quarta-feira, 3 de junho de 2026

Seleção vai usar três variações de uniforme na fase de grupos da Copa


 











A poucos dias da estreia na Copa do Mundo de 2026, a Seleção Brasileira já sabe quais uniformes utilizará nos compromissos da fase de grupos. A definição foi divulgada pela Fifa e prevê três combinações diferentes para os primeiros jogos do torneio.

Segundo a CNN, o Brasil abrirá sua participação diante do Marrocos, em 13 de junho, às 19h (de Brasília), em Nova Jersey. Na partida, a equipe comandada por Carlo Ancelotti vestirá a tradicional combinação formada por camisa amarela, calção azul e meias brancas. Os goleiros atuarão com uniforme inteiramente preto. Os marroquinos entrarão em campo com camisa e meias vermelhas, além de calções verdes.

Na segunda rodada, marcada para 19 de junho, na Filadélfia, a Seleção terá uma mudança significativa no visual. Contra o Haiti, os jogadores de linha usarão uniforme totalmente azul, com camisa e calção da mesma cor, complementados por meias pretas. Os goleiros brasileiros vestirão magenta, enquanto os haitianos jogarão com conjunto completamente branco.

Já no terceiro e último compromisso da fase de grupos, diante da Escócia, em 24 de junho, em Miami, o Brasil voltará a utilizar a camisa amarela. Desta vez, porém, o uniforme será composto por calção branco e meias brancas. A principal novidade ficará por conta dos goleiros, que entrarão em campo usando um uniforme integralmente vermelho.

A definição dos trajes acontece no mesmo dia em que a delegação brasileira inicia sua viagem para os Estados Unidos, país que sediará parte da competição ao lado de Canadá e México. A chegada da equipe está prevista para terça-feira (2), quando também será realizado o primeiro treinamento em solo americano.

Antes da estreia no Mundial, a Seleção ainda fará um último teste. O time enfrenta o Egito no dia 6 de junho, em Cleveland, em amistoso preparatório para a competição.

A pílula para câncer que alcançou ‘o impossível’ e fez médicos chorarem no maior congresso de oncologia do mundo


 













O estudo sobre o medicamento daraxonrasib foi um dos destaques da reunião anual da American Society of Clinical Oncology (ASCO), nos Estados Unidos. Os resultados provocaram uma reação incomum entre médicos e pesquisadores, com aplausos de pé e até choro emocionado de alguns médicos presentes após a apresentação dos dados finais.

Um novo padrão foi estabelecido

O estudo de fase 3 RASolute 302 avaliou 500 pacientes com câncer de pâncreas metastático que já não respondiam à quimioterapia. Os participantes foram divididos entre o tratamento com daraxonrasib e a terapia convencional.

Os resultados mostraram:

  • Sobrevida mediana de 13,2 meses com o daraxonrasib, contra 6,6 meses com quimioterapia;
  • Redução de 60% no risco de morte;
  • Tempo de controle da doença de 7,3 meses, contra 3,5 meses no tratamento convencional;
  • Redução do tumor em 31% dos pacientes, ante 11,2% no grupo de quimioterapia;
  • Apenas 1,2% interromperam o tratamento por efeitos colaterais, contra 11,2% na quimioterapia.

Diante dos resultados, os pesquisadores concluíram que o medicamento tem potencial para se tornar o novo padrão de tratamento para pacientes em segunda linha terapêutica.

“O aplauso em pé foi merecido”

Presente na apresentação, o oncologista Stephen Stefani destacou que raramente um medicamento apresenta simultaneamente aumento expressivo da sobrevida, baixa toxicidade e um mecanismo inovador para uma doença tão agressiva.

Segundo ele, os resultados representam um avanço importante para pacientes que, até então, tinham poucas opções terapêuticas disponíveis.

Por que é tão difícil tratar o câncer de pâncreas

O câncer de pâncreas é um dos mais letais. Cerca de 80% dos casos são diagnosticados em estágio avançado, quando a doença já se espalhou para outros órgãos.

Nos Estados Unidos, aproximadamente 60 mil pessoas recebem o diagnóstico todos os anos e cerca de 50 mil morrem pela doença. No Brasil, são cerca de 13 mil novos casos anuais e 12 mil mortes.

Um dos principais desafios está na proteína RAS, presente em mais de 90% dos tumores pancreáticos. Durante décadas, cientistas tentaram bloquear essa proteína sem sucesso. O daraxonrasib conseguiu atingir esse alvo, considerado por muito tempo “intratável” pela medicina.

FDA deve aprovar em breve

A farmacêutica responsável pelo medicamento informou que solicitará a aprovação do daraxonrasib à agência reguladora dos Estados Unidos (FDA).

O remédio já recebeu a classificação de “Breakthrough Therapy”, destinada a tratamentos com potencial de oferecer benefícios significativos em relação às terapias existentes, o que acelera sua análise regulatória.

No Brasil, o processo ainda depende de avaliação da Anvisa e, posteriormente, de decisões relacionadas à incorporação do tratamento pelos planos de saúde e pelo sistema público.

Embora ainda não exista previsão para sua chegada ao país, especialistas consideram o daraxonrasib um dos avanços mais promissores dos últimos anos no combate ao câncer de pâncreas avançado.

Com informações de g1

Anac reduz 40% da fiscalização do setor aéreo após cortes no Orçamento


 













O bloqueio de recursos no Orçamento de 2026 começou a impactar diretamente as atividades finalísticas da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), com risco de prejuízos à segurança operacional e ao funcionamento do setor aéreo no país, conforme a autarquia. 40% de todas as ações de fiscalização de seus regulados serão interrompidas imediatamente.

De acordo com comunicado oficial da Anac, noticiou o Metrópoles, as restrições orçamentárias afetam ações centrais da agência, como a fiscalização de empresas aéreas, a certificação de aeronaves e operadores e a qualificação de profissionais da aviação. Essas atividades são consideradas essenciais para garantir padrões de segurança e regularidade no transporte aéreo.

O cenário ocorre em meio a um bloqueio mais amplo de gastos do governo federal. Em maio, a equipe econômica anunciou a contenção de R$ 22,1 bilhões no Orçamento deste ano, como forma de cumprir as regras do arcabouço fiscal e acomodar o aumento de despesas obrigatórias.

Impactos

A limitação de recursos pode levar à redução de inspeções e auditorias, atrasos em processos de certificação e dificuldades na execução de projetos estratégicos da agência. Em momentos anteriores de restrição orçamentária, a Anac chegou a suspender exames teóricos para pilotos e comissários, além de interromper certificações e reduzir fiscalizações.

Essas atividades são consideradas sensíveis porque impactam diretamente a segurança do setor aéreo. A diminuição da frequência de inspeções, por exemplo, pode aumentar o risco de falhas não identificadas em companhias aéreas, aeroportos e oficinas de manutenção.

“A Anac reitera que bloqueios orçamentários que implicam a atuação finalística de agências reguladoras causam prejuízos diretos a toda a sociedade brasileira, além de queda na arrecadação, como no caso da suspensão das ações de certificação. Sem certificação, não há operação de novas aeronaves no mercado de aviação civil brasileiro”, informou em nota.

Orçamento pressionado

O orçamento da Anac já vinha sendo pressionado nos últimos anos. Estimativas internas apontam que os recursos disponíveis não cobrem integralmente as necessidades da agência, o que limita sua capacidade operacional e de expansão.

Mesmo com tentativas de recomposição parcial em períodos anteriores, a agência ainda opera com restrições que afetam desde contratos até deslocamentos de servidores para atividades de fiscalização e certificação.

A Anac alerta que o impacto vai além da gestão interna e pode atingir todo o ecossistema da aviação civil. Isso inclui atrasos na entrada de novas empresas no mercado, entraves à inovação tecnológica e gargalos na formação de mão de obra qualificada.

Além disso, a redução da capacidade de supervisão pode gerar preocupação internacional sobre os padrões de segurança da aviação brasileira, com possíveis reflexos em acordos e operações no exterior.

Carreiras da AGU receberam R$ 4,5 bilhões acima do teto, diz estudo


 













Um relatório da Transparência Brasil e do Movimento Pessoas à Frente divulgado nesta 2ª feira indicou falhas de governança, controle e transparência na gestão dos honorários de sucumbência pagos a integrantes das carreiras jurídicas da AGU (Advocacia-Geral da União).

Segundo o estudo, informa o Poder 360, foram pagos R$ 4,5 bilhões acima do teto constitucional a funcionários ativos e inativos das carreiras jurídicas de janeiro de 2020 a agosto de 2025. No mesmo período, 7.649 beneficiários receberam pagamentos acumulados superiores a R$ 1 milhão em honorários de sucumbência –valores pagos pela parte perdedora de um processo judicial ao advogado da parte vencedora.

O relatório foi divulgado 27 dias depois do anúncio de ampliação dos benefícios da AGU para advogados da União, procuradores federais, procuradores da Fazenda e procuradores do Banco Central. À época, o CCHA (Conselho Curador dos Honorários Advocatícios) informou ao Poder360 que a ampliação havia sido suspensa e que “nem entrou em vigor”.

De acordo com o órgão, “nenhum pagamento foi realizado com base nessas novas coberturas e, por isso, não houve impacto financeiro”.

O levantamento afirma que a distribuição dos recursos ocorre com baixa transparência, problemas de governança no controle interno do governo federal e falta de integração entre sistemas públicos. Para os autores, esse cenário ajuda a explicar como o teto constitucional se tornou “meramente decorativo” para advogados da União.

O relatório indica que nem todos os pagamentos feitos pelo CCHA entram no Siape (Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos), ferramenta que centraliza as informações de folha de pagamento dos funcionários.

Segundo o estudo, só o rateio ordinário da cota-parte —parcela mensal regular dos honorários— é registrado no sistema. Outros benefícios criados administrativamente pelo CCHA, como auxílio-saúde complementar, auxílio-alimentação complementar, complementação de férias, rateios extraordinários e pagamentos retroativos, são pagos fora do Siape, diz o relatório.

O levantamento afirma que esses pagamentos são distribuídos sem informação efetiva aos órgãos de controle do governo federal. O relatório também cita resposta do MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos), segundo a qual lançamentos retroativos no Siape não geram desconto automático de abate-teto, exigindo cálculo manual pela unidade responsável.

O estudo também afirma que a CGU (Controladoria-Geral da União) não exerce fiscalização efetiva sobre esses pagamentos. Segundo o relatório, a Controladoria recebe dados agregados, sem detalhamento suficiente para identificar quanto foi pago a cada beneficiário em cada tipo de verba.

Em resposta ao pedido de informação citado no estudo, a CGU afirmou receber do CCHA/AGU arquivos de remuneração com valores já agregados. Por isso, no Portal da Transparência, aparece um lançamento com observações reunidas, mas sem possibilidade de detalhar quanto corresponde a cada benefício separadamente.

O relatório dá como exemplo uma rubrica de julho de 2025 atrelada ao pagamento de R$ 2 bilhões, que reunia rateio ordinário, correção monetária, juros de mora, auxílio-saúde complementar, auxílio-alimentação complementar e complementação de férias. Segundo o estudo, só o rateio ordinário é registrado no Siape.

Em setembro de 2025, a AGU lançou um painel eletrônico para consulta dos honorários de sucumbência. Segundo o relatório, a ferramenta apresenta dados mais detalhados que os do Portal da Transparência, mas tem limitações que dificultam o controle público dos pagamentos.

Para os autores, essas limitações podem violar regras da LAI (Lei de Acesso à Informação), da Lei do Governo Digital e da Política Nacional de Dados Abertos. O relatório afirma que a AGU recusou inicialmente fornecer a íntegra dos dados em formato aberto, mas reviu a posição depois de recurso à CGU. Em maio de 2026, o ministro-chefe substituto da AGU, Flavio Roman, informou que o órgão concederia acesso integral à base do painel em formato CSV no prazo de 30 dias.

O levantamento também diz que os benefícios pagos com recursos do CCHA são criados por resoluções internas do próprio conselho, mas que essas normas não estão disponíveis ao público nos sites da AGU, do CCHA ou no painel dos honorários.

A resolução mencionada pela AGU é a Resolução CCHA/AGU 16 de 2024, que criou o auxílio-saúde complementar custeado com recursos dos honorários advocatícios. O relatório afirma que a norma estabeleceu pagamentos fixos de R$ 3.000 para beneficiários ativos e R$ 3.500 para inativos. Em 2025, o CCHA substituiu a parcela fixa por ressarcimento de gastos com limite de até 10% do teto constitucional, hoje em torno de R$ 4.600.

INSS reativa acordo com entidade ligada ao PT e investigada por farra que gerou fraude acima de R$ 6 bi

 


O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) reativou um acordo de cooperação técnica celebrado com a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag). A entidade, historicamente ligada ao PT, está no centro do escândalo da “Farra do INSS”, cujo esquema criminoso foi revelado pelo Metrópoles.

A decisão foi publicada na edição do Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (2/6) e é assinada pela presidente do INSS, Ana Cristina Viana Silveira. A medida torna sem efeito a rescisão unilateral assinada em 16 de abril, em um dos primeiros atos da atual gestão.

Quando foi demitido da presidência do INSS, em 13 de abril, Gilberto Waller Júnior estava prestes a assinar a rescisão unilateral com a Contag. Na ocasião, a coluna questionou a nova gestão do instituto sobre o processo. No dia seguinte, o INSS rescindiu o acordo. Agora, cerca de um mês e meio depois, recuou – beneficiando a entidade historicamente ligada ao PT.

O acordo de cooperação técnica permite que entidades vinculadas à Contag possam protocolar, em favor de seus representados, requerimentos de serviços previdenciários e seguro desemprego do pescador artesanal. Entre os objetivos dessa permissão, está a facilitação do acesso dos usuários aos serviços prestados pelo INSS.

A decisão, agora revertida, declarava a nulidade do acordo entre o INSS e a Contag, implicando a extinção de todas as obrigações e o cancelamento de mais de mil termos de adesão dele derivados.

A Contag é investigada pela Polícia Federal (PF) em razão do escândalo de descontos indevidos, que gerou fraude estimada em mais de R$ 6,3 bilhões. De acordo com a Polícia Federal, a entidade realizou descontos indevidos em massa de milhares de beneficiários da Previdência Social.

Uma investigação publicada pela coluna revelou que a Contag redigiu emendas apresentadas por deputados e senadores de esquerda para mudar medida provisória (MP) que buscava coibir fraudes no INSS. De um total de 578 emendas, 96 têm o nome da Contag ou de advogada da confederação como autor, segundo metadados desses documentos.


“Polarização levou à perda do senso comum”, diz Barroso ao defender regulação das redes sociais


 













O ministro aposentado do STF Luís Roberto Barroso defendeu os decretos do governo federal que atualizaram as regras do Marco Civil da Internet e afirmou que a polarização política tem prejudicado o debate sobre regulação das plataformas digitais.

Durante participação no XIV Fórum de Lisboa, em Portugal, Barroso rejeitou críticas de censura às novas medidas. “É uma importantíssima decisão regulando plataformas digitais de uma maneira extremamente moderada, que nem vagamente se aproxima de censura”, afirmou.

Os decretos estabeleceram novas exigências para plataformas digitais, como canal de denúncias, representante legal no Brasil e mecanismos de proteção contra violência digital, especialmente contra mulheres.

As novas regras também permitem, em situações específicas, a remoção de conteúdos considerados criminosos sem necessidade de ordem judicial prévia.

Segundo Barroso, a estrutura central do Marco Civil permanece mantida: a regra geral continua sendo a responsabilização das plataformas apenas em determinadas situações legais e a retirada de conteúdos mediante decisão judicial.

O ministro aposentado afirmou, porém, que crimes graves exigem resposta rápido, como pornografia infantil, terrorismo e conteúdos de instigação ao suicídio, defendendo que esse tipo de material possa ser removido após simples notificação, sem necessidade de aguardar decisão da Justiça.

Barroso disse ainda que o debate sobre regulação digital acabou contaminado pela disputa ideológica. “Não importa se alguém é liberal, conservador ou progressista. A polarização no mundo levou a uma certa perda de senso comum que nós precisamos resgatar”, afirmou.

Marco Rubio, secretário de Trump, diz que Brasil não é um país amigável aos EUA, assim como Cuba e Venezuela


 













O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou  durante audiência no Senado americano, que o Brasil não faz parte do grupo de países considerados aliados de Washington no hemisfério ocidental.

A declaração ocorre um dia após o Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR) propor uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros e poucos dias depois de o governo americano anunciar a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas.

Ao defender que a América Latina vive um momento de maior alinhamento com os Estados Unidos, Rubio afirmou que a região está repleta de governos favoráveis aos interesses americanos. No entanto, fez ressalvas ao citar alguns países.

“Com exceção da Nicarágua, de Cuba, obviamente da Venezuela, que ainda enfrenta alguns desafios, e do Brasil, embora esteja no meio de um ciclo eleitoral, e, em certa medida, também do atual governo da Colômbia (…), trata-se agora de uma região repleta de aliados dos Estados Unidos, de líderes amistosos aos Estados Unidos e de uma direção favorável aos interesses americanos”, declarou.

Segundo Rubio, os EUA precisam transformar esse alinhamento político em resultados concretos, após o que classificou como duas décadas de negligência na região, período em que China e outras potências ampliaram sua influência na América Latina.

As declarações contrastam com a posição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que criticou a proposta de novas tarifas contra produtos brasileiros e acusou Rubio de hostilidade em relação à América Latina.

“Ele é anti-América Latina. É inimigo mortal de Cuba e de vários países latino-americanos”, afirmou Lula. O presidente também disse já ter comentado com Donald Trump que o republicano “não gosta do Brasil”.

EUA propõem taxar em 25% o Brasil após investigação sobre o Pix


 











O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos propôs oficialmente a aplicação de uma taxação de 25% sobre as importações de diversos produtos brasileiros.

A medida drástica, divulgada com informações do portal Metrópoles, surge como uma punição a políticas adotadas pelo governo brasileiro que foram classificadas por Washington como “irrazoáveis” e prejudiciais ao comércio norte-americano.

A proposta é o resultado final de uma investigação aberta pelo governo dos EUA sobre o funcionamento e o mercado do Pix no Brasil, além de analisar as diretrizes brasileiras sobre comércio digital, proteção de propriedade intelectual e combate ao desmatamento ilegal.

O órgão americano concluiu que tais práticas ferem a chamada Seção 301 da Lei de Comércio, mecanismo legal que permite aos Estados Unidos retaliar nações associadas a concorrências consideradas injustas.

A palavra final sobre a aplicação ou o veto do tarifaço de 25% caberá exclusivamente ao presidente Donald Trump.

Caso o governo americano decida prosseguir com as sanções, a definição das “medidas corretivas” contra o mercado brasileiro tem o dia 15 de julho como prazo limite.

Setores tradicionais como a carne bovina, café, petróleo, minérios e certas frutas e nozes foram listados como isentos e não devem sofrer o impacto das tarifas punitivas.

terça-feira, 2 de junho de 2026

Acidente entre caminhões mata dois jovens na PR-323 no município de Sertanópolis


 













Um grave acidente na PR-323, em Sertanópolis, resultou na morte de dois jovens e deixou outras três pessoas feridas na tarde desta terça-feira (2). A colisão frontal entre dois caminhões aconteceu a cerca de 70 quilômetros de Londrina e mobilizou diversas equipes de resgate, a PRE (Polícia Rodoviária Estadual) e a perícia técnica. Um dos detalhes que chamou a atenção das autoridades foi o velocímetro de um dos veículos, que travou em 100 km/h com a força do impacto.

As vítimas fatais foram identificadas como Carlos Canedo, de 28 anos, e Jonatan Henrique, de 26 anos. De acordo com testemunhas, um dos caminhões invadiu a pista contrária, tornando a batida inevitável. Entre os feridos, Marcelo Emiliano da Silva foi resgatado em estado grave e encaminhado ao Hospital Cristo Rei, em Ibiporã. Outros dois ocupantes foram arremessados da cabine devido à violência da colisão, enquanto o motorista que seguia no sentido São Paulo precisou ser desencarcerado das ferragens pelos bombeiros.

O tráfego na rodovia ficou completamente interrompido por cerca de quatro horas, gerando um congestionamento que ultrapassou os 10 quilômetros de extensão. Antes da liberação total, as equipes realizaram a limpeza da pista, que ficou coberta de óleo e destroços. O IML (Instituto Médico-Legal) realizou a remoção dos corpos, e a Polícia Civil agora investiga as causas que levaram à perda de controle do veículo e à invasão de pista.

Informações: Portal Tarobá