terça-feira, 22 de setembro de 2026

com ventos de mais de 100 km/h, Paraná tem catedral destelhada e carro levantado durante tempestade

 













Cidades do Paraná registraram estragos durante a tempestade entre a tarde e a noite desta segunda-feira (21). Em Francisco Beltrao, no Sudoeste, um carro estacionado foi levantado pela força do vento e parou em cima de outro automóvel.

No Norte, Apucarana registrou rajadas de 124,9 km/h, segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), e a força dos ventos destelhou a Catedral Basílica Pontifícia Nossa Senhora de Lourdes.

Segundo a Defesa Civil, as regiões Sudoeste e Noroeste foram as mais atingidas pelo fenômeno. Até a última atualização desta reportagem, não havia registro de pessoas feridas ou desabrigadas.

Em Maringa, também no Norte, a Defesa Civil registrou 21 quedas de árvores até as 23h de segunda-feira. Também foram registrados danos em imóveis e veículos, além de quedas de postes.

A Companhia Paranaense de Energia (Copel) informou que cerca de 84 mil imóveis na região Norte do estado ficaram sem energia por causa do temporal. Equipes trabalham para restabelecer o fornecimento.

Árvores caíram e galpões foram destelhados. A Defesa Civil esteve no local e distribuiu lonas aos moradores afetados.

Em Curitiba, o temporal provocou quedas de árvores, alagamentos, destelhamentos, falta de energia e queda de muros. No CIC, um muro caiu sobre uma casa e comprometeu a estrutura do imóvel. O casal de idosos que morava no local conseguiu sair antes do desabamento, com ajuda de um vizinho, e a residência foi interditada pela Defesa Civil.

Em Telêmaco Borba, nos Campos Gerais, a rajada chegou a 95,4 km/h, às 20h30.

Em General Carneiro, no Sul do Paraná, o Simepar registrou ventos de 83,9 km/h, às 13h30. A mesma velocidade foi registrada no distrito de Horizonte, em Palmas, às 20h15.

Em Altônia, no Noroeste, os ventos chegaram a 74,2 km/h, às 22h15.

Nos aeroportos, as maiores rajadas registradas foram de 86,8 km/h no Aeroporto do Bacacheri, em Curitiba, e em Maringá. Em Foz do Iguaçu, a velocidade chegou a 83,2 km/h.

TENSÃO: Cantor Rick desaparece após helicóptero perder contato em SC


 














O cantor Rick Sollo, da dupla sertaneja Rick & Renner, está entre os desaparecidos após um helicóptero que saiu de Santa Catarina com destino a São Paulo perder contato na manhã desta segunda-feira.

Rick embarcou na aeronave acompanhado do empresário Bruno Avelar, que também está desaparecido. A assessoria do cantor confirmou o caso ao portal LeoDias.

No mesmo período, o Corpo de Bombeiros de Santa Catarina confirmou a queda de um helicóptero na região. Até o momento, porém, não há confirmação de que a aeronave encontrada seja a mesma em que estavam o cantor e o empresário.

Equipes de busca e resgate foram acionadas e tentam chegar ao último ponto onde o sinal da aeronave foi registrado. Cerca de 20 socorristas participam da operação.

Com informações do Metrópoles 

“INSUPORTÁVEIS”: Cunhado de Vorcaro reclamou de cobranças de Ciro Nogueira por dinheiro, apontam mensagens


 












Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, reclamou ao dono do Banco Master das cobranças do senador Ciro Nogueira (PP-PI) por pagamentos. As mensagens foram obtidas pela Polícia Federal e divulgadas pelo Metrópoles.

Reprodução/ PF

Em 9 de janeiro de 2025, Zettel perguntou a Vorcaro: “Irmão, o que eu faço com Ciro e Sicário? Os dois são insuportáveis”. No dia seguinte, voltou ao assunto e colocou Ciro entre os “mais chatos”. Depois, enviou uma planilha de pagamentos pendentes que incluía R$ 1,4 milhão para o senador.

De acordo com a PF, o nome de Ciro apareceu ao menos 79 vezes nas conversas entre Zettel e Vorcaro, sempre em discussões sobre pagamentos. Em outra mensagem, Zettel afirmou que o senador tinha pressa para receber R$ 2,5 milhões.

A investigação estima que Ciro recebeu ao menos R$ 6 milhões de Vorcaro entre 2024 e 2025, além de ter despesas de viagens e refeições no exterior custeadas pelo banqueiro. Os valores e a natureza dos repasses são apontamentos da PF.


Com informações do Metrópoles

Moraes se declara impedido de julgar ação que envolve esposa e Vorcaro

 


O ministro Alexandre de Moraes (STF) declarou-se impedido nesta segunda-feira de relatar uma ação que pede acesso a registros de entrada de sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, e do ex-banqueiro Daniel Vorcaro ao Senado. Ele havia sido sorteado para o processo na sexta-feira (18).

No despacho, Moraes citou o artigo do Código de Processo Civil que trata do impedimento de juízes quando o caso envolve o cônjuge. Os autos foram enviados à presidência do STF para a escolha de outro relator.

O pedido foi feito pelo vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo-PR) após o Senado negar acesso aos registros pela Lei de Acesso à Informação. A ação também solicita dados de entrada de outras pessoas, entre elas Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. O impedimento de Moraes diz respeito a esse pedido de registros, não à investigação do Banco Master.

Com informações da CNN Brasil


TSE mantém suspensão da campanha de Deltan Dallagnol ao Senado

 


Por 5 votos a 2, o plenário virtual do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) referendou nesta segunda-feira a decisão liminar que proíbe Deltan Dallagnol (Novo-PR) de realizar atos de campanha ao Senado. A medida, inicialmente tomada pelo ministro Floriano de Azevedo Marques, vale até que a Corte julgue definitivamente o recurso contra o registro de sua candidatura.

Votaram a favor da suspensão os ministros Floriano de Azevedo Marques, Dias Toffoli, Estela Aranha, Ricardo Villas Bôas Cueva e Sebastião Reis. Enquanto André Mendonça e Kassio Nunes Marques (presidente da Corte Eleitoral) votaram contra.

Divergindo da maioria, o ministro Nunes Marques argumentou que a legislação garante ao candidato com registro sub judice o direito de participar da disputa até o trânsito em julgado. Ele também destacou o risco de “dano inverso”, apontando que, caso o registro seja validado mais tarde, o tempo de campanha perdido pelo candidato será irreversível.

No entanto, prevaleceu o entendimento de Floriano Marques, que barrou o acesso de Deltan ao uso de recursos públicos (como o Fundo Partidário e o fundo eleitoral), a veiculação de propaganda no rádio e na TV, e demais movimentações de campanha.

Em nota oficial, Deltan Dallagnol classificou a decisão como “flagrantemente ilegal”. O ex-procurador e ex-deputado alegou que sua defesa sequer teve acesso ao processo antes do início da votação, o que teria barrado manifestações e um pedido de suspeição contra o ministro Dias Toffoli. “Se o TSE existe para proteger as regras da eleição, ele precisa ser o primeiro a respeitá-las”, declarou o candidato, apontando violação ao contraditório e à ampla defesa.

Com informações da CNN Brasil


Relatório da Abin vê nível crítico de interferência dos EUA nas eleições


 













Um relatório reservado da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), enviado no fim de agosto à Presidência da República, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Ministério da Justiça, elevou ao “nível de criticidade” a possibilidade de interferência externa dos Estados Unidos no processo eleitoral brasileiro de 2026.

O texto vê uma “tendência de escalada de pressão sobre o Brasil” e alerta que “observa-se intensificação seletiva e reconfiguração da pressão exercida pelos EUA” sobre o país, “sem ruptura de um padrão estrutural de influência já existente”.

A Abin destaca que o Brasil virou alvo prioritário por manter um governo com autonomia estratégica e disposição para resistir às exigências de alinhamento geopolítico. Embora tenha havido episódios de recuo e distensão diplomática, a escalada se intensificou desde maio, impulsionada por dois fatores principais: classificação de organizações criminosas como terroristas pelo governo norte-americano e retaliações econômicas contra o Brasil, brasileiros e empresas com vínculos na América Latina e Europa por suposta lavagem de dinheiro ligada ao PCC.

Com informações da Folha de São Paulo

Pressão sobre Mendonça chega ao TSE e abre debate sobre suspeição

 


A crise envolvendo André Mendonça no Supremo Tribunal Federal chegou à sua posição como vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Depois das acusações públicas de atuação com viés político-eleitoral, a permanência do ministro na cúpula da Justiça Eleitoral passou a provocar questionamentos nos bastidores do STF, onde uma arguição de suspeição é apontada como um possível primeiro caminho para levar a discussão adiante.

Um integrante do Supremo ouvido reservadamente pelo ICL Notícias indicou à reportagem que a situação de Mendonça no TSE é justamente um dos problemas colocados pela crise. Questionado sobre quais medidas poderiam ser adotadas diante das dúvidas sobre a permanência do ministro no comando da Justiça Eleitoral, apontou a arguição de suspeição como uma possibilidade inicial.

A iniciativa, porém, dependeria de uma provocação externa. Ao ser questionado pela reportagem sobre a possibilidade de uma arguição ser apresentada nos próximos dias, esse integrante da Corte indicou os partidos políticos como atores capazes de levar a questão formalmente à Justiça Eleitoral.

A avaliação não significa que ministros do STF estejam preparando uma medida contra Mendonça, nem que exista hoje uma articulação coletiva para afastá-lo do TSE. Revela, porém, que os questionamentos deixaram de se limitar às decisões tomadas pelo ministro no Supremo e alcançaram sua atuação na Corte responsável pela eleição presidencial.

A discussão reservada coincide com manifestações que Gilmar Mendes fez publicamente neste sábado (19). Sem mencionar nominalmente Mendonça ou o presidente do TSE, Nunes Marques, o decano afirmou que partidos políticos e o Ministério Público Eleitoral devem fiscalizar as condições de atuação dos integrantes da Justiça Eleitoral e arguir suspeição quando entenderem que ela esteja configurada.

“Quem tenta engajar o Tribunal em proselitismo partidário deve avaliar se reúne condições de nele permanecer”, escreveu Gilmar. O ministro também afirmou que o STF continuará atuando como “instância de supervisão” da Justiça Eleitoral.

As declarações acrescentaram uma nova dimensão à crise. Até agora, o confronto estava concentrado principalmente na condução, por Mendonça, de investigações relacionadas ao Banco Master. O problema que começa a chegar ao TSE é outro: quais consequências acusações de atuação político-eleitoral podem ter quando dirigidas ao vice-presidente do tribunal encarregado de arbitrar a eleição presidencial.

Pedido de afastamento já chegou à PGR

A discussão sobre suspeição não está apenas no campo das hipóteses.

Na quarta-feira (16), o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) pediu à Procuradoria-Geral da República o afastamento cautelar de Mendonça das funções no TSE e que o ministro seja declarado suspeito por suposta “parcialidade partidária” nas eleições de 2026.

A representação cita, entre outros episódios, o encontro de Mendonça com Daniel Vorcaro, a condução de investigações relacionadas ao Banco Master, decisões envolvendo a Polícia Federal e as próprias acusações feitas contra o ministro durante a sessão do Supremo. O pedido utiliza como fundamento o artigo 20 do Código Eleitoral.

A iniciativa de Lindbergh não significa que a PGR concorde com as acusações ou que exista decisão pelo afastamento. Mendonça rejeita as acusações de parcialidade.

Há, porém, uma diferença entre esse movimento e o caminho indicado reservadamente à reportagem.

O pedido de Lindbergh foi encaminhado à PGR. A possibilidade apontada nos bastidores do Supremo coloca os próprios partidos como potenciais agentes de uma provocação formal sobre suspeição.

É exatamente o papel das legendas que Gilmar mencionou publicamente neste sábado, ao afirmar que partidos e Ministério Público Eleitoral devem fiscalizar as condições de atuação dos magistrados eleitorais e arguir suspeição quando considerarem que ela esteja configurada.


Bispos rebatem Lula após declaração do presidente sobre regras da Igreja Católica


 













Uma declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre as regras da Igreja Católica provocou reação de bispos. Durante encontro com integrantes da Frente de Evangélicos pelo Estado de Direito, no Palácio do Planalto, Lula afirmou que a instituição enfrenta dificuldades por manter o celibato e não permitir mulheres como padres e bispos.

“Enquanto a Igreja Católica não acabar com o celibato e permitir que as mulheres possam ser padres, bispas, a gente vai ver a Igreja Católica passar dificuldades. Essa é uma vantagem que a Igreja Evangélica tem. As mulheres são tratadas em igualdade de condições”, afirmou.

O bispo de Piracicaba, dom Devair Araújo da Fonseca, criticou a declaração e disse que políticos deveriam se concentrar nos problemas do país. “Nós estamos vendo políticos que tentam dizer até o que a igreja precisa fazer. Tentam falar até do celibato dos padres, quando deviam estar cuidando do país. Estão cuidando muito mal”, afirmou.

Durante uma celebração no sábado (19), dom Devair também pediu aos fiéis “consciência na hora de apertar os botões na urna” e que não escolhessem “aqueles que querem acabar com a nossa liberdade”.

Já o bispo de Formosa, dom Adair José Guimarães, afirmou que a declaração não o surpreende. “Geralmente os líderes, quando eles são apedeutas, querem se meter em tudo”, disse.

Dom Adair ainda declarou concordar com uma fala atribuída ao arcebispo do Rio de Janeiro, dom Eugênio Sales, que teria classificado Lula como “caótico, apostático e romântico”, em vez de um católico apostólico romano.

A Frente Parlamentar Católica da Câmara dos Deputados também divulgou uma nota de repúdio à declaração. O documento foi publicado na sexta-feira (18) e assinado pelo presidente da frente, deputado Luiz Gastão (PSD-CE).

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Dallagnol critica ‘decisão monocrática’ que suspendeu sua campanha e avisa que vai recorrer

 


Em longa nota distribuída aos jornalistas na madrugada deste domingo, a assessoria de comunicação de Deltan Dallagnol (Novo), que teve sua campanha suspensa pelo(Tribunal Superior Eleitoral) informou que a equipe jurídica do candidato vai recorrer da decisão. A liminar foi concedida em tutela cautelar requerida pela coligação Paraná para Todos e pela Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PCdoB).

Segundo a nota, a cautelar tramitava sob sigilo, e o candidato não havia sido previamente intimado para se manifestar antes de a decisão ser tomada. A decisão impede Deltan de praticar atos de campanha, como pedir votos, utilizar recursos públicos, participar de debates e veicular propaganda eleitoral no rádio e na televisão, até a apreciação do caso pelo TSE. A medida, frisa a manifestação da assessoria do candidato, “ocorreu apesar de o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná já ter deferido o registro da candidatura de Deltan.”

A seguir, a nota aponta “contradições” na decisão. A primeira envolve uma decisão assinada pelo próprio ministro Floriano 22 dias antes. Em 28 de agosto, ao analisar o caso de Anthony Garotinho, o ministro enfrentou uma situação em que o TRE-RJ havia restringido o acesso do candidato a recursos públicos e ao horário eleitoral enquanto seu registro permanecia sub judice. Floriano derrubou essas restrições. Naquela decisão, o ministro reconheceu que impedir recursos e propaganda durante uma campanha produz um prejuízo que posteriormente não pode ser recuperado.

Segundo Floriano, o tempo eleitoral perdido é irreversível. A diferença de fundamentos vai além do tempo de campanha. Para preservar a campanha de Garotinho, Floriano considerou que os recursos poderiam ser examinados na prestação de contas e que o eleitor teria condições de conhecer a situação sub judice da candidatura. O ministro também reproduziu o artigo 16-A da Lei das Eleições, segundo o qual o candidato cujo registro esteja sub judice pode realizar todos os atos de campanha, inclusive utilizar rádio e televisão. E registrou de maneira expressa que “apenas a partir da decisão colegiada do Tribunal Superior Eleitoral” se pode falar em cessação da condição sub judice, com seus efeitos legais. Ao final, Floriano restabeleceu a Garotinho o acesso aos fundos públicos e ao horário eleitoral gratuito até que o caso fosse julgado pelo TSE.

A nota reforça que no caso analisado há 22 dias, o TRE-RJ havia adotado uma decisão desfavorável ao candidato, restringindo direitos de campanha e, mesmo assim, o ministro Floriano considerou que a candidatura permanecia sub judice, reconheceu o risco de dano irreversível e restabeleceu os direitos previstos no artigo 16-A. No caso de Deltan, a situação na origem era mais favorável: o TRE-PR deferiu seu registro, que está ativo. Ainda assim, antes de qualquer decisão colegiada do TSE sobre esse deferimento, o mesmo ministro adotou monocraticamente a medida oposta e suspendeu a campanha.


A divergência apontada, segue a nota, não se limita ao artigo 16-A. Em outro julgamento, relativo às eleições de 2024, o próprio ministro Floriano estabeleceu um critério sobre como a Justiça Eleitoral deve agir quando existe dúvida objetiva sobre uma causa de inelegibilidade. No caso de Jaime Barbosa da Silva: o TRE-PA havia indeferido sua candidatura por 5 votos a 1. Floriano, porém, reformou individualmente a decisão e deferiu o registro. O fundamento adotado foi o de que, persistindo dúvida razoável sobre os elementos necessários à inelegibilidade, devem prevalecer o direito fundamental à elegibilidade e o in dubio pro sufragio.

A assessoria de Deltan Dallagnol afirma que o ministro reproduziu jurisprudência, diante de potencial restrição ao direito de ser votado, de que o magistrado deve privilegiar a interpretação que “potencialize a liberdade fundamental política de ser votado, e não o inverso”. “O contraste é claro: quando um TRE havia negado o registro por 5 votos a 1, Floriano invocou a dúvida razoável para preservar a elegibilidade; quando o TRE-PR deferiu o registro de Deltan, a controvérsia reconhecida pelo colegiado regional não levou à preservação da candidatura até o julgamento do TSE, mas à suspensão imediata da campanha. Ou seja, em precedentes anteriores, dúvida razoável, preservação do direito de ser votado e irreversibilidade do tempo eleitoral foram fundamentos para manter candidaturas e campanhas; agora, foram considerados insuficientes para impedir a interrupção imediata”, diz a nota.

A equipe do candidato diz também que “a suspensão acontece em um momento concreto da disputa eleitoral. A pesquisa Neokemp divulgada em 17 de setembro, dois dias antes da decisão, mostrou Deltan na liderança para o Senado, com 48,8% na soma das duas escolhas permitidas ao eleitor. Filipe Barros aparecia em segundo, com 31,4%, diferença de 17,4 pontos percentuais. Gleisi Hoffmann aparecia em terceiro, com 28,5%.”