Apesar da diretriz federal, a celebração é decretada como feriado municipal em diversas cidades brasileiras. Nos municípios onde há o feriado (ou ponto facultativo), é muito comum a realização de missas solenes, procissões e a confecção de tradicionais tapetes coloridos nas ruas, por onde o Santíssimo Sacramento passa.
quinta-feira, 4 de junho de 2026
Rosário do Ivaí........ Hoje é dia Santo, dia de Corpus Christi.
Apesar da diretriz federal, a celebração é decretada como feriado municipal em diversas cidades brasileiras. Nos municípios onde há o feriado (ou ponto facultativo), é muito comum a realização de missas solenes, procissões e a confecção de tradicionais tapetes coloridos nas ruas, por onde o Santíssimo Sacramento passa.
Anvisa define preço máximo de caneta emagrecedora brasileira
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) definiu o preço máximo para a caneta emagrecedora brasileira.
Em maio, informou a CNN, a agência já havia dado o aval para a fabricação nacional do medicamento de semaglutida sintética da fabricante EMS após o fim da patente do Ozempic, derrubada em 20 de março.
O pedido foi feito em 2023. O Ozivy faz parte dos chamados medicamentos do tipo GLP-1 e é feito à base de semaglutida, princípio ativo dos medicamentos Ozempic. Essa categoria é indicada para o tratamento da diabetes tipo 2 e é popularmente conhecida como “canetas emagrecedoras”.
O teto fixado é de R$ 803,44 para as embalagens com uma caneta na dosagem de 1,34 mg/ml.
Mesmo com o teto, é a EMS quem vai definir o preço final para venda. Na última semana, o vice-presidente da farmacêutica, Marcus Sanchez, afirmou que a empresa quer a precificação em 30% inferior à das principais opções disponíveis.
Caso a venda seja de duas unidades, o valor vai a R$1.606,88. No parecer, a agência diz ter usado como base para o cálculo os preços dos medicamentos Extensior e Ozempic, que têm a mesma “indicação terapêutica e posologia aprovadas em bula que o medicamento objeto do pleito”.
Os valores não incluem a alíquota de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), que varia conforme cada estado brasileiro.
PM é presa por atirar na perna da atual mulher do ex em discussão por pão de queijo
Uma soldado da Polícia Militar, de 36 anos, que não teve a identidade divulgada, foi presa por atirar na perna da atual companheira do ex-marido, uma mulher de 31 anos. O desentendimento entre as duas teria sido motivado por causa de pão de queijo, de acordo com o registro da PM. O caso ocorreu na noite dessa segunda-feira (1º) no bairro Cauamé, zona Oeste de Boa Vista, no estado de Roraima. A vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada ao Hospital Geral de Roraima (HGR). As informações são do G1 Roraima.
A soldado informou aos policiais que atenderam a ocorrência que tem a guarda compartilhada da filha com o ex-marido e que tinha ido até a casa do pai da criança para entregar uma sacola de pão de queijo para a filha. Ela relatou ainda que, um pouco depois, a madrasta pediu que a menina ligasse para a mãe para que ela retornasse ao local e buscasse os pães de queijo. O caso foi por volta das 20h36.
Ainda segundo a policial, cerca de 20 minutos após a ligação, ela volta à casa do ex-marido e inicia uma discussão com a madrasta da filha. A ação foi registrada por uma câmera de segurança. As imagens mostram a mulher indo até o portão com uma sacola na mão. Em seguida, ela abre o e começa a conversar com a policial. O vídeo também registra a discussão entre as duas. Em determinado momento, a soldado vai até o carro e retorna atirando contra a vítima, que sai mancando.
A policial alegou ainda em seu relato aos colegas de farda que atenderam a ocorrência que se sentiu desacatada ao ser chamada de “policialzinha de merda” e “vagabunda”. Ela também informou que “acionou o gatilho acidentalmente”. A mulher baleada relatou à PM que, durante a discussão, disse à soldado que ela “só se garantia na farda”. Segundo a vítima, após a fala, a policial foi até o carro, pegou a arma e atirou.
No registro da ocorrência, a PM informou que a soldado permaneceu no local após o disparo e acionou o socorro. A arma utilizada por ela, uma pistola calibre 9 milímetros, além de 12 munições, foi apreendida. O caso foi registrado na delegacia como lesão corporal dolosa e disparo de arma de fogo em local habitado, em via pública ou em suas proximidades. Equipes da Perícia Criminal também estiveram na residência para realizar os procedimentos periciais. Após os trabalhos no local, a policial foi conduzida à delegacia, onde foi apresentada à autoridade policial responsável pelo caso.
Presidente do STJ usou dezenas de carros oficiais para turismo no RJ em evento sobre ética judicial
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) mobilizou veículos oficiais da própria Corte, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) e do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) para passeios turísticos com convidados estrangeiros de evento sobre ética no Judiciário.
Intitulado “Congresso Internacional Estado de Direito e Ética Judicial”, o evento é uma iniciativa do atual presidente do STJ, ministro Herman Benjamin.
Parte do mundo jurídico vê a atividade como contraponto ao XIV Fórum de Lisboa, mais conhecido como “Gilmarpalooza” — o apelido faz referência ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. Ao contrário do evento do STJ, o Fórum de Lisboa não é patrocinado com recursos públicos.
Embora a maior parte da programação do evento do STJ ocorra em Brasília, o encontro incluiu painel no Rio de Janeiro para discutir o processo de atualização dos Princípios de Bangalore de Conduta Judicial. Esses princípios são um conjunto de diretrizes para a atuação de magistrados propagadas pela Organização das Nações Unidas (ONU). A coluna apurou que foi um pretexto para o roteiro turístico no Rio.
No sábado (30/5), os convidados estrangeiros do STJ fizeram tour pelo Rio de Janeiro em carros oficiais dos tribunais. Visitaram pontos turísticos, como o Maracanã e o Cristo Redentor. No domingo (31), o Brasil jogou contra o Panamá no estádio. A maior parte da programação do encontro, no entanto, ocorre em Brasília (DF). Segundo a coluna apurou, foram usados cerca de 50 veículos oficiais.
Em nota, o STJ disse que os custos do evento ainda serão calculados e “disponibilizados oportunamente no prazo de duas semanas”. Ou seja, o STJ fez evento sobre ética no Judiciário e não sabe dizer quanto custou.
Sobre o passeio da delegação estrangeira no Rio de Janeiro, a Corte disse apenas que os convidados “visitaram pontos turísticos do Rio de Janeiro, sem despesas de almoço e jantar para o STJ”. A Corte não respondeu sobre ter usado carros oficiais.
Ao todo, o evento reuniu representantes de 23 tribunais estrangeiros — inclusive cortes constitucionais — para discussões sobre ética no Judiciário, inteligência artificial, redes sociais e defesa do Estado de Direito.
A atividade no Rio de Janeiro não consta na programação oficial do Congresso, divulgada pelo STJ em seu site.
Em nota, o STJ disse que pagou apenas as passagens dos convidados de três países: África do Sul, Argentina e Peru. Esses convidados viajaram em classe econômica, segundo o tribunal.
Durante sua participação no evento nesta segunda-feira (1º/6), a ministra Cármen Lúcia, do STF, cobrou a observância de princípios éticos por parte dos juízes brasileiros.
“Eu acredito no Poder Judiciário brasileiro, nos juízes e juízas brasileiras, e sei que (existem) eventuais falhas, e elas há. Somos um grupo de pessoas humanas, com nossas falhas, nossos limites”, disse a ministra.
Parte da programação do evento aconteceu sem acesso da imprensa e sem transmissão ao vivo. À coluna, o STJ disse que o objetivo era viabilizar a discussão livre entre os participantes.
“Logo após o Congresso, será publicado um relatório público contendo os principais debates e as conclusões do evento, sem identificação das contribuições individuais”, disse a Corte, em nota.
Com informações da Coluna de Andreza Matais/Metrópoles
EUA propõem mais 12,5% de taxação aos produtos brasileiros após nova investigação
Os Estados Unidos avançaram em uma nova rodada de medidas comerciais e propuseram uma tarifa adicional de 12,5% sobre produtos brasileiros. O país já havia indicado, um dia antes, uma tarifa adicional de 25% em outra investigação comercial que envolve o país.
A decisão foi anunciada pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), como resultado de uma investigação que analisa práticas de diversos países relacionadas à prevenção da entrada de produtos ligados ao trabalho forçado no mercado americano.
Ao todo, 60 países foram incluídos na apuração. Segundo o órgão, parte dessas economias não teria mecanismos suficientes para impedir a entrada desse tipo de mercadoria.
O governo brasileiro já apresentou defesa no processo e argumenta que mantém políticas e acordos internacionais voltados ao combate ao trabalho forçado e à fiscalização de cadeias produtivas.
As medidas ainda não são definitivas. Ambas passam agora por um processo de consulta pública e audiências previstas para ocorrer em julho, antes da decisão final do governo dos Estados Unidos.
As decisões finais devem ser tomadas até meados de julho.
Lula pede que ministros “não apresentem nada novo” até fim das eleições
Em reunião ministerial o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pediu aos seus ministros para que eles não apresentam “nada novo” até o final das eleições. Segundo o petista, o foco do governo agora é entregar o que já foi anunciado anteriormente.
“Nós temos sete meses antes de terminar o mandato. Temos até 3 de julho para fazermos todas as entregas que temos que fazer, porque depois do dia 3 não podemos fazer mais convênios com prefeituras, governo do estado, inaugurar obras […] Ninguém me apresenta absolutamente nada novo. Agora é entregar o que já foi pensado”, reforçou com a equipe.
Segundo Lula, a reunião desta quarta busca alinhar a comunicação do governo em meio a possibilidade de um novo tarifaço e às vésperas do início das restrições eleitorais.
A partir de 4 de julho, a três meses do primeiro turno das eleições, entram em vigor restrições mais rígidas previstas na legislação para evitar o uso da máquina pública em benefício de candidaturas durante o pleito.
Nesse período, agentes públicos ficam impedidos, por exemplo, de realizar determinadas formas de publicidade institucional, inaugurações com promoção pessoal e anúncios que possam influenciar o eleitorado. As regras têm como objetivo garantir maior equilíbrio na disputa eleitoral e impedir vantagens indevidas a candidatos ligados aos governos em exercício.
“É muito importante que vocês não inaugurem nada sem passar pela Casa Civil. Muitas vezes, a gente fica sabendo de coisas que são inauguradas sem a participação do ministro e a gente não sabe quem está representado o Governo Federal nas entregas. E vocês sabem como é isso na política: Se não estiver de corpo presente, ninguém de fora vai dizer quem tá fazendo o que nesse país”, complementou Lula.
CNN
Papa nomeia primeira mulher para liderar comunicações do Vaticano
O papa Leão XIV nomeou, uma executiva do conglomerado de mídia católica Eternal Word Television Network (EWTN), dos Estados Unidos (EUA), como a nova chefe do Departamento de Comunicações do Vaticano. É primeira nomeação de uma mulher para o cargo sênior da Igreja.
Maria Montserrat Alvarado, da Cidade do México, liderará o Dicastério para as Comunicações do Vaticano, uma operação em expansão que supervisiona o portal de notícias do Vaticano, a estação de rádio, o jornal e o escritório de imprensa, entre outras entidades.
Alvarado, presidente e diretora de operações da EWTN News desde 2023, substituirá Paolo Ruffini, que ocupa o cargo desde 2018 e está se aposentando. Ela iniciará suas funções em novembro, informou o Vaticano em comunicado.
A EWTN foi lançada por uma freira chamada Madre Angélica em 1981, mas se tornou um conglomerado de mídia global com quase uma dúzia de estações de TV, uma divisão de publicação de livros, um jornal e uma afiliada de rádio.
A emissora geralmente atrai os católicos conservadores dos EUA. O presidente Donald Trump apareceu na rede várias vezes e um de seus principais apresentadores é colaborador da Fox News.
A emissora criticava ocasionalmente o falecido papa Francisco, que se queixava de a rede “falar mal” dele.
Com informações da Agência Brasil
Vorcaro entrega nova proposta de delação para PF e PGR com mais nomes
A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, entregou uma nova proposta de delação premiada à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR).
O material foi entregue pelos advogados de Vorcaro durante uma reunião com a PF e a PGR na segunda-feira (1º/6) e traz nomes de novos personagens que não constavam na primeira versão.
Segundo apurou a coluna do jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles, uma das figuras incluídas na novaproposta de delação de Vorcaro é o senador Ciro Nogueira (PI), presidente nacional do PP e amigo pessoal do banqueiro.
Integrantes da defesa do dono do Master dizem que ele não teria como não citar Ciro na nova proposta de delação após a PF encontrar mensagens do senador para Vorcaro no celular do banqueiro.
Fontes do jornalista Igor Gadelha que tiveram acesso ao material afirmam que a nova proposta de delação premiada do dono do Banco Master está “reformulada, ampliada e aprofundada”.
Agora, investigadores da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República vão analisar o material para decidir se prosseguem ou não com as negociações para a delação de Vorcaro.
Conforme o portal G1 revelou mais cedo, uma nova reunião entre os advogados do banqueiro e integrantes da PF e da PGR estava prevista para a quarta-feira (3/6), mas acabou desmarcada.
Desde a semana passada, o ministro do STF André Mendonça tinha autorizado Vorcaro a voltar a receber seus advogados na superintendência da PF em Brasília das 9h às 17h, de segunda a sexta.
A autorização visava justamente permitir que o banqueiro elaborasse sua nova proposta de delação. Segundo apurou a coluna com fontes da PF, a autorização segue valendo até 12 de junho.
Coluna de Igor Gadelha, Metrópoles
PRESSÃO SOBE: Oposição protocola ‘Impeachmaço 2.0’ contra ministros do governo Lula
Parlamentares da oposição protocolaram uma nova ofensiva contra ministros do governo Lula, apelidada de “Impeachmaço 2.0”.
A medida ocorre após o arquivamento de pedidos anteriores pela Procuradoria-Geral da República (PGR), decisão que gerou forte reação entre os congressistas.
Os parlamentares apontam que em fevereiro, haviam protocolado pedidos de impeachment contra 16 ministros do governo por descumprimento do prazo constitucional para responder requerimentos de informação enviados pelo Congresso Nacional.
A Constituição Federal estabelece prazo de 30 dias para resposta e prevê crime de responsabilidade em caso de não atendimento.
No entanto, a PGR arquivou os pedidos adotando uma interpretação considerada inédita pela oposição. Na prática, o órgão entendeu que o atraso, por si só, não seria suficiente para caracterizar crime de responsabilidade.
Segundo a decisão, seriam necessários três elementos simultâneos:
• que o requerimento tivesse sido regularmente encaminhado pela Mesa da Câmara, Senado ou comissão;
• que houvesse atraso injustificado;
• e que existissem indícios de conduta dolosa, ou seja, intenção deliberada de ocultar informações.
Além disso, a decisão considerou que uma resposta enviada fora do prazo constitucional poderia afastar a configuração do crime.
Para a deputada federal Carol De Toni (PL-SC), a interpretação esvazia a função fiscalizatória do Congresso.
“Estamos diante de uma situação muito grave. A Constituição fala em 30 dias. Não fala em 300 dias, nem em mil dias, muito menos em vários anos. Se o governo pode responder quando quiser e ainda assim não acontecer nada, então o instrumento de fiscalização do Parlamento perde completamente a eficácia”, afirmou.
Diferentemente dos pedidos anteriores, a nova iniciativa foi estruturada justamente com base nos parâmetros utilizados pela própria PGR. Um dos casos envolve a ministra da Cultura, Margareth Menezes.
Segundo os parlamentares, diversos requerimentos aprovados regularmente pela Câmara permanecem sem resposta até hoje. Somados, os atrasos ultrapassariam 3.688 dias acumulados sem qualquer justificativa formal apresentada, envolvendo questionamentos sobre execução de emendas, recursos da Lei Rouanet e programas públicos ligados à cultura.
Situações semelhantes teriam ocorrido em outras pastas do governo federal. De acordo com o levantamento apresentado pela oposição, a soma de atraso de alguns requerimentos da ministra Anielle Franco totalizam 1.514 dias de atraso em respostas; do Luiz Marinho, 1.129 dias; da Margaret Menezes, 3.688 dias; do Sidônio Palmeira, 488 dias; e do Vinícius Carvalho, 795 dias.
Para a oposição, a reiteração das omissões e o longo período de silêncio afastariam a tese de mero atraso burocrático. Carol ainda relembrou que o cidadão comum está sujeito a multas, juros e sanções por atrasos em obrigações legais e tributárias, sem margem para descumprimentos prolongados, autoridades públicas estariam acumulando meses e até anos de atraso sem consequências proporcionais.
“A própria PGR disse que seria necessária demora injustificada e indícios de intenção deliberada. Então a pergunta é simples: milhares de dias sem resposta, sem justificativa e de forma reiterada podem ser tratados como mera burocracia?”, questionou Carol.
Os parlamentares sustentam que não se trata apenas de uma disputa jurídica, mas de uma discussão institucional sobre os limites da relação entre Executivo e Legislativo.
“Quando o Congresso pergunta, não pergunta por curiosidade. Pergunta em nome da população. Ignorar esses instrumentos significa enfraquecer um dos principais mecanismos de controle previstos na Constituição”, concluiu.
As informações são do Diário do Poder








