terça-feira, 20 de outubro de 2026

Novo ciclone pode provocar tempestades no Paraná, com ventos de 100km/h

 


Após dias de tempo firme, o Paraná terá uma mudança nas condições meteorológicas nesta semana, com o retorno da chuva, risco de tempestades e a possibilidade de formação de um novo ciclone no Sul do Brasil. Segundo a previsão do Meteored, o sistema deve se formar na sexta-feira (23) e contribuir para a ocorrência de temporais mais intensos durante o fim de semana, com rajadas de vento que podem chegar a 100 km/h.

A instabilidade começa antes da formação do ciclone. De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a chuva retorna ao estado nesta quarta-feira (21), devido à atuação de um sistema de baixa pressão atmosférica em formação sobre o Paraguai.

A previsão indica que o tempo deve ficar progressivamente mais instável, com aumento do risco de tempestades entre quinta-feira (22) e sexta-feira (23). Em algumas regiões paranaenses, os acumulados de chuva podem se aproximar de 100 milímetros.
Novo ciclone pode intensificar tempestades no fim de semana

A previsão do Meteored aponta para a formação de um novo ciclone na sexta-feira (23), com possibilidade de agravamento das condições meteorológicas no Sul do Brasil. O período de maior atenção será o sábado (24), quando são esperadas tempestades potencialmente destrutivas.

O Rio Grande do Sul aparece como uma das áreas de maior risco, especialmente pela possibilidade de ocorrência de granizo de grande tamanho, capaz de provocar prejuízos em veículos, residências e outras construções.

“Previsões específicas de tempo severo indicam alta possibilidade de formação de tempestades destrutivas ao longo deste dia, especialmente no Rio Grande do Sul, onde também existe um risco elevado de ocorrência de granizo destrutivo que pode causar danos em carros, casas e construções”, informa o Meteored.

As condições para a formação de tempestades devem continuar no domingo (25), ampliando a área de influência das instabilidades. Além do Rio Grande do Sul, a previsão coloca Santa Catarina e Paraná entre os estados que podem registrar chuva intensa.

Caminhão perde os freios e cai em ribanceira na PR-170, em Novo Itacolomi

 


Um caminhão tombou e caiu em uma ribanceira na rodovia PR-170, no trecho entre os municípios de Novo Itacolomi e Borrazopolis, no Vale do Ivaí, nesta segunda-feira. Apesar da gravidade do acidente e dos extensos danos ao veículo, o motorista sofreu apenas escoriações e não corre risco de vida.

A suspeita inicial é de que o veículo de carga, que pertence à empresa Cerâmica Planalto, da cidade de Jataizinho, tenha perdido os freios no trecho de declive conhecido como Descida do Sabino.

O resgate foi mobilizado rapidamente por profissionais da Secretaria de Saúde de Novo Itacolomi. Após os primeiros socorros prestados no local pela equipe de enfermagem e pelo condutor da ambulância, o motorista foi encaminhado inicialmente ao Posto de Saúde Central do município.

Na sequência, para garantir uma avaliação médica mais detalhada, a vítima foi transferida para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade de Apucarana. As autoridades locais acompanham as circunstâncias do acidente.

Colisão frontal entre carretas mata motorista e bloqueia a BR-277 no PR

 


Uma colisão frontal envolvendo duas carretas resultou na morte de um homem de 42 anos e causou a interdição total da BR-277, em Palmeira, na região dos Campos Gerais do Parana, na tarde desta segunda-feira. O acidente foi registrado por volta das 14h50, no quilômetro 198 da rodovia.

De acordo com os levantamentos preliminares, a batida aconteceu depois que uma das carretas invadiu a faixa contrária por motivos que ainda estão sendo investigados. 

O motorista que perdeu a vida conduzia um veículo que havia descarregado no Porto de Paranaguá, no litoral paranaense, e retornava vazio para o município de Boa Ventura de São Roque (PR). O outro caminhão envolvido no acidente fazia o trajeto entre Assis Chateaubriand (PR) e São Francisco do Sul (SC).

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada para atender a ocorrência e apurar as circunstâncias que levaram à invasão da pista. Em virtude do acidente e da necessidade de realização dos trabalhos periciais no local, a rodovia permanece completamente bloqueada, gerando um congestionamento que já atinge cinco quilômetros de extensão, sem qualquer previsão para a liberação do trânsito.

Lula afirma que vai enviar sigilos bancário e telefônico ao TSE e desafia Flávio

 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que entregará ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques, informações sobre seus sigilos bancário e telefônico e os de seus cinco filhos. O presidente desafiou o senador Flávio Bolsonaro (PL), seu adversário na disputa presidencial, a fazer o mesmo com os dados dele, de sua família e de suas empresas.

“Estou mandando para o presidente do TSE, abrindo meu sigilo telefônico, meu sigilo bancário e da família e dos meus cinco filhos”, declarou Lula ao chegar a Porto Alegre (RS), onde participou de um ato de campanha. Segundo o presidente, a entrega será feita nesta terça-feira (20).

“É preciso, de uma vez por todas, acabar com a história de chamar gente honesta de ladrão”, afirmou. Lula também cobrou que Flávio tenha “coragem para provar que é honesto”.

Desafio lançado durante debate

O presidente retomou o desafio feito durante o debate da Band, realizado no domingo (18), quando propôs que os dois candidatos apresentassem seus dados bancários e telefônicos à Justiça Eleitoral. Flávio ironizou a proposta, dizendo que Lula não usa celular, e afirmou que suas contas estão declaradas à Receita Federal.

Nesta segunda, Lula voltou a criticar o senador e comparou seus patrimônios. O presidente citou o apartamento que comprou em 1998 e questionou como Flávio adquiriu uma mansão em Brasília por cerca de R$ 10 milhões, à vista.

“Esse país não pode ter miliciano na Presidência da República”, disse Lula, usando expressão que também empregou durante o debate.

O confronto entre os candidatos foi marcado por acusações de corrupção. Flávio questionou Lula sobre Roberta Luchsinger, investigada junto com seu filho Fábio Luís Lula da Silva. Já o presidente cobrou explicações sobre os R$ 134 milhões que Flávio pediu ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar um filme sobre Jair Bolsonaro (PL), além de questionar seu patromônio.


TSE dá 24 horas para Meta comprovar igualdade de tratamento entre Lula e Flávio

 


O ministro Marco Aurélio Bellizze, do TSE, deu prazo de 24 horas para que a Meta, dona do WhatsApp, Facebook e Instagram, comprove o cumprimento das medidas determinadas pela Corte para garantir igualdade na distribuição de conteúdos políticos e anúncios eleitorais no 2º turno.

A decisão ocorre após as campanhas do presidente Lula (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) acionarem a Justiça Eleitoral, alegando que suas publicações estão sendo prejudicadas nas plataformas da empresa.

Segundo o ministro, a Meta descumpriu os prazos estabelecidos pelo tribunal ao tentar ampliar, por conta própria, o período de 72 horas para cinco dias. “A substituição unilateral dos prazos fixados pelo juízo equivale a descumprimento, sobretudo em processo cuja utilidade depende do tempo”, afirmou.

Caso a empresa não comprove o cumprimento integral das determinações, a multa diária poderá aumentar de R$ 500 mil para R$ 1 milhão.

Entre as medidas exigidas estão esclarecimentos sobre os sistemas de recomendação, análise de anúncios das duas campanhas, investigação de possíveis redes de perfis falsos e informações sobre conteúdos produzidos ou alterados por inteligência artificial.

O ministro também determinou a apresentação de relatórios individualizados, em português, sobre os anúncios políticos e as restrições ao impulsionamento de publicações.

Com informações do g1


Eu quero que 100% dos presidiários votem em mim; até teu pai, diz Lula a Flávio Bolsonaro

 


Em um debate marcado por provocações, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez um pedido inusitado: "Vote em mim, Bolsonaro". A frase do petista foi dita em meio a troca de ataques com Flávio Bolsonaro (PL) sobre o voto de presidiários. Os presidenciáveis se enfrentam no debate da TV Bandeirantes neste domingo, 18, o primeiro encontro entre ambos ao longo de toda a campanha.

Flávio disse que 75% dos presidiários teriam votado em Lula no primeiro turno. O candidato à reeleição reagiu: "Quero [que] 100% [dos presidiários votem em mim]. Até teu pai", em referência ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso por tentativa de golpe de Estado. Bolsonaro, porém, não pode votar. A fala de Lula provocou risadas na plateia.

"Teu pai pode votar em mim, ele vai tá votando em um cara melhor. Porque ele te conhece, ele te conhece, e sabe que eu sou melhor do que você", continuou o petista, enquanto apontava o dedo para Flávio.

"Nem em mim ele pode votar, porque ele foi vítima de uma perseguição", retrucou Flávio. Na sequência, ele perguntou ao eleitorado se querem votar na mesma pessoa que "o ladrão do seu celular".

Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Lula recebeu 72,6% dos votos válidos nas seções eleitorais em penitenciárias no dia 4 de outubro. Já Flávio, 23,3%.

Lula questionou por que, como deputado estadual em 2009, Flávio Bolsonaro foi, segundo o presidente, o único de 49 parlamentares a votar contra a ampliação em dois meses da licença-maternidade das funcionárias da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). “O que você tem contra as mulheres?”, perguntou. O senador disse não ter nada contra as mulheres, citou a esposa e as filhas e mudou de assunto para a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, filho do candidato do PT. “Você não respondeu à pergunta […]. Por que você votou contra?”, insistiu Lula. O voto não foi explicado.

O presidente também perguntou por que o senador deu emprego a familiares “do cara que é o Escritório do Crime”, grupo de matadores de aluguel do Rio de Janeiro. Flávio Bolsonaro respondeu que Lula emprega condenados do Mensalão e da Petrobras. “Eu fiz três perguntas e você não responde nenhuma”, rebateu Lula.

Lula também perguntou duas vezes por que, como senador, Flávio Bolsonaro interferiu para que um policial que matou uma criança de cinco anos com tiro de fuzil não fosse preso. O candidato do PL questionou por que, segundo ele, 73% dos presos votaram em Lula. Depois, disse que o presidente “não pode criminalizar a advocacia” e que o policial nem tinha sido julgado. Não explicou a própria atuação no caso.

Ministros do STF adotam cautela no segundo turno e evitam entrar em embate eleitoral


 













Integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) têm evitado novas exposições públicas e conflitos na reta final da eleição presidencial. A estratégia busca reduzir desgastes após a crise envolvendo ministros e o caso Banco Master às vésperas do primeiro turno.

A cautela também aparece diante de divergências recentes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O presidente da Corte, Nunes Marques, e o corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, entraram em conflito sobre a suspensão do canal de WhatsApp “Exército do Lula”, administrado pelo deputado André Janones (Rede-MG).

Após decisões divergentes sobre o canal, o plenário do TSE aprovou, por unanimidade, na quinta-feira (15), uma mudança nas regras para canais digitais de campanha registrados entre os dois turnos. A medida eliminou a exigência de aguardar 48 horas para utilizar esses canais após o registro.

Apesar da repercussão política, o episódio permaneceu restrito ao âmbito da Justiça Eleitoral, sem mobilizar publicamente outros ministros do Supremo em defesa de um dos lados. O STF também não interveio institucionalmente na divergência.

Ministros buscam evitar decisões ou manifestações que ampliem a tensão política ou alimentem questionamentos sobre a imparcialidade do Judiciário durante o segundo turno.

Com informações do blog Quarta Instância, R7

Flávio foge de perguntas sobre Vorcaro, patrimônio e pandemia em debate

 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cobrou explicações de Flávio Bolsonaro (PL) sobre diferentes temas durante o debate presidencial da Band, neste domingo, mas o senador desviou de questionamentos sobre os R$ 134 milhões que teria solicitado ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar um filme sobre o pai, Jair Bolsonaro (PL), sobre seu patrimônio e sobre a condução da pandemia de Covid-19 pelo governo anterior.

Ao longo do debate, Flávio também recorreu a provocações e interrupções durante as falas de Lula. O senador circulou atrás do presidente diante das câmeras e fez gestos e expressões enquanto o adversário falava. A movimentação se repetiu durante o encontro. Nas considerações finais, a jornalista Adriana Araújo precisou intervir diante das interferências de Flávio e das reações da plateia.

Lula também cobrou explicações sobre direitos das mulheres, condições de trabalho e segurança pública, além de defender propostas para a economia e para o Sistema Único de Saúde (SUS). Flávio, por sua vez, concentrou parte de suas intervenções em ataques ao presidente e a integrantes de sua família.

Licença-maternidade

Logo no início do debate, Lula cobrou explicações de Flávio sobre seu voto contrário à ampliação da licença-maternidade das servidoras públicas estaduais do Rio de Janeiro, em 2009, quando o senador era deputado estadual.

A proposta, apresentada pelo então deputado Marcelo Freixo (PSOL), previa ampliar de quatro para seis meses o período de afastamento das servidoras após o nascimento dos filhos. Na primeira votação, em 31 de março daquele ano, a proposta recebeu 45 votos favoráveis e um contrário, de Flávio Bolsonaro.

Durante o debate na Band, Lula lembrou o episódio e questionou a posição do adversário em relação aos direitos das mulheres.

“O que que você tem contra as mulheres?”, perguntou o presidente, ao cobrar explicações sobre o voto contrário à ampliação da licença.

Flávio não apresentou uma justificativa específica para o voto. Em vez disso, afirmou que era casado e pai de duas meninas e passou a questionar Lula sobre a empresária Roberta Luchsinger, citada em investigações relacionadas ao filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva.

Lula cobra explicações sobre Vorcaro e patrimônio

Lula também questionou Flávio sobre os R$ 134 milhões que Flávio solicitou ao banqueiro Daniel Vorcaro financiar a produção de Dark Horse, filme sobre Jair Bolsonaro. Em vez de esclarecer diretamente a cobrança, o candidato do PL atacou Lula e voltou a levantar suspeitas sobre o presidente e sua família.

O assunto voltou à discussão quando Lula questionou o patrimônio do senador, em especial a compra de uma mansão avaliada em R$ 10 milhões. O presidente cobrou explicações sobre a aquisição e sobre a origem dos recursos usados na compra.

“Você contou 43 mentiras a respeito disso [sobre o filme Dark Horse]. Pelo amor de Deus, a chance de você aqui na Bandeirantes contar uma verdade. Só diga: ‘eu peguei o dinheiro pra sustentar meu irmão [Eduardo Bolsonaro], coloquei numa conta para mim, comprei uma casa de R$ 10 milhões’. Ah, me explica como é que você comprou uma mansão de R$ 10 milhões com salário do senador?”

Flávio não esclareceu diretamente, durante o confronto, os pontos levantados por Lula sobre a solicitação de recursos a Vorcaro e a compra da mansão. O senador, por sua vez, acusou o presidente de corrupção e insistiu em questionamentos sobre ‘Lulinha’.

Caos na gestão da pandemia

A gestão da pandemia de Covid-19 durante o governo Jair Bolsonaro também foi tema das cobranças do presidente. Lula criticou a condução da crise sanitária e responsabilizou a administração anterior pelas decisões tomadas naquele período, incluindo a resistência à vacinação e o incentivo ao uso de medicamentos sem eficácia comprovada contra a doença.

Flávio reconheceu que a saúde não teve os melhores resultados durante o governo do pai e fez um mea-culpa. A declaração, porém, não respondeu diretamente às críticas específicas de Lula sobre a condução da pandemia e as decisões tomadas pelo governo federal naquele período.

Direitos trabalhistas

Em outro momento, Lula afirmou que Flávio não conhece a realidade dos trabalhadores e disse que o senador nunca trabalhou. O presidente relacionou a crítica à experiência cotidiana de quem depende do salário para viver, paga as contas e enfrenta o aumento do custo de vida.

Ao criticar a falta de experiência do adversário com a rotina dos trabalhadores, Lula ironizou a relação de Flávio com o transporte público. “Conhece ônibus por literatura”, disse o presidente.

O debate também passou pelo fim da escala de trabalho 6×1 e por propostas relacionadas às condições de emprego.

Flávio promete Ministério da “Prosperidade”

Flávio Bolsonaro prometeu criar um “Ministério da Prosperidade”, pasta que, segundo o candidato, teria como objetivo ajudar a população a sair do sufoco financeiro. Entre as medidas anunciadas estão a renegociação de dívidas e a oferta de crédito facilitado.

O senador também prometeu reduzir os juros, mas não detalhou como a medida seria implementada nem como funcionaria a estrutura do novo ministério.

Segurança pública

A segurança pública foi outro ponto importante do debate. Lula começou cobrando do adversário o voto contrário à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, enviada pelo governo federal ao Congresso em março de 2025. A proposta busca ampliar a atuação da União e integrar o trabalho das forças de segurança.

O presidente afirmou que os estados não conseguiram enfrentar a criminalidade de forma suficiente e defendeu que o governo federal tenha condições de participar mais diretamente da coordenação das políticas de segurança. Também anunciou a intenção de criar um Ministério da Segurança Pública para articular ações com governos estaduais e municipais.

Flávio, por sua vez, prometeu declarar guerra ao que chamou de “narcoterrorismo” e classificar facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), além de milícias, como organizações terroristas.

Enquanto Lula defendeu maior coordenação nacional das políticas de segurança, Flávio apostou no endurecimento penal. Entre as propostas do candidato do PL está a castração química de condenados por estupro.

Lula desafia Flávio a abrir sigilos bancários

Em meio às acusações, Lula desafiou Flávio a abrir informações bancárias e registros telefônicos antes do segundo turno. O senador não aceitou o desafio nos termos propostos pelo presidente e rebateu a cobrança com acusações contra Lula.

Nas considerações finais, a tensão voltou a aparecer. Flávio circulou atrás do presidente enquanto Lula se dirigia ao público, provocando reações na plateia. A jornalista Adriana Araújo interveio e pediu que o candidato do PL parasse de interferir na fala do adversário.

O debate terminou marcado por cobranças sobre temas concretos, como o patrimônio de Flávio, a gestão da pandemia e os direitos trabalhistas, mas também por acusações mútuas. Em questões centrais levantadas por Lula, o candidato do PL desviou o foco para críticas ao presidente e a seus familiares, sem esclarecer diretamente os pontos cobrados.


Nikolas Ferreira e Pablo Marçal estão proibidos de republicar nas redes conteúdos já vetados pela Justiça Eleitoral

 


O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou nesta segunda-feira (19) que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o influenciador Pablo Marçal não voltem a publicar conteúdos que já tiveram a remoção ordenada pelo TSE.

A decisão prevê multa de R$ 50 mil por publicação em caso de descumprimento. A proibição também vale para conteúdos substancialmente semelhantes aos que já foram retirados das plataformas digitais, mesmo que não sejam reproduções idênticas.

O ministro também determinou que a Meta, responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, e a plataforma X impeçam o impulsionamento pago de publicações feitas pelas contas de Nikolas e Marçal. As empresas também estão proibidas de conceder tratamento privilegiado aos perfis na distribuição de propaganda eleitoral.

A decisão atende a um pedido da coligação do presidente Lula (PT), candidato à reeleição. Na ação, a campanha petista acusa Nikolas e Marçal de disseminarem desinformação em benefício de Flávio Bolsonaro (PL) por meio de publicações fora dos canais oficiais de campanha.

Com informações do g1