sexta-feira, 16 de outubro de 2026

PM afasta 12 policiais em apuração sobre imagens de tortura no PR


 












Doze policiais militares foram afastados das atividades operacionais nesta sexta-feira (16), no Parana, durante uma investigação sobre o compartilhamento de imagens de tortura e abuso de autoridade em abordagens. A ação da Corregedoria-Geral da Polícia Militar também resultou no cumprimento de 28 mandados de busca e apreensão e em três prisões em flagrante.

Entre os afastados está um oficial da corporação. As buscas tiveram como alvos 24 policiais militares e o responsável pelo perfil “militardoparana”, um homem de 22 anos que, segundo a PM, não integra a instituição. A identidade dele não foi divulgada.

A ação é uma nova etapa da operação Zeitgeist, iniciada em junho após uma denúncia sobre a publicação de fotos e vídeos de violência durante ocorrências policiais. A apuração ocorre por meio de um Inquérito Policial Militar, com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

Conforme o subcomandante-geral da PM do Paraná, Paulo Siloto, parte dos agentes afastados aparece nas gravações. Outros participavam de grupos de mensagens nos quais os registros circulavam. A investigação identificou policiais que teriam encaminhado materiais à página.

Os conteúdos incluíam imagens de pessoas detidas, feridas ou em situação de vulnerabilidade, além de gravações feitas dentro de viaturas e instalações policiais. Segundo Siloto, havia registros de violência principalmente contra pessoas em situação de rua, além de cenas de confrontos armados.

De acordo com a investigação, o administrador publicava trechos dos vídeos no Instagram, onde o perfil reunia aproximadamente 23 mil seguidores. O acesso às versões completas era oferecido mediante pagamento, com envio pelo Telegram.

A página foi desativada após a repercussão do caso, e o grupo no aplicativo de mensagens também foi excluído.

Durante as buscas, duas pessoas foram presas por porte irregular de munição e uma por porte ilegal de arma de fogo. Foram apreendidos uma arma, munições de diferentes calibres e dispositivos eletrônicos.

Os mandados foram cumpridos em 12 municípios: Curitiba, São José dos Pinhais, Pinhais, Almirante Tamandaré, Cerro Azul, Guarapuava, Pato Branco, Mandaguaçu, Nova Esperança, Paranavaí, Francisco Beltrão e Umuarama.

A Polícia Militar informou que o material recolhido será utilizado para identificar a origem das imagens e esclarecer a participação de cada investigado. Segundo a corporação, os afastamentos têm caráter cautelar, e a eventual responsabilização dependerá das provas reunidas durante a investigação.

Duas crianças e uma mulher morrem em acidente na BR-163 no PR

 


Duas crianças e uma mulher morreram em uma colisão entre um Honda HR-V e um caminhão na tarde desta sexta-feira (16), na BR-163, em Bom Jesus do Sul, no sudoeste do Paraná.

Outras duas pessoas que estavam no carro sobreviveram e foram encaminhadas ao hospital.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o automóvel transportava cinco integrantes de uma mesma família. A colisão traseira ocorreu no trecho entre Barracão e Santo Antônio do Sudoeste. As três vítimas que morreram ocupavam o banco de trás.

Nos bancos dianteiros estava um casal, encontrado consciente e em condição estável pelas equipes de resgate, conforme o Corpo de Bombeiros Militar de Dionísio Cerqueira (SC).

Os sobreviventes receberam atendimento dos bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foram levados ao Hospital Municipal de Dionísio Cerqueira.

Após a batida, o tráfego ficou restrito a uma pista, com passagem alternada de veículos pelo sistema Pare e Siga.

Além dos bombeiros e do Samu, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) atendeu à ocorrência. As circunstâncias da colisão serão apuradas.

278 paranaenses já receberam a CNH gratuita pelo programa social do Estado

 



278 paranaenses de todas as regiões do Estado já estão com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) do programa CNH Social nas mãos. Os novos motoristas se inscreveram no primeiro edital do programa, foram selecionados e já concluíram todo o processo da primeira habilitação (Permissão para Dirigir) sem qualquer custo.

Além disso, segundo balanço do Detran-PR, mais de duas mil pessoas estão com processos em andamento. Destas, 420 encontram-se na etapa de exames médicos, 474 na fase de exames teóricos e 1.041 na fase prática — todas distribuídas entre as 183 autoescolas credenciadas pelo órgão. Há ainda cerca de 1.200 candidatos que não iniciaram nenhuma das etapas. Para dar prosseguimento ao processo, a autarquia orienta esses usuários a acessarem o site do programa CNH Social.

“É um programa divisor de águas na história do Detran. Tivemos a iniciativa com a criação da lei, que foi feita a pedido do governador Ratinho Junior, e depois seguimos com o primeiro edital, já com resultados concretos. Muitos paranaenses não têm condições de tirar uma CNH e agora podem fazer de forma 100% gratuita, com apoio do Estado. Isso transforma a vida das famílias”, diz a diretora-presidente do Detran-PR, Viviane da Paz.

Uma das histórias é de Marielle Aparecida Neres Fagundes, 28 anos, que tirou a CNH há uma semana. Ela tem três filhos (12, 8 e 3 anos), trabalha como doméstica e agora tem mais liberdade para se locomover entre a sua casa, no Xaxim, e as casas que cuida.

“Vi uma notícia sobre o programa no jornal que assisto e nem acreditei. Sempre tive o sonho de tirar a habilitação para dirigir. Até tentei uma vez, há muitos anos, mas tive medo e depois o processo foi ficando mais distante. E abri mão desse sonho. Eu queria trabalhar com entregas, mas aí tive que mudar o rumo. Mas aí vi no jornal, corri atrás e me inscrevi no último dia”, afirma.

Ela também elogia o processo de aprendizagem na autoescola e todo o apoio que recebeu para as aulas. “Fiz as aulas teóricas pelo celular, passei pelo exame de vista, psicotécnico, fiz a biometria e todos os testes práticos. E estou até agora sem acreditar. Minha CNH é a B (carros), com EAR (anotação que autoriza o motorista a usar veículo como ferramenta de trabalho). Então tenho novas perspectivas agora”, complementa Marielle.

Ela conta que até então usava ônibus e aplicativos de transporte, e que agora está se encorajando a dirigir mais longe. “Acho que já estou pegando o jeito, até pra dirigir mais longe, com mais trânsito. Vou cada vez mais longe”, diz.

HISTÓRICO - O governador Carlos Massa Ratinho Junior sancionou em 2025 a lei que instituiu o programa. Ele permite que pessoas em situação de vulnerabilidade tenham acesso gratuito à formação e obtenção da CNH, além da inclusão ou mudança de categoria. O objetivo é reduzir desigualdades sociais e econômicas e ampliar as oportunidades de ingresso e retorno ao mercado de trabalho.

O programa isenta os beneficiários de todas as taxas relacionadas a exames médicos, cursos teóricos e práticos, provas e demais procedimentos necessários para a habilitação. A inclusão da observação sobre Exercício de Atividade Remunerada (EAR) no documento também é isenta. Os custos são assegurados pelo Detran-PR.

Para participar dos editais é preciso comprovar renda familiar de até três salários mínimos, residir no Paraná há pelo menos 12 meses e no município onde o benefício será concedido. Além disso, a pessoa precisa estar inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Não podem participar pessoas que tenham algum tipo de restrição do direito de dirigir (habilitação suspensa ou cassada).

NOVAS MODALIDADES – Um dos diferenciais do programa é a abertura para novas possibilidades de assistência, além da primeira habilitação. Um novo edital deve ser publicado nos próximos meses, mas já em outra modalidade instituída na lei. Ele atenderá motoristas que já possuem habilitação e desejam acrescentar as categorias C (caminhões), D (ônibus) ou E (veículos com unidade acoplada), ampliando as possibilidades de trabalho, especialmente no transporte de cargas e passageiros. Mais informações serão publicadas no site oficial e nas redes sociais do Detran-PR.

MPF investiga Meta após mais de mil denúncias de bloqueios nas eleições

 


O Ministério Público Federal (MPF) abriu um procedimento para investigar bloqueios, remoções de publicações e restrições impostas pela Meta, dona do Instagram, Facebook e WhatsApp, durante as eleições de 2026. A medida foi tomada, após organizações da sociedade civil reunirem 1.121 relatos de usuários que tiveram suas atividades limitadas nas plataformas, incluindo jornalistas, entidades estudantis, movimentos sociais e apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A empresa terá cinco dias para explicar os motivos, a duração e os critérios utilizados nas restrições. A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), responsável pela investigação, também determinou o encaminhamento dos casos à Procuradoria-Geral Eleitoral, que poderá avaliar eventuais consequências para a disputa presidencial.

A decisão foi assinada pela subprocuradora-geral da República Paula Bajer Fernandes, após representação apresentada pelas organizações Artigo 19, Conectas Direitos Humanos, Sleeping Giants Brasil e CTRL+Z. Dos relatos recebidos, 72 episódios foram selecionados para análise individualizada.

O MPF pretende esclarecer se as restrições decorreram de decisões internas da Meta, sistemas automatizados ou determinações judiciais. Também quer saber quais justificativas foram apresentadas aos usuários e se houve possibilidade efetiva de contestar as punições.

Bloqueios atingiram jornalistas e movimentos sociais

O levantamento das organizações aponta que 36% dos relatos envolvem redução do alcance das publicações, enquanto 32% dizem respeito à limitação de funcionalidades, como impedimentos para compartilhar conteúdos ou enviar mensagens. Outros 22% relatam remoções ou banimentos.

Entre os atingidos estão páginas de entidades estudantis de universidades federais, sindicatos, movimentos sociais e profissionais que utilizam as redes para divulgar informações e exercer suas atividades.

Segundo a CTRL+Z, algumas dessas contas foram restringidas quando divulgavam manifestações de apoio a Lula. Há também denúncias de publicações políticas classificadas pela plataforma como conteúdos relacionados a terrorismo ou exploração sexual infantil, enquadramentos contestados pelos responsáveis pelas postagens.

As organizações questionam a falta de transparência sobre os critérios adotados pela empresa e apontam dificuldades para reverter punições. Em alguns casos, os usuários afirmam não ter recebido explicações específicas sobre as regras supostamente violadas.

Campanha de Flávio pediu suspensão de perfis

A investigação ocorre enquanto a campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tenta obter na Justiça Eleitoral a suspensão de contas e a retirada de publicações favoráveis a Lula.

Em uma ação apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a campanha mapeou uma rede de 1.525 perfis no Instagram e pediu a suspensão temporária de 32 contas, além de restrições a publicações feitas em colaboração entre usuários.

Um cruzamento entre o levantamento das organizações e a relação apresentada pela campanha identificou 16 contas atingidas por medidas de moderação da Meta que também aparecem na ação de Flávio.

Entre os exemplos está o perfil @eutocomlula, que, segundo a CTRL+Z, teve o envio de mensagens restringido uma semana antes do primeiro turno. Posteriormente, a conta foi incluída entre os 32 perfis cuja suspensão foi solicitada pela campanha do senador.

A coincidência não comprova que os bloqueios tenham sido provocados pela campanha. A origem e a cronologia das restrições estão entre os pontos que ainda precisam ser esclarecidos.

Eduardo Moreira também teve perfil bloqueado

Nesta quarta-feira, o economista Eduardo Moreira, fundador do ICL teve seu perfil bloqueado durante a madrugada, após publicar um vídeo sobre uma conversa com Lula.

A conta, com aproximadamente 1,9 milhão de seguidores, foi recuperada horas depois. Moreira relatou dificuldades durante o procedimento de recuperação e afirmou que seus vídeos haviam alcançado mais de 100 milhões de visualizações na última semana.

O episódio ocorreu após a apresentação da representação ao MPF, mas ainda não há confirmação de que tenha sido incluído na investigação.

Também nesta quarta-feira, o ICL Noticias revelou que a ferramenta de inteligência artificial da Meta no WhatsApp recusou solicitações para criar imagens favoráveis a Lula, enquanto aceitou pedidos semelhantes envolvendo Flávio Bolsonaro. A diferença de tratamento também foi identificada em testes publicados pela Folha de S.Paulo.

A investigação do MPF poderá esclarecer se as restrições denunciadas resultaram de falhas nos sistemas da empresa, da aplicação de suas regras internas ou de ordens judiciais. A abertura do procedimento ainda não representa uma conclusão sobre a legalidade dos bloqueios.


A poucos dias da eleição, Lula promete Pé-de-Meia universitário com custo inicial de R$ 4,6 bilhões

 


A poucos dias do segundo turno, Lula anunciou a ampliação do Pé-de-Meia para universitários, com pagamentos mensais e bônus anual que podem elevar o custo do programa a bilhões de reais. O governo ainda não detalhou o orçamento necessário para uma eventual expansão do benefício.

A proposta prevê pagamentos mensais de R$ 700 durante dez meses por ano, além de um depósito anual de R$ 2.500, que poderá ser sacado após a conclusão do curso.

Segundo o senador Camilo Santana (PT-CE), o programa terá custo inicial estimado em R$ 4,6 bilhões e atenderá cerca de 485 mil estudantes inscritos no CadÚnico. O financiamento deverá utilizar recursos do Fundo Social do pré-sal destinados à assistência estudantil.

As cifras podem crescer caso o benefício seja ampliado. A inclusão de todos os estudantes de instituições públicas poderia elevar o custo anual a R$ 17,9 bilhões. Com os beneficiários do ProUni, a despesa chegaria a R$ 22 bilhões por ano. O anúncio foi feito a 12 dias da eleição, sem detalhamento completo do orçamento necessário para uma eventual expansão.

Com informações da Folha de São Paulo


DATAFOLHA: Violência é o principal problema do país para 20%; saúde preocupa 18%


 















A violência foi citada por 20% dos eleitores como o principal problema do país de responsabilidade do governo federal, segundo pesquisa Datafolha. Saúde aparece com 18%, e economia, incluindo inflação e preço dos alimentos, com 15%.

Também foram mencionados corrupção (7%), educação (6%), desemprego (4%), fome e miséria (3%), impostos altos (3%) e desigualdade social (2%). Administração pública, gastos públicos, impunidade, salário, política e habitação tiveram 1% cada. A pergunta foi espontânea, sem alternativas, e permitia apenas uma resposta.

As menções à violência passaram de 17% em julho para 20%, enquanto saúde recuou de 21% nos dois levantamentos anteriores para 18%. Segundo a reportagem, as oscilações ficaram dentro da margem de erro. Saúde foi mais citada por mulheres (22%) e por pessoas com renda familiar de até dois salários mínimos (23%).

O Datafolha ouviu 2.520 eleitores de 16 anos ou mais nos dias 13 e 14 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, e o registro no TSE é BR-00466/2026.

Brasil TCU suspende julgamento de contas do BC até apuração sobre Caso Master

 


O Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu o julgamento das contas do Banco Central referentes a 2025 até a conclusão definitiva de uma investigação sobre a atuação da autoridade monetária no caso Banco Master.

A decisão acolheu pedido do Ministério Público junto ao TCU, que apontou possíveis reflexos das apurações sobre a avaliação da gestão de Gabriel Galípolo e de outros oito integrantes da administração do BC.

A investigação apura possível omissão na fiscalização do Banco Master e de suas subsidiárias, além dos procedimentos que levaram à liquidação extrajudicial da instituição, em novembro de 2025. Embora a área técnica tenha recomendado a aprovação das contas, o julgamento ficará suspenso até o encerramento definitivo do processo.

Com informações do Poder 360


Mensagens expõem CEO da Globo discutindo Malu Gaspar e falando de atrizes com Vorcaro

 


Conversas divulgadas pelo humorista Antonio Tabet e reproduzidas por O Antagonista mostram Frederic Kachar, CEO da Editora Globo, InfoGlobo e Globo Condé Nast, discutindo com Daniel Vorcaro uma reportagem da jornalista Malu Gaspar. As mensagens estavam no celular do ex-dono do Banco Master apreendido pela Polícia Federal.

Reprodução

Vorcaro reclamava de uma coluna publicada em abril de 2025 sobre gestores do Master investigados por supostas operações fraudulentas e manipulação de preços. “Isso é sacanagem demais, Fred. Numa boa”, escreveu. Kachar respondeu que o estilo da jornalista era o mesmo “com todo mundo”, mas avaliou: “Eu acho cansativo e desnecessário”. Após o banqueiro falar em “chuva de ataques”, o executivo afirmou: “Vou falar com ela”.

Reprodução

Na publicação, Tabet destacou que os diálogos mostram “muita intimidade e afagos” entre os dois. As mensagens também revelam conversas sobre festas privadas organizadas por Vorcaro, algumas descritas como encontros “sem celulares” e “sem riscos”, além de comentários de Kachar sobre Sabrina Sato, Deborah Secco e sua ex-companheira, Monique Alfradique.

Em um dos trechos, Kachar afirma que Sabrina “tava pra jogo” e diz que Deborah Secco também estaria. Após uma das festas de Vorcaro, o executivo agradeceu: “Será que alguém anotou a placa do caminhão que me atropelou? Obrigado pelo convite ontem”. A Globo e Frederic Kachar foram procurados pelos veículos, mas não haviam se manifestado até a publicação da reportagem.

Com informações de O Antagonista e Antonio Tabet


Erika Hilton cria canal “Tropa do Lula” após suspensão de grupo de Janones

 


A deputada federal Erika Hilton (PSol-SP) criou o canal “Tropa da Erika Hilton com Lula” no WhatsApp após a suspensão do “Exército do Lula”, administrado pelo deputado André Janones (Rede-MG). Até o momento o novo grupo já reunia 375 mil seguidores.

A suspensão do canal de Janones, que tinha mais de 4 milhões de seguidores, foi determinada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, e vale por 48 horas, até quinta-feira.

A decisão condicionou o funcionamento do canal ao registro do endereço pela campanha de Lula na Justiça Eleitoral. Mesmo após o cumprimento da exigência, o ministro manteve a suspensão pelo prazo estabelecido. Janones classificou como uma “grande coincidência” o fato de a interrupção ocorrer no período da votação da PEC que propõe o fim da escala de trabalho 6×1, prevista para esta quarta-feira no Senado.