terça-feira, 1 de setembro de 2026

Bombeiros de folga salvam 13 pessoas de ônibus em chamas após acidente no PR

 


Dois militares do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) que viajavam como passageiros em um ônibus de linha foram os responsáveis por salvar 13 pessoas de um incêndio na madrugada desta segunda-feira. O coletivo bateu na traseira de um caminhão bitrem carregado com soja na BR-376, em Ortigueira, nos Campos Gerais, por volta das 2h, e começou a pegar fogo logo após o forte impacto.

Entre os ocupantes estavam o cabo Vinícius Alexandre Grumberg Garcia e o cadete Danilo de Oliveira Kitzberger. Mesmo lesionados pela força da batida, os dois assumiram imediatamente o controle da situação para resgatar os 12 passageiros e o motorista. A maioria dos viajantes era formada por idosos, alguns com mobilidade reduzida, que seguiam com destino a Curitiba para consultas e tratamentos médicos.

O cabo Vinícius, que atua como socorrista há 13 anos, relatou que o estrondo se assemelhou a uma explosão, arremessando pessoas por cima dos bancos, embora ele próprio estivesse protegido e retido pelo cinto de segurança. Imediatamente, ele e o cadete iniciaram a triagem das vítimas em meio à fumaça, encontrando passageiros caídos nos corredores e com sangramentos. Com a porta lateral travada, a dupla forçou a estrutura para abrir passagem e conseguiu evacuar as pessoas para um gramado às margens da rodovia, em um processo ágil que durou cerca de 15 minutos, antes que as chamas tomassem conta da parte inferior do veículo.

Após retirarem os passageiros, os bombeiros retornaram à parte frontal do ônibus para salvar o motorista, que estava preso às ferragens com uma fratura na perna enquanto o fogo se aproximava rapidamente. Sem equipamentos adequados de desencarceramento, eles utilizaram um extintor cedido pelo condutor do caminhão envolvido no acidente para controlar temporariamente as chamas, conseguindo liberar a vítima e levá-la para uma área segura. Outros motoristas que passavam pelo local chegaram a usar cerca de 20 extintores na tentativa de conter o incêndio, mas o fogo acabou consumindo o ônibus.

Antes de finalizarem o resgate, os militares ainda fizeram uma última varredura no interior do coletivo para garantir que ninguém havia ficado para trás e auxiliaram na retirada das bagagens. Apenas com a situação controlada e a chegada das equipes de emergência, os bombeiros perceberam os próprios ferimentos. O cabo Vinícius sofreu uma contusão no tórax e uma queimadura de primeiro grau no braço, enquanto o cadete Danilo teve uma contusão na face. As vítimas receberam atendimento médico e deram continuidade à triagem com as equipes de socorro especializadas.

O desfecho sem vítimas fatais reforça a importância de medidas preventivas no trânsito, segundo orientações do Corpo de Bombeiros. A corporação destaca que os passageiros devem manter o cinto de segurança afivelado durante toda a viagem de ônibus e que os condutores precisam respeitar a velocidade e manter uma distância segura dos demais veículos. Em viagens noturnas, a baixa visibilidade exige atenção redobrada, sendo fundamental não dirigir com sono, fazer pausas para descanso e evitar o uso do celular ao volante. Por fim, caso o cidadão presencie um acidente, a recomendação é manter distância da pista para evitar atropelamentos ou novas colisões, acionar imediatamente o socorro informando a localização exata e não movimentar as vítimas, a menos que haja risco iminente de morte, como em casos de incêndios ou explosões.

Municípios de SC decretam emergência após tempestades de granizo gigante

 


A Defesa Civil de Santa Catarina atualizou, na tarde desta segunda-feira, o balanço dos estragos provocados pelas tempestades de granizo, chuvas intensas e ventos fortes que atingiram o estado desde a última sexta-feira (28). O número de municípios que decretaram situação de emergência subiu de sete para nove, enquanto ao menos 43 cidades já registraram algum tipo de ocorrência ou prejuízo.

Os novos decretos refletem a ampliação dos levantamentos de campo realizados pelas equipes municipais e coordenadorias regionais. Florianópolis e Biguaçu concentram o maior volume de danos em habitações.

Na capital, aproximadamente 5 mil imóveis foram afetados, e mais de 48 mil telhas foram solicitadas para cobrir os estragos. O município já recebeu cerca de 179 rolos de lona e um lote de 16 mil telhas e cumeeiras. Em Biguaçu, o número de casas atingidas chegou a 2.123, distribuídas por 18 bairros, com pedidos de quase 10 mil telhas.

O prefeito de Biguaçu, Alexandre Martins de Souza, lamentou o ocorrido. "É um momento muito difícil o que estamos passando, de tristeza. Em 50 anos de Biguaçu, eu nunca tinha visto pedra de granizo maior que bola de sinuca”, disse.

Em menos de 24 horas após as primeiras solicitações de socorro, a Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil de Santa Catarina (SDC/SC) mobilizou e disponibilizou cerca de 43,8 mil itens de assistência humanitária para auxiliar as famílias atingidas.

Árvore cai na cabeça de motociclista e garupa após motocicleta invadir área isolada por bombeiros no PR


 












Duas pessoas ficaram gravemente feridas na tarde desta segunda-feira (31) após uma árvore cair sobre a motocicleta em que estavam, na Rua Theodoro Makiolka, em Curitiba. O acidente ocorreu no momento em que o veículo ultrapassou uma área que já havia sido isolada de forma preventiva pelo Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) justamente pelo risco de queda da planta.

O condutor da moto, um homem de 60 anos que utilizava capacete, sofreu ferimentos graves e entrou em parada cardiorrespiratória ainda no local. A condição foi revertida pelas equipes de emergência após atendimento imediato. Já a passageira, uma mulher de 37 anos, estava sem capacete. Ela apresentou ferimentos inicialmente classificados como moderados, mas teve o quadro de saúde agravado devido a uma lesão no crânio. Ambas as vítimas foram encaminhadas para atendimento médico no Hospital Universitário Cajuru.

O incidente aconteceu durante um atendimento prévio da corporação. Os bombeiros haviam sido acionados às 15h34 para realizar o corte de uma árvore que ameaçava cair na via. Ao chegarem ao endereço, as equipes constataram que uma planta já estava caída sobre a rua e uma segunda estava pendulada, com risco iminente de desabamento. O trecho foi isolado para a segurança de motoristas e pedestres.

Durante os trabalhos de avaliação e corte, a motocicleta ignorou a sinalização de segurança, transpôs o bloqueio e foi atingida no exato momento em que a segunda árvore cedeu. A ocorrência demandou uma rápida articulação estrutural, mobilizando equipes de salvamento, combate a incêndio e atendimento pré-hospitalar, além da presença do oficial de área do 1º Batalhão de Bombeiros Militar para coordenar o resgate das vítimas.

Comércio, serviços e turismo fazem apelo para que PEC do fim da escala 6×1 não seja votada antes das eleições

 


Diante do avanço no Senado Federal da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera a jornada de trabalho e extingue a escala 6×1, a principal entidade representativa do setor terciário brasileiro, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), ao lado de suas 34 federações e sindicatos filiados, lançaram neste fim de semana (29 e 30 de agosto) uma campanha nacional conjunta com o lema: “A conta já está alta demais. Mudança das regras do trabalho às vésperas da eleição? Agora não.”

Se trata de um apelo aos Senadores que debatem a PEC que limita a carga horária nacionalmente sobre os graves riscos de acelerar uma mudança constitucional rígida sobre a jornada de trabalho em um momento de acentuada fragilidade econômica.

O setor produtivo destaca que a economia brasileira já enfrenta condicionantes severos: juros altos, crédito caro e restritivo, endividamento recordes das famílias, inadimplência sem precedentes entre as empresas, desinvestimento e saída de empresas estrangeiras do País. Ao mesmo tempo, o fim da Taxa das Blusinhas, um agravante na concorrência desleal para o varejo nacional, também é avaliado como parte do pacote de aprovações em um período sensível em que interesses políticos atravessam escolhas econômicas.

Impor uma elevação abrupta nos custos operacionais – em um setor onde mais de 90% da mão de obra atua no regime 6×1 – significará repassar esse peso para o consumidor final em forma de inflação, gerando retração de vagas e aumento da informalidade, além do já mapeado prejuízo aos empresários que pagam impostos de importação muito maiores do que são isentados da Taxa da Blusinhas. O presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, reforça a necessidade de responsabilidade e ponderação no debate legislativo neste contexto.

“O setor terciário não se opõe ao debate sobre o bem-estar do trabalhador, mas uma decisão dessa magnitude exige análise técnica, diálogo e profunda responsabilidade. A conta para quem produz e emprega no Brasil já está alta demais. Votarmos esta alteração constitucional drástica nas relações de trabalho, de forma apressada e às vésperas de um processo eleitoral, é colocar em risco a estabilidade de milhões de micro e pequenas empresas e a própria manutenção dos empregos formais de toda a cadeia produtiva. O caminho seguro continua sendo a negociação coletiva, que respeita as realidades de cada região e setor. Agora é o momento de preservar a economia e garantir a segurança jurídica do País”.

O presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, destaca que o comércio, os serviços e o turismo possuem realidades muito diferentes, e uma regra única pode produzir consequências graves para pequenas empresas, empregos e até para os preços pagos pela população. “A nossa defesa é pelo diálogo, pela negociação coletiva e por uma transição responsável. Trata-se de encontrar um equilíbrio que proteja o trabalhador, preserve as empresas e garanta empregos”, defende.

O Sistema Comércio apela aos senadores da República por sensatez e serenidade, defendendo que a readequação de jornadas ocorra via convenções coletivas de trabalho, em respeito à soberania das decisões negociadas entre trabalhadores e empregadores, conforme previsto na constituição atual desde a reforma trabalhista de 2017. Temas como este e a taxação de importações diretas geram custos e efeitos a curto, médio e longo prazo que demandam um debate maior e sem a pressa dos prazos eleitorais.


BRASIL: Dívida bruta sobe para R$ 10,9 trilhões e atinge 82,5% do PIB, maior patamar desde 2021

 


A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) chegou a R$ 10,9 trilhões em julho, equivalente a 82,5% do PIB, informou o Banco Central nesta segunda-feira (31). É o maior patamar desde abril de 2021, quando a dívida estava em 82,6% do PIB. O Governo Geral compreende o governo federal, o INSS, os governos estaduais e municipais.

No acumulado de 2026, a dívida aumentou 3,9 pontos percentuais em relação ao PIB. Quando Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assumiu a Presidência, em janeiro de 2023, a dívida correspondia a 71,38% do PIB.

Em junho, a relação era de 81,9%. A alta de 0,6 ponto percentual no mês foi puxada principalmente pelos juros nominais, que acrescentaram 0,8 ponto, e pelas emissões líquidas de dívida, com impacto de 0,2 ponto. O crescimento do PIB nominal reduziu o indicador em 0,5 ponto.

Apesar da alta do endividamento, o setor público consolidado registrou superávit primário de R$ 1,4 bilhão em julho, revertendo o déficit de R$ 66,6 bilhões registrado no mesmo mês de 2025. O governo central teve superávit de R$ 11 bilhões, enquanto governos regionais e estatais registraram déficits de R$ 8,5 bilhões e R$ 1,1 bilhão.

Em 12 meses até julho, porém, o setor público acumulou déficit primário de R$ 89,3 bilhões, equivalente a 0,67% do PIB. No mesmo período, os juros nominais somaram R$ 1,15 trilhão, ou 8,67% do PIB, levando o déficit nominal a R$ 1,24 trilhão (9,34% do PIB).

Com informações de CNN


Após ter campanha eleitoral suspensa, Renan Santos troca fotos de perfis e diz ter sido “censurado” por Toffoli

 


Minutos após a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira que suspendeu a propaganda eleitoral digital, os repasses e gastos com recursos do Fundo Eleitoral e a participação em debates e outros meios de comunicação, Renan Santos (Missão) se manifestou pelas redes sociais dizendo que foi “censurado” pelo ministro Dias Toffoli.

Em protesto contra a decisão, Renan trocou a foto dos perfis oficiais de sua campanha nas redes sociais.

O ministro determinou a suspensão cautelar após apontar que 16 perfis utilizados pelo candidato foram informados à Justiça Eleitoral 12 dias depois do pedido de registro da candidatura. Para Toffoli, a omissão poderia permitir que as contas fossem tratadas pelas plataformas como perfis comuns e, assim, obtivessem vantagem por meio dos algoritmos de recomendação.

A decisão de Toffoli é cautelar e não determina, por enquanto, o indeferimento da candidatura. Renan e o partido terão 24 horas para informar quando os perfis passaram a ser utilizados para propaganda eleitoral e se existem outras contas usadas pela campanha. O descumprimento da determinação pode levar ao indeferimento do registro.

Em vídeo publicado nas redes sociais um dia antes da decisão do TSE, Renan já havia comentado sobre o risco de sua candidatura e criticado a possibilidade de ser acusado de abuso de poder econômico.

“Eles estão falando aqui de um caso que está dando problema no TSE para um monte de gente, do registro das redes sociais de todos os candidatos. É um problema que envolve o TSE, é um problema interno de sistema ali, que já foi resolvido há muito tempo”, afirmou.

Renan também disse que sua campanha é uma das mais baratas entre os candidatos e que depende de vaquinhas e doações privadas. “Eu posso ser enquadrado por abuso de poder econômico. […] As campanhas dos outros estão usando centenas de milhões de reais, por dentro e por fora. E eu estou abusando do poder econômico”, declarou.


Influencer potiguar pode ser 1º humano a testar medicamento experimental contra doença rara: “Dispostos a assumir o risco”

 


O criador de conteúdo e especialista em aviação Lito Sousa, de 59 anos, pode se tornar a primeira pessoa a testar em humanos um medicamento experimental contra a Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), enfermidade neurodegenerativa rara e progressiva. A informação foi revelada pela esposa dele, Mila Seidl, ao Fantástico.

Sem identificar a empresa, Mila afirmou que negocia com uma companhia de biotecnologia para tentar obter acesso ao medicamento. Segundo ela, a substância já passou por testes laboratoriais e em animais.

“O Lito talvez seja a primeira pessoa a testar esse medicamento. Ele já foi testado in vitro, em peixes, macacos. A gente está disposto a assumir esse risco e tentar ter um desfecho diferente”, afirmou.

Lito revelou recentemente o diagnóstico de DCJ, doença causada por uma alteração na estrutura da proteína príon e que provoca rápida degeneração do cérebro. Segundo especialistas ouvidos pelo Fantástico, atualmente não existe tratamento capaz de curar a doença ou aumentar a sobrevida dos pacientes.

A família também busca acesso a medicamentos em fase de testes nos Estados Unidos por meio do chamado uso compassivo, destinado a pacientes com doenças graves e sem alternativas terapêuticas. Tentativas de incluir Lito em estudos internacionais nos Estados Unidos e na China não avançaram devido aos critérios dos protocolos.

“Não sou negacionista e sei que é uma doença grave. Mas ouvimos de médicos que, se conseguirmos acesso aos remédios do estudo, talvez seja possível pausar o avanço da doença”, disse Mila.

De acordo com dados do Ministério da Saúde citados pela reportagem, o Brasil registrou 547 casos confirmados de DCJ entre 2005 e 2021. A forma espontânea, diagnosticada em Lito, corresponde a cerca de 80% a 85% dos casos.


“Depende da vontade dele”, diz Flávio sobre possível indicação do pai como ministro em eventual governo

 


O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, disse neste domingo (30), em entrevista à jornalista Mariana Godoy, na TV Record, que o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro é quem vai decidir sobre sua participação em um eventual governo a partir de 2027.

“Não sei se como ministro, nunca conversei com ele sobre isso para saber se ele quer, se ele teria interesse. Vai depender da vontade dele”, disse Flávio Bolsonaro após ser questionado pela jornalista.

O filho do ex-presidente Bolsonaro disse ainda que pensa nele durante todos os dias. “Até hoje eu ouço o presidente Bolsonaro, em cada passo que eu dou na minha vida, eu penso nele todos os segundos nessa campanha. Eu gostaria que ele estivesse nas ruas junto comigo, ou melhor, né, como ele deveria, inclusive, estar habilitado para concorrer à Presidência da República, né?”, comentou Flávio.

Na entrevista, Flávio também voltou a defender a anistia para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro e afirmou que poderá conceder indulto caso a medida não seja aprovada pelo Congresso. “A gente vai trabalhar no Congresso para que aconteça a anistia. E caso não dê tempo de acontecer, nós vamos indultar sim essas pessoas”, declarou.

Sob investigação da PF, empresário com R$ 58 milhões em contratos federais mantinha linha direta com Lulinha e lobistas

 


A Polícia Federal investiga os laços entre o empresário Cléber Ribas, dono da empresa de informática 3Structure, e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT). A companhia de Ribas acumulou R$ 58 milhões em contratos federais desde o início da atual gestão, conforme apuração dos jornalistas Hugo Marques, Ricardo Chapola e Laryssa Borges publicada pela revista Veja neste domingo (30).

Um dos três inquéritos contra Lulinha na Polícia Federal examina conexões com a Dataprev e Ribas. Mensagens indicam que o empresário contratou a lobista Roberta Luchsinger, apontada como sócia oculta de Lulinha para destravar contratos na Dataprev e no Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS).

Em registros obtidos pelos investigadores, Lulinha orienta a lobista a emitir nota fiscal para ser paga por Ribas, indício interpretado como remuneração por tráfico de influência.

Em março de 2023, Luchsinger perguntou a Ribas se ele queria falar com alguém de outro ministério. Ele respondeu que havia “uma questão da Dataprev”. Ela prometeu verificar “quem está no comando”. Em abril, a lobista organizou um jantar com a presença de Lulinha e de Fernando Bittar, sócio do filho do presidente. “A ideia é aquela: vc contratar eles”, escreveu ela. No mesmo mês, mencionou um encontro com Carlos Gabas, ex-ministro da Previdência. Em maio, Ribas pediu reunião com Fábio e comentou a posse do novo presidente da Dataprev.

Em setembro de 2024, Ribas firmou um acordo de não persecução penal com o Ministério Público para evitar prisão por corrupção, após investigações apontarem que ele intermediou R$ 218 mil em vantagens indevidas a um ex-gestor do Mato Grosso entre 2006 e 2010. Apesar das restrições judiciais do acordo que incluiu doações a entidades sociais e abstenção de frequentar bares e casas de prostituição, o empresário visitou o Palácio do Planalto em maio de 2024 e fechou novos contratos com o MDS, pasta comandada por Wellington Dias. Ribas nega irregularidades.

Em sua defesa, o empresário minimiza as acusações e atribui sua proximidade recente com Lulinha a um laço de amizade consolidado após descobrir um câncer em junho de 2024, afirmando que o filho do presidente chegou a raspar a cabeça em solidariedade à sua condição médica. A defesa de Lulinha alega cooperação com as investigações e nega ilícitos, enquanto o presidente Lula declarou que não interferirá nas apurações.

Com informações da Revista Veja e Diário do Poder