domingo, 5 de julho de 2026

Paraná terá nova onda de frio com risco de geada e temperaturas perto de 2°C


 













Uma nova massa de ar frio deve avançar pelo Sul do Brasil entre segunda-feira (6) e terça-feira (7), provocando mais uma queda nas temperaturas e aumentando o risco de geadas em algumas regiões do Paraná.

Segundo a previsão da MetSul Meteorologia, embora essa incursão de ar polar seja menos intensa que a registrada nos últimos dias, ela será suficiente para provocar um resfriamento acentuado, especialmente durante as noites e madrugadas.

As madrugadas mais frias da semana devem ocorrer entre terça-feira (7) e quinta-feira (9), com temperaturas baixas em praticamente todo o Estado.

A previsão aponta possibilidade de geada em municípios do Sul do Paraná, principalmente em General Carneiro e Palmas.

Em General Carneiro, as mínimas podem chegar aos 2°C entre terça e quarta-feira, condições consideradas favoráveis para a formação de geada. Palmas, uma das cidades mais frias do Estado, também está na área de maior risco.

Apesar de o frio atingir todas as regiões paranaenses, as menores temperaturas devem ser registradas nas áreas de maior altitude do Sul do Estado.

Neste domingo (5), o tempo segue parecido com o do sábado, com maior presença de nuvens no Leste do Paraná, especialmente entre o litoral e a Região Metropolitana de Curitiba. Nas demais regiões, o sol aparece com mais força.

As temperaturas permanecem baixas, principalmente no Leste do Estado, onde o frio deve continuar mais intenso.

Na segunda-feira (6), o avanço de uma nova frente fria favorece o retorno das instabilidades. As primeiras áreas atingidas pela chuva devem ser o Oeste e o Sudoeste do Paraná. A previsão é do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).

Domingo de Copa: Seleção Brasileira busca vaga nas quartas de final


 













A Seleção Brasileira entra em campo neste domingo (05), em busca de uma vaga nas quartas de final da Copa do Mundo de 2026. O duelo do Brasil abre o segundo dia das oitavas de final da competição, que conta com duas partidas eliminatórias e promete fortes emoções com o envolvimento de gigantes do futebol mundial e um dos países-sedes do torneio.

O grande destaque da rodada é o confronto entre Brasil e Noruega, agendado para as 17h. A equipe brasileira tenta confirmar o favoritismo e seguir viva no sonho do hexacampeonato mundial, enfrentando o sempre físico e competitivo futebol escandinavo.

Mais tarde, às 21h, a programação do mata-mata se encerra com o clássico entre México e Inglaterra. Jogando sob a forte expectativa de sua torcida na América do Norte, os mexicanos tentam desbancar o estrelado elenco inglês, que chega cotado como um dos fortes candidatos ao título e promete fazer um jogo tenso e equilibrado para definir o último classificado do domingo.

Coronel da PM expõe traição de jovem com homem casado após não receber nudes


 













A Polícia Civil de Mato Grosso (PCMT) investiga um caso de extorsão, ameaça, injúria e stalking envolvendo um tenente-coronel da Polícia Militar matogrossense. O oficial é acusado de perseguir e chantagear uma jovem de 20 anos, exigindo o envio de fotos e vídeos íntimos sob ameaças de exposição social. Como ainda não houve o indiciamento do oficial, a identidade dele será preservada.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela vítima, ela manteve relacionamento casual e sem compromisso com o militar por um período de oito meses, entre 20 de outubro de 2025 e 20 de junho de 2026.

A crise teria se iniciado no último dia 23 de junho, quando o suspeito descobriu que, durante o período em que se relacionavam, a jovem havia se envolvido com um terceiro homem, que é casado. Ao confrontar a vítima, que confirmou o envolvimento, o tenente-coronel teria tido uma crise de ciúmes e iniciado uma série de perseguições e ameaças.

Conforme o relato oficial da vítima feito à polícia, o militar exigiu que ela gravasse e enviasse um vídeo íntimo. Caso se recusasse, ele revelaria o caso extraconjugal aos pais dela e à esposa do homem envolvido.

Mesmo diante da recusa da vítima — que sustentou que não cederia à extorsão —, o suspeito cumpriu a ameaça no mesmo dia, relatando o ocorrido tanto aos familiares da jovem quanto à esposa do terceiro envolvido.

A mulher afirmou que não iria mandar nem o vídeo nem a foto que o oficial queria. No mesmo dia, o tenente-coronel contou para os pais dela e para a esposa do homem, segundo trecho do documento policial.

Ofensas via Pix

Após o episódio de exposição, a jovem bloqueou o militar em suas redes sociais e aplicativos de mensagem na tentativa de cessar o contato. No entanto, o suspeito teria passado a utilizar números de telefone diferentes e até mesmo transferências bancárias via Pix para continuar enviando mensagens de teor ofensivo e difamatório.

Nos textos anexados à denúncia, o oficial insulta a jovem com termos como “vadia”, “vagabunda” e “puta”. À polícia, a jovem declarou que se sente constantemente perseguida e manifestou profundo temor pela sua integridade física e psicológica, destacando o agravante de o suspeito ocupar alta patente na PM.

Diante do cenário de vulnerabilidade e dos crimes de difamação, extorsão, injúria e stalking, a vítima solicitou formalmente a concessão de medida protetiva de urgência em desfavor do oficial.

A Polícia Civil segue conduzindo as investigações para apurar a conduta do militar, e o caso deve ser acompanhado também pela Corregedoria da Polícia Militar de Mato Grosso para a abertura de procedimentos administrativos cabíveis. Até o fechamento desta edição, a defesa do suspeito não havia se pronunciado.

Metrópoles

Governo Lula propõe aos EUA plano de ação para contornar investigação de tarifas















 O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentou em reunião com os Estados Unidos, um “Mapa do Caminho” com medidas que o Brasil pode adotar para contornar as investigações da chamada “seção 301”, que serve como base para a ameaça norte-americana de taxar o país em 25%.

O Brasil apresentou as medidas que poderia estabelecer para contemplar preocupações norte-americanas relacionadas a cada um dos seis eixos da investigação, que critica desde corrupção ao controle do desmatamento. O governo, contudo, voltou a dizer que o Pix é inegociável e deixou a ferramenta de fora do documento.

A gestão federal indicou que executará o “roadmap” sob a condição de os Estados Unidos não tarifarem o Brasil em 25%. O principal representante brasileiro na reunião foi o ministro do MDIC (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), Márcio Elias. Pelo lado dos EUA, participou o chefe do USTR (escritório do representante comercial), Jamieson Greer.

Parte das medidas apresentadas pelo Brasil são textos em tramitação no Congresso Nacional ou medidas infralegais formuladas internamente no Palácio do Planalto, apurou a CNN.

Esta foi a quarta reunião entre Márcio Elias e Jamieson Greer. Anteriormente, segundo fontes próximas ao assunto, o foco foi a discussão tarifária. O Brasil acenou aos norte-americanos com a possibilidade de reduzir taxas para cerca de 300 linhas tarifárias.

Sob as diretrizes da OMC (Organização Mundial do Comércio), o Brasil não poderia baixar tarifas para um único país. Portanto, não poderia fazê-lo somente aos Estados Unidos. A solução encontrada foi acenar com a redução das taxas — a vários países — em setores nos quais os Estados Unidos teriam maiores condições de competir e que não prejudicariam a indústria nacional.

Entre os setores discutidos estão máquinas e equipamentos não produzidos no Brasil, como equipamentos para setor de saúde – especialmente de olho na forte e crescente demanda do SUS (Sistema Único de Saúde), e tecnologia de informação.

De todo modo, as conversas no grupo de trabalho para a discussão do tarifaço prosseguem. As equipes técnicas se reunirão no início da próxima semana e preparam um novo encontro entre Márcio Elias e Greer até 15 de julho, data em que os EUA devem responder sobre a recomendação de tarifas. 

CNN

Lula gasta mais de R$20 milhões somente em propaganda no Face e Instagram


 













O governo federal desembolsou mais de R$20 milhões em publicidade nas plataformas da Meta, controladora do Facebook e do Instagram, ao longo de um período de aproximadamente três meses.

Os dados são públicos e constam na Biblioteca de Anúncios da empresa, ferramenta que reúne informações sobre campanhas patrocinadas veiculadas nas redes sociais.

Levantamentos baseados na plataforma apontam que o valor aplicado pela administração federal supera R$22 milhões nos 90 dias analisados.

Com isso, o governo aparece como o maior anunciante da Meta no Brasil durante o período, à frente de partidos políticos, empresas e outras instituições.

As campanhas patrocinadas tiveram como foco a divulgação de programas sociais, mudanças na legislação do Imposto de Renda, investimentos em infraestrutura, iniciativas na área da educação, combate ao feminicídio e outras ações da administração federal.

A plataforma informa faixas de investimento para cada anúncio, sem divulgar o valor exato de cada campanha individual.

Em recortes mais recentes, os gastos permaneceram elevados.

Segundo os dados da Meta, apenas nos 30 dias anteriores à atualização do levantamento foram investidos cerca de R$7,9 milhões em anúncios.

Já na semana mais recente considerada pelo levantamento, os investimentos ultrapassaram R$4 milhões.

A Biblioteca de Anúncios da Meta reúne informações sobre publicidade relacionada a temas sociais, eleições e política, além de campanhas institucionais promovidas por órgãos públicos.

O sistema apresenta o período de veiculação, estimativas de alcance e as faixas de valores investidos em cada anúncio, permitindo o acompanhamento público dessas despesas.

Os investimentos em publicidade digital fazem parte da estratégia de comunicação da administração federal e se somam aos recursos destinados à divulgação institucional em outros meios de comunicação.

Dados divulgados recentemente indicam que os gastos totais com publicidade institucional do governo em 2026 alcançaram R$178 milhões apenas no primeiro semestre do ano.

Diário do Poder

METRÓPOLES: Operação fraudulenta de Paulo Figueiredo quebra hotel e causa prejuízo milionário a aposentados


 













A Justiça decretou na semana passada a falência da LSH Barra, empresa que prometia construir um hotel da rede Trump no Rio de Janeiro e que teve como CEO o influenciador Paulo Figueiredo. Com a decisão, fundos de previdência e o fundo de pensão dos funcionários do Serpro acumulam um prejuízo estimado em R$ 400 milhões em valores atualizados. 

Investimentos milionários de institutos de previdência e prejuízo a aposentados

Entre 2014 e 2016, o FIP LSH recebeu cerca de R$ 200 milhões de dez institutos de previdência e do Serpros para financiar o empreendimento. Os maiores aportes foram do Tocantins (R$ 35 milhões), Campos dos Goytacazes (R$ 40 milhões), Campinas (R$ 15 milhões) e do Serpros (R$ 56 milhões).

Falência do hotel

O hotel foi inaugurado em 2016 com apenas 75 dos 170 quartos previstos e sem a marca Trump. Em 2019, a empresa entrou em recuperação judicial, mas o plano acabou rejeitado após a Justiça invalidar o voto de Paulo Figueiredo na assembleia de credores.

Sem conseguir se recuperar e após perder o imóvel dado em garantia das dívidas, a LSH Barra teve a falência decretada. Com isso, os investidores ficaram apenas com participação em uma empresa sem patrimônio, consolidando o prejuízo milionário apontado pela reportagem.

Condenação da CVM

De acordo com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o projeto foi sustentado por uma operação fraudulenta que envolvia a valorização artificial das cotas do fundo e o desvio de recursos.

Em decisão de dezembro de 2024, a CVM concluiu que Paulo Figueiredo utilizou contratos fictícios para beneficiar empresas ligadas a ele e à sua família. O órgão também apontou uma transferência indevida de cerca de R$ 400 milhões dos investidores para os sócios fundadores.

Multas e processo criminal

A CVM aplicou a Paulo Figueiredo multas que somam R$ 81 milhões — R$ 54 milhões por desvios de recursos e R$ 27 milhões pela sobrevalorização dos ativos. O empresário Ricardo Rodrigues, conhecido como Ricardo Gordo, foi multado em R$ 53 milhões.

Os dois também responderam a uma ação criminal decorrente da Operação Circus Maximus. No entanto, o processo contra Figueiredo foi trancado pelo TRF-1 em 2022, sob o entendimento de que não havia descrição de condutas criminosas específicas atribuídas a ele.

As informações são da coluna do jornalista Demétrio Vecchioli, no Metrópoles.

Escritório de ministra indicada por Lula ao STM recebeu R$ 700 mil de empresa sob investigação


 











O escritório de advocacia da ministra do Superior Tribunal Militar (STM), Verônica Sterman, recebeu cerca de R$ 700 mil de uma empresa investigada por suposta participação em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao chamado “Careca do INSS”.

Os pagamentos teriam sido feitos entre outubro de 2024 e fevereiro de 2025, conforme revelado pela coluna de Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os repasses partiram da ACX ITC Serviços de Tecnologia, cujo responsável registrado declarou à Polícia Civil de São Paulo que era apenas um “laranja” e que recebeu R$ 5 mil para fornecer seus dados para a abertura da empresa.

Conforme a coluna, em março de 2025, Verônica Sterman foi indicada pelo presidente Lula (PT) para uma vaga no Superior Tribunal Militar. A nomeação ocorreu poucos meses depois do período em que o escritório recebeu os pagamentos citados na reportagem.

Além disso, a indicação da ministra teve o apoio da ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. Na cerimônia de posse no STM, Verônica Sterman agradeceu publicamente a ex-clientes, entre eles Gleisi Hoffmann e o ex-ministro Paulo Bernardo.

Moraes determina transferência de joias sauditas recebidas por Bolsonaro

 


O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou a transferência da custódia das joias sauditas dadas de presente pela Arábia Saudita ao ex-presidente Jair Bolsonaro e à ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

Atendendo a um pedido da Receita Federal e acatando a um parecer favorável da PGR (Procuradoria-Geral da República), o magistrado decidiu arbitrar pelo envio dos itens de uma agência da Caixa Econômica Federal para a Alfândega do Aeroporto de São Paulo.

Na decisão é apontado o parecer da PGR, que apontou não haver mais interesse criminal sobre os objetos. O entendimento é de que a transferência se faz necessária para o andamento do procedimento fiscal, com a incorporação dos itens ao patrimônio da União.

“A Receita Federal afirma, em síntese, que a transferência da custódia dos bens é essencial para a instrução e o regular prosseguimento do procedimento fiscal de perdimento em curso no âmbito da Receita Federal do Brasil, que permitirá a transferência de sua propriedade à União”, destaca a decisão.

Ao final do parecer, Moraes determinou a comunicação da deliberação à Receita Federal, à Polícia Federal em São Paulo e à Procuradoria-Geral da República.

Entenda o caso

A Polícia Federal indiciou Bolsonaro, em 2024, pelos crimes de associação criminosa, lavagem de dinheiro e apropriação de bens públicos por tentar vender as joias sauditas dadas ao governo brasileiro nos Estados Unidos. Segundo o relatório da corporação, a venda dos itens teria como objetivo o enriquecimento ilícito do ex-presidente. O valor da operação é estimado em cerca de R$ 6,8 milhões.

Em março, porém, a PGR pediu o arquivamento da investigação, argumentando que não há uma legislação clara que regulamente esse tipo de situação. Para o órgão, não é possível responsabilizar criminalmente alguém com base em cenários marcados por lacunas legislativas ou por forte divergência interpretativa sobre o que é lícito ou ilícito.

Gonet ressaltou, no entanto, que sua análise se limita à esfera penal e não impede a apuração de eventuais responsabilidades em outras áreas, como na esfera civil ou administrativa.

Ainda no mesmo mês, o TCU (Tribunal de Contas da União) decidiu que presentes de uso pessoal, recebidos por presidentes e vice-presidentes, não são patrimônios públicos e podem continuar com os políticos ao saírem do cargo.

CNN


Política Flávio falará sobre tarifas em audiência nos EUA no dia 7 de julho


 













O senador e pré-candidato ao Planalto, Flávio Bolsonaro (PL), falará no dia 7 de julho na audiência do USTR (Escritório do Representante de Comércio dos EUA) sobre a investigação comercial contra o Brasil, que pode resultar em novas tarifas ao país. O congressista será o 1º a falar durante o 2º dia da sessão, marcada para começar às 10h em Washington D.C (11h no horário de Brasília).

Flávio planeja falar por 5 minutos para pedir a suspensão do tarifaço e propor uma “resolução construtiva e negociada das questões identificadas na investigação”. O senador defende que a aplicação das tarifas “beneficiaria” o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A audiência pública será realizada nos dias 6 e 7 de julho na repartição da U.S. International Trade Commission, localizada na capital norte-americana. O prazo limite legal para a definição e aplicação das medidas corretivas contra o Brasil é 15 de julho de 2026. A decisão sobre a aplicação da tarifa cabe ao presidente Donald Trump (Partido Republicano).

Representantes de confederações e empresas privadas do Brasil e dos Estados Unidos prestarão depoimento durante as sessões, podendo argumentar contra ou a favor da aplicação de tarifas. Eis o cronograma completo da audiência (PDF, em inglês – 155 kB).

O embaixador Roberto Azevêdo, ex-diretor geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), irá à audiência para representar a CNI (Confederação Nacional da Indústria), a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e a CSN (Companhia Siderúrgica Nacional).

Entidades norte-americanas também estão escaladas para falar, principalmente dos setores de agropecuária e energia, como a Associação Americana do Comércio de Sementes e Associação de Pecuaristas dos Estados Unidos, além da Associação de Combustíveis Renováveis.

O governo brasileiro não enviará representantes para a audiência pública. A avaliação é de que a sessão é um espaço de interesse dos setores privado e civil, e não governamental.

Poder 360