domingo, 1 de janeiro de 2017

Doze pessoas são mortas durante festa de Réveillon em Campinas

Família foi morta durante festa de ano novo (Foto: José Braz/ EPTV)
Homem matou 11 pessoas em Campinas durante a festa de Réveillon em Campinas (Foto: Gustavo Biano / EPTV)

Doze pessoas foram assassinadas em uma chacina na virada do ano, entre a noite deste sábado (31) e a madrugada deste domingo (1º), durante uma confraternização de família, em Campinas (SP). Outras três foram baleadas e encaminhadas para os hospitais Mário Gatti e Celso Pierro.
Segundo a Polícia Militar, um homem matou a ex-esposa, o filho de 8 anos e familiares durante a festa de réveillon na casa da família, pouco antes da meia-noite. Em seguida, o atirador se matou.
Vítimas
A lista com os nomes das vítimas não foi divulgada pela polícia, mas entre elas estão nove mulheres, uma criança e dois homens.
O autor do crime estava em processo de separação da esposa, ainda segundo a PM. O crime ocorreu na Rua Pompílio Morandi, na Vila Prost de Souza, próximo ao Shopping Unimart.
Com informações de Gustavo Biano/EPTV

ROSÁRIO DO IVAÍ......Feliz ano novo a toda população e visitantes.

Resultado de imagem para feliz 2017


Mais um ano se encerra e mais uma vez é hora de reacender as chamas da vida. É hora de agradecer a Deus por tudo que nos aconteceu neste ano único na nossa vida. 

É hora de repensar as nossas atitudes, o modo como vivemos e mudar aquilo que precisa ser mudado. O tempo é o que de mais valioso temos, e é preciso aproveitá-lo. O tempo é a nossa vida. 


Feliz Ano Novo a todos os nossos leitores.

GOVERNO FECHA CERCO A EMPRESAS E PESSOAS FÍSICAS COM DINHEIRO NO EXTERIOR



O governo vai fechar o cerco a empresas e pessoas físicas que têm dinheiro no exterior. Duas instruções normativas editadas ontem tratam do compartilhamento automático de informações sobre operações e contas bancárias de brasileiros mantidas em outros países.
De acordo com o subsecretário de Fiscalização substituto da Receita Federal, Francisco Assis de Oliveira Jr., organismos internacionais estimam que os brasileiros guardem US$ 400 bilhões no exterior sem declará-los à Receita Federal. Desse total, R$ 170 bilhões foram legalizados no programa de repatriação.
O objetivo das medidas é combater práticas de lavagem dinheiro, sonegação fiscal e financiamento ao terrorismo. O Brasil poderá compartilhar informações com 101 países – hoje, são 34.
Empresas. As normas devem diminuir o deslocamento artificial de lucros de empresas para paraísos fiscais, segundo a coordenadora geral de Tributação substituta do órgão, Claudia Lucia Pimentel. De acordo com ela, esse movimento é feito principalmente por multinacionais, que adotam práticas de planejamento tributário abusivo.
A partir de agora, esses grupos terão de prestar informações sobre operações, receitas, empregados e impostos pagos por cada uma de suas empresas em todos os países em que atua, incluindo paraísos fiscais. A declaração será obrigatória para empresas que tenham receita consolidada acima de R$ 2,26 bilhões ou ¤ 750 milhões. Os dados serão informados pelas próprias companhias por meio de escrituração contábil fiscal.

Diario do poder

Cenário é terrível para prefeitos, diz CNM

unnamed

Na véspera da posse dos prefeitos em mais de 5,5 mil cidades, o diagnóstico feito pelo presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, é duro e direto. Para ele, os gestores municipais enfrentarão um “cenário terrível” por causa da crise financeira do País. A avaliação do dirigente é que os novos prefeitos precisam reduzir o máximo possível de gastos para poder atravessar a crise. Ele cita, como exemplo, que existem hoje no Brasil 46 mil secretários municipais. “Dá para cortar esse número pela metade sem problemas”, avalia. As informações são da Coluna Estadão.
Ziulkoski diz que os prefeitos precisam romper com o modelo tradicional de coalizão partidária. “Se os prefeitos deixarem os partidos indicarem ocupantes de cargos, o colapso é garantido”, afirma. Para ajudar prefeitos menos experientes, a CNM tem prestado assessoria técnica para vários municípios explicando quais ações são mais favoráveis.

Itaipu terá a maior geração anual de todos os tempos

itaipu-dam-1
unnamed
Jorge Samek vai deixar a direção geral de Itaipu, cargo que exerce há 13 anos, a comemorar o desempenho recorde da usina. Ora, pois, a Usina Binacional de Itaipu atingiu a produção de 102 milhões de megawatts hora (MWh) em 2016. A perspectiva é de fechar o período com uma produção total em torno de 103 milhões de MWh, acima da meta estipulada de 100 milhões de MWh.
A marca é inédita no mundo em todos os tempos. Quatro fatores explicam o recorde de produção neste ano, segundo a administração da usina: a boa chegada de água no reservatório (via Rio Paraná), a demanda aquecida devido ao desligamento das termoelétricas, as linhas de transmissão em bom estado e, por fim, a manutenção das máquinas geradoras – único dos fatores que depende exclusivamente da usina.

Zeca Dirceu preocupadíssimo

unnamed
Filho de José Dirceu, o deputado Zeca Dirceu precisa encontrar uma maneira de convencer Rodrigo Janot de que não praticou lavagem de dinheiro, como sugere o inquérito da Lava Jato aberto para investigá-lo. As informações são de Gabriel Mascarenhas na Veja.
Ele pode, por exemplo, mostrar ao PGR a medida que tomou para tentar combater o crime do qual é acusado. Corre o risco de Janot ter dificuldade para segurar o riso.

Um ano de insanidades

unnamed
Helena Chagas
No último dia útil de 2016, a única coisa que desejo é que 2017 seja um ano menos insano. Meus votos são de que um pouco de juízo, bom senso e equilíbrio brote das mentes daqueles que têm poder no Brasil – poder político, poder de decisão, poder econômico, influência cultural, soft power. Já aos que, paradoxalmente, têm o poder supremo nas democracias, que é o voto, mas que até se esquecem disso porque só o exercem ocasionalmente, é preciso desejar, acima de tudo, paciência. Muita paciência, ao lado de perseverança e coragem para chegar a 2018.

Lava-Jato tem negociações concluídas para recuperar R$ 10,1 bilhões

unnamed
Em um ano conturbado na economia e na política, com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e o agravamento da recessão, a Lava-Jato avançou de forma expressiva, tendo como marca o maior acordo de delação premiada da história, o da Odebrecht. Ao longo de 2016, 17 operações policiais foram realizadas, que resultaram em 20 denúncias por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa — cinco a mais do que em 2015, que teve 15 ações policiais. Com uma lista de 71 delatores e a adesão de sete empresas a acordos de leniência, a operação entra em seu quarto ano com negociações concluídas para recuperar de criminosos R$ 10,1 bilhões, além de ter bloqueado o equivalente a R$ 3,2 bilhões em bens dos acusados. As informações são de Cleide Carvalho n’O Globo.

Em 2017, Lava Jato vai ficar nos políticos e no sistema financeiro

unnamed

Prestes a recuperar mais de R$ 12,6 bilhões – R$ 8,4 bilhões das multas dos acordos de leniência e R$ 4,2 bilhões repatriados -, a Operação Lava Jato vai focar em 2017 nos agentes políticos, um dos braços do esquema de corrupção, segundo os procuradores federais, e nos bancos que ajudaram a lavar ou fizeram vistas grossas com dinheiro roubado da Petrobras. “Será um salve-se quem puder em Brasilia”, resume um politico com trânsito no Planalto.
Até março de 2016, o Ministério Público Federal já havia pedido indenizações no valor de R$ 21 bilhões em processos civis por improbidade administrativa contra 34 pessoas físicas e 16 jurídicas no âmbito da Lava Jato. O ano de 2017 promete.

Diario do poder