quinta-feira, 16 de julho de 2026

PM apreende adolescente que expulsou e ameaçou a mãe de morte no PR


 












Um adolescente de 14 anos foi apreendido pela Polícia Militar no Loteamento Liberdade I, em Maringá, após ameaçar de morte e expulsar a própria mãe, de 34 anos, da residência da família. Acionados para atender a uma ocorrência de violência doméstica, os policiais militares encontraram a vítima visivelmente abalada e com medo do lado de fora do portão do imóvel. O jovem, que havia fugido antes da chegada da viatura, foi localizado pelos agentes em uma rua próxima e acabou encaminhado à Delegacia da Polícia Civil de Maringá junto com a mãe para a realização dos procedimentos cabíveis.

De acordo com o boletim de ocorrência, o desentendimento começou após uma discussão motivada por um vazamento no chuveiro da residência. Durante o conflito, o adolescente passou a xingar a mãe com termos hostis e disparou ameaças graves, afirmando que ela deveria morrer e que não a reconhecia mais como mãe, ordenando em seguida que ela saísse imediatamente do imóvel. Temendo por sua integridade física diante do comportamento violento do filho, a mulher decidiu deixar a casa para esperar o auxílio policial na rua. O jovem confessou as ofensas e as ameaças aos policiais no momento da abordagem.

Em depoimento à equipe policial, a mãe revelou que esta não foi a primeira vez que sofreu com as agressões do filho, ressaltando que já havia registrado outros boletins de ocorrência anteriores contra ele por comportamento agressivo. Ela relatou conviver com o temor constante de ser assassinada pelo adolescente, detalhando que ele é usuário de entorpecentes, tendo inclusive localizado porções de drogas no quarto dele em episódios passados, e que o menor acumula outras passagens pela polícia decorrentes da prática de atos infracionais na região.

O Conselho Tutelar foi acionado pela Polícia Militar durante o atendimento da ocorrência, mas a conselheira de plantão informou que o órgão só compareceria à delegacia se o menor fosse de fato localizado e apreendido. Diante das informações fornecidas pela mãe sobre os possíveis paradeiros do filho, as equipes realizaram rondas pelo bairro e conseguiram deter o jovem, que colaborou com a abordagem e não precisou ser algemado. O caso agora está sob investigação e acompanhamento da Polícia Civil.

Gaeco mira venda de maquiagem falsificada e sem registro da Anvisa em Londrina

 


O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo Regional de Londrina do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagrou nesta quinta-feira (16) a segunda fase da Operação Dalila. A ação, que conta com o apoio técnico e operacional da Vigilância em Saúde do Município, tem como objetivo principal combater o comércio e a distribuição de produtos cosméticos irregulares e sem registro sanitário na região.

Nesta nova etapa, os agentes cumprem quatro mandados de busca e apreensão expedidos pela 5ª Vara Criminal de Londrina. Os alvos das buscas são endereços residenciais e comerciais ligados a um dos investigados, o que inclui também guarda-volumes que estariam sendo utilizados de forma estratégica para armazenar e ocultar estoques ilícitos, com o objetivo de burlar a fiscalização dos órgãos sanitários.

De acordo com as investigações, os produtos de beleza apreendidos, que englobam colas para cílios, bases e fixadores de maquiagem, possuem origem desconhecida e rótulos falsificados. Sem o registro obrigatório na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), esses itens representam um grave risco à saúde de quem os utiliza.

A distribuição do material ocorria em larga escala, principalmente por meio de plataformas de comércio eletrônico, abastecendo tanto profissionais da área da beleza quanto o público em geral. Durante as diligências desta quinta-feira, as equipes buscam recolher cosméticos adulterados, embalagens, insumos para rotulagem clandestina e dispositivos eletrônicos que possam robustecer as provas.

Segundo o Gaeco, esta ofensiva é um desdobramento direto da primeira fase da Operação Dalila, que ocorreu em outubro de 2025. Na época, foram realizadas prisões em flagrante pelo armazenamento e venda de cosméticos falsificados, incluindo cremes capilares de uma renomada marca francesa. A partir da análise dos celulares apreendidos naquela ocasião, o Gaeco conseguiu mapear a rede de fornecedores que abastecia o mercado clandestino por meio de importações irregulares.

Agora, os investigados podem responder pelos crimes de associação criminosa, crimes contra as relações de consumo e falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais.

Corpo é encontrado em rio e polícia investiga ligação com idosa desaparecida há um mês no Paraná


 












Um corpo foi localizado parcialmente submerso e preso a galhos a cerca de quatro metros da margem de um rio em Nova Londrina, no Noroeste do Paraná, na manhã da última terça-feira (14). As autoridades apuram agora se o cadáver é de Eulalia Farias Pinheiro de 70 anos, moradora de Maringá. Segundo a equipe do Bombeiro Comunitário da cidade, que atuou no resgate, as vestimentas encontradas junto à vítima apresentam características muito semelhantes às peças que a idosa usava no dia de seu desaparecimento.

Apesar das fortes suspeitas e dos indícios encontrados no local, a confirmação oficial da identidade da vítima ainda depende de exames periciais que serão conduzidos pela Polícia Científica. O local de difícil acesso foi isolado para garantir o trabalho dos peritos. A Polícia Civil do Paraná (PCPR) foi procurada para detalhar os próximos passos da investigação e os procedimentos adotados no recolhimento do corpo, mas ainda não se manifestou oficialmente.

O desaparecimento de Eulália é cercado de incógnitas desde o último dia 15 de junho. Na ocasião, câmeras de segurança flagraram a idosa caminhando por uma rua de Maringá, momento antes de embarcar em um ônibus com destino a Nova Londrina. Depois dessa viagem, ela não fez mais qualquer tipo de contato com os familiares. O caso ganhou contornos mais complexos após a família revelar que, dias antes de sumir, a mulher havia confidenciado a uma amiga que estava feliz por planejar a compra de um terreno em Nova Londrina, ressaltando que a transação era um segredo e seria fechada com a ajuda de um amigo.

PESQUISA GENIAL/QUAEST: Lula tem 45% contra 37% de Flávio no 2º turno


 











O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma eventual disputa de segundo turno, aponta a pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (15).

Nesta simulação, Lula soma 45% das intenções de voto, enquanto Flávio aparece com 37% da preferência do eleitorado brasileiro.

Os eleitores que declaram voto em branco, nulo ou que não pretendem votar somam 14%. Os indecisos representam 4% dos entrevistados.

Em relação ao levantamento anterior, divulgado em junho, o atual presidente oscilou positivamente um ponto, passando de 44% para 45%.

Já o senador Flávio Bolsonaro variou um ponto para baixo, indo de 38% para 37%. Ambas as movimentações ocorreram dentro da margem de erro do levantamento.

A Genial/Quaest entrevistou 2.004 eleitores, entre os dias 10 e 13 de julho, por meio de entrevista presencial. A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pelo Banco Genial e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07181/2026.

CNN Brasil

Padre brasileiro excomungado desafia Vaticano e diz que continuará celebrando missas


 













Mesmo após ter a excomunhão confirmada pelo Vaticano, o padre François Costa afirmou que não pretende interromper as celebrações religiosas e garantiu que continuará rezando missas diariamente na Capela Santo Atanásio, em Ceilândia, no Distrito Federal.

O sacerdote tornou pública a decisão em um vídeo divulgado nas redes sociais, depois que a Arquidiocese de Brasília confirmou que ele e a capela estão em situação de excomunhão por manterem vínculo com a Fraternidade Sacerdotal São Pio X, grupo católico ultraconservador que rompeu com a autoridade da Igreja Católica.

Durante o pronunciamento, François Costa contestou a decisão da Igreja e declarou: “Continuaremos todos os dias a rezar a Santa Missa, a mencionar o nome do Santo Padre no cânon da Missa, a rezar, aqui no caso de Brasília, pelo Senhor Arcebispo de Brasília, consciente de que somos católicos”, afirmou.

“Não somos nós que temos que justificar nossa catolicidade. São os senhores que têm que justificar a catolicidade dos senhores. Não somos nós que estamos afundados nesse modernismo. Não somos nós que estamos aceitando essas coisas estranhas que infelizmente os senhores terão que justificar”, completou.

Segundo a Arquidiocese de Brasília, todas as celebrações, atividades pastorais, ações de formação e demais iniciativas promovidas na Capela Santo Atanásio são consideradas irregulares por não estarem em comunhão com o papa. Em nota, a Arquidiocese também alertou que os fiéis que frequentarem regularmentea capela passam a ser considerados cismáticos e excomungados.

A decisão da Igreja ocorre após o Dicastério para a Doutrina da Fé publicar, em 2 de julho, um decreto confirmando a excomunhão de seis bispos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X. O documento também estabelece que ministros ligados ao grupo estão em situação de cisma e determina que qualquer fiel leigo que aderir formalmente à fraternidade também estará sujeito à excomunhão.

Na tradição da Igreja Católica, o cisma é caracterizado pela ruptura da unidade eclesial, com a recusa de submissão ao papa ou da comunhão com os membros da Igreja a ele vinculados. O decreto foi divulgado um dia depois de a fraternidade ordenar quatro novos bispos, contrariando um apelo do papa Leão XIV para que a cerimônia não fosse realizada.

Correio 24h

Juiz manda Maduro e chavistas pagarem 314 milhões de dólares


 












Um juiz federal dos Estados Unidos ordenou que o ditador venezuelano deposto Nicolás Maduro e outros chavistas paguem 314 milhões de dólares (R$ 1,59 bilhão) como indenização em decorrência de um processo aberto por mais de dez americanos por sequestro, tortura e terrorismo, embora tenha excluído do pagamento a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez.

A Corte do Distrito Sul da Flórida também responsabilizou os atuais ministros do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, e da Agricultura, Vladimir Padrino, bem como o empresário e ex-ministro Alex Saab, detido em Miami, o grupo criminoso conhecido como Cartel de los Soles, além de Maikel José Moreno Pérez, Néstor Luis Reverol e Tarek William Saab.

Por enquanto, o juiz Darrin P. Gayles excluiu os outros réus: a governante interina e seu irmão Jorge Rodríguez, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, e as empresas estatais Petróleos de Venezuela (PDVSA) e Corporación Venezolana del Petróleo (CVP).

Entre os autores do processo estão Jerrel Kenemore, Jason Saad e Edgar Marval, que em 2023 fizeram parte de uma troca de prisioneiros durante o mandato do ex-presidente americano Joe Biden que resultou na libertação de Alex Saab, preso novamente nos EUA desde o último mês de maio, onde enfrentará uma audiência preliminar na próxima semana em um caso de lavagem de dinheiro.

Os demandantes, entre eles pessoas que estiveram sequestradas na Venezuela e dois menores de idade, haviam apresentado o processo em agosto de 2025, mas reativaram a ação em janeiro com uma nova moção após a captura de Maduro por tropas americanas em 3 de janeiro deste ano, em Caracas. O ex-governante foi transferido para Nova Iorque, onde permanece preso e enfrenta acusações de narcoterrorismo.

O recurso acusa os líderes do chavismo de violar a Lei Federal Antiterrorismo (ATA, na sigla em inglês), a Lei Antiterrorismo da Flórida e a Lei de Organizações Corruptas e Influenciadas pelo Crime Organizado (RICO). A decisão do juiz argumentou que Maduro “historicamente sequestrou e deteve arbitrariamente cidadãos americanos para trocá-los pela libertação de criminosos venezuelanos detidos nos EUA”.

Além disso, o magistrado também concluiu que “Maduro cometeu atos de terrorismo internacional”, enquanto o “sequestro, a tortura e a detenção arbitrária” de Kenemore, Marval e Saad “violaram as leis penais dos Estados Unidos e da Flórida”.

Esta ação civil corre em paralelo ao processo penal enfrentado por Maduro por narcotráfico em Nova Iorque, onde sua esposa, Cilia Flores, também está detida. Por sua vez, o ex-ministro venezuelano e empresário colombiano Alex Saab, apontado nos EUA como “testa-de-ferro” de Maduro, responde em Miami a acusações de lavagem de dinheiro.

Pleno News

EUA sinalizam novo tarifaço ao Brasil, e lista de exceções deve ser ampliada


 














O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pediu que sejam aplicadas novas tarifas a produtos brasileiros importados pelos EUA. O pedido, baseado na investigação comercial aberta contra o Brasil em julho de 2025, prevê aumento na lista de isenções.

De acordo com a CNN, Jamieson Greer enviou à Casa Branca a recomendação produzida pelo USTR para adotar as taxas contra o Brasil. Greer é o responsável pelo USTR, que conduz a política comercial do EUA, e já havia relatado dificuldade nas negociações com o governo brasileiro.

O veredito do USTR estava previsto para esta quarta, com a definição de alíquota para a tarifa, prazo para início da cobrança e atualização do anexo com produtos isentos da sobretaxa.

Além de recomendar a aplicação das taxas, o USTR sugeriu uma atualização da lista de isenções para o tarifaço, com produtos que não serão atingidos pela nova alíquota. Para entrar em vigor, a medida depende do aval do presidente Donald Trump.

Investigação contra o Brasil

  • O USTR abriu investigação contra o Brasil, em 15 de julho de 2025, para apurar supostas práticas comerciais consideradas desleais pelos Estados Unidos.
  • Em 1º de junho de 2026, o órgão concluiu a apuração e afirmou ter identificado práticas adotadas pelo Brasil que, em sua avaliação, prejudicam empresas e interesses norte-americanos.
  • Com base nessas conclusões, o USTR propôs a aplicação de tarifas de 25% sobre uma série de produtos brasileiros.
  • Caso a prática seja adotada, associações da indústria avaliam que a medida pode ter um impacto de cerca de US$ 14,9 bilhões em exportações aos EUA.

Embora tenha embarcado em uma intensa negociação com o órgão norte-americano no último ano, a decisão já era esperada pelo Palácio do Planalto, que aguardava pelo anúncio oficial para entender o alcance da medida, tanto em relação às alíquotas quanto aos produtos afetados.

O rito para conclusão da investigação foi finalizado nesta quarta, data que marca um ano da investigação aberta pelo USTR contra o Brasil. Durante a manhã, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reuniu-se com autoridades responsáveis peloss assuntos internacionais do governo. Até o momento, contudo, o governo ainda não se manifestou oficialmente sobre a medida.

Geral Quem é Nelson Wilians, advogado alvo da ‘Operação Distrato’ sobre esquema que teria sonegado R$ 3,8 bilhões em ICMS


 











Com mais de 1,4 milhão de seguidores no Instagram e fundador de um dos maiores escritórios de advocacia da América Latina, Nelson Wilians é um dos alvos da Operação Distrato, deflagrada nesta quarta-feira (15) pelo Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos de São Paulo (CIRA/SP).

A investigação

A investigação apura um esquema de venda de créditos falsos de ICMS que teria causado prejuízo de R$ 3,8 bilhões aos cofres públicos. O escritório de Wilians é apontado como um dos principais núcleos da organização investigada. Ao todo, a operação cumpre 38 mandados de busca e apreensão em cidades de São Paulo e do Paraná. Não há mandados de prisão.

LEIA MAIS: OPERAÇÃO DISTRATO: Investigação contra fraude de R$ 3,8 bilhões em ICMS mira grupos econômicos com advogados em SP e PR.

Segundo a investigação, o grupo utilizava empresas de fachada para criar créditos tributários inexistentes, vendidos principalmente a pequenas e médias empresas para reduzir ilegalmente o pagamento de ICMS. Escritórios de advocacia e consultorias teriam participado da elaboração de contratos e pareceres para dar aparência de legalidade às operações.

Suposta participação no esquema de fraudes do INSS

Em setembro do ano passado, Wilians já tinha sido alvo da Polícia Federal (PF) por suposta participação no esquema de fraudes do INSS.

Nelson Wilians

Natural de uma família de pequenos agricultores, Nelson Wilians é formado em Direito pela Instituição Toledo de Ensino (ITE), em Bauru (SP), e fundador do Nelson Wilians Advogados (NWADV).

Ele foi advogado de Rose Miriam, mãe dos filhos do Gugu Liberato, na disputa judicial pela herança do apresentador.

Nas redes sociais, o advogado exibe sua rotina em palestras e ostenta viagens de luxo com a família.

Além da vida de luxo, Wilians era colecionador de obras de arte. Na operação de setembro de 2025, a PF encontrou esculturas eróticas e quadros que podem pertencer a Portinari e Di Cavalcanti em endereços ligados a ele e outros empresários alvo da operação contra fraudes no INSS.

O acervo apreendido também incluia estátuas de bronze, entre elas uma reprodução de “O Pensador”, de Auguste Rodin. Há ainda peças de caráter sensual e erótico, assinadas pelo escultor austríaco Bruno Zach.

Veículos de luxo: Ferrari, Porsche e um Rolls-Royce com banco de couro, teto estrelado e é avaliado R$ 11 milhões, também foram apreendidos.

A operação também tem como alvo a advogada Anne Wilians, sócia e esposa de Nelson Wilians. Até a publicação desta reportagem, a defesa do advogado e de seu escritório não havia se manifestado sobre as acusações.

Câmara dos Deputados aprova projeto que impede prescrição de pena para condenados foragidos


 











A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que suspende o prazo de prescrição da execução da pena de condenados que fogem do sistema prisional ou têm o livramento condicional revogado. O texto segue agora para análise do Senado.

Se também for aprovado pelo Senado, o projeto seguirá para sanção presidencial.

De autoria do deputado Kim Kataguiri (União-SP), a proposta altera o Código Penal para determinar que o prazo de prescrição fique suspenso enquanto o condenado estiver foragido, voltando a contar apenas após sua captura ou reapresentação à Justiça.

Segundo o autor, a legislação atual permite que o prazo continue correndo durante a fuga, o que pode resultar na prescrição da pena antes da prisão do condenado.

Relator da proposta, o deputado Alberto Fraga (PL-DF) afirmou que a mudança corrige uma distorção da lei e impede que a fuga funcione como um “prêmio” ao condenado.

A votação ocorreu em meio ao aumento da preocupação dos brasileiros com a segurança pública. Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira aponta que a violência é o principal problema do país para 31% dos entrevistados, à frente da saúde e da economia, ambas citadas por 15%.