terça-feira, 10 de março de 2026

IPVA 2026: terceira parcela para placas 3 e 4 vence nesta terça (10)

 


Os proprietários de veículos com final de placa 3 e 4 devem ficar atentos ao prazo de vencimento do IPVA 2026. A cota é referente ao mês de março (3ª parcela) que vence nesta terça-feira (10).

Para os contribuintes que optaram pelo pagamento parcelado, as cotas deste mês vencem entre os dias 9 e 13, conforme o número final da placa do veículo. Por isso, é importante acompanhar o cronograma de vencimentos para evitar atrasos, perda de benefícios e problemas decorrentes da inadimplência.

De acordo com balanço da Receita Estadual, o IPVA 2026 já arrecadou mais de R$ 2,62 bilhões até o último dia 28 de fevereiro, o que representa 56,7% dos R$ 4,6 bilhões lançados para o exercício deste ano. No total, mais de 2,97 milhões de veículos já quitaram o imposto de forma integral ou parcial em todo o Paraná, número que corresponde a 71,9% da frota tributável do Estado.

ATRASO – A multa é de 0,33% ao dia mais juros de mora (de acordo com a taxa Selic). Após 30 dias de atraso, o percentual é fixado em 20% do valor do imposto.

COMO PAGAR – As guias do IPVA no Paraná não são mais enviadas pelos correios aos endereços dos contribuintes. Para fazer o pagamento, os proprietários devem acessar o Portal do IPVA ou o Portal de Pagamento de Tributos para gerá-las. Outra possibilidade é o uso do aplicativo Serviços Rápidos, da Receita Estadual, disponível para Android e iOS, que permite o acesso às guias.

Assim como já aconteceu no exercício 2025, os contribuintes poderão pagar o IPVA 2026 via pix a partir do QR Code presente na guia, podendo ser feito a partir de mais de 800 instituições financeiras, bem como seus canais digitais, não limitados aos parceiros do Estado.

As motocicletas de até 170 cilindradas continuam isentas do imposto, mantendo a política adotada no IPVA 2025. Já ônibus, caminhões, veículos de aluguel ou movidos a gás natural veicular (GNV) são tributados em 1%. Atualmente, cerca de 36 mil veículos leves já utilizam GNV no Paraná.

Temporada da gripe pode vir antecipada, alerta especialista


 
















Curitiba já tem a nova vacina da gripe 2026 disponível com proteção atualizada contra cepas em circulação. A Clínica Vacinne é uma das que já conta com o imunizante. A chegada da vacina acontece em um momento de alerta das autoridades de saúde sobre a possibilidade de uma temporada de gripe mais precoce nas Américas.

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) informou que a atividade global do vírus influenza tem aumentado nos últimos meses, com predominância do subtipo Influenza A (H3N2). O cenário pode antecipar a temporada de gripe em 2026 e ampliar o impacto da doença, reforçando a importância da vacinação preventiva.

De acordo com a enfermeira especialista em vacinação da Clínica Vacinne, Elisa Lino, a atualização anual da vacina é essencial para acompanhar a evolução do vírus.

“Todos os anos, a vacina é reformulada com base nas recomendações da Organização Mundial da Saúde, que monitora quais cepas estão circulando com mais intensidade no mundo. Dessa forma, a imunização é ajustada para oferecer a melhor proteção possível para a população”, explica.

A vacina disponível na Clínica Vacinne possui formulação quadrivalente, que protege contra quatro cepas do vírus influenza recomendadas para a temporada de 2026. A composição inclui os vírus Influenza A/Missouri/11/2025 (H1N1)pdm09 e Influenza A/Singapore/GP20238/2024 (H3N2), além das cepas Influenza B/Austria/1359417/2021 e Influenza B/Phuket/3073/2013, ampliando a cobertura imunológica contra os vírus com maior probabilidade de circulação.

Segundo Elisa, a presença dessas quatro cepas aumenta a capacidade de proteção da vacina e reduz o risco de complicações associadas à gripe. “A gripe é uma doença respiratória que pode evoluir para quadros graves, principalmente em pessoas mais vulneráveis. A vacinação anual continua sendo a forma mais eficaz de prevenir complicações, hospitalizações e até mortes relacionadas ao vírus influenza”, destaca.

A especialista também orienta que a imunização seja realizada preferencialmente antes do período de maior circulação do vírus. “Quanto mais cedo a pessoa se vacinar, maior será o tempo de proteção durante t

Técnico de enfermagem é preso suspeito de estuprar paciente em hospital no Paraná

 


Um técnico de enfermagem foi preso temporariamente pela Polícia Civil, no último sábado (7), suspeito de estuprar uma paciente internada em um hospital público de Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná. O crime teria ocorrido durante a madrugada no período de internação da vítima. Segundo a delegada Emanuelle Baggio, o caso foi tipificado como estupro de vulnerável, pois a condição de saúde da paciente no momento do ataque a impedia de oferecer resistência.

A investigação teve início após a denúncia da própria paciente. Assim que tomou conhecimento do relato, no dia 13 de fevereiro, a administração do hospital desligou o profissional por justa causa e registrou o boletim de ocorrência. Em nota, a unidade de saúde afirmou que prestou acolhimento integral à vítima e sua família, incluindo suporte psicológico e de assistência social, e colaborou com as autoridades para a apuração dos fatos.

O suspeito, que não teve a identidade revelada, trabalhava como técnico de enfermagem na instituição. De acordo com a Polícia Civil, o inquérito policial está em fase de conclusão e deve ser encaminhado à Justiça nos próximos dias. O profissional permanece detido e responderá pelo crime contra a dignidade sexual ocorrido dentro das dependências hospitalares.

Jovem morre dias após acidente de moto em Maringá e família doa órgãos

 


O jovem Patrick Paulo de Oliveira Ruela, de 25 anos, morreu na tarde do último sábado, 7, após não resistir aos ferimentos provocados por um acidente de trânsito ocorrido no dia 1º de março, na Avenida das Grevíleas, no Parque das Grevíleas, em Maringá.

De acordo com informações de amigos, Patrick pilotava uma motocicleta quando acabou colidindo contra um carro que estava estacionado no meio da avenida. Com a força do impacto, o jovem sofreu ferimentos gravíssimos e foi socorrido em estado crítico. Ele foi encaminhado ao Hospital Universitário de Maringá, onde permaneceu internado por alguns dias.

Apesar dos esforços da equipe médica, Patrick não resistiu aos ferimentos e morreu na tarde de sábado. Em meio à dor da perda, a família tomou uma decisão de solidariedade e amor ao próximo: autorizou a doação dos órgãos do jovem, possibilitando que outras vidas fossem salvas.

No momento em que ocorreu a captação dos órgãos, amigos e familiares se reuniram em frente ao hospital para prestar uma última homenagem. Em um ato emocionante, eles soltaram balões, simbolizando a despedida e o carinho pelo jovem.

Com informações do GMC

Peritos criminais afirmam que programas usados pela PF para acessar conteúdo de celular permitem rastrear mensagens apagadas


 














Peritos criminais afirmam que ferramentas de perícia digital utilizadas pela Polícia Federal permitem acessar e analisar conteúdos armazenados em celulares apreendidos, inclusive rastreando registros de mensagens apagadas ou enviadas em modo de visualização única. Segundo especialistas, os softwares conseguem recuperar fragmentos de dados e identificar informações como data, horário e destinatário das comunicações.

Peritos da Polícia Federal ouvidos pela reportagem do jornal O Globo explicam que o primeiro passo após a apreensão é quebrar a senha do dispositivo para permitir o acesso ao conteúdo. Para isso, são utilizados programas como Cellebrite e GrayKey, capazes de fazer uma cópia completa do sistema — conhecida como extração “bit por bit”.

Esse processo cria um espelhamento integral dos dados do celular, incluindo fragmentos de arquivos e registros técnicos, chamados de logs. Esses registros permitem rastrear mensagens enviadas, inclusive as de visualização única ou que foram apagadas.

Segundo especialistas em perícia digital, mesmo quando o conteúdo da mensagem desaparece, o sistema costuma manter informações como data, horário, destinatário e o caminho do arquivo utilizado no envio.

Nas investigações envolvendo Vorcaro, os peritos também analisam capturas de tela que teriam sido enviadas como imagens em mensagens de visualização única pelo WhatsApp.

Após a extração dos dados, a Polícia Federal utiliza o IPED, um software desenvolvido pela própria PF para organizar arquivos, transcrever áudios e facilitar buscas por palavras-chave dentro de grandes volumes de informação.

O programa também gera códigos criptográficos chamados de “hash”, que funcionam como uma assinatura digital para garantir a integridade das provas analisadas.

Especialistas ressaltam que a organização automática dos arquivos pelo sistema não indica necessariamente para quem uma mensagem foi enviada, pois a classificação ocorre apenas com base nesses códigos digitais.

Com essas ferramentas, a perícia consegue reconstruir parte das interações digitais, mesmo quando houve tentativa de apagar ou ocultar informações.

EUA devem anunciar CV e PCC como organizações terroristas nos próximos dias

 


O governo do presidente norte-americano Donald Trump deve anunciar nos próximos dias que as facções criminosas brasileiras Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) serão designadas como Organizações Terroristas Estrangeiras pelos EUA.

A documentação em relação aos dois grupos foi finalizada no Departamento de Estado há alguns dias, passou por uma série de outras agências que deram ok ao material, e segue o mesmo formato do que já foi feito pela gestão Trump em relação a outras quadrilhas da América Latina, como o Cartel de Jalisco, do México, ou o Tren de Aragua, da Venezuela.

Depois de sair da mesa do secretário de Estado Marco Rubio, o material deverá ainda ser entregue ao Congresso e finalmente publicado no Registro Oficial Federal, o que pode levar aproximadamente mais duas semanas.

A informação foi confirmada ao UOL por diferentes fontes dentro ou próximas à administração Trump. A reportagem apurou ainda que o chanceler brasileiro Mauro Vieira soube do avanço do tema em Washington e tem tentando conversar com sua contraparte, o secretário de Estado Marco Rubio, desde ontem. Até a publicação deste texto, não houve a confirmação de que a conversa entre ambos tenha acontecido.

A designação de um cartel como Organização Terrorista Estrangeira (FTO, na sigla em inglês) pelo Departamento de Estado congela ativos de seus integrantes nos EUA, impede acesso destes grupos ao sistema financeiro do país e barra o fornecimento de “apoio material”, como armas, por entes norte-americanos.

Além disso, impõe restrições de imigração aos EUA aos associados às quadrilhas e aumenta os riscos legais para empresas que operam nas regiões afetadas. Elas passam a estar sujeitas a sanções do Tesouro dos EUA. O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) tem emitido alerta a empresas quanto ao risco aumentado de fazer negócios em países como o México, em que operam cartéis designados como terroristas.

Trump também já fez ameaças explícitas de ataques militares contra cartéis no território do México, por exemplo, embora haja divergência entre especialistas sobre se a designação dos cartéis como grupo terrorista daria à Casa Branca cobertura legal para esse tipo de ação.

O assunto vinha sendo tocado há meses por diferentes funcionários do governo americano, entre os quais o subsecretário de Estado para Hemisfério Ocidental Christopher Landau, o secretário de Estado adjunto interino para Assuntos Educacionais e Culturais dos Estados Unidos, Darren Beattie, e o Conselheiro Sênior para Assuntos do Hemisfério Ocidental Ricardo Pita. O tema também conta com a simpatia da nova Czar das Drogas de Trump, Sarah Carter, confirmada em janeiro pelo Congresso como Diretora do Gabinete de Políticas Nacionais de Controle de Drogas.

O combate ao tráfico de drogas nas Américas é tema prioritário para a administração Trump e foi assunto de um encontro liderado pelo presidente americano junto a líderes de direita da América Latina, ontem, em Miami, batizado de Shield of the Americas (Escudo das Américas).

Segundo apuração do UOL apurou que o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que não participou das reuniões dos chefes de Estado, pediu pessoalmente ao presidente da Argentina, Javier Milei, e de El Salvador, Nayib Bukele, que fizessem avançar a agenda de designação de CV e PCC como grupos terroristas por Trump.

O governo Lula se opunha à designação da facções brasileiras como terroristas e afirmou isso ao governo dos EUA em diferentes ocasiões.

Em parte, a resistência se deve ao temor de que essa designação possa afetar a soberania do Brasil em lidar com suas questões de segurança doméstica, incluindo aí uma facilitação para a atuação militar dos americanos, que têm bombardeado embarcações supostamente ligadas ao tráfico no Caribe.

Além disso, o governo brasileiro diz que nem PCC nem CV possuem motivações políticas ou ideológicas, sendo meramente organizações criminosas que visam lucros ilícitos, e portanto não se aplicaria o conceito de terrorismo para designar tais grupos.

Brasil e EUA estão em negociação para lançar uma cooperação bilateral no combate ao crime organizado. Com a derrubada das tarifas por decisão da Suprema Corte dos EUA, esta se tornou a principal pauta de um possível encontro entre Trump e Lula na capital americana, que o brasileiro gostaria que ocorresse ainda este mês – mas que segue sem data marcada.

Em dezembro passado, Lula telefonou para Trump para propor esse esforço conjunto, especialmente com trabalho compartilhado de inteligência que pudesse barrar a lavagem de dinheiro dessas quadrilhas em território americano. Lula chegou a apontar alvos específicos que atuariam na Flórida para lavar lucro ilegalmente obtido com imóveis, por exemplo. A negociação estava em aberto, mas como o UOL mostrou no fim do mês passado, havia certa tensão nos escalões inferiores da diplomacia.

Em parte, a negociação proposta por Lula já era uma tentativa do Planalto de impedir o avanço da direita sobre o tema nos EUA, como aconteceu com tarifas e a Lei Global Magnitsky. Segurança pública deverá ser um dos grandes assuntos da eleição presidencial do Brasil, em outubro.

Consultados, nem o Itamaraty nem o Planalto enviaram comentários oficiais sobre o assunto até a publicação desta reportagem.

Por Mariana Sanches, UOL


Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei, é escolhido líder supremo do Irã

 


O Irã elegeu Mojtaba Khamenei, filho do aiatolá Ali Khamenei, como novo líder supremo do país, uma semana após o pai ser morto em ataque dos Estados Unidos e Israel.

Mojtaba foi escolhido pela Assembleia de Peritos do Irã, um órgão composto por 88 clérigos eleitos de alto escalão encarregados de escolher o líder supremo. Até então, a Assembleia havia eleito um novo líder apenas uma vez desde a fundação da República Islâmica, em 1979.

Foi quando Ali Khamenei foi escolhido às pressas após a morte do aiatolá Ruhollah Khomeini, há mais de três décadas.

Mais cedo neste domingo (8), Hosseinali Eshkevari, membro da Assembleia de Peritos do Irã, havia afirmado que o nome de Khamenei permanecerá como líder do Irã.

“Com a maioria dos votos, foi escolhida a pessoa que dará continuidade ao legado do Imam Khomeini e do mártir Imam Khamenei. O nome de Khamenei permanecerá. A votação já foi realizada e o resultado será anunciado em breve”, disse Eshkevari em um vídeo divulgado pela mídia iraniana.

Quem é Mojtaba Khamenei?

Motjaba Khamenei, 56 anos, é o segundo filho do aiatolá Ali Khamenei e ocupa o cargo de clérigo de posição intermediária.

Ele é conhecido por exercer influência significativa nos bastidores e por ter fortes ligações com a IRGC (Guarda Revolucionária Islâmica), a força militar mais poderosa do país, bem como com a sua força paramilitar voluntária Basij.

Segundo três autoridades, a Guarda pressionou por sua nomeação, argumentando que ele possuía as qualificações necessárias para conduzir o Irã neste momento de crise.

CNN Brasil


Delação de Vorcaro será discutida após PF concluir extração de dados de celulares.

 


A possibilidade de uma delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro ganhou força após sua nova prisão, na terceira fase da Operação Compliance Zero, realizada na semana passada.

Segundo apuração do site Metrópoles, qualquer discussão sobre acordo só deve ocorrer depois que a Polícia Federal concluir a extração de dados de todos os celulares apreendidos com o empresário.

No momento da prisão em São Paulo, na quarta-feira (4), os investigadores recolheram mais três aparelhos. Ao todo, já são oito celulares de Vorcaro sob custódia da PF, ainda em processo de perícia.

A intenção da polícia é primeiro entender a dimensão completa do esquema e identificar todos os envolvidos antes de avaliar uma eventual colaboração.

A delação poderia ser firmada tanto com a Procuradoria-Geral da República quanto diretamente com a Polícia Federal. A Lei das Organizações Criminosas permite que delegados celebrem esse tipo de acordo, embora isso não seja comum.

Nos bastidores, o temor de uma delação aumentou após o vazamento de mensagens que indicariam proximidade de Vorcaro com autoridades dos três Poderes.

Entre os episódios citados está uma mensagem enviada no dia 17 de novembro, quando o empresário foi preso pela primeira vez. No texto, ele pergunta a um contato se havia conseguido “bloquear” algo. A resposta teria sido enviada por meio de mensagens de visualização única.

O ministro do STF Alexandre de Moraes, apontado como possível destinatário, negou qualquer relação com as mensagens. Segundo ele, análise técnica indicou que o contato não corresponde aos seus dados.

Após os vazamentos, o ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo, determinou a abertura de investigação para apurar a divulgação de informações sigilosas.

Vorcaro está preso na Penitenciária Federal de Brasília, unidade de segurança máxima, enquanto a PF avança na análise dos aparelhos apreendidos.


Investigação ordenada por Moraes contra chefe da Unafisco gera revolta e manifesto de auditores

 


Um grupo de 45 presidentes e delegados de delegacias sindicais do Sindifisco Nacional divulgou um manifesto em defesa do presidente da Unafisco, Kleber Cabral, que virou alvo de investigação da Polícia Federal por ordem do ministro do STF, Alexandre de Moraes.

Cabral é investigado no chamado inquérito das fake news, após fazer críticas a operações da Polícia Federal contra auditores da Receita Federal suspeitos de vazarem dados sigilosos de ministros do Supreme Federal Court of Brazil e de seus familiares. O dirigente sindical chegou a prestar depoimento à PF no fim do mês passado.

No manifesto, os auditores afirmam que a investigação determinada por Moraes levanta “preocupação institucional quanto à liberdade de expressão e à segurança jurídica” na atuação da categoria. O documento também ressalta que, por lei, auditores fiscais podem fiscalizar qualquer cidadão, inclusive autoridades públicas, e alerta para o risco de situações assim gerarem efeito inibidor no exercício das funções.

O texto ainda relembra um episódio de 2019, quando a seleção de 133 pessoas politicamente expostas para análise fiscal levou ao afastamento de auditores, posteriormente reintegrados após não se comprovar irregularidades. No mês passado, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão contra servidores suspeitos de divulgar dados de ministros do STF.

Esses servidores estão proibidos de entrar no Serviço Federal de Processamento de Dados e na Receita Federal do Brasil, além de acessar seus sistemas.