segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Borracheiro compra caminhonete de R$ 110 mil e paga parte do valor com milhares de moedas no Ceará

 


O proprietário de uma revendedora de veículos na cidade de Quixeramobim, no interior do Ceara, foi surpreendido por um método de pagamento inusitado no último sábado. Um cliente, que trabalha como borracheiro, comprou uma caminhonete Hilux avaliada em R$ 110 mil e quitou parte do valor utilizando milhares de moedas de R$ 1. 

A negociação foi concretizada com a entrega de um veículo como entrada e o repasse das moedas, que foram poupadas pelo comprador ao longo de vários anos. Por questões de segurança e para preservar a identidade do borracheiro, o valor exato pago em moedas não foi divulgado.

A quantidade de dinheiro fracionado era tão grande que o empresário Rafael Fernandes e sua equipe chegaram a passar oito horas tentando contabilizar o montante no próprio estabelecimento. Sem conseguir finalizar a contagem manual, o dono da loja decidiu levar os sacos e o garrafão repletos de moedas para uma agência bancária, onde o processo pôde ser concluído. 

Um vídeo registrando o momento da entrega do pagamento na loja foi publicado nas redes sociais e rapidamente viralizou, ultrapassando a marca de um milhão de visualizações.

Com dez anos de experiência no ramo de venda de veículos automotores, Fernandes relatou que esta foi a primeira vez que se deparou com uma situação do tipo. O empresário explicou que o cliente avisou sobre as moedas durante as tratativas da compra e, mesmo sem acreditar inicialmente, decidiu aceitar o acordo para não perder a venda. 

Ele destacou sua própria origem humilde, como filho de um taxista e de uma sacoleira, como motivação extra para respeitar e valorizar o esforço do cliente em juntar as economias.

Paraná tem semana de frio intenso, calor no Norte e volta da chuva.

 


Uma mudança significativa no tempo deve atingir o Paraná a partir da madrugada de quarta-feira (21). Um sistema de baixa pressão em formação na região do Paraguai trará instabilidades de volta ao estado, provocando chuvas volumosas e aumentando o risco de tempestades até o fim da semana. O alerta é do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).

De acordo com a meteorologista do Simepar, Raissa Pimentel, os maiores acumulados de chuva devem se concentrar no decorrer dos dias. "A partir da madrugada de quarta-feira, o tempo muda no estado. Um sistema de baixa pressão em formação na região do Paraguai traz chuva de volta ao Paraná. Na quarta, as instabilidades se concentram na metade oeste e no centro-sul. Nos dias seguintes, a chuva se espalha e, até sexta-feira, atinge todo o estado, com aumento do risco de tempestades. Os acumulados podem se aproximar dos 100 mm, principalmente no oeste, no sudoeste e no centro-sul", explicou.

Antes da chegada da instabilidade, o início da semana é marcado por tempo firme e temperaturas baixas ao amanhecer. Nesta segunda-feira, as menores temperaturas foram registradas no centro-sul e nos Campos Gerais, com termômetros abaixo dos 5 °C. Na Região Metropolitana de Curitiba, a mínima ficou próxima dos 9 °C, enquanto nas faixas oeste e norte variou entre 9 °C e 12 °C.

Durante as tardes de segunda e terça-feira, o sol predomina em grande parte dos municípios, promovendo aquecimento gradual, em especial na metade norte. "O amanhecer desta segunda-feira foi gelado, principalmente no centro-sul, onde várias cidades registraram mínimas abaixo dos 5 °C. Hoje e amanhã, o tempo ainda segue estável na maior parte do Paraná, com sol e sem previsão de chuva significativa. À tarde, o sol aquece mais o oeste, o norte e o norte pioneiro, com máximas em torno dos 25 °C. Amanhã, as temperaturas sobem um pouco, com destaque para a metade norte, onde as máximas ficam próximas dos 27 °C", destacou a especialista.

Após 12 anos de prisão e tortura, Estado repara ex-policial vítima de condenação injusta no Paraná


 













O Estado do Paraná reconheceu formalmente a responsabilidade por um grave erro judicial e pediu desculpas ao ex-policial militar Gerson Milusk de Carvalho, que passou 12 anos preso injustamente. A retratação ocorreu na última quinta-feira (15), durante uma cerimônia no Fórum de Pitanga, onde representantes de instituições públicas assinaram um acordo de reparação pelos danos decorrentes das violações de direitos humanos e das torturas físicas e psicológicas sofridas pela vítima.

Gerson foi preso em 1995 sob a acusação de participação em um duplo assassinato. Segundo os autos do processo de revisão, a detenção ocorreu sem ordem judicial e o ex-policial foi submetido a sessões de tortura para confessar um crime que não cometeu. Durante todo o trâmite na Justiça, ele teve seus direitos fundamentais violados, enfrentando o uso de provas ilegais e a total falta de assistência jurídica adequada para a sua defesa.

A assinatura do acordo de reparação atende a uma recomendação da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que analisou detalhadamente as violações sofridas por Gerson e seus familiares. A elaboração do documento contou, pela primeira vez, com a participação ativa da Defensoria Pública do Estado do Paraná (DPE-PR).

O órgão estadual assumiu o compromisso de garantir o cumprimento das medidas de reparação e de acompanhar todos os desdobramentos nas esferas criminal e cível para evitar que injustiças semelhantes se repitam.

Durante o evento de retratação oficial, o defensor público e coordenador do Núcleo da Cidadania e Direitos Humanos (NUCIDH), Antonio Vitor Barbosa de Almeida, lembrou que na época da prisão o Paraná ainda não possuía uma Defensoria estruturada, visto que os primeiros profissionais concursados só tomaram posse em 2013. 

Em seu discurso, o ex-policial militar endossou a necessidade de ampliação do órgão pelos municípios paranaenses, destacando que sua própria trajetória evidencia o tempo e a vida que se perdem quando um cidadão não tem quem o escute, investigue os fatos e o defenda de forma justa perante a lei.

Mensagens citam encontro de apresentador da Band no Master

 


Mensagens extraídas pela Polícia Federal (PF) indicam que Ana Matos, ex-executiva de comunicação e marketing do Banco Master, organizava um encontro com Eduardo Oinegue, apresentador do Jornal da Band . As conversas foram divulgadas pelo Diário do Centro do Mundo (DCM) e são datadas de 1º de setembro de 2025.

Nos diálogos com Daniel Vorcaro, então controlador do banco, Ana afirma que aguardava a chegada do jornalista à recepção. Em seguida, informa que ele estava acompanhado de Marcos Carvalho, ligado às redes sociais da instituição, e que havia reservado uma sala para a reunião.

No entanto, o conteúdo não esclarece qual seria o assunto do encontro nem confirma que ele tenha efetivamente ocorrido. As mensagens não permitem concluir o que teria sido discutido ou atribuir qualquer irregularidade ao apresentador.

A reportagem foi publicada pelo DCM, em texto assinado por Kiko Nogueira.
O que dizem as mensagens sobre Eduardo Oinegue

Em uma das conversas, Ana Matos escreveu a Vorcaro: “Estou na recepção aguardando o Oinegue que chega em 10min”. Na sequência, acrescentou que o apresentador estava com Marcos Carvalho e informou ter reservado a sala 1101.

Os registros apontam que a então executiva tratava da organização do encontro diretamente com o banqueiro. Entretanto, o trecho divulgado não apresenta informações sobre a pauta ou o objetivo da conversa.

O DCM também relata que, no mesmo dia, Ana comentou com Vorcaro que havia pesquisado informações sobre Mônica Bergamo, colunista da Folha de S.Paulo. Na mensagem, ela afirma: “Vamos com o Ferri mesmo, Daniel. Já pesquisei a Monica, não”.

O diálogo não permite identificar com segurança quem seria a pessoa mencionada como “Ferri” nem esclarecer o contexto completo da conversa.

As mensagens divulgadas também abordam a relação comercial entre o banco e o portal Metrópoles. Segundo o DCM, a instituição financeira firmou um contrato publicitário de R$ 20 milhões com o veículo.

Conversas analisadas pela Polícia Federal indicariam que Vorcaro recebia informações antecipadas sobre reportagens, solicitava alterações e discutia conteúdos. Em uma das mensagens citadas pela reportagem, Ana questionou o custo do contrato. O banqueiro, por sua vez, teria afirmado que a relação com o portal era muito importante para o grupo.

Esses registros fazem parte de um conjunto mais amplo de mensagens que vêm sendo examinadas no contexto das investigações envolvendo o ex-controlador do Banco Master.

Deborah Secco repudia comentários de Vorcaro e ex-executivo da Globo: “machistas, desrespeitosos e irresponsáveis”

 


A atriz Deborah Secco repudiou comentários de teor sexual feitos sobre ela pelo banqueiro Daniel Vorcaro e pelo ex-executivo da Globo Fred Kachar em conversas obtidas pela Polícia Federal (PF). A assessoria classificou as mensagens como “machistas, desrespeitosas e irresponsáveis”.

As conversas ocorreram após o Baile da Vogue de 2024, no Rio de Janeiro. Em uma delas, Kachar afirmou que Deborah “estava pra jogo”. Vorcaro respondeu que ela estava “muito feia”, enquanto o ex-executivo declarou que só olhava para o corpo da atriz.

A assessoria esclareceu que Deborah nunca conheceu Vorcaro e que sua relação com Kachar sempre foi estritamente profissional, sem vínculo pessoal. Também negou que a atriz e Sabrina Sato, igualmente citada nas mensagens, estivessem em uma festa com os dois. Segundo a equipe, elas trabalhavam no evento.

A nota criticou ainda o uso da imagem da artista para alimentar especulações e afirmou que comentários desrespeitosos sobre mulheres não devem ser tratados com naturalidade.

O Grupo Globo anunciou a demissão de Fred Kachar do cargo de diretor-geral de Mídia Impressa e Rádio, após a repercussão das conversas.

coluna de Lucas Pasin, do Metrópoles,


ESCALADA DA GUERRA: Rússia atinge maior siderúrgica ucraniana após Trump suspender sanções

 


O Ministério da Defesa da Rússia informou que realizou um ataque de grande escala contra a maior siderúrgica da Ucrânia, situada em Kryvyi Rih, na madrugada deste sábado (17). De acordo com Moscou, a planta industrial era utilizada para fornecer produtos de aço ao complexo militar-industrial ucraniano.

Paralelamente à ofensiva na siderúrgica, autoridades ucranianas relataram bombardeios em diversas regiões do país, incluindo Kharkiv, Zaporizhzhia e Rivne.

Na cidade de Kherson, a situação foi particularmente crítica: a Rússia lançou oito bombas aéreas guiadas contra um bairro residencial, danificando 10 edifícios. O Serviço de Emergência da Ucrânia informou que várias pessoas ficaram soterradas, das quais sete foram resgatadas com vida. O balanço oficial aponta uma morte e 21 feridos no local, entre eles duas crianças.

Os ataques também deixaram feridos em outras localidades: 15 pessoas em Kharkiv (incluindo três crianças), cinco em Zaporizhzhia (incluindo uma criança) e duas em Rivne.

Contexto diplomático

A nova onda de bombardeios ocorre um dia após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspender um pacote de sanções contra a Rússia que havia sido aprovado pelo Congresso norte-americano e sancionado por ele próprio no mês passado. A medida tinha como objetivo principal pressionar o governo russo a encerrar o conflito armado contra a Ucrânia.

Com informações do Metrópoles


Vorcaro editava textos de vídeos de Gabriela Prioli vendidos como opinião espontânea

 


Mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, indicam que a influenciadora Gabriela Prioli teria participado de uma estratégia de comunicação da instituição, com contrato de 12 meses e conteúdos discutidos previamente com a equipe do banco.

Segundo as conversas divulgadas, Ana Matos, então responsável pela comunicação e pelo marketing do banco, informou a Vorcaro que o contrato estava assinado e que ela e Prioli finalizavam o roteiro de uma publicação. Em outros diálogos, o banqueiro sugeriu alterações em conteúdos e discutiu o momento de publicação de vídeos.

Um dos conteúdos de Prioli defendia o Banco Master e abordava a segurança dos investimentos em CDBs. As mensagens também mencionam a preparação de roteiros para rebater críticas e questionamentos sobre a instituição.

Em resposta, Prioli afirmou que nunca conversou com Vorcaro ou funcionários do banco, não assinou contrato e não recebeu pagamentos para produzir conteúdos em defesa da instituição. Ela questionou a divulgação de provas do suposto acordo e disse que seu faturamento está documentado por notas fiscais, sem emissão para o Master ou empresas ligadas ao banqueiro.


Com informações do Estadão


Governo Trump diz apoiar eleição livre e justa no Brasil e volta a defender sanções a Moraes: “violou direitos humanos”

 


O governo de Donald Trump afirmou apoiar a realização de eleições livres e justas no Brasil e voltou a defender medidas adotadas contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e as facções criminosas PCC e Comando Vermelho (CV).

A posição consta em uma carta enviada por Katherine Bowles, secretária-assistente do Departamento de Estado americano, em resposta a questionamentos de 30 deputados democratas e do senador independente Bernie Sanders sobre uma possível interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras.

“Os Estados Unidos apoiam o direito do povo brasileiro a um processo eleitoral livre e justo”, escreveu Bowles. A representante também afirmou que o país mantém diálogo com governos e a sociedade civil sobre governança democrática, independência judicial e integridade eleitoral.

Sobre Moraes, o departamento justificou as sanções impostas em 2025, posteriormente retiradas em dezembro, alegando que o ministro cometeu “graves violações dos direitos humanos”. Segundo a carta, ele teria “abusado da sua posição ao autorizar prisões preventivas injustificadas e comprometer a liberdade de expressão”.

A pasta também acusou o magistrado de promover “uma iniciativa direcionada e politicamente motivada para silenciar críticos políticos”, por meio de ordens para que plataformas digitais removessem contas.

Em relação ao PCC e ao Comando Vermelho, o governo Trump defendeu a classificação dos grupos como organizações terroristas. Segundo o Departamento de Estado, a decisão “refletiu a avaliação do departamento de que ambas as organizações são altamente violentas, contam com milhares de membros, são responsáveis por ataques contra forças de segurança, autoridades e civis brasileiros e mantêm redes criminosas que se estendem até os Estados Unidos”.

A pasta afirmou que as medidas fazem parte do esforço americano para combater organizações criminosas na região. “As medidas do departamento reforçam o compromisso inabalável do governo Trump de desmantelar cartéis e organizações criminosas em nossa região e garantir a segurança do povo americano”, declarou.
O departamento também disse que pretende dialogar com o governo eleito no Brasil para promover segurança, comércio, investimentos e prosperidade entre os dois países.

Com informações de Gazeta do Povo


Vorcaro encomendou vídeos apócrifos para atacar jornalistas Malu Gaspar e Lauro Jardim


 















O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, planejou ataques contra os jornalistas Lauro Jardim e Malu Gaspar, do jornal O Globo, em razão de reportagens sobre operações financeiras da instituição. Mensagens obtidas pela Polícia Federal mostram que ele discutiu a produção de vídeos anônimos para tentar descredibilizar os profissionais.

Em conversas de março de 2025, a então superintendente de Comunicação e Marketing do banco, Ana Lúcia Matos, apresentou roteiros de vídeos apócrifos contra os jornalistas. Vorcaro sugeriu alterações e aprovou trechos das propostas, mas criticou uma das versões produzidas.

As mensagens também mostram que o banqueiro pediu a Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, que Lauro Jardim fosse agredido em um assalto forjado. Em relação a Malu Gaspar, Vorcaro pediu ao publicitário Thiago Miranda que procurasse informações sobre a vida pessoal da jornalista.

Em nota, O Globo repudiou a campanha e afirmou que as ações representam uma tentativa de intimidar a imprensa e desacreditar o jornalismo profissional. O veículo declarou que continuará trabalhando com rigor e independência.

Na sexta-feira (16), a defesa de Vorcaro pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de uma investigação sobre o vazamento das conversas. Os advogados afirmam que o banqueiro é alvo de um “processo de linchamento público”.

Ana Matos, que deixou o banco em dezembro de 2025, questionou a integridade dos trechos divulgados. Ela afirmou não ter acesso ao material original e disse não ter condições de verificar sua autenticidade, levantando a possibilidade de que as mensagens tenham sido selecionadas e editadas fora de contexto.