sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Após ciclone-bomba, massa de ar polar derruba temperaturas no Paraná

 


Ainda sob ameaça do ciclone-bomba, o Paraná segue em alerta para tempestades e ventos superiores 80 km/h até pelo menos essa sexta (07). A condição de tempo instável segue até a próxima segunda-feira (10), e o tempo só melhora de terça-feira (11) em diante. Mas a partir de segunda, esfria e muito com o avanço de uma forte massa de ar frio de origem polar, que chegará logo após a instabilidade provocada pelo ciclone-bomba. As temperaturas despencam 10 graus em Curitiba e região. A temperatura máxima não passará de 10 graus, segundo a previsão do Simepar.

Entre a madrugada de quinta e a manhã de sexta-feira, a linha de instabilidade deverá avançar pelas demais regiões do estado em direção ao nordeste do Paraná. Ao longo de sua trajetória, há previsão de tempestades potencialmente severas, acompanhadas de rajadas de vento superiores a 80 km/h. Durante a sexta-feira (7), o ciclone extratropical, já sobre o Oceano Atlântico, deverá atingir os critérios de caracterização de uma ciclogênese explosiva, fenômeno conhecido como ciclone bomba. As instabilidades permanecem atuando, principalmente entre as regiões Norte, Campos Gerais e Leste do estado, onde ainda há previsão de temporais localizados e rajadas de vento superiores a 60 km/h.

Há um indicativo de chuva acumulada de até 200 milímetros na área Central do Estado, sobre a área da região de captação da bacia do Rio Iguaçu. Ou seja, a vazão das cataratas aumenta e rios afluentes do Rio Iguaçu podem ter alguns transtornos.

Durante o fim de semana, novamente, há um repique dessas chuvas fortes sobre o estado, inclusive no Dia dos Pais. Pode haver algumas pancadas fortes de chuva acompanhadas de muitas trovoadas no domingo. Em Curitiba, aliás, as temperaturas no Dia dos Pais ficará entre 10 e 18 graus.

Motorista morre após sofrer mal súbito na BR-376, no Paraná

 



Um motorista morreu após sofrer um mal súbito enquanto dirigia um GM/Chevrolet Cobalt na tarde de quinta-feira (6), no km 183 da BR-376, em Sarandi, no norte do Paraná. A ocorrência foi atendida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Segundo a PRF, a equipe prestou os primeiros atendimentos à vítima e auxiliou no socorro até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Apesar das tentativas de reanimação realizadas pelas equipes de emergência, o motorista não resistiu e teve o óbito constatado no local. Após a confirmação da morte, o corpo foi removido ao necrotério pela empresa responsável pelo serviço funerário.

O veículo foi liberado aos familiares da vítima. A identidade do motorista não foi divulgada pelas autoridades.

Salário mínimo de 2027 tem reajuste estimado; veja o que mudaria


 











O governo federal projeta elevar o salário mínimo para 1.717 reais em 2027, conforme estimativa apresentada no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) encaminhado ao Congresso Nacional em abril. Se a previsão for confirmada, o piso nacional subirá 96 reais em relação aos atuais 1.621 reais, o que representa um reajuste nominal de 5,92%.

A estimativa, no entanto, ainda poderá ser alterada. O valor definitivo depende da inflação acumulada até novembro de 2026, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), além dos demais parâmetros previstos na legislação. Após a divulgação do índice pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o governo editará o decreto que oficializará o novo salário mínimo, válido a partir de 1º de janeiro de 2027.

Segundo o Ministério do Planejamento e Orçamento, a projeção considera um ganho real de 2,5%, portanto acima da inflação, preservando a política de valorização do piso nacional e ampliando o poder de compra dos trabalhadores que recebem o salário mínimo.

O processo de definição começa com a estimativa incluída no PLDO, que orienta a elaboração do Orçamento da União. Em seguida, o valor é incorporado ao Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), enviado ao Congresso no segundo semestre. Somente após a divulgação do INPC de novembro e a publicação de decreto presidencial é que o montante oficial é definido.

A política permanente de valorização do salário mínimo foi restabelecida pela Lei nº 14.663/2023. Pela regra, o reajuste combina a variação do INPC acumulada nos 12 meses encerrados em novembro do ano anterior, responsável por recompor a inflação, com o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes, que garante aumento acima da inflação quando a economia apresenta expansão.

No caso do piso previsto para 2027, será considerado o desempenho da economia em 2025. Ainda assim, o ganho real está limitado a 2,5% ao ano, conforme determina o arcabouço fiscal, mesmo que o crescimento do PIB supere esse percentual.

O salário mínimo serve de referência para trabalhadores contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e para uma série de benefícios vinculados ao piso nacional, entre eles aposentadorias e auxílios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), seguro-desemprego, abono salarial PIS/Pasep e Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Depois de aprovado pelo Congresso, o PLDO se transforma na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que orienta a elaboração do Orçamento federal. Posteriormente, o valor definitivo do salário mínimo será incorporado à Lei Orçamentária Anual (LOA), responsável por autorizar os gastos do governo no exercício seguinte.

Veja

Em meio a atrito com STF, Polícia Federal defende investigações em curso e diz que ”não se submete a interesses políticos”

 


Em meio ao impasse com o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), os 27 superintendentes regionais da Polícia Federal divulgaram, uma nota conjunta em defesa da autonomia e da independência da corporação.

No documento, os dirigentes afirmam que a credibilidade da PF, construída ao longo de 82 anos, é resultado de uma atuação técnica e independente, baseada em fatos, provas e nos mecanismos de controle previstos em lei.

“A atividade investigativa da Polícia Federal não se submete a interesses políticos, ideológicos ou pessoais, mas ao estrito cumprimento da lei”, destaca a nota. Os superintendentes também defendem a preservação da independência técnica das investigações e da autonomia administrativa da instituição.

Impasse com o STF

A manifestação ocorre após a Polícia Federal acionar a Advocacia-Geral da União (AGU) contra uma decisão de André Mendonça que determinou o envio imediato de todas as informações e perícias do inquérito das fraudes no INSS aos autos, além de exigir que qualquer mudança na equipe de investigação seja comunicada previamente ao seu gabinete.

O caso envolve investigações sobre fraudes no INSS que também apuram supostas irregularidades atribuídas a Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

Nos bastidores, o advogado-geral da União, Jorge Messias, articula uma reunião entre o ministro da Justiça, Wellington César, e André Mendonça para tentar reduzir a tensão entre a Polícia Federal e o gabinete do ministro do STF.


PAÍS INSEGURO: 80% dos brasileiros têm medo de sair à noite, diz pesquisa

 


Pesquisa mostra que 60% dos brasileiros evitam sair à noite devido à insegurança, com 30% desistindo do transporte público. O estudo, encomendado pelo Instituto Update e pelo Instituto Fogo Cruzado, foi realizado de 24 a 31 de março com 2 mil pessoas. A percepção de risco é maior entre mulheres, com 68% evitando usar o celular na rua e 92% acreditando que elas estão mais expostas à violência.

A maioria dos brasileiros tem medo de sair à noite. Uma pesquisa divulgada na última sexta-feira, 31, mostra que 60% da população afirmou ter deixado de frequentar lugares de que gostaria de ir por causa da insegurança, enquanto 30% já desistiram de usar o transporte público pelo mesmo motivo. A percepção de risco é ainda mais intensa entre as mulheres.

Os dados fazem parte do estudo “Mulheres, polícia e facções — O que está no centro do debate sobre segurança pública?”, encomendado pelo Instituto Update e pelo Instituto Fogo Cruzado. O levantamento foi realizado pelo Ideia Instituto de Pesquisa, com entrevistas telefônicas feitas de 24 a 31 de março, em todas as regiões do país. Foram ouvidas 2 mil pessoas, com margem de erro de 2,2 pontos porcentuais.

Segundo o levantamento, 68% dos entrevistados deixaram de usar o celular na rua por receio da violência. Outros 41% disseram que não permitem mais que filhos, crianças e adolescentes, saiam sozinhos.

A pesquisa mostra ainda que 92% da população considera que as mulheres estão mais expostas à violência. Entre os riscos mais citados estão assédio, violência doméstica e abusos físicos e psicológicos.

O estudo reúne também duas pesquisas qualitativas conduzidas pela Estratégia Latina. Os relatos demonstram que muitas mulheres vivem em um “estado de alerta permanente”, adaptando a rotina para reduzir riscos.

“As participantes descrevem uma rotina em que é preciso estar constantemente atenta a riscos de assalto, assédio e violência sexual, mobilizando uma série de microestratégias de proteção — como esconder o celular em compartimentos improvisados, compartilhar localização em aplicativos, vigiar prestadores de serviço dentro de casa ou organizar redes de ‘vigilância’ com vizinhas e amigas”, registra o documento.

Segundo as entrevistadas, essa vigilância constante também interfere em momentos de lazer e nos cuidados com os filhos, principalmente em razão do medo de sequestros, citado por mulheres de Manaus e Fortaleza.

Os meios de transporte aparecem entre os ambientes de maior sensação de insegurança. Ônibus, metrôs, trens, pontos de espera e corridas por aplicativo foram mencionados com frequência. Na pesquisa, 39% das mulheres disseram se sentir inseguras no transporte público, ante 26% dos homens.

Os depoimentos mostram que o receio da violência levou muitas mulheres a restringirem seus deslocamentos à rotina entre casa, trabalho, igreja e supermercado. Elas relataram ter deixado de frequentar shows, academias, bibliotecas, eventos e visitas a familiares, além de evitarem sair em determinados horários.

A pesquisa mostra que a população apoia respostas mais rígidas ao crime, embora demonstre confiança limitada na efetividade das ações de segurança pública. Penas mais duras lideram as prioridades para 42% dos entrevistados. Mesmo assim, apenas 41% afirmam acreditar que a polícia protege efetivamente a população, enquanto 22% percebem melhora da segurança em decorrência de operações policiais.

Quando indagados sobre medidas preventivas, os brasileiros ficaram divididos. Para 49%, prender criminosos contribui de forma considerável ou decisiva para reduzir a violência. Já 45% atribuem esse papel à educação e às políticas sociais.

Revista Oeste


Eleição será a primeira deste século sem mulheres em chapas presidenciais competitivas

 


A eleição presidencial de 2026 será a primeira deste século a não ter mulheres nas chapas presidenciais competitivas. Desde 2002, ao menos uma mulher foi candidata a presidente ou a vice-presidente nessas chapas, segundo levantamento da Folha.

A reportagem considerou como competitivas as duplas cujo partido do candidato ao cargo de presidente tinha representante no Congresso Nacional e que conseguiram ao menos 1% dos votos no primeiro turno.

Atualmente, apenas duas mulheres compõem uma chapa presidencial com ao menos 1% de intenção de voto em pesquisas como oúltimo Datafolha, do fim de julho: Samara Martins, candidata a presidente pela UP (Unidade Popular), e sua vice, Raquel Bricio, do mesmo partido. A UP não tem representantes na Câmara e no Senado.

Havia a expectativa de que ao menos mais uma mulher compusesse as chapas fechadas para as eleições de 2026. O senador e candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aventou mulheres de vice para diminuir a rejeição junto ao eleitorado feminino, mas definiu nesta quarta-feira (5) o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como parceiro na disputa.

A falta de mulheres com candidaturas para os cargos marca um ano eleitoral no qual a participação feminina na política foi alvo de figuras públicas de direita, como Paulo Figueiredo, aliado da família Bolsonaro que fez declarações questionando o voto feminino, na esteira de investidas contra esse direito no Brasil e nos Estados Unidos.

Nas eleições presidenciais de 2022, três mulheres estiveram em chapas competitivas. Simone Tebet foi candidata a presidente pelo MDB, mas recebeu menos de 5% dos votos no primeiro turno, que disputou ao lado da vice Mara Gabrilli, então no PSDB.

Tebet se tornou ministra do Planejamento no governo Lula (PT) e atualmente é candidata ao Senado por São Paulo pelo PSB.

Também foi vice Ana Paula Matos, na chapa de Ciro Gomes, ambos pelo PDT. Eles tiveram 3% dos votos no primeiro turno.

Já 2018 foi o ano com mais vices mulheres nas chapas presidenciais competitivas. Pelo PC do B, Manuela d’Ávila compôs com Fernando Haddad (PT) a chapa que chegou ao segundo turno, mas perdeu para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), marcado na vida pública por ataques a mulheres.

Ciro Gomes disputou também naquele ano na companhia de uma mulher, dessa vez Kátia Abreu, pelo PDT. Eles ficaram em terceiro lugar no primeiro turno, com 12,47% dos votos, em cenário no qual parte dos eleitores tentava uma alternativa a Bolsonaro e à candidatura petista.

Foram também candidatas a vice Ana Amélia Lemos, pelo PP, na chapa com Geraldo Alckmin, então no PSDB, e Suelene Balduino, vice de Cabo Daciolo, pelo partido Patriota.

Já Marina Silva, atualmente concorrendo ao Senado por São Paulo, tentou a presidência pela Rede, quando fez 1%.

O ano de 2014 foi marcado pelo feito singular de três mulheres na cabeça de chapas competitivas. Dilma Rousseff (PT) conseguiu a reeleição, mas sofreu impeachment menos de dois anos depois em um processo no qual ela acusou adversários de machismo.

Ela teve como concorrentes Marina Silva, que fez pelo PSB 21,32% dos votos no primeiro turno, e Luciana Genro, com menos de 2% pelo PSOL.

As duas principais concorrentes mulheres também tinham se confrontado em 2010, ano com Dilma e Marina disputando o cargo de presidente da República. A petista fez 46,91% no primeiro turno, contra 19,33% de Marina, que não foi para a segunda rodada da disputa, vencida por Dilma contra José Serra (PSDB).

Em 2006, a única mulher nas chapas competitivas foi Heloísa Helena. Ela fez, pelo PSOL, 6,85% dos votos, ficando em terceiro lugar na disputa. Por fim, 2002 teve uma candidata a vice-presidente: Rita Camata, do PMDB, foi vice de José Serra (PSDB). Eles fizeram 23,2% dos votos no primeiro turno, mas perderam para Lula e José Alencar no segundo.

Folha de São Paulo


PF conclui inquérito e prepara primeiro indiciamento de Vorcaro e Paulo Henrique


 













A Polícia Federal concluiu as investigações da primeira fase da Operação Compliance Zero, que deu origem ao caso do Banco Master. A coluna de Andreza Matais, do Poder360, apurou que o relatório final do inquérito policial será apresentado nos próximos meses. Será o primeiro indiciamento do ex-dono do Master e de outros investigados na Compliance.

Vorcaro está preso em regime fechado desde 4 de março de 2026 sem inquérito ou denúncia. A prisão preventiva foi pedida pela PF por suspeita de ameaça a testemunhas e determinada pelo relator no Supremo, ministro André Mendonça. Vorcaro teve duas tentativas de delação premiada rejeitadas.

O mesmo ocorre com Paulo Henrique, preso desde 16 de abril de 2026. A PF apontou suspeitas de que ele receberia R$ 146,5 milhões em propina, por meio de imóveis, em troca de favorecer a tentativa de compra do Banco Master pelo BRB.

Já Tanure atuaria como sócio oculto do Master, exercendo influência sobre a instituição por meio de fundos e estruturas societárias. Ao contrário dos supostos comparsas, Tanure não está preso. Ele foi alvo de busca e apreensão na primeira fase da operação.

Metrópoles

Pela primeira vez, STJ aplica perda do cargo a ministro por importunação sexual

 


Em decisão inédita, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, aplicar a pena de disponibilidade com perda do cargo ao ministro Marco Buzzi por violação de deveres funcionais em processo que apurou acusações de importunação sexual, assédio sexual e injúria. É a primeira vez que um ministro de tribunal superior recebe essa punição.

A decisão foi tomada por maioria absoluta e segue o entendimento recente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que extinguiram a aposentadoria compulsória remunerada como punição máxima para magistrados.

Apesar da condenação, Buzzi permanecerá afastado e continuará recebendo remuneração proporcional até a conclusão dos trâmites legais. O STJ comunicará a Advocacia-Geral da União (AGU), que terá 30 dias para acionar o STF e pedir a perda definitiva do cargo e a suspensão dos pagamentos.

A defesa do ministro nega as acusações, afirma que ele é vítima de um conluio e informou que pretende recorrer da decisão ao Supremo.

As acusações

O processo analisou duas denúncias. A primeira é de uma jovem de 18 anos, que acusa Buzzi de importunação sexual durante uma viagem em Balneário Camboriú (SC), em janeiro deste ano. A segunda é de uma ex-servidora do gabinete, que relatou episódios de assédio sexual e importunação entre 2023 e 2025.

Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), os relatos das vítimas foram considerados consistentes e compatíveis com as provas reunidas na investigação.


STF dá 15 dias para Soraya Thronicke e Lindbergh Farias explicarem acusação contra vice de Flávio Bolsonaro


 













O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a senadora Soraya Thronicke (PSB) e o deputado Lindbergh Farias (PT) apresentem, no prazo de 15 dias, novas informações sobre a denúncia de suposto estupro de vulnerável envolvendo o deputado Alfredo Gaspar, candidato a vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro.

Soraya e Lindbergh apresentaram notícia-crime sem provas

A investigação teve origem em uma notícia-crime apresentada à Polícia Federal em março. Na representação, os parlamentares afirmam ter recebido documentos que relatariam o estupro de uma adolescente de 13 anos, ocorrido há cerca de oito anos, mas não anexaram provas, alegando a necessidade de preservar a identidade da suposta vítima e do filho.

Na decisão, Gilmar Mendes determinou que Soraya e Lindbergh apresentem elementos que possam identificar os autores das mensagens citadas na denúncia, além de informações sobre ligações telefônicas mencionadas nos autos.

O caso ganhou repercussão durante a CPI do INSS, quando Lindbergh chamou Alfredo Gaspar de “estuprador” em um bate-boca no colegiado. Gaspar nega as acusações e, em abril, realizou um exame de DNA para antecipar a produção de provas e buscar o esclarecimento do caso.

Com informações de Metrópoles