sexta-feira, 6 de novembro de 2026

Moro e Ratinho definem equipes e começa transição do governo do Paraná

 



Os representantes da equipe de transição do governador eleito Sergio Moro e do atual governo de Carlos Massa Ratinho Junior se reuniram pela primeira vez nesta quinta-feira, 5 de novembro, no Chapéu do Pensador, no bairro Bigorrilho, em Curitiba. A reunião marca o início dos trabalhos de transição na gestão do Governo do Paraná.

Durante o encontro, foram apresentados os integrantes dos dois grupos e também foi entregue o ofício com uma solicitação de informações sobre a atual gestão. O governador eleito e o atual não participaram da reunião. A formalização também foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira, 4 de novembro.

A partir de agora, o grupo terá acesso a dados sobre a situação financeira do Paraná, a estrutura administrativa, os contratos, os programas e as obras em andamento, entre outros aspectos da gestão estadual.

“Este é um passo fundamental para que possamos conhecer em profundidade a realidade da administração estadual. Com acesso às informações e aos dados do governo, teremos condições de fazer um diagnóstico mais preciso da situação do Paraná, identificar as prioridades e preparar as decisões que serão tomadas a partir de janeiro. Queremos começar o governo com planejamento, responsabilidade e clareza sobre os desafios que teremos pela frente”, afirmou Sergio Moro.

O processo foi regulamentado pelo Decreto nº 15.525, assinado por Ratinho Junior em 26 de outubro. A norma estabelece as regras para o compartilhamento de informações entre a atual administração e os representantes do governador eleito, garantindo condições para o planejamento da próxima gestão e a continuidade dos serviços públicos.

O Decreto nº 15.659, publicado no Diário Oficial do Estado, oficializou os dez nomes indicados pelo governador eleito:

Lucas Alves de Lima Barros de Góes – coordenador-geral;
Pricilla Maria Santana;
Aparecida de Fátima Gavioli;
Edson José de Vasconcelos;
Louise Caroline Campos Low;
Luiz Rodrigo Grochocki;
Fernando Hideyo Yokemura;
Vinicius Klein;
Itanielson Dantas Silveira Cruz;
Lucca Silva Perdigão.

Ivaiporã tem previsão de chuva e termômetros alcançando 29°C nesta sexta-feira


 












Ivaiporã terá uma sexta-feira, dia 6, marcada por instabilidade climática, céu carregado de nuvens e chuva confirmada ao longo do período. O município registra temperatura mínima de 20°C nas primeiras horas do amanhecer e máxima que deve alcançar os 29°C durante a tarde, configurando um ambiente bastante abafado em toda a região.

O cenário meteorológico aponta 98% de probabilidade de ocorrência de precipitação, com volume acumulado estimado em 4,9 milímetros. Os índices de umidade relativa do ar permanecem elevados, variando de 70% nos períodos mais quentes até a saturação máxima de 100%, enquanto os ventos sopram do quadrante leste a uma velocidade média de 6 km/h, podendo registrar rajadas pontuais de até 36 km/h.

A aproximação de um novo sistema de baixa pressão nas proximidades do Paraguai, com extensão em direção à Região Sul do Brasil, deve favorecer a formação de áreas de instabilidade a partir da tarde, com possibilidade de temporais localizados. As temperaturas elevadas segue sendo um destaque.

Brasil mantém maior taxa de juros reais do mundo e joga a conta do descontrole da inflação no bolso do trabalhador

 


O Brasil segue isolado na liderança de um ranking indigesto: o de maior taxa de juros reais do planeta. Após a decisão do Banco Central de manter a Selic em 13,75% ao ano, levantamentos das consultorias MoneYou e Lev Intelligence confirmam que, descontada a inflação, o juro real brasileiro supera os 9% ao ano, deixando o país no topo mundial da carestia financeira. O próprio comunicado do Copom deixou claro o motivo de tanta restrição: a disparada das incertezas fiscais e as projeções de inflação totalmente descoladas da meta de 3%, obrigando a autoridade monetária a adotar uma postura defensiva e contracionista para tentar frear a escalada de preços.

Na prática diária do cidadão, essa liderança global significa uma pancada direta no bolso e no custo de vida. Com o juro real nas alturas, o brasileiro paga os financiamentos mais caros do mundo, enfrenta faturas extorsivas no cartão de crédito, encontra portas fechadas para empréstimos e assiste à desaceleração da economia e dos empregos. É a demonstração clara de que a incapacidade do governo federal de cortar gastos e passar credibilidade cobra o seu preço mais alto justamente de quem está na ponta: o trabalhador.

Banco francês sofre ataque hacker e perde cerca de R$ 615 milhões

 


O grupo bancário francês Crédit Mutuel Arkéa confirmou ter sido vítima de um ataque cibernético. De acordo com informações da própria instituição, criminosos virtuais teriam desviado cerca de 100 milhões de euros (aproximadamente R$ 615 milhões na cotação atual), embora o montante exato ainda esteja em fase de apuração final.

Em nota oficial encaminhada à imprensa, o banco garantiu que a situação já se encontra sob controle, que os ativos e contas dos clientes não foram afetados e que os serviços operacionais estão sendo restabelecidos gradualmente. “Assim que o ataque foi detectado, e em conformidade com os procedimentos habituais, o Grupo contatou as autoridades competentes e de supervisão para as informar da situação”, informou a instituição financeira.

Estratégia de conversão em criptoativos

De acordo com o comunicado, os invasores utilizaram a própria conta institucional do Crédit Mutuel Arkéa para efetuar transações com outros bancos. A manobra permitiu converter rapidamente os valores em criptomoedas através de plataformas especializadas de negociação.

Apesar da magnitude das cifras envolvidas, o banco assegurou que o prejuízo não compromete a solidez nem a saúde financeira do grupo. “As equipas do Crédit Mutuel Arkéa continuam totalmente mobilizadas para medir com precisão as consequências deste ataque e reforçar os seus mecanismos de segurança”, destacou a empresa.

Escalada de ataques cibernéticos

A invasão ao banco francês ocorre em um momento de alerta máximo no setor financeiro global, poucos dias após a corretora de criptomoedas Binance sofrer o maior roubo da história do segmento, com o desvio de US$ 6,3 bilhões em criptoativos. O Federal Bureau of Investigation (FBI) atribuiu a ação na Binance a um grupo de hackers ligado ao governo da Coreia do Norte, acusação que Pyongyang nega veementemente.

Com informações do Metrópoles


FIM DA ESCALA 6×1: Setor de comércio e serviços aciona o STF para adiar mudanças na jornada de trabalho

 


A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) acionou o Supremo Tribunal Federal com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade para tentar adiar o início das mudanças bruscas na jornada de trabalho decorrentes do fim da escala 6×1. A entidade pede que o prazo para reduzir a carga horária para 42 horas semanais seja empurrado de dezembro de 2026 para outubro de 2027, e que a exigência de 40 horas passe apenas para 2028.

O objetivo não é barrar a medida, mas evitar o estrangulamento de milhares de empresas que não têm como reorganizar turnos, renegociar acordos e contratar substitutos em apenas 60 dias.

O governo deu até um ano para o setor público ajustar seus contratos terceirizados. Já o varejo avisa que o atropelo pode resultar em queda na qualidade do atendimento, fechamento de vagas formais e repasse de custos para o consumidor.

Com informações da Revista Oeste 


Presidente do Paraguai, Santiago Peña, renuncia ao cargo em meio a crise em banco no país

 


O presidente do Paraguai, Santiago Peña, anunciou nesta quinta-feira que deixará o cargo em meio à crise do banco Ueno e à abertura de um processo de impeachment contra ele. A renúncia ainda precisa ser aceita pelo Congresso, que deverá convocar uma sessão para analisar o caso.

O banco Ueno fechou as portas na terça-feira (3), após o Banco Central iniciar sua liquidação por problemas nos índices de solvência e empréstimos a empresas vinculadas. O Ueno, que pertence ao Grupo Vázquez, tinha cerca de 3 milhões de clientes e US$ 850 milhões (aproximadamente R$ 4,6 bilhões) em depósitos, incluindo recursos da Previdência Social.

Peña foi acionista do grupo até março de 2025. A oposição o acusa de conflito de interesses, manipulação regulatória e encobrimento de irregularidades pelo Banco Central. Durante a sessão que apresentou a acusação, a deputada Rocío Vallejo afirmou: “Nunca antes alguém prejudicou, em um único dia, 3 milhões de pessoas na República do Paraguai, e o senhor conseguiu isso, senhor presidente… o senhor é a origem desse monstro que criou”.

Em publicação nas redes sociais, Peña afirmou que os responsáveis pelas irregularidades serão levados à Justiça, sem exceções. Pouco antes, promulgou uma lei para permitir que os clientes do banco recuperem seus depósitos em menos tempo.

“Peço veementemente a todos os setores políticos que coloquem o interesse dos poupadores acima de qualquer outro interesse”, declarou.


Alcolumbre vai analisar pedido de Randolfe para anular voto de Flávio Bolsonaro no Senado

 


O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou que vai analisar um pedido do senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) para anular o voto de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na sessão que aprovou a PEC da Segurança Pública. Flávio participou da votação remotamente, dos Estados Unidos.

Randolfe questiona se Flávio cumpriu o Regimento Interno do Senado, que exige a comunicação oficial de viagens ao exterior. Segundo ele, o senador não teria informado sua saída do país nem solicitado licença.

“Eu não quero censurar nem vetar o voto de ninguém, mas veja que caso curioso: ele pede exílio alegando viver em uma ditadura, mas quer, lá dos Estados Unidos, participar dos debates do Parlamento dessa ‘ditadura’”, afirmou Randolfe.

Alcolumbre explicou que o voto remoto foi permitido porque a sessão ocorreu em formato semipresencial, mas informou que encaminhará o questionamento para análise da Mesa Diretora.

Flávio deixou o Brasil após a derrota no segundo turno das eleições presidenciais. Na sessão, votou a favor da PEC da Segurança Pública nos dois turnos. O texto foi aprovado e seguirá para promulgação.

Com informações do Poder360


Após gastar R$ 2,6 bilhões com republicanos, Elon Musk ironiza derrota do partido de Trump

 


O bilionário Elon Musk ironizou a derrota do Partido Republicano nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, após destinar cerca de US$ 474 milhões (R$ 2,6 bilhões) para apoiar candidatos da legenda do presidente Donald Trump.

“Parece que meus raios laser espaciais de interferência eleitoral não funcionaram desta vez”, escreveu Musk em publicação no X. Os democratas conquistaram o controle da Câmara e do Senado, alterando a correlação de forças no Congresso norte-americano.

Segundo a organização OpenSecrets, Musk se tornou o maior doador individual de um ciclo eleitoral federal desde 2010. Desse total, US$ 158 milhões (R$ 793 milhões) foram destinados à campanha de Ken Paxton, candidato republicano ao Senado pelo Texas, derrotado pelo democrata James Talarico.

O Texas também registrou a derrota do governador republicano Greg Abbott para a democrata Gina Hinojosa, primeira mulher latina eleita para governar o estado.

Com o novo cenário político, Musk demonstrou preocupação com a expansão dos centros de dados de inteligência artificial no Texas, onde estão instaladas as sedes de suas empresas. “Os centros de dados no espaço parecem bastante atraentes neste momento”, escreveu.

Com informações da Folha de S.Paulo


Governo Lula usa “neutralidade” no Itamaraty, apos baque de Trump no Congresso americano

 


O Ministério das Relações Exteriores adotou o silêncio oficial sobre o resultado das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, mas os bastidores do Governo Lula não esconderam o alívio e a empolgação com a perda de maioria do Partido Republicano no Congresso americano. Enquanto a diplomacia brasileira se esconde atrás do pretexto de não emitir notas sobre pleitos estrangeiros, integrantes do Itamaraty e interlocutores do Planalto comemoram internamente o que chamam de o “fim do Trump Imperial”.

Na avaliação da cúpula governista, o enfraquecimento do presidente norte-americano criará um ambiente doméstico hostil em Washington, forçando o republicano a responder a investigações do parlamento e limitando sua margem de manobra na política externa.

A avaliação interna no entanto, admite que o baque sofrido por Trump não garante o fim automático das tarifas impostas contra produtos brasileiros e nem resolve o impasse comercial entre os dois países.

Com informações da Folha de São Paulo- Mônica Bergamo