segunda-feira, 30 de março de 2026

Bombeiros atendem sequência de acidentes na BR-376 em Mauá da Serra

 


O Corpo de Bombeiros de Mauá da Serra atendeu duas ocorrências de trânsito em um curto intervalo de tempo na tarde deste domingo (29), ambas na BR-376, a Rodovia do Café. Os acidentes mobilizaram equipes do 11º Batalhão de Bombeiro Militar e resultaram no encaminhamento de três pessoas ao hospital municipal.

O primeiro chamado ocorreu por volta das 17h30, nas proximidades do quartel de Mauá da Serra, onde uma colisão entre um carro e uma moto deixou um homem de 33 anos ferido. A vítima foi socorrida com suspeita de fratura no fêmur e levada pela ambulância do município para atendimento médico, enquanto os bombeiros realizaram a sinalização da pista para evitar novos acidentes.

Pouco depois, às 18h15, militares de Curitiba que se deslocavam no sentido Porto Rico presenciaram um veículo sair da pista e capotar no mesmo trecho da rodovia. No carro estavam duas mulheres que, apesar do susto, não apresentavam lesões graves aparentes. 

Seguindo o protocolo de Atendimento Pré-Hospitalar (APH), os bombeiros de Mauá da Serra foram acionados para realizar o resgate e encaminhar as vítimas ao hospital local para avaliação detalhada.

Papa Leão XIV diz que Deus não ouve orações de ‘líderes que promovem guerras’


 













O Papa Leão XIV disse que Deus rejeita as orações de líderes que promovem guerras e que eles têm “mãos cheias de sangue”. As declarações aconteceram enquanto a guerra do Irã entrou em seu segundo mês.

Dirigindo-se a dezenas de milhares de pessoas na Praça de São Pedro no Domingo de Ramos, a celebração que abre a Semana Santa que antecede a Páscoa para os 1,4 bilhão de católicos do mundo, o pontífice chamou o conflito de “atroz” e disse que Jesus não pode ser usado para justificar quaisquer guerras.

“Este é o nosso Deus: Jesus, Rei da Paz, que rejeita a guerra, a quem ninguém pode usar para justificar a guerra”, disse Leão.

Aneel mantém bandeira verde e conta de luz fica sem taxa extra em abril

 


A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou que a conta de luz continuará sem cobrança extra em abril.

Agência manteve a bandeira tarifária verde para o próximo mês. Com isso, os consumidores brasileiros não vão pagar custos adicionais nas faturas de energia elétrica.

Volume de chuvas em março garantiu um nível satisfatório nos reservatórios das usinas hidrelétricas. Esse cenário reflete uma geração favorável de energia no país.

Situação hídrica evita o uso intenso de usinas termelétricas. Essas usinas têm um custo de operação mais alto, o que encareceria a conta para o consumidor final.

Bandeira verde está em vigor desde o início do ano. O regime de chuvas se manteve em um patamar favorável durante todo o primeiro trimestre.

A Aneel reforça o pedido para o consumo responsável por parte da população. A agência afirma que a economia evita desperdícios e ajuda na sustentabilidade do setor elétrico brasileiro.


Inadimplência dispara no Brasil e já atinge mais de 81 milhões de pessoas


 













O número de brasileiros inadimplentes cresceu de forma expressiva na última década, com um aumento de 22,7 milhões de pessoas. Segundo dados da Serasa Experian, o total saltou de 59 milhões em 2016 para 81,7 milhões em 2026, um avanço de 38,4%, bem acima do crescimento da população no mesmo período.

O levantamento aponta que as dívidas estão concentradas principalmente em bancos e financeiras, responsáveis por 47,1% dos débitos. Em seguida aparecem contas básicas, como água e energia, com 21,4%, além de serviços, varejo e telefonia. O estudo também mostra que 42% dos inadimplentes já enfrentavam restrições há dez anos, indicando um ciclo persistente de endividamento.

Dados do Banco Central do Brasil reforçam o cenário preocupante. O endividamento das famílias chegou a 49,7% em 2025, enquanto o comprometimento da renda atingiu 29,2%. O presidente da instituição, Gabriel Galípolo, destacou o peso do cartão de crédito, especialmente do rotativo, que pode ter juros extremamente elevados.

O avanço da inadimplência também entrou no radar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem tratado o tema com frequência. O petista apontou uma contradição entre o baixo desemprego e o aumento das dívidas, afirmando que o governo busca alternativas para reduzir a pressão sobre as famílias.

Especialistas indicam que o problema é estrutural e envolve fatores como juros altos, custo de vida e acesso ao crédito. A tendência, segundo analistas, é que o tema ganhe ainda mais peso no debate econômico e político nos próximos meses.

Com informações do Metrópoles

Brasil tem a 3ª maior dívida em relação ao PIB da América do Sul, atrás apenas de Venezuela e Bolívia


 













O Brasil tem a terceira maior dívida pública da América do Sul em relação ao PIB, com 91,4%, segundo o Fundo Monetário Internacional. O país fica atrás apenas da Venezuela (138,5%) e da Bolívia (93,7%).

Levantamento mostra que 5 dos 12 países analisados da região já operam com dívidas acima de 75% do PIB, com tendência de alta desde a pandemia.

Dívida Pública em Relação ao PIB:

  1. Venezuela – 138,5%
  2. Bolívia – 93,7%
  3. Brasil – 91,4%
  4. Suriname – 89,1%
  5. Argentina – 78,8%
  6. Uruguai – 66,6%
  7. Colômbia – 58,9%
  8. Equador – 53%
  9. Chile – 42,7%
  10. Paraguai – 41,7%
  11. Peru – 32,1%
  12. Guiana – 25,1%

Os dados variam conforme a metodologia. O FMI adota um critério mais amplo, incluindo todos os títulos do Tesouro, enquanto o Banco Central do Brasil usa um cálculo mais restrito.

Para o economista Luciano Nakabashi, o avanço da dívida indica desequilíbrio fiscal. Segundo ele, quando o governo gasta mais do que arrecada, reduz a poupança e pressiona juros e investimentos.

O alto endividamento limita o crescimento, já que aumenta o gasto com juros e reduz recursos para áreas como infraestrutura e educação. Fatores estruturais, como juros elevados e baixo crescimento econômico, agravam o cenário.

Com informações de Poder 360

Política Depois acusar deputado por estupro, Soraya diz não ter de provar nada

 


A senadora Soraya Thronicke afirmou que não tem obrigação de apresentar provas ao comentar a denúncia de estupro de vulnerável feita contra o deputado Alfredo Gaspar. A declaração foi publicada nas redes sociais neste domingo (29), dias após o caso ganhar repercussão durante a CPMI do INSS.

Segundo Soraya, a abertura de investigações pode ocorrer mesmo sem provas iniciais, citando que, em casos como investigação de paternidade, o exame de DNA é considerado determinante. A senadora também argumentou que a recusa em realizar o teste pode gerar presunção relativa de paternidade, conforme entendimento do Judiciário.

A denúncia foi apresentada à Polícia Federal em conjunto com o deputado Lindbergh Farias. O documento relata suspeitas de estupro de vulnerável envolvendo uma adolescente de 13 anos à época, além de uma suposta tentativa de ocultação do caso mediante pagamento para evitar que o fato fosse levado às autoridades.

Foto: Reprodução/X

O episódio veio à tona durante sessão da CPMI, quando Lindbergh chamou Gaspar de “estuprador”, o que gerou forte reação. O parlamentar negou as acusações, afirmou que o caso envolve um primo e apresentou exame de DNA para sustentar sua versão. Ele também disse que acionará o Conselho de Ética contra Lindbergh.

Gaspar classificou a denúncia como falsa e afirmou estar com a “consciência tranquila”. O caso segue sob análise das autoridades, com pedido de tramitação em sigilo e medidas de proteção aos envolvidos.

Com informações do Poder360



PESQUISA PODER DATA: 74% reprovam Erika Hilton na presidência da Comissão da Mulher


 













Pesquisa PoderData divulgada, aponta que 74% dos brasileiros reprovam a escolha da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), uma mulher trans, para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados.

De acordo com o levantamento, 12% dos entrevistados concordam com a escolha da deputada na presidência da comissão. Outros 14% dos ouvidos preferiram não responder.

Erika Hilton (PSOL-SP), foi eleita presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara no dia 11 de março, como primeira mulher transsexual a ocupar a cadeira da Presidência da Comissão.

A pesquisa PoderData entrevistou 2.500 pessoas em todo o país, de 21 a 23 de março, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Com informações de CNN

Governo Lula quer brecha fiscal para ampliar incentivos tributários

 


O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva articula no Congresso a criação de uma brecha fiscal para viabilizar novos incentivos tributários. A iniciativa foi apresentada por meio de projeto de lei do senador Randolfe Rodrigues, líder do governo.

A informação é do colunista Paulo Cappelli, do portal Metrópoles.  proposta prevê exceções às regras fiscais que hoje limitam a concessão de benefícios tributários e a criação de despesas. Pelo texto, medidas desse tipo poderiam avançar sem as restrições habituais, desde que a renúncia de receita já esteja prevista no Orçamento de 2026 ou acompanhada de compensações.

Entre os pontos detalhados, o projeto inclui incentivos relacionados a áreas de livre comércio e operações envolvendo tributos como PIS/Pasep e Cofins. Também abre espaço para concessão de créditos na aquisição de materiais específicos e isenções sobre a venda de resíduos e aparas.

Além da questão tributária, a proposta trata de despesas obrigatórias. O senador inclui regras que permitiriam a implementação de iniciativas como licença-paternidade e salário-paternidade sem a aplicação de limitações fiscais mais rígidas.

As medidas são restritas ao exercício de 2026 e, se aprovadas, entram em vigor imediatamente após a sanção. A proposta deve intensificar o debate sobre responsabilidade fiscal e políticas de incentivo em meio ao cenário econômico e eleitoral.


Decisão de Moraes sobre Bolsonaro tem erros de português e chama atenção


 












Uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, virou alvo de críticas após a identificação de erros ortográficos e gramaticais no documento. O despacho trata de medidas envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Entre os problemas apontados, estão uma data digitada de forma incorreta, falhas de concordância e erros de conjugação verbal. Também foram identificados termos escritos de maneira equivocada, além de inconsistências na padronização de siglas e formatação do texto.

Foto: Reprodução

Outro ponto que chamou atenção foi o uso inadequado de palavras em decisões anteriores, como a troca de “mas” por “mais”, além de falhas no uso da crase em trechos do documento. Especialistas avaliam que esse tipo de deslize indica ausência de revisão mais cuidadosa.

Os erros repercutiram nas redes sociais e ampliaram críticas à qualidade formal de decisões judiciais, sobretudo em casos de grande repercussão política. O episódio também reacende o debate sobre o rigor técnico esperado em documentos oficiais do Judiciário.

Foto: Reprodução

Apesar das falhas apontadas, a decisão segue válida juridicamente, já que erros de redação não costumam comprometer o conteúdo ou os efeitos legais das determinações.