quinta-feira, 7 de maio de 2026

Colisão seguida de incêndio deixa uma vítima grave e carros destruídos na PR-466


 













Um acidente envolvendo três veículos deixou uma pessoa com queimaduras graves na noite desta quarta-feira (06), na PR-466, em Jardim Alegre (PR).

A colisão envolveu uma Fiat Strada, um Chevrolet Chevette e um terceiro veículo, que fugiu do local após a batida. Segundo informações apuradas no local pelo TNOnline, o terceiro motorista teria abandonado o carro a cerca de um quilômetro da ocorrência e fugiu.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, uma vítima foi encaminhada em estado grave ao Instituto de Saúde Lucena Sanchez, em Ivaiporã, com queimaduras. Os demais envolvidos não sofreram ferimentos. Não houve mortes.

Um dos motoristas envolvidos relatou que seguia pela rodovia, sentido Lidianópolis, quando o Chevette rodou na pista após ser atingido na traseira pelo terceiro veículo. Ainda segundo ele, o carro começou a pegar fogo antes de colidir contra a Fiat Strada.

O condutor afirmou que tentou desviar, mas não conseguiu evitar a batida. Após sair do veículo, ele e outros moradores retiraram os ocupantes do Chevette antes que as chamas se espalhassem.

Segundo o relato, estavam no Chevette um homem e uma adolescente. O veículo foi consumido pelo fogo após o acidente.

As causas da colisão serão investigadas.

Senado aprova criação da Universidade Federal Indígena; primeira sede será em Brasília


 












O Senado Federal aprovou a criação da Universidade Federal Indígena (Unind). A proposta recebeu parecer favorável do líder do MDB, Eduardo Braga (AM), e foi aprovada em votação simbólica. O texto segue agora para sanção do presidente Lula (PT).

A iniciativa foi apresentada pelo Ministério da Educação (MEC) e prevê que a nova instituição seja uma autarquia federal vinculada à pasta. A primeira sede será instalada em Brasília (DF), com possibilidade de expansão para outras regiões do país, conforme a distribuição dos povos indígenas.

De acordo com o projeto, o MEC será responsável por indicar o primeiro reitor e vice-reitor da universidade, que deverão ser, obrigatoriamente, docentes indígenas.

A Unind terá como objetivo a produção de conhecimento científico e técnico voltado ao fortalecimento cultural, à gestão territorial e ambiental, além da garantia de direitos indígenas, em articulação com saberes tradicionais.

O texto também prevê que a instituição poderá adotar processos seletivos próprios, com critérios específicos para assegurar um percentual mínimo de estudantes indígenas.

90% dos brasileiros são a favor da redução da maioridade penal para 16 anos, diz pesquisa Real Time Big Data

 


Pesquisa da Real Time Big Data mostra que 90% dos brasileiros são favoráveis à redução da maioridade penal para 16 anos. Outros 10% são contra.

O apoio é maior entre eleitores do senador Flávio Bolsonaro, com 96% favoráveis e 2% contrários. Entre os que declaram voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 81% apoiam e 16% rejeitam a proposta.

A redução da maioridade penal exige mudança na Constituição, que hoje considera inimputáveis menores de 18 anos. Atualmente, adolescentes que cometem infrações são punidos conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Defensores da medida argumentam que crimes graves devem ser punidos com mais rigor. Já críticos avaliam que a mudança não reduz a violência e pode ampliar o encarceramento juvenil.

A pesquisa foi realizada de 2 a 4 de maio de 2026. Foram entrevistadas 2.000 pessoas com 16 anos ou mais no Brasil. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro é de 2 pontos percentuais. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o código BR-03627/2026.

Lula veta aumento de pena para roubo com lesão grave e decisão gera reação


 












O presidente Lula (PT) vetou o aumento de pena para casos de roubo com resultado de lesão grave, previsto em projeto aprovado pelo Congresso. A decisão foi justificada pelo governo com base na necessidade de manter proporcionalidade entre os crimes previstos na legislação penal.

De acordo com o texto analisado, o trecho vetado previa elevar a pena atual, que varia de 7 a 18 anos, para um intervalo de 16 a 24 anos nos casos em que a vítima sofresse lesões graves durante o assalto.

Em justificativa oficial, o governo argumentou que o aumento poderia gerar distorções no sistema penal, especialmente em comparação com crimes como o homicídio qualificado.

A decisão provocou reação de parlamentares e especialistas em segurança pública, conforme informações do Diário360. Segundo críticos, o veto pode ser interpretado como um sinal de enfraquecimento no combate à criminalidade violenta.

Por outro lado, há quem defenda que o sistema penal deve manter coerência e proporcionalidade entre as penas, evitando desequilíbrios legais.

BASTIDORES: parte do STF avalia reduzir penas de condenados do 8 de Janeiro.

 


Parte de ministros do STF avalia, em conversas de bastidores com lideranças do Congresso Nacional, a possibilidade de redução de penas aplicadas a condenados pelos atos de 8 de janeiro. Segundo informações da CNN Brasil, o cenário está ligado à tramitação do chamado PL da Dosimetria e à percepção interna de que não há maioria consolidada para barrar a proposta.

Segundo interlocutores, o ambiente político e institucional não favorece, neste momento, a derrubada do projeto. A avaliação considera também o aumento recente da tensão entre o Judiciário e o Legislativo.

Apesar da possibilidade de redução de penas, a eventual aplicação da nova regra não seria automática. Conforme o modelo em discussão, caberia ao relator dos casos ligados ao 8 de janeiro, ministro Alexandre de Moraes, analisar individualmente os pedidos apresentados pelas defesas.

Segundo o relator do projeto na Câmara, deputado Paulinho da Força, a revisão das penas pode gerar impacto relevante em parte dos casos. Mais de 1,4 mil pessoas foram condenadas pelos atos, e cerca de 600 réus poderiam ser alcançados pela nova legislação, caso seja mantida após eventual análise judicial.


Trump faz novas críticas ao papa e afirma que Leão XIV ‘está colocando os católicos em perigo’


 












O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar o papa Leão XIV e afirmou que o pontífice estaria “colocando católicos em perigo” ao supostamente relativizar o risco de o Irã ter armas nucleares.

A declaração foi dada em entrevista ao comentarista Hugh Hewitt. Durante a conversa, Trump acusou o papa de considerar aceitável que o Irã possua armamento nuclear — algo que não foi defendido publicamente por Leão XIV.

O papa, por sua vez, tem reiterado posições em favor da paz e da negociação diplomática, negando apoio a conflitos ou armamentos nucleares.

As críticas fazem parte de uma sequência de ataques recentes de Trump ao líder da Igreja Católica, a quem já chamou de “fraco” e “péssimo”.

Diante da tensão, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, viajará ao Vaticano para se reunir com representantes da Santa Sé. O objetivo é discutir temas como Oriente Médio, segurança internacional e cooperação bilateral. O episódio também tem reflexos políticos internos nos EUA, em meio ao cenário pré-eleitoral.

DPU aponta violação de direitos em ação de Moraes contra Tagliaferro e pede anulação de atos


 













A Defensoria Pública da União (DPU) afirmou ao STF que houve possível violação de direitos no processo conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes contra o ex-assessor Eduardo Tagliaferro. O órgão pede a anulação de atos processuais e questiona procedimentos adotados na condução do caso.

A DPU sustenta que o réu deveria ter sido intimado pessoalmente antes da substituição de sua defesa técnica pela própria Defensoria, já que atualmente se encontra na Itália.

Segundo o órgão, houve questionamentos quanto ao procedimento adotado para a intimação de Tagliaferro, incluindo a comunicação realizada por meio de advogados anteriormente constituídos. A Defensoria argumenta que tal medida não estaria plenamente alinhada ao que prevê o Código de Processo Penal.

A DPU solicita que sejam reconsiderados atos anteriores do processo, incluindo a interpretação sobre eventual ausência do réu em etapas processuais, além de pedir que seja assegurada a intimação pessoal para constituição de nova defesa de confiança.

O documento também afirma que, caso o processo tenha continuidade sem a correção dos pontos apontados, a Defensoria não apresentaria novas diligências nesta fase, conforme registrado no parecer encaminhado ao Supremo.

Eduardo Tagliaferro é réu em ação penal no STF relacionada ao vazamento de mensagens atribuídas ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes durante sua atuação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

STF sinaliza que só aceitará delação de Vorcaro com a devolução do dinheiro desviado

 


Diante da apresentação da proposta de delação premiada do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, o Supremo Tribunal Federal (STF) sinalizou que a devolução integral do dinheiro desviado por meio de corrupção será condição fundamental para que o acordo de colaboração seja homologado. A informação é do jornalista Gerson Camarotti, da GloboNews.

A análise dos anexos da proposta de delação será feita pela Procuradoria Geral da República (PGR) e pela Polícia Federal (PF). Caso haja avaliação de que Vorcaro avançou de fato nas investigações, a homologação será analisada pelo relator do caso no STF, ministro André Mendonça.

A partir de agora, haverá uma negociação da defesa de Vorcaro com a PGR e a PF. Mas, tudo estará condicionado ao ressarcimento de valores.

A avaliação no Supremo é que devolução terá que ser feita de imediato. Ainda que parte dos recursos já tenha sido gasta pelo banqueiro, a cobrança acontecerá para o ressarcimento monetário do que estiver em poder de Vorcaro. Mesmo valores que estejam no exterior, terão de ser devolvidos.

Também não será aceito o modelo feito na Operação Lava Jato, em que empresas fizeram acordo de devolução de recursos de forma parcelada em vários anos. A percepção no Supremo é que isso não deu certo.

A defesa de Vorcaro vai ter que apontar onde estão os recursos do ex-banqueiro frutos de crime aqui no Brasil e no exterior, inclusive imóveis.

Blog de Gerson Camarotti – g1


Derrota de Lula no Senado vira disputa no STF e pode ser anulada por decisão judicial


 











Uma ação foi levada ao STF pedindo que a Justiça cancele a decisão do Senado que rejeitou a indicação de Jorge Messias para o cargo de ministro da Corte. O caso aconteceu em 29 de abril e agora pode ser reavaliado pelo Supremo, sob relatoria do ministro Luiz Fux. A ação foi apresentada pela Associação Civitas para Cidadania e Cultura.

O grupo afirma que houve problemas no processo de votação no Senado. Entre as críticas, a associação diz que a votação deveria ter sido mais transparente e que pode ter havido irregularidades no modo como o resultado foi apurado.

O pedido feito ao STF é para que o Senado faça uma nova votação, desta vez com voto aberto, para que todos possam saber como cada senador votou.

Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias por 42 votos contra e 34 a favor. Essa decisão foi considerada uma derrota para o governo federal e marcou um fato histórico: foi a primeira vez em 132 anos que uma indicação ao Supremo foi rejeitada.