De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), os casos da doença no Paraná foram confirmados em Pérola d’Oeste e em Ponta Grossa, nos Campos Gerais. Apesar da Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgar, nesta semana, casos de mortes registrados a bordo de um navio de cruzeiro que viajava da Argentina para Cabo Verde, a Sesa garante que os casos registrados no estado não tem ligação com os do cruzeiro.
“A hantavirose é uma doença monitorada rigorosamente pela Divisão de Vigilância de Zoonoses e Intoxicações da Sesa. Estamos acompanhando de perto e garantimos que os profissionais de saúde estão capacitados para identificar e tratar com rapidez qualquer suspeita da doença”, afirma o secretário de Estado da Saúde, César Neves.
Segundo a secretaria, os números confirmam a baixa incidência da doença. Em 2025, houve um caso confirmado no município de Cruz Machado.
A hantavirose é uma doença transmitida aos humanos principalmente pela inalação de partículas presentes na urina, fezes e saliva de roedores silvestres infectados. Outras formas de contágio incluem o contato do vírus com mucosas, arranhões ou mordidas desses animais.
Quando se desenvolve, o vírus pode causar a Síndrome Cardiopulmonar por Hantavírus (SCPH) e em casos mais severos a síndrome da angústia respiratória aguda (SARA), nesse estágio é possível surgir edema pulmonar não cardiogênico, com o paciente evoluindo para insuficiência respiratória aguda e choque circulatório.








