O relato, afirma Pierroti, se baseia no que a própria Thauane relatou a voluntários que estão ajudando o Corpo de Bombeiros nas buscas pela Serra do Mar. De acordo com ele, a garota subiu com eles até o Pico Paraná durante as buscas deste sábado, 3 de janeiro, e durante o caminho foi explicando o que teria acontecido até o desaparecimento de Roberto.
Além da garota, também foram ouvidos dois dos três corredores que foram as últimas pessoas a verem Roberto na trilha.
Roberto e Thauane seguiram de Curitiba até Campina Grande do Sul, onde se inicia a trilha para o Pico Paraná, no dia 31 de dezembro, a última quarta-feira. O objetivo dos dois era subir a mais alta montanha da região Sul do Brasil para assistir lá de cima ao primeiro nascer do Sol de 2026.
Para chegar até a base, eles foram de onibus do terminal do Guadalupe, em Curitiba, até o terminal do Jardim Paulista, em Campina Grande do Sul. De lá pegaram mais um onibus, que os levou até a região do Jaguatirica, e depois andaram por cerca de cinco quilometros numa estrada de chão até a base onde começam as trilhas que levam para algumas das montanhas da Serra do Ibitiraquire.
A ideia da dupla era caminhar até o A1, o primeiro ponto de acampamento na trilha que leva ao Pico Paraná. No caminho, porém, Roberto teria bebido água contaminada, de uma garrafa usada para apagar incêndios, e começou a passar mal.








