terça-feira, 16 de junho de 2026

Ladrões invadem UBS no Paraná, desligam energia e vacinas estragam


 












Criminosos invadiram um posto de saúde na região central de Francisco Alves (PR) e furtaram equipamentos eletrônicos após desligarem a energia elétrica. O roubo resultou na perda de vacinas armazenadas na unidade que depende de refrigeração contínua. Os funcionários acionaram a Polícia Militar (PM) no início da tarde desta segunda-feira, informando que o crime ocorreu possivelmente no domingo.

Os suspeitos acessaram o interior do prédio utilizando a área de um banheiro. No local, a PM constatou indícios de arrombamento e desligamento proposital da rede elétrica. Os ladrões levaram dois celulares Positivo pretos com capas azuis, um celular Xiaomi Redmi A3 cinza, três carregadores, dois notebooks Positivo de 15 polegadas com carregadores e um mouse sem fio. Uma garrafa de cerveja vazia foi encontrada em uma das salas durante a vistoria.

O desligamento da energia provocou o prejuízo mais grave da invasão. As vacinas armazenadas na sala de vacinação ficaram sem a temperatura adequada, comprometendo a conservação dos imunizantes. Segundo o responsável pelo posto de saúde, o material foi perdido.

A Polícia Militar orientou a vítima quanto aos procedimentos legais cabíveis, confeccionou o boletim de ocorrência e encaminhou o documento à autoridade competente para dar início aos trabalhos de polícia judiciária e identificar os autores do crime.

Com informções de OBemdito

O BOLSO SOFRE: Arrecadação com IPVA dispara e ultrapassa R$ 90 bilhões em 2025

 


A arrecadação dos estados com o IPVA voltou a crescer em 2025 e ultrapassou a marca de R$ 90,6 bilhões em todo o país. Os dados são de levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), que aponta aumento da receita obtida pelos governos estaduais com o imposto cobrado dos proprietários de veículos.

Segundo o estudo, a Bahia registrou o maior crescimento real de arrecadação entre os estados brasileiros. A receita com o IPVA no estado avançou 19,69% em comparação com 2024. Na sequência aparecem Maranhão, com alta de 9,68%, Amazonas, com crescimento de 9,61%, e Acre, com avanço de 6,23%.

Por outro lado, nove estados registraram queda real na arrecadação do imposto. As maiores reduções foram observadas em Pernambuco (-5,20%), Espírito Santo (-3,81%) e Paraíba (-2,82%), conforme a coluna de Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O levantamento também mostra aumento no valor médio pago pelos contribuintes. Em 2024, a arrecadação média por habitante era de R$ 698,79. Em 2025, o valor passou para R$ 702,42.

O IPVA é uma das principais fontes de arrecadação dos estados e parte dos recursos também é destinada aos municípios.

Haja bolso. Enquanto a arrecadação segue em alta, o valor médio recolhido por habitante também aumentou em relação ao ano passado.


Anvisa mantém suspensão de lotes de produtos Ypê


 












A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) manteve suspensa a comercialização, distribuição e uso de lotes específicos de produtos Ypê. A medida publicada no Diário Oficial da União se aplica a desinfetantes, detergentes e lava-roupas líquidos.

Segundo a Anvisa, a ação foi motivada pelo descumprimento de requisitos previstos na RDC nº 47/2013, identificado durante inspeção sanitária realizada entre os dias 27 e 30 de abril de 2026.

Lotes afetados

  • Desinfetantes Bak Ypê e Pinho Ypê: suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de março de 2026;
  • Detergentes lava-louças (incluindo versões com enzimas ativas, toque suave, concentrado e linhas clear e green): suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de março de 2026;
  • Lava-roupas (Tixan Ypê e Ypê líquido – antibac, coco e baunilha, premium): suspensos todos os lotes com final 1 fabricados antes de 1º de abril de 2026.

Análises e restrição
De acordo com a agência, os laudos apresentados pela empresa indicaram resultados satisfatórios para os produtos fabricados após essas datas, o que levou à restrição da medida apenas aos lotes mais antigos.

Para desinfetantes e detergentes, foram considerados adequados os produtos fabricados entre 1º e 31 de março de 2026. Já no caso dos lava-roupas, os testes demonstraram conformidade para os itens produzidos entre 1º de abril e 7 de maio de 2026.

Monitoramento no mercado
A agência informou ainda que os produtos atingidos que já tenham sido distribuídos e estejam disponíveis no mercado devem seguir as tratativas acordadas com a empresa quanto à manutenção de ações de monitoramento sanitário.

Entenda o caso
A crise começou no dia 7 de maio, quando a Anvisa determinou a suspensão de mais de 100 lotes de produtos da Ypê após identificar falhas consideradas graves nos processos de fabricação da unidade de Amparo.

A fiscalização encontrou 76 irregularidades sanitárias e apontou risco de contaminação microbiológica nos produtos fabricados na planta industrial.

O caso ganhou ainda mais atenção porque a empresa já havia registrado, em novembro de 2025, um episódio de contaminação microbiológica envolvendo a bactéria Pseudomonas aeruginosa em produtos da linha lava-roupas.

Bactéria
A Pseudomonas aeruginosa é uma bactéria comum no ambiente e pode ser encontrada na água, no solo e em locais úmidos. Em pessoas saudáveis, normalmente não causa problemas graves.

No entanto, ela pode provocar infecções em pessoas com imunidade baixa, como pacientes em tratamento contra câncer, transplantados, idosos e pessoas com doenças que afetam o sistema imunológico.

Por isso, a Anvisa classificou as medidas adotadas como preventivas para evitar riscos à saúde da população.

Agência Brasil

NEXUS/BTG: Lula tem 42% das intenções de voto no 1º turno; Flávio, 33%

 

Screenshot

Foto: Reprodução

Pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira aponta que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera os cenários de primeiro turno da disputa ao Palácio do Planalto.

Na primeira simulação, com nove possíveis candidatos, Lula aparece com 42% das intenções de voto, seguido do senador Flavio Bolsonaro (PL-RJ) que somou 33%.

Na sequência, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e o coordenador do MBL (Movimento Brasil Livre), Renan Santos (Missão), pontuam 4% cada.

Já o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), o ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa (DC) e o psiquiatra e escritor Augusto Cury (Avante) aparecem com 2% cada.

O deputado Aécio Neves (PSDB) e o ex-deputado Cabo Daciolo (Mobiliza) registram 1% cada.

Do total de entrevistados, 5% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhuma das opções, enquanto outros 3% disseram não saber ou não responderam ao levantamento.

No segundo cenário testado, com seis nomes na disputa, o presidente Lula somou 43% das intenções de voto contra 34% de Flávio.

Na simulação, Renan aparece com 5% das intenções de voto, seguido de Caiado com 4%. Zema e Barbosa empatam em 3%.

Neste cenário 6% dos entrevistados disseram que votariam em branco, nulo ou não votariam em nenhum dos nomes, enquanto outros 2% disseram não saber ou não responderam ao levantamento.

CNN

PESQUISA NEXUS: Lula tem 49% contra 43% de Flávio em cenário de 2º turno


 











Pesquisa Nexus divulgada nesta segunda-feira indica vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno da eleição presidencial.

Lula aparece com 49% das intenções de voto, contra 43% de Flávio. No levantamento anterior, realizado em maio, os dois estavam tecnicamente empatados dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais.

Nos cenários de primeiro turno testados pela pesquisa, Lula também lidera. Em um deles, registra 42% das intenções de voto, contra 33% de Flávio. No outro, soma 43%, enquanto o senador alcança 34%.

A pesquisa ouviu 2.017 eleitores de 12 a 14 de junho de 2026. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-06645/2026. O levantamento foi pago pelo Banco BTG Pactual S.A.

Tarifas adicionais dos EUA podem atingir 54% das exportações do Brasil, diz CNI

 


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que 54,1% das exportações brasileiras para os Estados Unidos poderão ser atingidas por tarifas adicionais caso avancem propostas em análise pelo governo norte-americano.

Pelas novas medidas, 35,2% das exportações brasileiras seriam diretamente afetadas. Em alguns casos, a tarifa total poderá chegar a 37,5%, ante os atuais 10%.

Entre os produtos que podem sofrer maior aumento de taxação estão ferro gusa, açúcar, álcool etílico, sebo não comestível e molduras de madeira. Já minério de ferro em pelotas, quartzito, óleos essenciais de laranja e silício podem passar a pagar tarifa de 12,5%.

As propostas fazem parte de investigações comerciais conduzidas pelos Estados Unidos sobre práticas comerciais e combate ao trabalho forçado. Ainda não há decisão final, e o governo norte-americano realizará audiências públicas nos dias 6 e 7 de julho antes de definir as medidas.

Para a CNI, o aumento das tarifas elevaria custos, reduziria a competitividade e prejudicaria empresas dos dois países.


Patrocínios de empresas estatais crescem 52,5%, e total de contratos chega a R$ 1,6 bilhão sob gestão Lula















 Sob influência do governo Lula (PT), as principais empresas estatais federais firmaram R$ 1,6 bilhão em novos contratos de patrocínio em 2025, um aumento de R$ 539,6 milhões (52,5%) em relação a 2024, já considerando a inflação.

A Caixa Econômica Federal liderou os investimentos, com R$ 652,1 milhões em contratos. Em seguida aparecem a Petrobras (R$ 527,7 milhões), o Banco do Brasil (R$ 289,2 milhões) e o BNDES (R$ 99,3 milhões). O maior crescimento proporcional foi do BNDES, que multiplicou por 15 o valor dos patrocínios em comparação com 2024.

Grande parte dos recursos foi destinada ao esporte.

Entre os principais contratos estão:

• R$ 160 milhões da Caixa para o Comitê Paralímpico Brasileiro;
• R$ 90 milhões para a Confederação Brasileira de Atletismo;
• R$ 80 milhões para a Confederação Brasileira de Ginástica;
• R$ 60 milhões do BNDES para a Confederação Brasileira de Judô.

As empresas afirmam que os contratos seguem critérios técnicos e estratégicos. Também destacam que muitos acordos são plurianuais, ou seja, os valores são registrados no momento da assinatura, mas os pagamentos são feitos ao longo de vários anos.

O governo federal informou que as decisões sobre patrocínios são de responsabilidade das próprias estatais, enquanto a Secom atua apenas na análise institucional e normativa dos contratos.

Com informações de Folhapress

EUA afirmam já ter assinado acordo com Irã; texto será divulgado após cerimônia presencial na sexta, diz Trump


 













Os Estados Unidos e o Irã já assinaram o acordo para o fim da guerra no Oriente Médio. A assinatura ocorreu de forma eletrônica, disse o vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, à rede norte-americana ABC.

O presidente Donald Trump afirmou, no entanto, que o texto final só deve ser divulgado após sexta-feira (19), quando acontecerá uma cerimônia formal de assinatura em Genebra, na Suíça.

Segundo a Reuters, assinaram o documento:

  • Donald Trump;
  • J.D. Vance;
  • e Mohammed Qalibaf, presidente do Parlamento do Irã.

O governo Trump entende que Qalibaf está autorizado pelo líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, a negociar e assinar o documento em seu nome.

Segundo a Reuters, o acordo de paz prevê a abertura imediata do Estreito de Ormuz e o fim do bloqueio marítimo dos EUA ao Irã.

A cerimônia para a assinatura presencial marcada para sexta contará com a presença de JD Vance, segundo Trump. Ainda não se sabe, no entanto, quais outras autoridades norte-americanas e iranianas comparecerão ao evento.

De acordo com os EUA e o Irã, discussões técnicas para aprofundar o tratado entre os dois países serão iniciadas mais tarde nesta semana. O texto final do documento será divulgado após assinatura na sexta, segundo Trump.

O tratado entre EUA e Irã também prevê o alívio de sanções e descongelamento de bens de Teerã, porém isso ainda não ocorreu. Segundo a Reuters, os EUA estão prontos para fazer isso, porém aguardarão para ver a postura dos iranianos. Trump disse que não aliviará nada para o Irã “até que façam o que devem fazer”.

A fala de Trump deixa claro que a desconfiança entre Washington e Teerã permanece apesar da assinatura do acordo. O Ministério das Relações Exteriores iraniano disse nesta segunda que o país ainda nutre uma “profunda desconfiança” em relação aos EUA.

g1 com Reuters

IMPASSE NO STF: Ministros se dividem sobre punição a big techs e aplicação de nova tese


 













O STF adiou para a próxima quarta-feira (17) a conclusão do julgamento que redefine as regras de responsabilização das plataformas digitais no Brasil.

A decisão foi adiada após divergências entre os ministros sobre pontos centrais da nova interpretação do Marco Civil da Internet, incluindo a responsabilização das empresas por conteúdos publicados por usuários e a aplicação das novas regras a processos já em andamento.

Um dos principais impasses envolve a possibilidade de as plataformas responderem por danos causados por publicações após serem notificadas extrajudicialmente.

O ministro André Mendonça alertou que a medida pode estimular a remoção preventiva de conteúdos por medo de processos.

Também há divisão sobre quais empresas deverão cumprir as novas exigências.

O relator, ministro Dias Toffoli, defende que obrigações mais complexas sejam aplicadas apenas a grandes plataformas, enquanto o ministro Flávio Dino quer estender as regras a todos os provedores alcançados pela tese.

Outro ponto em debate é a retroatividade da decisão. Parte dos ministros entende que a nova interpretação não deve atingir fatos ocorridos antes do julgamento realizado em junho de 2025.

A Corte ainda discutirá os ajustes finais da tese antes de proclamar o resultado definitivo do julgamento.