sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

PARANÁ PESQUISAS: Flávio Bolsonaro sobe e chega a 44,4%; Lula cai a 43,8% no 2° turno

 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) empatariam tecnicamente no primeiro e no segundo turnos se as eleições fossem hoje, diz pesquisa divulgada pelo Instituto Paraná Pesquisa nesta sexta-feira (27/2).

O levantamento também mostra Flávio numericamente à frente de Lula no 2º turno. De acordo com o levantamento, em um eventual segundo turno entre o atual presidente e o senador, Flávio leva vantagem numérica com 44,4% e Lula teria 43,8%.

No comparativo entre os dois pré-candidatos, Lula apresentou queda de um ponto percentual nas intenções de voto no comparativo com levantamento divulgado pelo mesmo instituto em janeiro de 2026. O petista caiu de 44,8% para 43,8%.

Já o senador Flávio Bolsonaro cresceu e passou de 42,2% para 44,4% na mesma comparação.

Para o levantamento, foram entrevistados 2.080 eleitores entre os dias 22 e 25 de fevereiro, por meio de entrevistas pessoais e domiciliares. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Nos dois cenários de primeiro turno avaliados pelo Instituto Paraná Pesquisa, o presidente Lula aparece empatado tecnicamente com o senador Flávio Bolsonaro. Nos recorte, feito através de pesquisa estimulada, quando o eleitor escolhe seu candidato entre outros apresentados, o petista tem 39,6% das intenções de voto enquanto Flávio aparece com 35,3%.

O resultado, devido à margem de erro de 2,2%, demonstra empate técnico entre os dois pré-candidatos.

Metrópoles


Flamengo leva dois gols no fim, perde a Recopa e deixa escapar segundo título em menos de um mês

 


O Flamengo viu o título da Recopa Sul-Americana escapar de forma dramática nesta quinta-feira (27), no Maracanã. Após vencer no tempo normal por 2 a 1, o time carioca sofreu dois gols nos minutos finais da prorrogação e acabou derrotado pelo Lanús, que fechou o placar agregado em 4 a 2 e conquistou o troféu inédito.

No tempo regulamentar, o Rubro-Negro buscou a virada com gols de Arrascaeta e Jorginho, ambos de pênalti, depois de sair atrás em falha defensiva. O resultado levou a decisão para a prorrogação e inflamou os quase 65 mil torcedores presentes no estádio.

Mas quando a disputa por pênaltis parecia inevitável, o Lanús decidiu no detalhe. Aos 118 minutos, o zagueiro Canale subiu livre após escanteio e marcou de cabeça. Já nos acréscimos, Dylan Aquino aproveitou erro na saída de bola, driblou Rossi e empurrou para o gol vazio, sacramentando a vitória argentina sob forte chuva no Maracanã.

O resultado representa o segundo título perdido pelo Flamengo em cerca de um mês em 2026. Antes, a equipe comandada por Filipe Luís já havia sido derrotada pelo Corinthians na decisão da Supercopa do Brasil.

Em uma temporada que mal começou, o Flamengo já enfrenta questionamentos sobre desempenho, falhas defensivas e poder de reação em momentos decisivos. A torcida saiu frustrada — e o Lanús fez história em pleno Maracanã.


Estado anuncia R$ 63,5 milhões em kits tecnológicos para escolas municipais

 


O Governo do Paraná anunciou em Foz do Iguaçu, no Oeste, o repasse de R$ 63,5 milhões para a entrega de 1.006 kits tecnológicos destinados às escolas municipais dos 399 municípios paranaenses. O anúncio foi feito pelo governador em exercício Darci Piana durante o Seminário de Diretores, organizado pela Secretaria de Estado da Educação (Seed).

A iniciativa integra o Programa Educa Juntos e tem como objetivo fortalecer as práticas pedagógicas nas redes municipais, com foco especial nas políticas de alfabetização e no uso de tecnologia em sala de aula.

Ao destacar o investimento, o governador em exercício Darci Piana reforçou a importância da tecnologia para elevar a qualidade do ensino. “Os computadores são parte da melhor educação desse País. Faz parte da gente ajudar as escolas municipais para que cheguem no ensino médio com mais eficiência e ajudem a melhorar ainda mais a nossa educação no Paraná", disse.

Cada kit é composto por um roteador Wi-Fi, um carrinho de armazenamento, 30 Chromebooks e 30 headsets. Os equipamentos começam a chegar às escolas a partir de março. O investimento contempla pelo menos uma escola municipal por cidade.

O secretário estadual da Educação, Roni Miranda, explicou que a iniciativa garante mil laboratórios completos para as redes municipais. “Essa é uma parceria com a Assembleia Legislativa do Paraná e, com essa entrega, a gente avança com tecnologia também para a rede municipal. O Paraná hoje é o Estado que tem o maior número de computadores por aluno na rede estadual, um computador para três alunos, e a gente quer apoiar também as redes municipais", disse.

A chefe do Núcleo de Cooperação Pedagógica com Municípios da Seed, Eliane Bernardi Benato, disse que todos os municípios serão contemplados. “O objetivo é que todas as escolas tenham esses kits tecnológicos para contribuir com a prática pedagógica dos estudantes. São kits similares aos que são entregues nas redes estaduais. Hoje o Estado oferta praticamente as mesmas ações para as redes municipais de ensino".

Eliane também reforçou a importância da continuidade na trajetória escolar. “Temos que pensar sempre nessa continuidade, nessa trajetória do estudante. Ele é aluno do município e depois vai se tornar estudante da nossa rede estadual”.

Entre os municípios, a avaliação é de que o investimento fortalece a modernização das redes locais. A secretária municipal da Educação, Cultura e Turismo de Atalaia, Ariane Vilhena de Paiva, destacou o impacto pedagógico. “A tecnologia veio pra ficar. Mais do que nunca houve um avanço das tecnologias, da inteligência artificial, e nós precisamos adequar os nossos currículos. O governo do Estado, nesse regime de colaboração com os municípios, tem avançado cada vez mais. Isso gera resultados e leva o Paraná a esses números maravilhosos que nós estamos alcançando", afirmou.


Curso de Medicina da Fatec Ivaiporã amplia atuação na rede pública e aproxima acadêmicos da rotina hospitalar


 














Um grupo de acadêmicos de Medicina da Fatec Ivaiporã caminha de jaleco branco e em silêncio pelo corredor do Hospital Regional. Está aprendendo a ouvir. Antes de exames ou diagnósticos a formação começa no diálogo.

É assim que a prática da Medicina é construída. No Hospital Regional, Instituto de Saúde Bom Jesus, Unidades Básicas de Saúde e no Centro de Saúde. Mantendo contato com o paciente. Desde os primeiros períodos, os acadêmicos deixam a sala de aula para enfrentar aquilo que livro algum ensina sozinho. Ou seja, a responsabilidade de cuidar.

No Hospital Regional, o aprendizado envolve raciocínio clínico estruturado. Sob orientação da médica intensivista Annika Paula Cecagno, responsável pela disciplina de Habilidades Médicas, os acadêmicos do 4º período são desafiados a investigar casos sem conhecer previamente o diagnóstico.

Raciocínio antes da resposta

Antes da chegada dos acadêmicos, a médica Annika Paula Cecagno conversa com os pacientes, solicita autorização e prepara o ambiente. Em duplas, os acadêmicos entram nos quartos, realizam a anamnese, conduzem o exame físico e constroem hipóteses.

Depois, voltam à sala de discussão para revisar cada detalhe. “A ideia é que os acadêmicos desenvolvam o raciocínio clínico. Não é só descobrir o diagnóstico. É entender por que chegamos ao diagnóstico e por que descartamos outras possibilidades”, explicou a médica intensivista.

Internado para a realização de uma cirurgia de hérnia umbilical, Abel Castro respondeu às perguntas referentes ao processo de investigação do caso. “Os acadêmicos perguntaram bastante e levantaram o histórico certinho. Foi um atendimento humanizado”, contou o paciente que se recupera do procedimento.

No Instituto de Saúde Bom Jesus, a médica Fredericka Strickert, que passou a integrar o corpo docente da Fatec Ivaiporã, acompanha as práticas hospitalares e também assume a parte teórica na graduação. Clínica geral com pós-graduação em Pediatria e Saúde da Família, a médica conheceu a estrutura da Fatec. “Há uma estrutura que permite crescer. O que vejo é organização e potencial para formar grandes médicos”, afirmou Fredericka Strickert.

Os acadêmicos percebem o impacto da convivência. Patrícia Gomes, 4º período, contou que a prática tem ampliado a compreensão da teoria. “O que aprendemos nos primeiros períodos faz sentido quando atendemos o paciente. É um grande aprendizado”, disse.

Yasmine Paracat disse que decidiu cursar Medicina após ser atendida por uma dermatologista que marcou a vida dela pela postura acolhedora. “Foi uma virada de chave. Eu queria fazer a diferença na vida das pessoas. Por isso, escolhi Medicina”, confessou.

Nos consultórios da UBS São Luiz, o aprendizado tem outro ritmo. O foco não está na prescrição e sim na compreensão do funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS), dinâmica da atenção primária e do vínculo médico-paciente.

Atenção Primária

O médico generalista Gustavo Bertotti, que atua como médico da família e comunidade, acompanha acadêmicos do 3º período. “O principal objetivo é entender como funciona o Sistema Único de Saúde, a organização de uma Unidade Básica de Saúde e como se conduz uma consulta. Medicamento vem depois. Em 1º lugar é a conduta e o olhar”, disse Gustavo Bertotti.

Os acadêmicos Matheus Stipp (Manoel Ribas) e José Bueno de Camargo (Cruzmaltina) reforçaram que a estrutura da rede municipal de saúde oferece campo de prática diversificado. “Durante o ensino médio passei a visitar faculdades para conhecer os cursos e optei por Medicina na Fatec. Quanto à experiência na UBS é muito importante conhecer cada setor”, comentou Matheus Stipp. Segundo José Bueno de Camargo estudar Medicina é um sonho e tornar-se cardiologista é uma das possibilidades.

A enfermeira Juliane Santos participa do processo de acolhimento dos acadêmicos na UBS São Luiz. “Orientamos, organizamos e mostramos a realidade diária. É uma troca de experiências”, garantiu.

Primeiro registro de Mpox em 2026 acende alerta no Paraná

 


A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) do Paraná confirmou, nesta quinta-feira (26), o primeiro caso de Mpox no estado em 2026. O registro envolve um homem de 33 anos, residente no Paraguai, que buscou atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) em Foz do Iguaçu, na região da tríplice fronteira. Segundo o Laboratório Central do Estado (Lacen-PR), o caso foi classificado como importado, o que significa que a infecção ocorreu fora do território paranaense, sem indícios de transmissão local.

A notificação ocorreu há cerca de um mês e, desde então, o paciente foi monitorado pelas vigilâncias epidemiológicas municipal e estadual. De acordo com as autoridades, o homem já cumpriu o período de isolamento recomendado e não está mais em fase de transmissão. Não houve registros de contágio entre familiares ou pessoas que tiveram contato próximo com o paciente durante o período infeccioso.

O retorno da doença ao estado coloca os órgãos de saúde em alerta, especialmente em zonas de fronteira devido ao intenso fluxo migratório. Entre 2024 e 2025, o Paraná contabilizou 93 casos da enfermidade, com uma leve queda de 49 para 44 registros anuais no período. O perfil epidemiológico predominante no estado segue sendo o de homens com idade entre 20 e 39 anos. No cenário nacional, o Brasil já soma dezenas de casos neste início de ano, embora nenhuma morte tenha sido registrada até o momento.

A Mpox é transmitida majoritariamente pelo contato direto com lesões cutâneas, fluidos corporais ou objetos contaminados. A Sesa reforça que a população deve buscar assistência médica imediata ao apresentar sintomas como erupções na pele, febre, dores musculares e aumento dos gânglios linfáticos (linfadenopatia). A orientação central para casos suspeitos é a manutenção do distanciamento físico e a higienização rigorosa até a conclusão do diagnóstico laboratorial.

Brasil tem menor número de alunos em ensino médio em uma década

 


O número de matrículas no ensino médio no Brasil caiu 5,3% entre 2024 e 2025, atingindo o menor patamar em uma década, segundo dados do Censo Escolar, divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Ministério da Educação (MEC).

A redução foi concentrada na rede pública, enquanto o ensino privado registrou crescimento de 0,6%. Ao todo, o ensino médio soma atualmente 7,3 milhões de alunos.

São Paulo teve peso decisivo na queda: dos 425 mil alunos a menos no ensino médio público em todo o país, 259 mil (60%) são da rede estadual paulista.

Segundo o MEC, a redução se explica por dois fatores principais: diminuição da população jovem e melhora no fluxo escolar. “Os alunos estão repetindo menos, o que reduz a distorção idade-série”, afirmou o ministro Camilo Santana. A proporção de estudantes atrasados caiu de 27,2% em 2021 para 14% em 2025.

Apesar disso, o censo aponta que houve 359 mil jovens a menos entre 15 e 17 anos matriculados — faixa etária considerada adequada para o ensino médio. Especialistas alertam que parte da queda pode estar ligada à evasão escolar, sobretudo entre os mais pobres.

Dados do Todos pela Educação mostram que, em 2024, apenas 82,8% dos jovens de 15 a 17 anos estavam na escola. Entre os 20% mais pobres, o índice era de 72%.

O governo aposta em programas como o Pé-de-Meia, lançado em 2024, que oferece incentivo financeiro para permanência na escola e custa cerca de R$ 12 bilhões por ano, embora os resultados ainda não estejam consolidados.

No total da educação básica, o Brasil passou de 47 milhões de estudantes em 2024 para 46 milhões em 2025, uma redução de 1 milhão de matrículas. Em contrapartida, o ensino em tempo integral cresceu 11% na rede pública entre 2024 e 2025, alcançando 8,8 milhões de alunos, o equivalente a 19% do total.

Especialistas defendem maior detalhamento dos dados, sobretudo em relação a São Paulo, onde o governo estadual afirma que parte da queda se deve à correção de duplicidades no cadastro de matrículas.


Ex-gerente da Caixa é alvo da PF por desviar R$ 1 milhão de contas de idosos.

 


Polícia Federal deflagrou a Operação Sem Remorso para investigar um ex-gerente da Caixa Econômica Federal suspeito de desviar cerca de R$ 1 milhão, principalmente de contas de clientes idosos. A ação ocorreu em Dionísio Cerqueira, no Oeste de Santa Catarina.

A informação é da colunista Mirelle Pinheiro, do Metrópoles. De acordo com as investigações, o ex-gerente teria utilizado as atribuições do cargo para realizar saques e movimentações sem autorização dos correntistas. O prejuízo estimado considera valores atualizados entre janeiro e agosto de 2022.

Durante o cumprimento de mandado de busca na residência do investigado, foram apreendidos documentos, celular e um carro de luxo. O material recolhido será analisado para identificar a extensão do esquema e possível participação de terceiros.

A Caixa informou que instaurou processo administrativo disciplinar, que resultou na demissão do gerente em julho do ano passado, por conduta considerada incompatível com a função. O caso é investigado como peculato — crime cometido por servidor público que se apropria de valores sob sua responsabilidade.


MÉXICO: Pelo menos 57 pessoas morreram em onda de violência após morte do narcotraficante El Mencho.

 


A morte do narcotraficante Nemesio Rubén Oseguera Cervantes, conhecido como El Mencho, provocou uma onda de violência e caos em diversas cidades do México, com bloqueios de estradas, fechamento de escolas e cancelamento de voos.

Ao todo, pelo menos 57 pessoas morreram em ataques do Cartel Jalisco Nova Geração, segundo o secretário de segurança mexicano, Omar García Harfuch.

Ainda segundo Harfuch, 25 membros da Guarda Nacional foram mortos pelo Cartel durante a ação. O secretário acrescentou que um guarda prisional, um membro do escritório do promotor do estado e 30 membros da organização criminosa também morreram.

Apontado como fundador e líder do CJNG (Cartel Jalisco Nova Geração), El Mencho era um dos narcotraficantes mais procurados pelo México e pelos Estados Unidos. A Administração de Controle de Drogas dos EUA (DEA, na sigla em inglês) incluiu o mexicano em sua lista de mais procurados em 2020 e oferecia recompensa de até US$ 15 milhões por informações que levassem à sua prisão.

Em janeiro, o jornal The New York Times revelou que o presidente dos EUA, Donald Trump, pressionava o México para que forças americanas entrassem no território mexicano para realizar operações conjuntas contra cartéis.

O CJNG é um dos maiores grupos criminosos do México, ligado ao tráfico internacional de drogas — especialmente fentanil, metanfetamina e cocaína para os EUA. O Exército do México realizou uma ação contra o cartel na cidade de Tapalpa a cerca de 130 quilômetros de Guadalajara, capital do Estado de Jalisco.

Além de El Mencho, pelo menos outros seis criminosos morreram, e três militares ficaram feridos durante a troca de tiros, segundo a corporação. Dois integrantes do CJNG foram presos, e diversas armas foram apreendidas — incluindo um lançador capaz de derrubar aeronaves e destruir veículos blindados. Com a operação, o governo mexicano espera aliviar a pressão vinda dos EUA.

R7


Haddad diz que imposto sobre eletrônicos não é para arrecadar e estima impacto de R$ 14 bilhões

 


O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o aumento do imposto de importação sobre produtos eletrônicos tem caráter regulatório, e não arrecadatório. Segundo ele, a medida busca equilibrar a concorrência entre empresas estrangeiras e fabricantes instalados no Brasil.

De acordo com Haddad, o objetivo é impedir que companhias que não produzem em território nacional concorram em vantagem com indústrias brasileiras. “Essa medida impede que uma empresa estrangeira consiga concorrer com uma empresa que está instalada aqui”, declarou. Questionado sobre o impacto fiscal, o ministro confirmou estimativa de R$ 14 bilhões, mas afirmou que o efeito não deve ser sentido pela população.

O ministro ressaltou que cerca de 90% dos celulares vendidos no país são fabricados na Zona Franca de Manaus, o que, segundo ele, protegeria a maior parte da produção nacional da nova tributação. Haddad também afirmou que, caso o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio identifique empresas produzindo no Brasil ou itens não fabricados internamente sendo taxados, a alíquota poderá ser revista.

A decisão foi formalizada por meio de resolução do Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex), que elevou as alíquotas de importação para cerca de 1.250 produtos. As novas taxas variam entre 7,2% e 25%, com parte das mudanças entrando em vigor a partir de 1º de março.

Segundo o Ministério da Fazenda, a medida ocorre em meio à redução do superávit comercial nos últimos anos e ao aumento do déficit nas contas externas. O governo sustenta que a iniciativa busca proteger a indústria nacional e enfrentar práticas consideradas desleais no comércio internacional.

Com informações do Metrópoles