outra agora que se apresenta no momento, a Moderna, que poderá ser adquirida pelo Brasil", afirmou.

Desenvolvida em parceria com o Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas (Niad, na sigla em inglês), dos Estados Unidos, a vacina da Moderna está autorizada para uso nos Estados Unidos, desde 18 de dezembro, e no Canadá. Ela pode ser acondicionada em geladeiras por um mês e, se congelada, por até seis meses.

No começo de dezembro, a Moderna disse que espera entregar até 125 milhões de doses no primeiro trimestre de 2021, a maioria (de 85 milhões a 100 milhões) será destinada aos Estados Unidos. O País tem um acordo com a empresa para o fornecimento de 200 milhões de doses, o suficiente para imunizar 100 milhões de norte-americanos.

Na live, Bolsonaro destacou, ainda, que mantém contato diário com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, sobre a pandemia no País. Ele também voltou a dizer que a vacinação contra o novo coronavírus não será obrigatória, mas voluntária, declarando que não tomará o imunizante por já ter sido infectado pela doença.

"Parte da população clama por elas. Então, quem está querendo a vacina a gente vai acertar. Da nossa parte, é grátis e não obrigatório", declarou

Jogador do Galatasaray se acidenta com fogos de artifício e corre risco de perder a visão


 













Omar Elabdellaoui, lateral-direito norueguês do Galatasaray, sofreu um acidente em sua casa com fogos de artifício na celebração do Réveillon. Ele teve queimaduras nas mãos e no rosto, correndo risco de risco de ter danos na visão.

O Galatasaray anunciou via Twitter que "os danos aos olhos do nosso jogador, que tem queimaduras no rosto, serão compreendidos após novos exames".

Elabdellaoui, de 29 anos, segue internado, mas está consciente e não corre risco de morte. Segundo o jornal espanhol "Marca", o técnico do Galatasaray, Fatih Terim, e o capitão do time, o meia Arda Turan, foram ao hospital acompanhar de perto a situação de Elabdellaoui.