quinta-feira, 11 de junho de 2026

Câmera de carreta flagra acidente que matou casal no noroeste do Paraná


 











Um acidente envolvendo um carro e uma carreta deixou um casal morto e três pessoas feridas no distrito de São Lourenço, em Cianorte, região noroeste do Paraná. A batida frontal ocorreu por volta das 13h50 e foi registrada por uma câmera acoplada ao veículo de carga.

O motorista do automóvel e a esposa não resistiram ao impacto e morreram ainda no local. Eles foram identificados pela Polícia Civil como Wilson Farias, de 45 anos, e Sirlei Pinto Silva, de 40. Além do casal, estavam no veículo duas filhas deles, de 16 e 20 anos, e um jovem de 25 anos. Os três sobreviventes foram prontamente socorridos por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhados para atendimento médico na Santa Casa de Cianorte.

As imagens gravadas pela carreta mostram que chovia no momento do acidente, deixando a pista molhada. O vídeo capta o instante exato em que o carro conclui uma curva, perde o controle da direção, invade a faixa contrária e colide violentamente contra a carreta. O motorista da carreta saiu ileso do episódio.

Após o resgate, a área foi isolada e passou por perícia para a coleta de evidências. De acordo com as apurações iniciais dos policiais, a família residia no município de Tuneiras do Oeste, localizado a aproximadamente 45 quilômetros do ponto da batida. A Polícia Civil instaurou um inquérito para aprofundar as investigações e determinar as causas definitivas do acidente.

A maior Copa da história começa hoje entre tensões e desafios

 


México e África do Sul entram em campo hoje (11), no Estádio Azteca, para dar início a maior Copa do Mundo de todos os tempos. A bola rola às 16h, mas antes disso a cerimônia de abertura, que conta com apresentações de Shakira, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla, está prevista para iniciar às 14h30.

O Mundial de 2026 será o maior da história, com 48 seleções disputando a taça em três países diferentes, Estados Unidos, México e Canadá, e 16 cidades-sede espalhadas pelo continente norte-americano. A organização do torneio, porém, enfrentou uma série de problemas ao longo dos últimos meses, que vão desde tensões diplomáticas até preocupações com o clima e adaptações nos campos de jogo.

O conflito mais grave envolve a relação entre Estados Unidos e Irã. Em meio a guerra entre os países, em junho de 2025, o governo Trump anunciou restrição total de entrada para cidadãos de 12 países, incluindo o Irã, com exceção para atletas e delegações em grandes eventos esportivos. O problema começou a se materializar em dezembro, quando os EUA negaram vistos a membros sêniors da delegação iraniana para o sorteio realizado em Washington, incluindo o presidente da federação, Mehdi Taj. O Irã boicotou o evento e a FIFA foi formalmente notificada.

Sem relações diplomáticas com os EUA, o Irã treinou por quase três semanas na Turquia para solicitar os vistos americanos a partir de lá. Na véspera da viagem para o México, os 26 jogadores finalmente receberam autorização de entrada, mas ao menos 14 membros da comissão técnica e da administração tiveram os pedidos negados. A federação iraniana acusou os EUA de comportamento vingativo. Além disso, o embaixador iraniano no México revelou que a delegação foi notificada de que precisaria entrar e sair do território americano no mesmo dia dos jogos, o que levou o Irã a transferir sua base do Arizona para a Cidade do México.

A situação pode migrar para dentro de campo. Se ambas as seleções avançarem como segundas colocadas em seus grupos, Irã e EUA podem se enfrentar nas oitavas de final em 3 de julho, em Arlington, no Texas, o que seria a primeira vez que um país-sede recebe a seleção de um país com o qual está em conflito em uma Copa do Mundo. A FIFA confirmou que o Irã participará do torneio conforme planejado, após receber garantias dos três governos anfitriões de que todas as seleções classificadas poderão

Governo Lula deve aprovar em 15 dias aumento de etanol para 32% na gasolina


 











O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), disse que o governo vai debater na próxima reunião do CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) o avanço da mistura obrigatória do etanol na gasolina de 30% (E30) para 32% (E32). O encontro será marcado no período dos próximos 15 dias.

Silveira fez o anúncio após se reunir com representantes do setor de etanol, que vem pressionando pelo avanço da mistura. A medida favorece diretamente o segmento, que aumentará sua participação no mercado nacional de combustíveis com o novo teor obrigatório.

“Os estudos técnicos necessários nos permitem ir até o E32, por uma indicação trazida hoje pelo setor e que vai ser submetida pela determinação do presidente da República ao próximo Conselho Nacional de Política Energética, que será marcada nos próximos 15 dias, para que a gente definitivamente possa debater, e eu espero que deliberar, o tema”, disse Silveira a jornalistas no Palácio do Planalto.

Depois de 2 adiamentos, o avanço do E32 aguarda análise do CNPE há pelo menos 1 mês. O tema estava na pauta da reunião marcada inicialmente para 7 de maio, que foi adiada para 11 de maio e posteriormente cancelada. Na ocasião, Silveira, que preside o colegiado, viajou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano).

Nos últimos meses, congressistas, associações, empresas e executivos ligados ao segmento de biocombustíveis aumentaram a pressão pelo avanço imediato da mistura do etanol na gasolina e do biodiesel no diesel, sob a justificativa de que o país precisa reduzir a dependência da importação de combustíveis, sobretudo em períodos de instabilidade internacional como a guerra do Irã.

Segundo estimativas do governo, o avanço da mistura representaria 450 milhões de litros a menos de importação de gasolina no Brasil. Silveira afirmou que a medida é fundamental para a segurança energética e para tornar o país autossuficiente no abastecimento de combustíveis, “minimizando os impactos da guerra que nós sabemos que não é uma guerra nossa”.

“É uma guerra que não depende de nós, mas estamos tomando as medidas necessárias para que a gente possa ter o menor impacto possível no Brasil. Temos que seguir tanto com as subvenções quanto com as desonerações [de impostos], para que [o combustível] possa chegar na bomba com o menor preço possível”, declarou.

Poder 360

Endividamento das famílias cresce e chega a 81,6% em maio de 2026, maior índice desde 2015


 















O endividamento das famílias brasileiras subiu para 81,6% em maio, o maior nível da série histórica iniciada em 2015. O índice avançou pelo quinto mês consecutivo, após registrar 80,9% em abril, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da CNC.

O levantamento considera dívidas como cartão de crédito, cheque especial, empréstimos, carnês, financiamentos de veículos e imóveis.

Cartão de crédito lidera

O cartão de crédito segue como a principal modalidade de endividamento, presente em 84,6% das famílias endividadas. Em seguida aparecem os carnês de loja (16,1%) e o crédito pessoal (13,1%).

A CNC alertou que o uso do cartão preocupa devido aos juros elevados do crédito rotativo, que alcançam 428,3% ao ano.

Impacto nas famílias de menor renda

Segundo a entidade, o aumento do endividamento afeta principalmente as famílias de menor poder aquisitivo, mais expostas aos custos gerados por atrasos nos pagamentos.

A CNC defende medidas que facilitem a renegociação das dívidas e a recuperação da capacidade financeira dos consumidores.

Com informações de Poder 360

Copa do Mundo deve gerar aumento de até R$ 25 bilhões em depósitos para apostas esportivas no Brasil


 













A Copa do Mundo 2026 deve elevar o volume de recursos destinados às apostas esportivas no Brasil. Segundo estimativa da consultoria H2 Gambling Capital, os depósitos realizados por apostadores durante o torneio podem crescer entre R$ 20 bilhões e R$ 25 bilhões.

A projeção ocorre em meio à expansão do mercado de apostas online, regulamentado no país desde janeiro de 2025. De acordo com dados da Receita Federal, a arrecadação de impostos sobre o setor passou de R$ 2,2 bilhões para R$ 4,5 bilhões nos quatro primeiros meses de 2026, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Crescimento do mercado regulamentado

A receita das empresas licenciadas alcançou R$ 12,2 bilhões entre janeiro e abril deste ano. Desde o início da regulamentação, o Ministério da Fazenda concedeu 85 licenças, que autorizam a operação de 187 sites de apostas.

O setor reúne empresas nacionais e estrangeiras e tem ampliado sua presença por meio de publicidade e patrocínios esportivos, especialmente no futebol.

Mais apostadores

Segundo o governo federal, cerca de 25 milhões de CPFs realizaram apostas em 2025. No primeiro semestre daquele ano, eram 17 milhões.

O gasto médio mensal por apostador foi estimado em R$ 123, considerando os valores depositados descontados os prêmios recebidos.

Debate sobre endividamento e dependência

O crescimento do setor ocorre paralelamente a discussões sobre os impactos das apostas na renda das famílias.

Estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) apontou que 4,4% dos apostadores apresentam quadro de “jogo problemático”, caracterizado por dependência e prejuízos financeiros ou pessoais. O índice é superior à média global, estimada em cerca de 2%.

Entidades do comércio e especialistas também relacionam a expansão das apostas ao aumento do endividamento de parte da população, embora não haja consenso sobre o peso exato dessa influência.

Mercado ilegal segue relevante

Outro desafio apontado por empresas e autoridades é a atuação de plataformas não autorizadas.

Estimativas do setor indicam que as apostas clandestinas ainda representam uma parcela significativa do mercado brasileiro, movimentando bilhões de reais sem recolher tributos ou cumprir as regras estabelecidas para operadores licenciados.

Além das bets ilegais, empresas do setor têm cobrado medidas contra plataformas estrangeiras de previsão de eventos, que também disputam usuários no país.

Com informações de Folha de S. Paulo

Flávio Bolsonaro diz que, se eleito, irá suspender reforma tributária por um ano


 













O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL, afirmou,  que, se eleito, suspenderá por um ano a entrada em vigor da reforma tributária aprovada pelo Congresso Nacional. Segundo ele, durante esse tempo, serão formuladas novas regras.

“Vamos suspender a entrada em vigor dela por, pelo menos, um ano, porque já ultrapassamos a famosa Curva de Laffer há muito tempo. Muito tributo, altíssima carga tributária e, com isso, começa a haver sonegação”, declarou, durante visita à Times Brasil/CNBC.

A Curva de Laffer é a teoria que defende que o aumento de imposto nem sempre resulta em mais receita, pois alíquotas excessivamente altas desestimulam a economia e reduzem a base.

Flávio afirmou que, tal como está, a reforma tributária “veio para aumentar carga tributária” e “complicou ainda mais” o sistema tributário. “Temos que buscar uma reforma tributária que seja negativa. A gente consegue, com um governo mais moderno, mais enxuto, usando tecnologia, inteligência artificial, apertando os gargalos de desperdício de dinheiro público, e com isso, vamos conseguir oferecer uma carga tributária mais baixa”, falou.

O senador defendeu uma revisão para algumas atividades econômicas. “Tem setores que são impossíveis de pagar. Quem é profissional liberal vai pagar quase 40% de imposto”, disse. 

Com informações da Jovem Pan

Milei privatiza hotéis de turismo social e encerra modelo criado no governo Perón

 


O presidente da Argentina, Javier Milei, iniciou o processo de transferência de hotéis estatais para a iniciativa privada. A medida encerra o modelo de turismo social criado na década de 1940 durante o governo de Juan Domingo Perón.

Os complexos ofereciam hospedagem subsidiada a trabalhadores por cerca de US$ 10 por diária.

O governo argentino eliminou em 2025 a obrigação legal de manter programas de turismo subsidiado. Milei considera que a operação de hotéis pelo Estado contraria sua política de livre mercado e o plano de redução da máquina pública. Em 2024, a atividade consumiu aproximadamente US$ 7 milhões em recursos públicos.

O ministro da Desregulamentação, Federico Sturzenegger, afirmou que a administração de empreendimentos hoteleiros não deve ficar sob responsabilidade do Estado. Segundo ele, operadores privados têm melhores condições de ampliar o potencial turístico dos locais.

A decisão provocou reação de sindicatos e partidos de oposição. Em maio deste ano, o governo demitiu os 50 funcionários que ainda trabalhavam no complexo de Chapadmalal. A medida gerou protestos e disputas judiciais.

Outro foco de atrito envolve o governador da Província de Buenos Aires, Axel Kicillof. Adversário político de Milei, ele pediu autorização para assumir a gestão dos hotéis por meio da administração provincial. O governo federal ainda não respondeu ao pedido. 

Revista Oeste


TCU aprova com ressalvas contas de 2025 do governo Lula e faz alertas sobre Correios, dívidas e fragilidade fiscal

 


O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou  parecer prévio recomendando ao Congresso Nacional a aprovação com ressalvas das contas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva referentes ao exercício de 2025.

Relatado pelo ministro Benjamin Zymler, o parecer conclui que as demonstrações contábeis do governo são confiáveis, mas aponta fragilidades fiscais, falhas orçamentárias e preocupação com o avanço da dívida pública.

Economia desacelera

A economia brasileira cresceu 2,3% em 2025, abaixo dos 3,4% registrados em 2024 e da meta de 2,8% prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

A inflação oficial fechou o ano em 4,26%, dentro da faixa de tolerância da meta. Já o desemprego caiu para 5,1%, a menor taxa da série histórica. Em contrapartida, a carga tributária alcançou 32,4% do PIB, o maior nível desde 2010.

Dívida e contas públicas preocupam

O principal alerta do TCU foi para a situação fiscal do país. A Dívida Bruta do Governo Geral chegou a R$ 10 trilhões, equivalente a 78,7% do PIB.

O déficit nominal do governo federal somou R$ 901 bilhões, pressionado pelos gastos com juros, que atingiram R$ 1,008 trilhão. Já o resultado primário encerrou o ano com saldo negativo de 0,46% do PIB.

Segundo o Tribunal, estabilizar a dívida pública até 2029 exigiria um superávit primário anual de 1,94%, cenário considerado pouco provável nas condições atuais.

Renúncias fiscais e Previdência

O TCU destacou que as renúncias fiscais alcançaram R$ 759 bilhões em 2025. Desse total, R$ 544 bilhões correspondem a desonerações tributárias, sendo que quase metade dos benefícios não possui prazo definido ou avaliação periódica de resultados.

Na Previdência, o déficit dos regimes civil, militar e geral chegou a R$ 440 bilhões. A Corte também identificou uma subestimativa de R$ 5,3 bilhões nas despesas previdenciárias do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF).

Falhas em orçamento e estatais

Entre as ressalvas apresentadas, o Tribunal apontou falta de transparência em operações realizadas fora do Orçamento Geral da União, especialmente na PPSA (Pré-Sal Petróleo S.A.).

O TCU também questionou a garantia concedida pela União a uma operação de crédito dos Correios, alegando análise insuficiente da capacidade de pagamento da estatal. Além disso, foram apontadas falhas no acompanhamento de aportes feitos em empresas públicas não dependentes.

Gastos sociais e apostas on-line

Na área social, o Tribunal informou que o Ministério do Desenvolvimento Social deixou de cumprir 19 das 70 metas previstas para 2025.

Durante a sessão, o ministro Augusto Nardes destacou dados do Banco Central indicando que beneficiários do Bolsa Família transferiram cerca de R$ 3 bilhões para plataformas de apostas on-line em apenas um mês, fato citado como possível desvio de finalidade do benefício.

Orçamento cada vez mais engessado

O TCU também alertou para a rigidez das contas públicas. Segundo a Corte, 91,4% das despesas primárias da União são obrigatórias, reduzindo significativamente a capacidade do governo de ampliar investimentos e executar novas políticas públicas.

O parecer agora será encaminhado ao Congresso Nacional, responsável pelo julgamento definitivo das contas presidenciais.

Com informações de Correio Braziliense e CNN Brasil


Presidente da Bolívia culpa ‘narcoterroristas’ por caos no país


 










O presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, sancionou uma lei que regulamenta o estado de exceção no país e permite o uso de tropas do Exército para desobstruir rodovias. O chefe de Estado declarou que “narcoterroristas” financiam os protestos que exigem sua renúncia e mandou um recado direto aos bandos armados, ao avisar que os dias deles estão contados. O novo mecanismo jurídico autoriza o Executivo a limitar as liberdades de reunião e de circulação da população.

Segundo informações da Revista Oeste, a medida drástica surge quando o país atinge uma semana consecutiva de paralisações coordenadas por sindicatos de operários, camponeses, mineiros, professores e caminhoneiros. Os bloqueios asfixiam a economia e provocam o desabastecimento generalizado nas principais capitais. Em La Paz e El Alto, o preço dos alimentos básicos dobrou, e hospitais já registram falta de medicamentos, além de filas quilométricas nos postos de combustíveis.

O governo federal acusa abertamente o ex-presidente socialista Evo Morales de chefiar a mobilização para tentar derrubar a democracia por meio do caos social. Durante a cerimônia de assinatura da lei no palácio presidencial, Rodrigo Paz discursou ladeado por ministros e comandantes das Forças Armadas e da Polícia Nacional. O presidente justificou o endurecimento da segurança pública depois que facções ligadas ao tráfico de cocaína feriram quatro policiais à bala em confrontos recentes nas estradas.

Os manifestantes radicais, conhecidos como “evistas”, rejeitam as reformas econômicas implementadas pela gestão de direita. Paz assumiu o comando do país e encerrou duas décadas de hegemonia da esquerda sob o controle de Evo Morales e Luis Arce. O governo anterior deixou a Bolívia em colapso financeiro, com uma inflação que passou dos 20% no ano passado e previsão de forte encolhimento da economia para este ano.

Evo Morales classificou as manifestações como uma “rebelião legítima” e atacou o atual mandatário, chamando-o de submisso ao presidente norte-americano, Donald Trump. O ex-ditador está foragido da Justiça em um processo por tráfico de uma menor de idade. Desde o fim do ano passado, ele vive cercado por milícias armadas em seu reduto político e sindical no Trópico de Cochabamba para evitar a sua captura.

Os apoiadores do ex-presidente chegaram a depredar e bloquear a pista do Aeroporto de Chimoré com galhos e pedras para impedir o pouso de aeronaves militares que pudessem transportar agentes policiais. Lideranças dos piquetes afirmam na internet que pretendem defender o chefe do partido mesmo que a resistência resulte na perda de vidas. Do outro lado, centenas de moradores de La Paz realizaram marchas pacíficas com bandeiras brancas para cobrar o desbloqueio das vias.