A denúncia foi feita após as imagens de maus-tratos ganharem repercussão nas redes sociais. Integrantes da ONG e policiais foram até a residência da suspeita, localizada no Conjunto Fortunato Perdoncini, para averiguar a situação. No imóvel, as autoridades constataram que a mulher mantinha dois papagaios e uma calopsita de forma irregular, sem a devida autorização ambiental para a posse de animais silvestres em cativeiro.
As aves foram imediatamente apreendidas e encaminhadas à sede regional do Instituto Água e Terra (IAT), onde passarão por avaliação e tratamento veterinário. De acordo com a associação de proteção animal, a exposição frequente e forçada à fumaça da maconha pode causar dependência e danos severos à saúde dos pássaros, o que explicaria o comportamento de automutilação observado no papagaio que aparece nas imagens.
A tutora dos animais, que segundo levantamentos iniciais não possuía histórico de maus-tratos, prestou depoimento e o caso segue sob investigação. Ela poderá responder por posse irregular de fauna silvestre e pelo crime de maus-tratos.
