A pesquisa ouviu 1.500 pessoas em todo o Brasil de sexta (1º) até esta terça (5), por meio de entrevistas telefônicas. O intervalo de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-05356/2026.
Em abril, 60,4% dos eleitores de Flávio diziam que poderiam mudar de candidato. Agora, o índice caiu para 43,1%. Entre os eleitores de Lula, a disposição para trocar de voto permaneceu estável, em 27%.
Em outra simulação de segundo turno, Lula marca 44,7% ante 40% do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD). Em embate com o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), o pré-candidato à reeleição tem 44% ante 39% do rival.
No cenário estimulado de primeiro turno, Lula lidera com 40%, e Flávio tem 36%. Caiado aparece em terceiro, com 5,6%, Zema marca 3% e Ciro Gomes (PSDB), 2,3%.
Na pergunta espontânea, Lula tem 33,4% das menções e Flávio, 20%. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), inelegível, ainda é lembrado por 4%. Na sequência aparecem Caiado, com 3,7%, e Zema, com 3%. Os que não sabem ou não citam ninguém somam 23,1%.
Na avaliação geral do governo, 46,3% classificam a gestão como ruim ou péssima, e 31,5% como ótima ou boa. Outros 21% avaliam como regular.
Na aprovação direta, 53% desaprovam a condução de Lula, contra 44% que aprovam.
