domingo, 4 de outubro de 2026

Acidente deixa uma pessoa morta e outra gravemente ferida em Arapongas

 


Um grave acidente de trânsito registrado neste domingo (4), em Arapongas, deixou uma pessoa morta e outra gravemente ferida. As vítimas estavam em uma motocicleta que se envolveu em uma colisão com um automóvel.

Segundo informações repassadas pela Guarda Municipal (GM), o acidente aconteceu na região na PR-444. Após a ocorrência, o motorista do veículo envolvido teria deixado o local.

Durante o patrulhamento realizado pela equipe da Ronda Ostensiva Municipal (ROMU), os agentes receberam informações sobre as características do automóvel e passaram a fazer buscas pela região.

Com auxílio de imagens que ajudaram na identificação do veículo, a equipe conseguiu localizar o carro em uma residência no bairro Santa Alice. Os agentes fizeram contato com os moradores e identificaram o homem que estaria conduzindo o veículo no momento do acidente.

De acordo com o GCM de Souza, o motorista se apresentou à equipe e estava bastante abalado com o ocorrido. Ele teria informado que não sabia da gravidade das consequências do acidente.

A colisão deixou duas pessoas que estavam na motocicleta feridas. O condutor da moto morreu no local do acidente. A segunda vítima, que estava na garupa, foi socorrida e ficou gravemente ferida. O motorista localizado pela ROMU e o veículo foram encaminhados à autoridade policial. O caso será investigado, e as circunstâncias do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades.

Paraná não terá Lei Seca neste primeiro turno das Eleições 2026

 


O Estado do Parana não aplicará a chamada Lei Seca durante o primeiro turno das Eleições 2026, neste domingo (4). A decisão, confirmada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), garante a comercialização e o consumo de bebidas alcoólicas sem restrições em todo o território paranaense no dia do pleito, que ocorre das 8h às 17h. Com isso, estabelecimentos comerciais como bares, restaurantes e supermercados poderão operar normalmente, respeitando apenas as regulamentações usuais de cada atividade.

A medida segue a avaliação das forças estaduais de segurança pública, que consideraram o sucesso do planejamento operacional e os resultados positivos obtidos nas últimas eleições sem a imposição do veto. A derradeira aplicação da restrição alcoólica em escala estadual ocorreu no pleito de 2020. Por se tratar de uma prerrogativa de cada unidade da federação e não de uma norma nacional unificada, o cumprimento da Lei Seca varia pelo país neste domingo, havendo estados que optaram pela proibição total, outros por vetos parciais e uma parcela que liberou as vendas, caso do Paraná.

A liberação da venda de bebidas não altera o rigor no cumprimento das leis de trânsito e do código eleitoral nem afeta a atuação ostensiva dos órgãos de segurança. A população paranaense vai às urnas no domingo para escolher os ocupantes dos cargos de deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República.

Polícia Federal apreende R$ 400 mil em dinheiro vivo; valor foi sacado por pessoa vinculada a um candidato.

 


Uma operação da Polícia Federal resultou na apreensão de R$ 400 mil em espécie em Mossoró. O dinheiro é investigado por possível uso ilícito para favorecer a campanha de um candidato a cargo eletivo. O colunista está tentando confirmar o nome do candidato envolvido.

A PF informou que a apreensão ocorreu após informações sobre uma movimentação financeira suspeita. Durante as diligências, os policiais confirmaram o saque do valor por uma pessoa diretamente vinculada ao candidato.

Além do dinheiro, dois celulares foram apreendidos e serão analisados pelos investigadores. A Polícia Federal continua as diligências para esclarecer a origem e a finalidade dos recursos e verificar se houve prática de crimes eleitorais.

BG


Aabstenção no 1º turno pode definir resultado entre Lula e Flávio Bolsonaro

 


A abstenção no primeiro turno das eleições presidenciais brasileiras tem apresentado trajetória de alta desde 2006. O índice acumulou um crescimento de quatro pontos percentuais até 2022, quando alcançou 20,79%, representando a ausência de 32,2 milhões de eleitores. Diante de um cenário atual marcado por grande acirramento e margens apertadas entre os principais concorrentes, analistas avaliam que o nível de comparecimento às urnas poderá ser o fiel da balança na disputa pelo Palácio do Planalto.

No pleito anterior, entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL), a dinâmica foi distinta: com margens mais amplas e menor apatia na reta final, a abstenção caiu no segundo turno pela primeira vez desde 2002. Na corrida atual, contudo, especialistas apontam fatores inéditos, como a ausência de debates entre os principais candidatos e um engajamento geral considerado baixo desde a redemocratização.

O impacto nas bases e divergências entre especialistas

Para o cientista político Antônio Lavareda, presidente da Abrapel, o crescimento da abstenção tende a penalizar a candidatura de Lula. Baseando-se na correlação quase absoluta de -0,97 entre menor escolaridade e abstenção, público tradicionalmente de maior apoio petista, Lavareda argumenta que as dificuldades logísticas e a insatisfação econômica pesam mais sobre os eleitores de menor renda e menor instrução.

“A abstenção vai prejudicar Lula porque ele tem menos votos entre os menos escolarizados do que tinha em 2022. Há uma insatisfação com a economia e a percepção de que ela não melhorará”, aponta o cientista político.

Em contrapartida, Luciana Chong, diretora do Datafolha, pondera que a projeção exata sobre quem será mais prejudicado é complexa. Dados de propensão de voto do instituto mostram perfis de menor engajamento concentrados entre jovens e menos escolarizados, mas com nuances geográficas importantes. Enquanto o Sudeste registra maiores taxas de propensão à ausência, o Nordeste demonstra índices mais elevados de fidelidade ao comparecimento.

O peso histórico e o voto obrigatório

Para Jairo Nicolau, pesquisador do CPDOC/FGV, o cenário atual gera curiosidade por evidenciar um clima de apatia e recusa à política cujos reflexos definitivos nas urnas ainda são imprevisíveis. Já Bruno Reis, professor de ciência política da UFMG, relativiza o impacto institucional do absenteísmo e destaca a resiliência do sistema brasileiro: para ele, mesmo com penalizações brandas pelo descumprimento do voto obrigatório, a taxa histórica de comparecimento em torno de 80% continua sendo um indicador positivo de engajamento cívico.

Com informações da Folha de São Paulo


Michelle detalha momento de Bolsonaro após Damares relatar que ex-presidente passou mal

 


A candidata ao Senado pelo Distrito Federal Michelle Bolsonaro (PL) precisou cancelar sua participação presencial em um evento de campanha realizado nesta sexta-feira (2), em Brasília. A ausência ocorreu devido a momentos de instabilidade emocional enfrentados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar decorrente de condenação por tentativa de golpe de Estado.

Inicialmente, a senadora Damares Alves (PL-DF), presente no evento, afirmou aos apoiadores que a ex-primeira-dama não pôde comparecer porque Bolsonaro havia passado mal. No entanto, Michelle esclareceu posteriormente que o marido não sofreu um mal-estar físico súbito, mas tem vivido “dias mais difíceis”, marcados por quadros de ansiedade e oscilações emocionais agravadas pela reta final da campanha eleitoral.

Participando de forma virtual e com uma aparência abatida, segundo relatos de aliados, Michelle destacou o desafio de conciliar a agenda política com a dedicação integral ao marido, uma vez que ela própria cumpre restrições de horários de circulação impostas pela Justiça. “Estou presa com meu marido, todo mundo sabe, tenho horário pra sair e horário para voltar. Não é fácil ter que associar também uma campanha com os cuidados de casa e estar ali também dando todo apoio para ele”, desabafou, acrescentando que pediu o apoio e orações de líderes religiosos.

A situação gerou fortes críticas da senadora Damares Alves à condução judicial do caso pelo Supremo Tribunal Federal. Para Damares, as restrições impostas a Bolsonaro — que não possui direito a um cuidador formal — acabam por punir também a ex-primeira-dama. “O ministro Alexandre de Moraes prendeu ao mesmo tempo o Bolsonaro e prendeu a Michelle, pois ele não tem direito a um cuidador. A Michelle é a carcereira do Bolsonaro”, declarou a parlamentar, que também levantou preocupações sobre o impacto da prisão na saúde do ex-presidente.

Com informações do Estadão


“CADÊ NOSSAS NORUEGUESAS?”: mensagens mostram intimidade do senador Irajá com Vorcaro

 


Mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro mostram uma relação próxima do ex-banqueiro com o senador Irajá (PSD-TO). Nas conversas, o parlamentar chama o ex-controlador do Banco Master de “líder”, troca brincadeiras e trata de viagens e encontros no Brasil e no exterior.

O primeiro contato registrado ocorreu em outubro de 2024. Irajá perguntou: “Cadê nossas norueguesas!?”. Vorcaro respondeu que seria necessário mandar alguém buscá-las. Em outro momento, o banqueiro convidou o senador para viajar a Dubai.

As mensagens também indicam uma visita de Irajá à casa de Vorcaro, no Lago Sul, em Brasília, além de conversas sobre um encontro em Saint-Tropez, na França. Em abril de 2025, ao dizer que enfrentava um momento complicado, Vorcaro ouviu do senador que estava à disposição para ajudar.

Em nota, o gabinete de Irajá afirmou que o único assunto tratado entre os dois foi o PL 2.234/2022, que prevê a legalização de cassinos e resorts integrados no Brasil. Relator da proposta, o senador disse que a articulação em busca de apoio faz parte da discussão do projeto.


Fachin diz que fatos envolvendo ministros no caso Master devem ser apurados “sem exceção”


 













O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou que fatos envolvendo ministros da instituição nas investigações do Banco Master devem ser apurados “sem exceção de pessoa”. A manifestação foi enviada ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

No ofício, Fachin disse que todas as comunicações encaminhadas ao Supremo, desde que apresentadas de forma integral, receberão os “encaminhamentos devidos”.

O ministro também defendeu que as apurações respeitem as regras constitucionais e processuais, preservando tanto a autonomia da PF quanto as competências do STF.

Fachin deverá se reunir com representantes da Polícia Federal na segunda semana de outubro para tratar das menções a integrantes da Corte encontradas no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

“INTERFERÊNCIA INDIRETA”: Ex-embaixador vê ação política dos EUA em suspensão de consulados no Brasil


 












O ex-embaixador do Brasil em Washington Rubens Barbosa afirmou que a suspensão dos atendimentos presenciais da embaixada e dos consulados dos Estados Unidos pode ser uma forma indireta de interferência na eleição brasileira.

Para o diplomata, a medida adotada a dois dias do primeiro turno passa uma imagem de insegurança e alimenta um clima de desconfiança no país.

“Desde o começo eu falei que acreditava que iria haver uma interferência direta ou indireta dos Estados Unidos na eleição aqui no Brasil. Acho que isso talvez seja uma maneira indireta de interferir nas eleições”, declarou ao UOL News.

O governo americano alegou “preocupações com a segurança”, mas não divulgou detalhes sobre possíveis ameaças. A Austrália também fechou sua embaixada em Brasília.

Trump não declara apoio a Flávio, mas diz que “observa a eleição de perto”

 


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, evitou declarar apoio a Flávio Bolsonaro (PL) na eleição presidencial brasileira. Questionado diretamente sobre o candidato, respondeu apenas: “Observamos a eleição muito de perto”.

Foi a segunda vez nesta semana que Trump comentou o pleito sem manifestar preferência entre Flávio e o presidente Lula (PT). Na quinta-feira ele classificou a eleição como “muito importante” e elogiou o Brasil e o povo brasileiro.

A declaração ocorreu a dois dias do primeiro turno, marcado para domingo (4). Apesar da proximidade política com a família Bolsonaro, Trump ainda não anunciou apoio formal a nenhum candidato na disputa brasileira.