domingo, 12 de julho de 2026

Guarda Municipal salva família de incêndio durante a madrugada em Arapongas


 













Uma família foi resgatada às pressas de um princípio de incêndio em sua residência nos primeiros minutos da madrugada deste domingo (12), no Conjunto Centauro, em Arapongas. O resgate foi feito por uma equipe da Guarda Civil Municipal que passava pela região e percebeu a fumaça. Ninguém ficou ferido.

De acordo com a corporação, os agentes estavam a caminho de um atendimento de perturbação de sossego em outro endereço quando, ao passarem pela Rua Sabiá Coleira, nas proximidades do Parque das Nações, notaram uma fumaça densa saindo do telhado de uma casa. Ao pararem para verificar, confirmaram que a parte superior do imóvel estava em chamas e que o fogo se espalhava rapidamente.

Diante do risco, os agentes entraram na casa e retiraram todos os moradores, incluindo as crianças. Após garantir a integridade física de todos, eles isolaram a rua, retiraram os veículos que estavam na garagem e afastaram qualquer material que pudesse causar explosões.

O Corpo de Bombeiros foi acionado logo na sequência. As equipes chegaram ao endereço com o maquinário adequado e iniciaram o combate às chamas, conseguindo controlar a situação e evitar que o imóvel fosse totalmente destruído.

Influencer é sequestrada duas vezes no mesmo dia durante férias na Itália


 













A executiva e influencer australiana Stephanie Strangis, de 36 anos, que costuma postar vídeos no Instagram em que se desafia em reformas residenciais, ao estilo “faça você mesmo”, viveu um pesadelo duplo quando tirava férias.

O interesse dela por reformas a levou à na Sicília (Itália), onde Stephanie, moradora de Melbourne (Austrália), encontrou um programa de venda de casas em ruínas ou abandonadas pelo valor simbólico de 1 euro (R$ 5,8).

Mas nada saiu como ela planejava: a australiana foi sequestrada duas vezes no mesmo dia. Os incidentes ocorreram em outubro do ano passado, mas só agora foram revelados.

O primeiro sequestro foi comandado por um grupo de praticantes de kitesurf e o segundo por um segurança local. Stephanie conseguiu se salvar de ambos, sem danos além do emocional.

Ela viajou com amigos, mas permaneceu sozinha em solo italiano para saber mais sobre a iniciativa de casas por 1 euro e para entrar em aulas de kitesurf oferecidas na cidade de Lo Stagnone. Durante a sua passagem pelo local ela participou de um encontro com outros praticantes do esporte, mas a confraternização não terminou bem para a australiana.

O grupo estava num bar quando decidiu ir de carro até outro estabelecimento. Stephanie entrou no veículo com homens, e o condutor começou a fazer um caminho suspeito, por uma estrada deserta e lamacenta, e a acelerar consideravelmente, afirmando que atingiria 160 Km/h. A executiva estranhou a situação, pediu para a velocidade ser diminuída e disse “Eu quero sair daqui, estou apavorada!”. Porém o seu pedido não foi atendido.

Ela afirmou que implorou repetidas vezes para poder sair do veículo e em todas recebeu negativas. Ela chegou até a gritar, mas o caminho era deserto e ninguém a socorreu. Depois de percorrer cerca de 12 quilômetros, o carro entrou em um condomínio fechado. Quando o grupo estacionou, Stephanie percebeu que a porta do seu lado estava destrancada, então abriu-a e saiu correndo em disparada para se salvar do sequestro, relatou o site “AOL”.

“Verifiquei a porta, ela abriu, e eu simplesmente corri. Eu corri pelo máximo de tempo que pude até achar um local para me esconder atrás. Verifiquei se eu estava sendo seguida e não estava. Fiquei ali por um tempo e depois corri por cerca de 2 quilômetros, até ver a cabine de um segurança”, contou a turista.

Nesse momento, quando ela achava que estava segura, ela encontrou, sem saber, o segundo sequestrador do pior dia daquelas férias. Stephanie pediu ajuda ao segurança que estava de plantão na cabine e ele se prontificou a ajudá-la e disse que poderia levá-la de carro até o local em que a executiva estava hospedada.

Ela aceitou a carona, acreditando estar segura com o vigilante, mas o homem começou a agir de forma estranha com ela, com elogios que pareciam flerte. Quando os dois estavam a cerca de 3 quilômetros da hospedagem da australiana, ele parou o carro e perguntou: “O que você vai me dar em troca dessa carona?”. Stephanie sentiu que estava em perigo e, novamente, conseguiu abrir a porta do carro e sair correndo.

Durante o caminho ela tentou se esconder dos faróis dos carros e esteve alerta para ver se não estaria sendo seguida. Além disso, ela fez compras de bebidas em máquinas de estabelecimentos com o seu cartão de crédito para que o seu trajeto pudesse ser rastreado caso ela fosse capturada novamente. Felizmente, a executiva conseguiu voltar em segurança para o hotel.

Extra

BETS: Virginia ganharia 30% sobre prejuízo de apostadores, aponta investigação do MP em documento obtido pela CNN


 












A nova Ação Civil Pública do MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) apontou que a influenciadora Virginia Fonseca poderia receber 30% de comissão sobre as perdas de quem seguia as recomendações de aposta.

Segundo o documento do MP, obtido pela CNN Brasil, Virginia teria adotado estratégias para captar os apostadores na partida entre Argentina e Cabo Verde. Na ocasião, a influenciadora, com mais de 56 milhões de seguidores nas redes sociais, teria estimulado o público a apostar na vitória da seleção africana.

“Como esperado pelo senso médio, a seleção da Argentina venceu a partida (3 a 2), impondo perda integral aos consumidores que seguiram a recomendação […] Tal cenário transparece ser uma estrutura voltada à maximização do volume de apostas em detrimento absoluto da proteção do consumidor”, afirmou o Ministério Público.

Nesta quinta-feira (8), o Ministério Público ajuizou uma ação que sustenta que a empresa de apostas usou estratégias de marketing capazes de induzir o público ao jogo por meio da promessa de ganhos fáceis, publicidade considerada enganosa e uso de influenciadores digitais de grande alcance para estimular as apostas.

Relembre ação do Ministério Público

O Ministério Público pediu a condenação solidária da Blaze e da influenciadora ao pagamento de indenização por danos morais coletivos de R$ 120 milhões. Segundo a ação, o valor foi calculado com base em uma estimativa conservadora de que a Blaze movimentaria cerca de R$ 600 milhões por ano em receita bruta de jogos.

Segundo o MPDFT, a investigação teve início após o recebimento de denúncias de consumidores que relataram retenção de valores, bloqueio de contas e dificuldades para sacar recursos depositados na plataforma.

Além disso, um relatório técnico reuniu mais de 42 mil reclamações contra a Blaze, indicando, segundo o órgão, um padrão recorrente de possíveis violações aos direitos do consumidor, incluindo a oferta de bônus condicionados a exigências consideradas abusivas.

Em relação à influenciadora Virginia Fonseca, o promotor Paulo Binicheski afirma que ela publicou, durante a Copa do Mundo de 2026, conteúdos incentivando seguidores a realizar apostas na plataforma Blaze sem deixar claro o caráter publicitário da divulgação, especialmente no jogo de Cabo Verde.

A ação aponta ainda que a influenciadora teria apresentado uma aposta como se fosse uma recomendação espontânea e cita informações de investigações que indicam a existência de remuneração vinculada às perdas dos apostadores captados, circunstância que, segundo o órgão, agrava o conflito de interesses e aumenta o risco de prejuízo aos consumidores.

A ação também destaca que a Blaze teria mantido uma estratégia contínua de publicidade com celebridades para ampliar o alcance das campanhas e usa a frase “A aposta te vende a fantasia do dinheiro fácil. A única aposta garantida é a da casa. E a casa contratou justamente quem você admira para te convencer a jogar”.

O que diz a Blaze

“A Foggo Entertainment Ltda, detentora da marca e Operação Blaze no Brasil, esclarece que, até o presente momento, não foi formalmente intimada a respeito do referido procedimento do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT). A Foggo se mantém comprometida com a transparência e conformidade com a legislação e as regulamentações em vigor no país. Nossas operações e parcerias são sempre pautadas pelas melhores práticas de mercado, com foco absoluto na segurança de nossos usuários, seguindo princípios legais e normas aplicáveis, assim como com base nas diretrizes de Jogo Responsável. Assim que formalmente notificada, a Foggo prestará todos os esclarecimentos necessários às autoridades competentes e a quem mais se fizer necessário.”

O que diz a defesa de Virginia

“A defesa de Virginia Fonseca tomou conhecimento, por meio da imprensa, nesta quinta-feira (9), da Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). As alegações serão respondidas tecnicamente nos autos.

Contudo, cabe destacar que a própria petição inicial reconhece a existência de diligências ainda pendentes, incluindo a requisição de contratos e outras informações relevantes. Esses documentos são essenciais para o completo esclarecimento dos fatos, especialmente quanto à natureza do vínculo, à forma de remuneração e aos limites da atuação publicitária de Virginia Fonseca.

A defesa entende que o MPDFT poderia ter aguardado a conclusão das apurações instauradas pelo próprio órgão, o que certamente daria outro rumo à demanda. A defesa refuta as alegações manifestadas na ação, especialmente qualquer afirmação de conluio, atuação predatória ou intenção de causar prejuízo aos consumidores. A responsabilização civil deve estar amparada em provas concretas, e não em presunções ou ilações decorrentes da condição de pessoa pública da influenciadora. A defesa reafirma sua confiança nas instituições e no Poder Judiciário e prestará todos os esclarecimentos nos autos, oportunidade em que demonstrará, de forma técnica e documentada, a improcedência dos pedidos formulados contra Virginia Fonseca.”

CNN Brasil

Governo bloqueia acesso de 2,8 milhões de beneficiários do Bolsa Família e BPC às bets


 













O Ministério da Fazenda bloqueou o acesso de 2,8 milhões de beneficiários do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) às plataformas de apostas esportivas. O grupo representa 10,4% dos 27 milhões de beneficiários dos dois programas e 11,2% dos 25 milhões de brasileiros que tentaram apostar ao menos uma vez em 2025.

A medida atende a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que proibiu o uso de recursos dos programas sociais em apostas. Embora todos os 27 milhões de beneficiários estejam impedidos de se cadastrar nas bets, apenas os 2,8 milhões que já possuíam contas tiveram o acesso bloqueado. As empresas são obrigadas a verificar suas bases de usuários a cada 15 dias.

Segundo a Fazenda, a consulta é feita por meio do CPF no Sistema de Gestão de Apostas (Sigap), que informa se o usuário está ou não impedido de apostar. Além disso, mais de 925 mil pessoas já aderiram ao sistema de autoexclusão, que permite bloquear voluntariamente o acesso às plataformas autorizadas.

O governo ressalta, no entanto, que tanto o bloqueio quanto a autoexclusão não impedem apostas em sites clandestinos, que operam sem autorização, fiscalização ou integração com os sistemas oficiais.

Justiça bloqueia R$ 227 mil de ex-mulher de Bolsonaro


 













A Justiça Eleitoral determinou o bloqueio de R$ 227 mil de Ana Cristina Valle, ex-mulher do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A medida foi adotada depois de ela não devolver, no prazo estabelecido, recursos do Fundo Eleitoral usados na campanha de 2022 cuja restituição foi determinada pela Corte.

As informações foram publicadas nesta 6ª feira (10.jul.2026) pelo jornalista Daniel Gullino, da revista Veja. Caso não sejam encontrados recursos suficientes nas contas de Ana Cristina, a cobrança poderá atingir veículos e imóveis registrados em seu nome.

Ana Cristina disputou uma vaga de deputada distrital pelo PP em 2022. Recebeu 1.485 votos e não foi eleita. Suas contas de campanha foram rejeitadas por unanimidade pelo TRE-DF (Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal) em 2025, conforme parecer do Ministério Público Eleitoral.

Relator do processo, o desembargador Guilherme Pupe da Nóbrega afirmou que as falhas “permeiam praticamente toda a gama de gastos de campanha”. Entre as irregularidades, citou contratações de pessoal para militância e mobilização de rua sem documentos que comprovassem datas, valores e serviços.

Também foram apontadas despesas com alimentação, combustível, criação de páginas na internet, impulsionamento de conteúdo, locação de bens e contratação de terceiros sem nota fiscal ou outro documento considerado idôneo.

Segundo o magistrado, Ana Cristina não apresentou justificativas nem documentos para sanar as irregularidades. “A ausência de cooperação da candidata com a Justiça Eleitoral demonstra um descaso com o dever de transparência e com a correta aplicação do dinheiro público”, declarou.

Quem é Ana Cristina Valle

Ana Cristina é mãe do vereador Jair Renan Bolsonaro (PL-SC), que anunciou pré-candidatura a deputado federal, e foi citada nas investigações sobre o caso das rachadinhas em gabinetes ligados à família Bolsonaro. Ela chefiou o gabinete de Carlos Bolsonaro (PL-RJ) na Câmara Municipal do Rio de Janeiro de 2001 a 2008. Empresas e familiares ligados a ela também foram mencionados nas investigações.

Em 2020, reportagem da revista Época informou que Ana Cristina comprou 14 imóveis de 1997 a 2008, período em que foi casada com Bolsonaro. Segundo a publicação, 5 deles teriam sido pagos em dinheiro. À época, a defesa afirmou que ela não havia cometido crimes e que os fatos apresentados não correspondiam à realidade.

Poder 360

Milei diz que pretende visitar Bolsonaro durante viagem ao Brasil


 













O presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou, que viajará ao Brasil no fim de julho e que pretende se encontrar com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está em prisão domiciliar.

Em entrevista à rádio argentina Now, Milei disse ainda que pretende participar da convenção nacional do PL, marcada para o dia 25, em São Paulo, onde acompanhará o lançamento da candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República.

A passagem de Milei pelo Brasil deve reforçar a proximidade política dele com a família Bolsonaro durante a viagem.

Jair Bolsonaro, que foi condenado a 27 anos e 3 meses, segue em prisão domiciliar por tentativa de golpe de estado, organização criminosa armada e outros crimes. O ex-presidente cumpre a pena em casa, no condomínio Solar de Brasília, no Jardim Botânico (DF).

E, apesar da vontade de Milei em rever o ex-presidente, o eventual encontro entre os dois dependerá de uma autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Metrópoles

Lula provoca dizendo que Trump teria ‘inveja’ da China


 











O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem “inveja” da China por causa do domínio tecnológico e industrial do país asiático no segmento de terras raras e minerais críticos.

A declaração foi feita durante uma reunião no Palácio do Planalto voltada à definição de estratégias para ampliar a participação brasileira nesse mercado.

Ao comentar o tema, Lula disse que chegou ao encontro acreditando que o Brasil ainda possuía pouco conhecimento sobre a exploração desses minerais, mas afirmou ter mudado de avaliação após ouvir especialistas e integrantes do governo.

Segundo ele, o país reúne condições para desenvolver tecnologia própria e ampliar sua presença em uma área considerada estratégica para a indústria global.

Durante o discurso, o presidente declarou que a China concentrou conhecimento e capacidade tecnológica no setor ao longo dos anos e afirmou que esse domínio desperta interesse dos Estados Unidos.

Na mesma fala, disse que Trump poderá passar a se preocupar com o Brasil caso o país avance na cadeia produtiva dos minerais críticos e consiga alcançar um nível semelhante ao dos chineses.

A reunião teve como objetivo discutir medidas para estimular a pesquisa, a exploração e, principalmente, a industrialização das chamadas terras raras no território nacional.

Esses minerais são considerados essenciais para a fabricação de equipamentos de alta tecnologia, como baterias, semicondutores, turbinas eólicas, veículos elétricos e componentes utilizados na indústria de defesa.

Lula também defendeu que o Brasil deixe de atuar apenas como fornecedor de matéria-prima e passe a agregar valor aos recursos minerais extraídos no país.

Segundo o presidente, é necessária uma decisão política para transformar o potencial geológico brasileiro em desenvolvimento industrial e tecnológico.

O debate ocorre em meio à crescente disputa internacional pelo controle das cadeias de fornecimento de minerais estratégicos.

Atualmente, a China ocupa posição dominante na produção e no processamento de terras raras, enquanto Estados Unidos e outros países buscam ampliar fornecedores alternativos para reduzir a dependência do mercado chinês.

Diário do Poder

MPF investiga suposto uso da Lei Rouanet em show de Margareth Menezes













 O MPF abriu inquérito para apurar um suposto uso irregular de recursos da Lei Rouanet na apresentação da ministra da Cultura, Margareth Menezes, no bloco Os Mascarados, no Carnaval de Salvador de 2026.

Segundo o MPF, a intenção é esclarecer a destinação de R$ 290 mil relacionados ao evento. A apuração começou após uma notícia de fato apontar possíveis irregularidades no uso de recursos públicos. Antes , o órgão pediu esclarecimentos ao Ministério da Cultura.

Em nota, a pasta negou que o show tenha sido financiado com recursos da Lei Rouanet ou com verbas da pasta. E afirmou ainda que não existe projeto aprovado no Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) para custear o bloco.

A pasta também declarou que a contratação de Margareth Menezes ocorreu sem participação da estrutura administrativa do ministério e que a atuação artística da ministra foi autorizada pelo Comitê de Ética da Presidência da República, conforme as normas aplicáveis.

PGR se opôs à decisão do ministro Flávio Dino sobre bloqueio de bens de Valdemar Costa Neto


 











A Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou contra o bloqueio de R$ 119,2 milhões em bens do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, determinado pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). Apesar disso, o órgão defendeu a continuidade das investigações e o rastreamento dos valores.

A decisão de Dino foi baseada em investigação da Polícia Federal que apura um suposto esquema de desvio de verbas públicas entre junho de 2024 e março de 2026, com movimentação de R$ 119.216.703,15. Segundo a PF, Valdemar teria comandado uma estrutura informal para direcionar emendas parlamentares, utilizando documentos adulterados e servidores da Câmara dos Deputados.

De acordo com a investigação, foram identificadas 21 emendas parlamentares com indícios de fraude, destinadas principalmente a municípios de São Paulo. O caso é um desdobramento da Operação Transparência, que apura irregularidades na distribuição de emendas parlamentares.

Em nota, a defesa de Valdemar Costa Neto afirmou que a decisão se baseia em “premissas frágeis” e “inferências subjetivas”, sustentando que não há indícios concretos de fraude, desvio de recursos ou qualquer prática criminosa.