sábado, 1 de agosto de 2026

Quem era o policial militar que morreu em serviço durante confronto em Arapuã


 













A Polícia Militar (PM) confirmou que o policial morto durante um confronto na zona rural de Arapuá, na noite desta sexta-feira (31), é o cabo Kauã Gabriel Darodda Magioni, conhecido como cabo Magioni. Ele era morador de Faxinal e integrava a 6ª Companhia Independente da Polícia Militar (6ª CIPM).

Ainda de acordo com a corporação, o cabo Magioni foi atingido por um disparo na região periorbital durante uma intervenção policial iniciada após uma denúncia recebida pelo Disque Denúncia 181. A equipe Rural foi enviada até uma propriedade na área rural do município para averiguar a informação.

Segundo o boletim oficial da PM, ao se aproximarem de uma residência, os policiais foram surpreendidos por um homem armado. Conforme a corporação, o suspeito desobedeceu às ordens da equipe e efetuou um disparo que atingiu o cabo Magioni.

Na sequência, houve confronto e o suspeito foi baleado. Os dois foram socorridos com vida. Durante o deslocamento, o policial foi transferido para outra viatura e levado ao Hospital Bom Jesus. O suspeito permaneceu na primeira viatura e teve o óbito constatado por uma equipe do Samu na entrada de Arapuã.

O cabo Magioni chegou ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. A morte foi confirmada pela Polícia Militar.

Magioni também era bastante conhecido em Apucarana, de onde era natural e tinha vários familiares e amigos. Ele deixa a esposa e um filho de um ano. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento.

Veja como proteger seu carro da ‘nova gasolina’ aprovada pelo governo.


 













A gasolina vendida no Brasil passa a ter 32% de etanol anidro a partir deste sábado (1º). Com a mudança, especialistas orientam que donos de veículos mais antigos ou modelos que não são flex reforcem os cuidados com a manutenção para evitar problemas no sistema de combustível. 

Segundo especialistas ouvidos pelo portal, motores sem calibração para uma concentração maior de etanol podem apresentar aumento no consumo, desgaste de componentes e até falhas no funcionamento ao longo do tempo.

Entre as principais recomendações está manter a manutenção em dia e acompanhar o estado do filtro de combustível, das mangueiras, das vedações e das velas de ignição. Para veículos que ficam longos períodos sem uso, estabilizadores de combustível também podem ajudar a preservar o sistema.

Outra orientação é evitar acelerar o veículo logo após a partida, especialmente com o motor frio. O ideal é aguardar alguns segundos antes de sair e dirigir de forma suave nos primeiros minutos de funcionamento.

Os primeiros sinais de que algo não vai bem incluem dificuldade na partida, marcha lenta irregular, aumento no consumo, perda de potência, engasgos durante a aceleração e o acendimento da luz da injeção eletrônica. Caso esses sintomas apareçam, a recomendação é procurar uma oficina especializada.

Especialistas também alertam que a substituição de peças por conta própria, como velas de ignição ou filtros de combustível, deve respeitar as especificações do fabricante. A instalação de componentes incompatíveis pode causar ainda mais problemas ao motor.

Apesar dos alertas, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) afirma que testes realizados antes da mudança não identificaram impactos relevantes no funcionamento dos veículos, inclusive nos modelos movidos apenas a gasolina. Já a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) defende que a ampliação da mistura deveria ser precedida por mais testes para garantir a segurança da frota.

A nova composição da gasolina foi aprovada pelo governo federal e terá validade inicial de 180 dias, podendo ser prorrogada por igual período.

Com informações do Correio 24h

“Advogata” do CV e jogadores de futebol são presos em operação que bloqueou R$ 32 milhões

 


A advogada Dayana Karol Moreira, apontada pela Polícia Civil de Mato Grosso (PCMT) como uma das principais responsáveis por dar aparência legal ao patrimônio milionário do Comando Vermelho (CV) no estado, foi presa nesta quinta-feira durante a Operação Replay. Segundo as investigações, ela integrava o núcleo financeiro da facção e teria papel estratégico na lavagem de dinheiro obtido com o tráfico de drogas, movimentando recursos por meio de empresas, contas bancárias de terceiros e aquisição de bens de alto valor.

Além da advogada, foram presos os jogadores de futebol amador Alex Júnior, conhecido como “Soldado”, e Brunno Passos, o “Brunninho”, investigados por atuarem como operadores do esquema financeiro da organização criminosa. Para a Polícia Civil, o trio prestava suporte direto à estrutura comandada pelo faccionado Paulo Witter Farias, o “WT”, considerado uma das principais lideranças da facção em Mato Grosso.

As investigações revelaram que o grupo era responsável por ocultar a origem ilícita de grandes quantias de dinheiro provenientes do tráfico. Conforme a polícia, a organização utilizava uma complexa rede de movimentações financeiras, incluindo contas em nome de terceiros, aquisição de imóveis, veículos e outros patrimônios registrados em pessoas sem capacidade financeira compatível com os bens adquiridos.

As informações são do Metrópoles


Multidão de imigrantes de Marrocos chega a cidade da Espanha a nado

 


A cidade de Ceuta, pertencente à Espanha e situada no norte da África, está passando uma crise migratória e sobrecarga de serviços após milhares de pessoas vindas de Marrocos e da Argélia chegarem ao município e forçarem a entrada.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra uma multidão de imigrantes chegando a Ceuta. Grande parte tenta alcançar o território espanhol a pé, a nado ou apoiados por boias.

Na quarta-feira, o presidente de Ceuta, Juan Vivas, afirmou que cerca de 1.500 pessoas chegaram ao local nas últimas duas semanas, por volta de 200 por dia. Segundo Vivas, os centros de acolhimento “não têm espaço para mais ninguém”.

O político ainda enfatizou que o número de mortos no mar superou 60 pessoas nos últimos 12 meses.

Metrópoles


Cobertura triplex onde Elize Matsunaga matou marido é colocada à venda por valor milionário


 













Mais de uma década após o assassinato do empresário Marcos Matsunaga, a cobertura onde o crime ocorreu foi colocada à venda por R$ 2,8 milhões, na Vila Leopoldina, zona oeste de São Paulo. O imóvel hoje pertence aos pais da vítima, que assumiram a propriedade após o encerramento da disputa judicial envolvendo Elize Matsunaga. A informação foi divulgada pelo blog do jornalista Ullisses Campbell, de O Globo.

Ao jornalista, representantes da família afirmaram que a cobertura já foi negociada. Apesar disso, o apartamento continua anunciado em pelo menos três imobiliárias, que ainda permitem o agendamento de visitas.

O imóvel permaneceu durante anos no centro de um impasse na Justiça. Quando adquiriu as duas coberturas, em 2008, Marcos Matsunaga registrou uma delas em nome de Elize por meio de uma doação. Após a condenação pelo assassinato do marido, ela perdeu o direito sobre a propriedade, mas ainda tentou reavê-la judicialmente. Somente depois da conclusão desse processo os dois apartamentos passaram integralmente para os pais do empresário, que decidiram colocá-los à venda.

A cobertura anunciada ocupa quatro pavimentos de um edifício construído em 1990 e reúne características de alto padrão. O imóvel possui piscina privativa, sauna seca com sala de descanso, adega climatizada, cinco suítes, quatro vagas de garagem, dois depósitos no subsolo e vista panorâmica da capital paulista.

Originalmente formado pela união de duas unidades residenciais, o apartamento tinha cerca de 370 metros quadrados quando era ocupado pelo casal. Entre seus diferenciais estavam um quarto do pânico, escondido atrás de um armário e equipado com portas blindadas, climatização independente e linha telefônica exclusiva, além de uma adega climatizada para armazenar a coleção de vinhos de Marcos Matsunaga.

Segundo a imobiliária responsável pelo anúncio, o valor pedido está cerca de 32% abaixo da média praticada para imóveis semelhantes no edifício. Enquanto outras coberturas são avaliadas em aproximadamente R$ 3,247 milhões, o apartamento foi anunciado por cerca de R$ 8,2 mil por metro quadrado.

Correio 24h

Moro critica possível ação da PF contra ministro do STF: “Nunca vi algo parecido”

 


O senador Sergio Moro (PL-PR) classificou como “inacreditável” a possibilidade de a cúpula da Polícia Federal recorrer à Advocacia-Geral da União (AGU) contra um ministro do STF, em meio às investigações sobre as fraudes contra aposentados e pensionistas do INSS. As informações são do Diário do Poder.

Em publicação nas redes sociais, Moro afirmou: “Nunca vi algo parecido: a cúpula atual da PF querendo acionar a AGU contra um Ministro do STF… para controlar as investigações do roubo dos aposentados.”

A declaração foi feita após a divulgação de informações sobre uma possível iniciativa da direção da PF envolvendo a condução das investigações relacionadas ao esquema de descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas.

As investigações sobre as fraudes no INSS seguem em andamento. Até o momento, os órgãos envolvidos não anunciaram qualquer mudança oficial na condução do caso.


PF aponta que Vorcaro citou Rui Costa, Wagner e Silveira como favoráveis ao negócio do Master com BRB


 














Um relatório da Polícia Federal aponta que Daniel Vorcaro, do Banco Master, teria citado três integrantes do governo Lula como favoráveis à venda da instituição financeira para o Banco de Brasília (BRB).

Segundo o documento, ao ser questionado por um jornalista sobre quais nomes do governo apoiavam a operação, Vorcaro teria mencionado o então ministro da Casa Civil, Rui Costa, o senador Jaques Wagner (PT-BA) e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

A conversa, segundo a PF, ocorreu em 19 de agosto de 2025 e faz parte da investigação que apura possíveis relações envolvendo o Banco Master e aliados políticos.

De acordo com o relatório entregue ao ministro André Mendonça, do STF, os investigadores avaliam que Vorcaro enxergava Jaques Wagner como um aliado político em uma operação de caráter regulatório, que dependia de análises técnicas do Banco Central.

A PF afirma ainda que o apoio de Wagner à negociação do Banco Master com o BRB, somado a cobranças feitas pelo enteado do senador, Eduardo Sodré Martins, por pagamentos pendentes, reforçaria a suspeita de que haveria uma relação entre articulações políticas e repasses financeiros investigados.

Mendonça manda investigar suspeita de vazamento da operação da PF contra Jaques Wagner


 











O ministro André Mendonça, do STF, determinou que a Polícia Federal investigue um possível vazamento de informações da operação que teve entre os alvos o senador Jaques Wagner (PT-BA).

Para apurar o caso, o ministro autorizou a quebra do sigilo telefônico e o monitoramento da movimentação do celular do parlamentar pelo período de dez dias.

Na decisão, Mendonça afirmou haver indícios que justificam a apuração sobre um eventual acesso antecipado de investigados às informações da operação e sobre a possibilidade de o vazamento ter ocorrido no âmbito da própria Polícia Federal.

Jaques Wagner é investigado na Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de pagamento de propina envolvendo o Banco Master. Segundo a Polícia Federal, há suspeitas de que o senador tenha recebido vantagens indevidas por meio de um apartamento avaliado em R$ 2,5 milhões, em Salvador.

A investigação também menciona mensagens nas quais o empresário Daniel Vorcaro teria indicado que Wagner poderia atuar como intermediário para transmitir recados ao presidente Lula.

As suspeitas são objeto de investigação e não representam conclusão sobre a responsabilidade dos envolvidos.

Ao retirar o sigilo dessa etapa do processo, Mendonça destacou que recebeu um pedido de audiência de um dos investigados no mesmo dia em que a Polícia Federal protocolou as representações relacionadas à operação.

Para o ministro, a coincidência reforçou a necessidade de apurar um possível vazamento de informações.

O senador foi alvo de mandado de busca e apreensão na nona fase da Operação Compliance Zero, deflagrada em 18 de junho.

De acordo com a decisão, o monitoramento da antena do celular foi autorizado porque medidas ostensivas poderiam comprometer as investigações, permitindo eventual destruição de provas, troca de aparelhos ou alinhamento de versões entre os investigados.

sexta-feira, 31 de julho de 2026

Greca confirma retirada de pré-candidatura ao governo do PR e será vice de Sandro Alex


 












O ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca (MDB), anunciou nesta sexta-feira (31) que não disputará o cargo de governador do Paraná nas eleições de 2026. Em uma mudança de rota política, Greca confirmou que integrará a chapa majoritária como candidato a vice-governador na composição liderada por Sandro Alex (PSD). A decisão foi oficializada em uma postagem nas redes sociais, que foi compartilhada pelos dois políticos. A aliança foi costurara pelo atual governador do estado, Ratinho Junior (PSD).

Um vídeo no Instagram mostra Sandro Alex e Greca ao telefone. "Vamos juntos? Trabalhar pelo Paraná?", pergunta o candidato do PSD. Greca responde: "Você sabe que eu jamais deixaria o nosso Estado se perder a interesses alheios à nossa história e ao nosso povo. Meu ideal paranista é muito maior do que qualquer ego", confirmando a especulação de aliança entre MDB e PSD no Paraná.

O recuo encerra um projeto político iniciado no começo deste ano, quando Greca deixou o PSD e assinou sua filiação ao MDB com o objetivo exclusivo de lançar seu nome ao governo estadual. Para se dedicar integralmente à disputa eleitoral de 2026, ele também havia deixado o cargo de secretário estadual de Desenvolvimento Sustentável, o qual ocupava na gestão de Ratinho Junior.