sábado, 26 de setembro de 2026

Candidato ao governo, Sandro Alex fez carreata em Londrina

 


Sem seu principal cabo eleitoral, Ratinho Junior (PSD), mas com o prefeito Tiago Amaral (PSD) e outros figurões na comitiva, o candidato ao governo do Paraná Sandro Alex (PSD) fez carreata por Londrina nesta sexta-feira.

Alex veio de avião e as atividades começaram com uma hora de atraso. A concentração foi na avenida Comandante Ribeiro de Barro, na zona leste, em frente à AABB (Associação Atlética Banco do Brasil), a partir das 9h30. Por volta das 10h30, Tiago Amaral chegou ao local e subiu na caçamba da caminhonete. Momentos depois, Sandro Alex conversou com jornalistas.

Escolhido como sucessor por Ratinho Junior, Alex iniciou a campanha com baixos índices nas intenções de voto, ficando atrás de Sergio Moro (PL) e Requião Filho (PDT). Durante a campanha, contou com apoio do governador e seu nome começou a subir entre os eleitores.

Na reta final, o candidato afirmou que pretende concentrar os esforços no contato direto com os eleitores e na apresentação das ações e propostas de seu plano de governo. Sandro Alex também destacou obras e projetos em Londrina e na região como parte de seu discurso de continuidade da atual gestão estadual.

Até onde vai a incompetência da Copel?

 


A cidade de Apucarana sofreu um apagão em duas oportunidades, deixando tudo às escuras. Mais uma patacoada da Copel. A conta de luz dos consumidores chega sempre no dia certo, e cada vez mais cara. Longe do preço ter equivalência com o serviço prestado estar justo. 

As pessoas mais idosas, que sempre conviveram com uma Copel que era tida como a melhor companhia estatal de energia do país, hoje não conseguem entender como a empresa chegou a esse ponto. Incompetência da diretoria? Efeito da privatização de parte de suas ações? O que, afinal, tem levado a Copel a se tornar uma empresa ineficiente, comparada com o que era tempos atrás?.

 A resposta pode estar com a atual diretoria, toda ela nomeada pelo governador Ratinho Junior que, a esta altura e na reta final de seu mandato, pouco ou quase nada pode fazer para que a Copel volte a ser o orgulho do Paraná. Fica para o próximo governo, seja ele qual for. É evidente que mudanças passam pela troca de diretoria, ou pelo menos de alguns de seus membros.

É o primeiro passo para que o consumidor volte a ter confiança na empresa, hoje nem sombra do que fora outrora. Para o povo paranaense fica a saudade daquela Copel de antigamente, que era a melhor empresa de energia do Brasil.

Caixão cai de carro funerário a caminho do IML e fica no meio da rua

 


Um caixão caiu de um carro funerário e ficou no meio de uma rua durante o transporte de um corpo em Maraba (PA). O caso ocorreu nas proximidades da rotatória da Praça da Criança, no Núcleo Nova Marabá, e chamou a atenção de moradores e motoristas que passavam pelo local. Vídeos e imagens do incidente circulam nas redes sociais.

Nas imagens, o caixão de madeira aparece no chão da via. Após a queda, dois homens retiraram o corpo e o colocaram em uma urna de remoção, que foi acomodada novamente no veículo funerário. Na sequência, o caixão também foi recolhido e colocado no carro.

De acordo com a funerária responsável pelo transporte, o corpo era levado do Instituto Médico Legal (IML) para a empresa quando a porta traseira do veículo se abriu de forma inesperada devido a uma falha mecânica na trava de segurança da porta. Ainda segundo a empresa, após o incidente, o corpo foi encaminhado para os procedimentos seguintes e sepultado.

A funerária lamentou o ocorrido e afirmou que o episódio causou susto e afetou a memória e a dignidade do ente querido, além de provocar sofrimento à família. Em nota, a empresa disse.

“Lamentamos profundamente o ocorrido, especialmente pelo susto causado e pelo impacto à memória e à dignidade do ente querido, bem como pela dor vivenciada pela família, a quem manifestamos nossa mais sincera solidariedade e prestamos todo o apoio necessário”.

A empresa classificou o episódio como uma situação isolada e atípica e informou que o veículo envolvido está passando por manutenção. Os demais carros funerários também serão submetidos a uma nova revisão preventiva dos sistemas de segurança.

Brasil CASO MASTER: OAB pede ao STF proteção ao sigilo entre advogados e clientes

 


A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) medidas para preservar o sigilo profissional entre advogados e clientes no caso envolvendo o Banco Master.

O pedido, assinado pelo presidente da OAB, Alberto Simonetti, ocorre após a divulgação de conversas e contratos jurídicos relacionados ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

A entidade afirma que informações obtidas durante investigações não devem ser divulgadas indiscriminadamente quando envolverem comunicações confidenciais, estratégias de defesa ou documentos protegidos pelo sigilo profissional.

A OAB citou a garantia de inviolabilidade dos advogados prevista na Constituição e no Estatuto da Advocacia.

Com informações de O Antagonista


TRE-PR manda Deltan Dallagnol desativar Instagram ou apagar propaganda eleitoral


 











O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) determinou que Deltan Dallagnol (Novo), candidato ao Senado pelo estado, desative o perfil oficial no Instagram ou retire toda a propaganda eleitoral publicada na página. A ordem deve ser cumprida no prazo de 24 horas.

A decisão é da desembargadora Cláudia Cristina Cristofani, juíza auxiliar da propaganda eleitoral, e foi tomada após uma denúncia apresentada por meio do Sistema Pardal. Segundo a magistrada, Dallagnol estava impedido de fazer a campanha “por qualquer meio”, porém, continuou utilizando a rede social para divulgar conteúdos relacionados à candidatura mesmo depois de ser notificado sobre a suspensão de sua campanha pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A determinação estabelece que, caso opte por manter o perfil ativo, o candidato deverá remover todo o conteúdo de propaganda eleitoral. Dallagnol também terá de comprovar à Justiça Eleitoral que cumpriu a ordem e poderá apresentar esclarecimentos e documentos no processo.

Suspensão da campanha

No último sábado (19), o ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, havia determinado a suspensão dos atos de campanha de Dallagnol enquanto a Corte analisa um recurso relacionado ao registro de sua candidatura ao Senado.

A medida impede o candidato de realizar atos de campanha, pedir votos, participar de debates e veicular propaganda eleitoral no rádio e na televisão. Também foi proibido o recebimento e uso de recursos públicos dos fundos partidário e eleitoral. A decisão foi mantida pelo plenário do TSE por 5 votos a 2.

Mesmo após a decisão, o perfil de Dallagnol no Instagram permaneceu ativo com publicações relacionadas à candidatura. A Justiça Eleitoral verificou a manutenção do conteúdo na terça-feira, quando a conta ainda divulgava seu material de campanha, como o número de urna.

Candidatura ainda está em análise

A situação eleitoral de Dallagnol permanece em disputa. Na quarta-feira, o TRE-PR manteve o registro de sua candidatura ao Senado, mas a decisão ainda será analisada pelo TSE.

O caso envolve a decisão da própria Justiça Eleitoral que, em 2023, cassou o mandato de Dallagnol como deputado federal e reconheceu sua inelegibilidade. O TRE-PR considerou, neste ano, que o arquivamento posterior de procedimentos disciplinares contra o ex-procurador alterou sua situação jurídica e permitiu o registro da candidatura. O entendimento foi contestado no TSE.

Em vídeo publicado nesta quinta-feira, Dallagnol afirmou que a decisão pode levar à retirada de seu perfil do Instagram.

Fachin pede manifestação da PGR após reviravolta no comando da Polícia Federal

 


A novela envolvendo o comando da Polícia Federal (PF) ganhou novos capítulos nesta semana no Supremo Tribunal Federal (STF). O presidente da Corte, ministro Edson Fachin, decidiu solicitar uma manifestação oficial da Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre o caso que envolve o afastamento e a posterior recondução de Andrei Rodrigues à chefia da corporação.

A confusão começou quando o ministro André Mendonça determinou o afastamento de Andrei, acusando a PF de monitoramento ilegal de autoridades após a divulgação de relatórios de inteligência sobre os casos Master e INSS.

No entanto, a articulação nos bastidores e o entendimento do ministro Flávio Dino pesaram na balança: Dino desautorizou a decisão de Mendonça, apontando vícios processuais — como a ilegitimidade do Partido Novo para propor a medida cautelar penal —, e garantiu a volta de Andrei Rodrigues ao cargo, além de Leandro Almada da Costa à Diretoria de Inteligência.

Após puxar as investigações para si, Fachin agora aguarda o parecer da PGR para os próximos passos da investigação que mexe com a cúpula da segurança pública e do Judiciário do país.

Com informações de O Antagonista


Mendonça votou a favor de Castro 4 vezes na época em que seu instituto ganhou contratos no Rio

 


Desde 2024, o ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça proferiu voto ou tomou decisões favoráveis aos interesses do ex-governador Cláudio Castro (PL) no mesmo período em que o Instituto Iter, empresa criada por ele após entrar para Corte, foi contratado sem licitação por cinco órgãos do governo do Rio de Janeiro.

Os votos e decisões de Mendonça foram proferidos em pelo menos quatro ocasiões em processos que correram no STF ou no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Um levantamento feito pelo Núcleo Investigativo do ICL Notícias mostra que, ao longo do período em que Mendonça tomou decisões a favor do ex-governador do Rio, o Iter foi contratado pela Secretaria de Segurança, Corpo de Bombeiros e Procuradoria-Geral do Estado, em transações que somam ao menos R$ 1 milhão.

Questionado sobre a possibilidade de um conflito de interesse entre o momento em que se celebram os contratos e os julgamentos, o ministro André Mendonça disse que nunca participou da gestão do Iter. “A insinuação de correlação entre decisões judiciais e contratos de uma entidade privada da qual o magistrado nunca foi gestor é infundada”, afirmou o ministro.  Já o Instituto Iter afirmou por nota que o ministro “nunca participou de sua gestão nem atuou na prospecção de clientes, na negociação ou assinatura de contratos, na definição de preços ou na organização das turmas”. Além disso, informou que “estabelecer vínculo entre decisões judiciais e contratações educacionais regulares, sem qualquer elemento concreto que as relacione, é uma ilação grave, que não encontra respaldo nos fatos”. (A íntegra das notas ao final)

A primeira decisão favorável para Castro se deu em 10 de outubro de 2024, poucos meses antes das contratações pelo governo do Rio. Mendonça decidiu pelo fim de duas investigações contra o então governador fluminense sobre um suposto esquema de corrupção na Fundação Leão XIII. Essa investigação, iniciada no Rio de Janeiro em 2019, apontava a participação de Castro no desvio de recursos enquanto atuava como vereador e vice-governador.

Dois delatores detalharam o envolvimento de Castro no esquema. Um deles relatou o pagamento de propina para o chefe do Executivo em diversas oportunidades – em uma delas, Castro foi flagrado em imagens saindo de um escritório com uma mochila que, segundo um dos delatores, teria R$ 100 mil.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) recorreu da decisão de Mendonca ainda em outubro de 2024. Contudo, o ministro deixou o caso parado por 219 dias. Enquanto Mendonça evitava pautar o julgamento de Castro, duas secretarias do governo do Rio abriram processos para contratar, sem licitação, o Instituto Iter. O primeiro contrato foi publicado no Diário Oficial do Rio oito dias depois da Segunda Turma do STF confirmar a decisão do ministro.

No começo deste mês de setembro, depois de uma sequência de revelações sobre contratos firmados sem licitação com órgãos públicos pelo instituto, Mendonça anunciou sua saída da sociedade

Sete meses na gaveta

Após a decisão de Mendonça para encerrar as investigações, o recurso da PGR foi apresentado em 28 de outubro de 2024. No entanto, só em 4 de junho de 2025 Mendonça incluiu o caso em julgamento virtual na Segunda Turma. Entre 13 e 24 de junho de 2025, sua posição venceu por unanimidade.

Enquanto o processo no STF esteve parado, a Secretaria de Segurança do Rio abriu, em 26 de março de 2025, o processo de contratação do Iter. Já o Corpo de Bombeiros abriu o seu contrato em 29 de maio, seis dias antes de o caso ser pautado e foi finalizado no valor de R$ 20.250,00, em 2 de julho, oito dias depois do fim do julgamento.

As contratações começaram na semana em que Mendonça teve um encontro na sede do Iter com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em São Paulo, em 14 de março de 2025.  A reunião foi revelada pelo jornalista Paulo Motoryn, em sua newsletter Noites Húngaras e no ICL Notícias.

Três dias depois, em 17 de março, Mendonça tomou a segunda decisão favorável ao grupo político de Castro: o ministro abriu uma divergência no julgamento de embargos de declaração para tentar absolver Washington Reis, ex-prefeito de Duque de Caxias e então secretário de Castro, de uma condenação por crimes ambientais. Apesar da movimentação de Mendonça, a Segunda Turma do STF rejeitou os embargos e manteve a condenação, em julgamento no plenário virtual.

Bolsonarista, Reis era um dos principais aliados de Castro e foi escolhido por ele como vice em 2022, mas teve que sair da chapa justamente em função da condenação que Mendonça votou para reverter.


Promessa de Flávio, aliança militar com EUA prevê controle de terras raras


 











Integrar o Escudo das Américas, como prometido por Flávio Bolsonaro, submeteria o Brasil a uma aliança militar com os EUA que prevê o controle do abastecimento de terras raras e recursos naturais.

Criado no início do ano, a iniciativa da Casa Branca conta com cerca de 20 países da região e, oficialmente, tem como objetivo combater o narcotráfico na América Latina.

Mas a reunião desta semana do bloco – a segunda realizada desde sua criação – revelou que a guerra contra as drogas é apenas uma camuflagem para o estabelecimento de uma estrutura política e militar dos EUA na região.

A suspeita é de que a principal função da aliança não seja lidar com o crime. Fontes ouvidas pelo ICL Notícias apontam que, nas reuniões, chamou a atenção dos demais governos a insistência dos EUA em incluir temas econômicos e comerciais sem qualquer tipo de vínculo com o narcotráfico. Pela primeira vez, ainda se falou de investimentos.

No texto, elaborado pelo Departamento de Estado e submetido aos demais países para aprovação, o governo norte-americano estabelece que as ambições da aliança vão muito além da questão de segurança.

Segundo o pacto, o fortalecimento da resiliência do hemisfério passa por três pilares. Um deles é o econômico, abandonando a ideia vendida inicialmente de que o Escudo das América lidaria apenas com o crime organizado. Agora, a aliança se compromete a “defender nossas economias mediante o fortalecimento da cooperação econômica”.

Pela primeira vez de forma pública, o governo norte-americano ainda cita na aliança militar que Flávio Bolsonaro quer aderir o acesso aos recursos naturais como estratégico para o grupo. A resiliência do continente, portanto, passaria pela “salvaguarda das cadeias de suprimento de minerais críticos por meio de fontes diversificadas e confiáveis”.

Big Techs e China

O documento também propõe a “promoção de regulamentações sobre fornecedores confiáveis ​​para infraestrutura digital, aplicadas de forma não discriminatória”. Os termos são usados para descrever condições ideias para as empresas americanas de tecnologia.

O pacto ainda usa uma manobra diplomática para falar da necessidade de que a região se afaste da China. Para isso, o texto diz que “a soberania econômica é defendida com sucesso quando o capital que ingressa em nossas nações é transparente e verificável”.

Ou seja, que venha de economias de mercado, e não de governos fechados. A referência soou um alerta de que o pacto esteja sendo criado para dificultar a entrada de investimentos chineses na região.

Outro destaque do pacto é a suposta defesa da “soberania nacional”. O uso do termo, porém, não se refere à ingerência americana, que é plena. Recorrer à defesa da soberania é a forma encontrada para rejeitar qualquer interferência chinesa nos processos políticos da região.

O documento ainda concluiu com um compromisso entre os países de que se comprometem em “fortalecer a cooperação por meio de um maior compartilhamento de inteligência; facilitar o acesso, quando apropriado, a tecnologias e capacidades de segurança; promover o treinamento e o desenvolvimento profissional de recursos humanos; e ampliar o intercâmbio de melhores práticas”.

“Os Estados participantes também pretendem aprofundar a cooperação em questões de investimento e economia, bem como fortalecer a consulta e a coordenação de posições comuns sobre temas de interesse compartilhado em fóruns regionais e multilaterais”, completa.

Nesta semana, ao final do encontro, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, admitiu que não existe mais apenas o foco nos cartéis.

“Esta é uma aliança importante também porque nos proporciona a oportunidade de agir conjuntamente em questões econômicas e diplomáticas. Podemos fazer ouvir nossa voz em uníssono e ganhar força por meio desse tipo de unidade, que é um dos aspectos em que estamos concentrando nossos esforços”, completou.

PF realiza operação no gabinete de Newton Ramos, desembargador do TRF-1


 











Por determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Polícia Federal realiza nesta quinta-feira (24) uma operação no gabinete do desembargador Newton Ramos, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). O magistrado entrou no radar da investigação após mensagens indicarem sua atuação junto ao ministro Kassio Nunes Marques, do STF, na interlocução com o banqueiro Daniel Vorcaro.

O Metrópoles revelou que a PF encontrou um contrato de advocacia de R$ 427 milhões com a chamada “Turma do KN”. O valor seria pago em caso de êxito em ações de interesse de Vorcaro nos tribunais superiores e poderia destravar R$ 8,5 bilhões em precatórios. Segundo as mensagens analisadas pela PF, a sigla “KN” faria referência a Kassio Nunes Marques.

O contrato e as conversas estão em um HD encaminhado pela PF ao gabinete do ministro André Mendonça, relator do Caso Master, em julho. As mensagens também mostram assessores de Vorcaro se referindo como “Turma do KN” a Newton Ramos e à mulher dele, a advogada Camilla Ramos. De acordo com os diálogos, Newton repassava a Vorcaro pedidos atribuídos a Kassio, como uma solicitação de hospedagem no hotel Fasano, além de atualizações sobre as discussões envolvendo os precatórios.

Com informações do Metrópoles