sábado, 28 de março de 2026

Casa de madeira é destruída por incêndio em distrito de Ivaiporã

 


Uma casa foi destruída por um incêndio na noite de sexta-feira no distrito de Alto Porã, em Ivaiporã.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a residência, de madeira e com cerca de 50 metros quadrados, ficava nas proximidades da localidade conhecida como “favelinha”. O imóvel estava abandonado e foi totalmente consumido pelas chamas.

As equipes combateram o fogo e atuaram para evitar que as chamas atingissem imóveis próximos. Depois, foi realizado o rescaldo.

Durante a ocorrência, uma mulher de 70 anos, que mora em uma casa nos fundos do imóvel atingido, passou mal após se assustar com o incêndio. De acordo com os bombeiros, ela tem pressão alta e não inalou fumaça.

A idosa foi encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Ivaiporã.

Hacker desvia R$ 100 milhões do BTG, que suspende operações com Pix

 


O BTG Pactual sofreu um ataque hacker na manhã deste domingo. Como consequência da investida, o banco suspendeu temporariamente as operações com Pix.

Os criminosos teriam desviado cerca de R$ 100 milhões. Os relatos apontam que a instituição financeira, no entanto, havia resgatado a maior parte desse montante, restando (até as 15h30) recuperar entre R$ 20 e R$ 40 milhões.

Os recursos não eram das contas dos clientes, mas do valor mantido pelo BTG Pactual junto ao Banco Central. Ainda não estão claros os detalhes de como o ataque aconteceu.

Por meio de nota, o BTG informou “que não houve acesso a contas de clientes e nenhum dado de correntista foi exposto”. “Enquanto investiga o caso, por medida de precaução, as operações por Pix estão suspensas”, diz o comunicado. Ele acrescenta que o Pactual “está disponível em caso de dúvidas em seus canais de atendimento”.

Ataques recentes

O ataque ao BTG se soma a outros semelhantes ocorridos no último ano. Em junho de 2025, criminosos desviaram mais de R$ 800 milhões do Pix por meio de um ataque à C&M Software, empresa que prestava serviço a uma série de instituições financeiras.

Em setembro, outro ataque à empresa de tecnologia Sinqia desviou cerca de R$ 710 milhões do Pix: foram R$ 669 milhões do HSBC e R$ 41 milhões da sociedade de crédito direto (SCD) Artta. A maior parte foi bloqueada pelo BC.

Com informações de Metrópoles e O Globo


Impulsionado pela maconha, consumo de drogas pelos brasileiros cresce nos últimos 11 anos.

 


O percentual de brasileiros que já experimentaram drogas ilícitas subiu de 10,3% para 18,8% em 11 anos, segundo o III Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad III), da Universidade Federal de São Paulo.

O avanço foi puxado principalmente pela maconha, acompanhando tendência internacional. Em 2012, o consumo no Brasil era mais baixo e havia maior destaque para cocaína e crack.

Ao longo do período, o uso ao longo da vida cresceu cerca de 80%, enquanto o consumo recente não aumentou na mesma proporção.

Entre mulheres adultas, o crescimento foi expressivo: o uso passou de 7% para 13,9%. Especialistas apontam como possível fator a percepção equivocada de que a maconha ajuda a reduzir o estresse, apesar de poder aumentar o risco de ansiedade.

O estudo ouviu 16.608 pessoas com mais de 14 anos, em todo o país, analisando 16 drogas ilícitas em 900 setores censitários, com metodologia sigilosa para garantir anonimato..

Avião com 162 passageiros quase colide com helicóptero militar nos EUA


 













Um avião comercial e um helicóptero militar quase se envolveram em uma colisão durante um voo na Califórnia, nos Estados Unidos. O caso foi divulgado pela Administração Federal de Aviação (FAA).

Dados do site Flightradar24 apontam que a distância entre as duas aeronaves chegou a cerca de 160 metros. O avião transportava 162 passageiros e seis tripulantes. Não houve feridos.

De acordo com as autoridades, a aeronave – um Boeing 737 da companhia United Airlines – se aproximava de um aeroporto por volta das 20h40 quando um helicóptero Black Hawk, do Exército dos Estados Unidos, cruzou sua trajetória.

A companhia aérea informou que os pilotos foram avisados por controladores de tráfego aéreo sobre a presença de uma aeronave militar na região e conseguiram visualizar o helicóptero durante a aproximação.

A FAA abriu investigação para apurar as circunstâncias do ocorrido. Entre os pontos analisados está a possível violação de uma regra recente que proíbe que pilotos mantenham separação entre aeronaves apenas com base na visão, sem o uso de instrumentos, em áreas próximas a grandes aeroportos.

O episódio ocorre poucos dias após um avião da Air Canada Express colidir com um caminhão de bombeiros na pista do Aeroporto LaGuardia, em Nova York. O acidente deixou dois mortos – o piloto e o copiloto – e 41 feridos, entre eles dois funcionários que estavam no veículo.

Metrópoles

Juízes criticam decisão do STF sobre penduricalhos e falam em “desmonte” da carreira


 













A decisão do Supremo Tribunal Federal que restringe o pagamento de auxílios e verbas indenizatórias a magistrados gerou forte reação dentro do Judiciário. Nos bastidores, juízes relatam insatisfação com as novas regras e apontam um sentimento generalizado de desvalorização da carreira.

A informação é da colunista Mirelle Pinheiro, do portal Metrópoles. Segundo relatos obtidos sob reserva, o ambiente após o julgamento foi descrito como de “clima fúnebre”. Magistrados afirmam que a medida impõe perdas financeiras e atinge diretamente a autonomia institucional, além de representar, na visão de alguns, uma tentativa de enfraquecer a magistratura e o Ministério Público.

A decisão estabelece limites mais rígidos para os chamados “penduricalhos”, reforçando o teto constitucional de R$ 46,3 mil e proibindo benefícios sem respaldo em lei federal. Também foram determinadas novas exigências para pagamentos retroativos, que passam a depender de auditoria e autorização específica.

Em nota, a Associação dos Magistrados Brasileiros manifestou discordância e alertou para impactos imediatos, incluindo redução na remuneração de cerca de 18 mil juízes já nos próximos contracheques. A entidade também cita possíveis riscos a princípios como a irredutibilidade de subsídios e a segurança jurídica.

Apesar das críticas, a decisão já tem efeito prático e impõe maior transparência na divulgação dos salários. Entidades da categoria devem intensificar a atuação institucional para tentar reverter ou amenizar as mudanças, enquanto cresce a preocupação interna com reflexos na atratividade e no funcionamento do Judiciário.

Entidade dos EUA pressiona Lula contra regulação de big techs e pede mais debate.


 













App Association enviou uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a integrantes do governo federal criticando a proposta de regulação das chamadas big techs em tramitação no Congresso Nacional.

No documento, a entidade questiona a adoção do regime de urgência para o projeto e defende que o tema seja debatido com mais profundidade. Segundo o grupo, a tramitação acelerada pode comprometer a análise de uma legislação considerada complexa e com impactos amplos sobre o setor digital.

A associação argumenta que mudanças desse porte exigem maior participação de diferentes atores e uma avaliação mais detalhada dos possíveis efeitos no mercado, especialmente para empresas de tecnologia e desenvolvedores de aplicativos.

A proposta em discussão prevê ampliar os poderes do Conselho Administrativo de Defesa Econômica sobre grandes plataformas digitais, permitindo que o órgão classifique empresas como agentes de relevância sistêmica e imponha regras específicas de funcionamento.

Entre as medidas previstas estão exigências de transparência, interoperabilidade e restrições a práticas consideradas prejudiciais à concorrência. O projeto também inclui a criação de uma nova estrutura dentro do Cade para fiscalizar o cumprimento das regras.

Apesar das críticas, a iniciativa tem apoio do Ministério da Fazenda, atualmente comandado por Dario Durigan. Antes de assumir o cargo, Durigan atuou na Meta, responsável por plataformas como Facebook, Instagram e WhatsApp.

O projeto ganhou força após a aprovação do regime de urgência na Câmara dos Deputados. A expectativa do governo é acelerar a tramitação da proposta, com o objetivo de ampliar a concorrência no ambiente digital e evitar práticas consideradas abusivas no mercado brasileiro.

Com informações do Metrópoles

ELEIÇÕES 2026: Prazo para tirar ou regularizar título de eleitor vai até 6 de maio.

 


O prazo para tirar o título de eleitor, regularizar a situação ou transferir o domicílio termina em 6 de maio de 2026, segundo a Justiça Eleitoral do Brasil.

Após essa data, o cadastro será fechado em 7 de maio, 150 dias antes do primeiro turno das eleições, marcado para 4 de outubro de 2026. Quem comparecer até o fim do expediente no dia 6 terá atendimento garantido.

Até o prazo, é possível solicitar o primeiro título, fazer transferência ou atualizar dados. O pedido pode ser feito online (até 6 de abril, para coleta de biometria) ou presencialmente.

O voto é obrigatório para maiores de 18 anos e facultativo para jovens de 16 e 17 anos, idosos acima de 70 e analfabetos. Quem completar 18 anos entre os turnos vota obrigatoriamente apenas no segundo..

Moraes restringe atuação do Coaf e abre espaço para anulação de provas; Decisão pode afetar investigações dos casos Master e INSS














 O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, decidiu nesta sexta-feira (27) impor novas regras para o uso de relatórios do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).

A medida pode levar à anulação de provas em investigações que utilizaram os chamados Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) sem seguir critérios rigorosos — o que pode impactar casos em andamento, como fraudes no INSS e o caso Banco Master.

A decisão foi tomada em um recurso ligado a uma operação da Polícia Federal, mas tem repercussão geral e ainda será analisada pelo plenário do STF.

Segundo Moraes, o uso irregular desses relatórios torna as provas ilegais:

“A ausência da estrita observância dos requisitos […] constitui ilicitude da prova produzida […] sendo, portanto, inadmissíveis.”

Novas regras para uso dos Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs):

O ministro determinou que os relatórios só poderão ser usados quando houver:

  • investigação formal aberta (inquérito ou procedimento do MP);

  • identificação clara do investigado;

  • relação direta entre o relatório e o objeto da apuração;

  • proibição de uso como “primeira medida” (evitar pesca de provas);

  • cumprimento das regras também por decisões judiciais e CPIs;

  • vedação para uso em apurações preliminares sem caráter punitivo.

Críticas a abusos

Na decisão, Moraes criticou o uso irregular de dados financeiros e apontou falhas graves: “Foram identificadas práticas sistemáticas de requisição e utilização de RIFs à margem de investigações formais.”

Ele também mencionou o uso desses dados para pressionar investigados: “Esses relatórios […] passavam a ser utilizados como instrumento de pressão, constrangimento e extorsão.”

O ministro afirmou ainda que há uma “epidemia” no uso indevido desses relatórios no país. Para Moraes, o problema não está na existência dos dados, mas na forma como vêm sendo usados, muitas vezes sem controle e sem investigação formal.

Gilmar chama vazamentos de “vexame” e cobra “desculpas” de parlamentares


 













O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), definiu como “vexame” o vazamento de dados e conversas íntimas durante a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS.

O magistrado disse ainda que parlamentares deveriam se desculpar pelo ocorrido.

“Mas o problema maior é depois a falta de total escrúpulo. Porque se divulga, confiada na impunidade. Tem pessoas já velhas, com mais de 60 anos entrando na sala-cofre para depois ficar contando coisa que nada tem a ver com a investigação”, declarou.

“Isso é indigno. Não é bom para os senhores, para o parlamento, para as instituições. Os senhores não pediram desculpas ainda por esse episódio lamentável!”, completou o magistrado.

A manifestação ocorreu nesta quinta-feira (26), durante o julgamento no plenário da Corte, que analisa a decisão do ministro André Mendonça sobre a prorrogação da CPMI do INSS. O relator foi o primeiro a votar e já se manifestou pelo referendo da liminar, propondo a prorrogação do colegiado por 60 dias.

Ao pedir a palavra durante o voto do ministro Alexandre de Moraes, Gilmar afirmou que não existe quebra de sigilo em bloco sem individualização ou justificativa adequada, como ocorreu na comissão. O magistrado disse, ainda, que as informações foram divulgadas “confiadas na impunidade” dos parlamentares.

Não é a primeira vez que o decano sobe o tom e critica os vazamentos. No início de março, Gilmar afirmou que a exposição de conversas privadas sem qualquer relação com crimes é uma “gravíssima violação ao direito à intimidade”.

A declaração foi feita nas redes sociais do ministro, ao comentar reportagem sobre a intenção da empresária Martha Graeff de acionar a Justiça após a divulgação de mensagens com Daniel Vorcaro.

CNN