segunda-feira, 27 de abril de 2026

Carro de Mauá da Serra se envolve em acidente e duas pessoas ficam feridas














Uma jovem de 25 anos e um homem de 36 anos sofreram ferimentos leves após o carro em que estavam se envolver em um acidente na PR-445. A ocorrência foi registrada pela Polícia Rodoviária Estadual (PRE) no final da tarde de domingo (26), por volta das 17h30, na altura do quilômetro 12 da rodovia, no trecho que liga Mauá da Serra a Tamarana.

As vítimas viajavam em um Chevrolet Classic, com placas de Mauá da Serra. Após o acidente, a motorista e o passageiro foram socorridos por uma ambulância da Motiva Paraná, concessionária que administra a via, e encaminhados para o Pronto Socorro de Tamarana para receberem atendimento médico.

Um terceiro ocupante do veículo, um homem de 28 anos, não sofreu ferimentos. Segundo a polícia, ele já havia deixado o local do acidente quando a equipe chegou para registrar a ocorrência.

As circunstâncias exatas do acidente ainda são desconhecidas. De acordo com os policiais, não foi possível colher o depoimento da condutora no local para entender a dinâmica da batida, pois ela precisou ser rapidamente encaminhada à unidade de saúde. Pelo mesmo motivo, o teste do bafômetro não chegou a ser realizado.

A via operou normalmente após o atendimento das vítimas.

Semana tem previsão de chuva e temperaturas mais baixas no Paraná


 















O tempo fica instável nesta segunda-feira (27) em praticamente todo o Paraná. O sistema que deixa o tempo instável deve durar quase toda a semana, fazendo também as temperaturas caírem.

NEsta segunda, a máxima no Estado deve ser de 26ºC, no Norte Pioneiro. Nas demais regiões, ficam abaixo dos 25ºC. Em Curitiba, a máxima fica na casa dos 25ºC.

As mínimas também devem cair, mas ainda sem frio intenso. No Sul, a mínima fica na casa dos 12ºC.
O resto da semana segue com chuva até a quinta-feira (30). Na sexta-feira (1/5), o sol volta a aparecer.

Saiba quem era a adolescente vítima de feminicídio morta a facadas no Paraná


 












Foi identificada como Vitória Bernardi, de 17 anos, a adolescente vítima de feminicídio registrada na manhã deste domingo (26), em Vitorino, no sudoeste do Paraná. A jovem foi atacada pelo ex-companheiro, Ezequiel Lopes, de 36 anos, enquanto caminhava pela rua com a filha bebê no colo.

O crime foi flagrado por câmeras de segurança e gerou forte comoção na cidade. As imagens mostram o momento em que Ezequiel chega em um carro branco, estaciona próximo à calçada e se aproxima da adolescente. Em seguida, ele passa o braço pelos ombros da vítima e inicia o ataque com golpes de faca.

Durante a agressão, Vitória cai no chão junto com a criança, enquanto o agressor continua os golpes antes de fugir do local. Mesmo ferida, a adolescente ainda conseguiu se levantar, pegar a filha e caminhar por alguns metros em busca de ajuda.

Segundo relatos de moradores, ela percorreu cerca de 100 metros antes de cair. Quando a Polícia Militar chegou ao local, por volta das 10h30, a jovem já estava sem vida.

De acordo com o tenente Rafael Duarte Santana, da Polícia Militar, Vitória e Ezequiel haviam morado juntos por aproximadamente dois meses e estavam separados havia pouco tempo. Conforme o oficial, o suspeito não aceitava o fim do relacionamento.

Após o crime, Ezequiel fugiu de carro, mas foi encontrado morto pouco tempo depois em uma área de mata. A principal suspeita é de que ele tenha tirado a própria vida.

A bebê, que não era filha do suspeito, não ficou ferida. A Polícia Civil instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do caso e também investiga a possível participação de terceiros, embora as imagens indiquem a ação de uma única pessoa.

Copa do Mundo 2026: torcedores pedem até R$ 11 milhões por ingresso em site de revenda


 













Os preços de ingressos para a final da Copa do Mundo de 2026 atingiram níveis impressionantes no mercado de revenda. Em uma plataforma oficial ligada à Fifa, torcedores chegaram a anunciar entradas por valores próximos de R$ 11 milhões.

De acordo com informações da Associated Press, quatro ingressos para a decisão, marcada para o dia 19 de julho, estão sendo ofertados por cerca de US$ 2,3 milhões cada (R$ 11,5 milhões na cotação atual). Os assentos ficam em um setor inferior do MetLife Stadium, nos Estados Unidos, atrás de um dos gols.

Como funciona a revenda oficial?

Apesar de operar o ambiente de troca de ingressos, a Fifa não interfere nos valores definidos pelos vendedores. Ainda assim, a entidade cobra taxas consideráveis: 15% sobre a compra e outros 15% sobre a revenda.

Além das opções milionárias, há variações expressivas de preços dentro do próprio site. Um assento em área de fácil acesso no anel inferior aparece por cerca de US$ 207 mil (cerca de R$ 1 milhão), enquanto outros lugares mais afastados, no setor superior, são anunciados por valores que vão de US$ 23 mil (R$ 115 mil) a US$ 138 mil (R$ 690 mil).

Já os ingressos mais “baratos” para a final, dentro da plataforma de revenda, giram em torno de US$ 10,9 mil (R$ 54,5 mil), localizados nas últimas fileiras do estádio.

Os valores contrastam com os preços praticados diretamente pela Fifa em sua venda oficial. Novos lotes disponibilizados recentemente indicam ingressos para a final por cerca de US$ 10,9 mil (R$ 54,5 mil) – o valor do ingresso mais barato do site de revenda, muito abaixo dos anúncios mais inflacionados no mercado secundário.

Outros jogos decisivos também apresentam preços elevados. As semifinais, por exemplo, têm bilhetes na casa dos US$ 9 mil (R$ 45 mil) a US$ 11 mil (R$ 55 mil), dependendo da partida e da localização.

Mesmo jogos da fase inicial registram cifras relevantes. Partidas da seleção dos Estados Unidos, por exemplo, têm ingressos que ultrapassam US$ 4 mil (R$ 9 mil), dependendo do confronto e do setor do estádio.

Já outros duelos da fase de grupos apresentam opções mais acessíveis, embora ainda distantes da realidade da maioria dos torcedores.

Lei limita atuação de influenciadores na eleição; fiscalização vira desafio para o TSE

 


Influenciadores digitais ganharam protagonismo nas redes sociais, mas enfrentam restrições legais ao atuar em campanhas eleitorais. A legislação brasileira proíbe pagamento, contratação ou qualquer vínculo formal entre criadores de conteúdo e candidatos para fins de propaganda.

Proibição de pagamento por propaganda

Criadores de conteúdo não podem ser contratados nem remunerados para divulgar candidatos. Publicações patrocinadas pedindo votos (“publis”) são vedadas.

Manifestação apenas como cidadão

Influenciadores podem expressar apoio ou crítica, desde que de forma espontânea, como eleitores, sem vínculo com partidos ou campanhas.

Sem impulsionamento ou monetização

Mesmo conteúdos opinativos não podem ser impulsionados nem monetizados. A lei permite impulsionamento apenas por candidatos, partidos e coligações.

O que é impulsionamento

É o pagamento a plataformas como Instagram, TikTok e Facebook para ampliar o alcance de conteúdos — prática restrita aos atores oficiais da campanha.

O cenário impõe um desafio: campanhas tentam engajar influenciadores de forma orgânica, enquanto a Justiça Eleitoral precisa coibir propaganda disfarçada.

Segundo o especialista em marketing político Paulo Loiola, há uma “zona cinzenta” na aplicação das regras, especialmente na distinção entre divulgação institucional e campanha eleitoral.

Quando identificada propaganda irregular, candidatos e partidos podem sofrer multas, remoção de conteúdo, restrições e até cassação ou inelegibilidade. Influenciadores também podem ser multados e responder criminalmente em casos de desinformação.

Pessoa física x pessoa jurídica

O controle não se limita a influenciadores. Páginas de memes e entretenimento com grande alcance também entram no radar.

Segundo a especialista em Direito Eleitoral Amanda Cunha, há distinção entre a atuação individual e a de perfis que funcionam como empresas digitais. Nestes casos, além da proibição de pagamento, há vedação à participação de pessoas jurídicas em campanhas.

Pela legislação, empresas não podem financiar nem fazer propaganda eleitoral, inclusive nas redes sociais.

Fiscalização e ações do TSE

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirma investir em campanhas educativas e combate à desinformação. Entre as iniciativas estão a websérie “V de Verdade” e conteúdos sobre uso de inteligência artificial, além de parcerias com plataformas digitais como Google, Kwai e Meta.

Agências de marketing e rastreio de campanhas

A intermediação por agências de marketing digital pode dificultar a identificação de responsáveis por conteúdos políticos.

Um exemplo citado é o caso envolvendo o banco Master, em que influenciadores relataram propostas para criticar o Banco Central. A Polícia Federal investiga possível uso dessas estratégias para obstrução de Justiça.

Influência, algoritmos e desinformação

Especialistas apontam que o ambiente digital favorece conteúdos com alto engajamento emocional, o que pode ampliar a circulação de desinformação.

Além disso, cresce a relevância de influenciadores de menor alcance, mas com forte conexão em comunidades específicas — os chamados microinfluenciadores.

Nesse contexto, o desafio das campanhas é estimular engajamento espontâneo dentro dos limites legais, em um ambiente onde a confiança em indivíduos tem ganhado mais peso do que em instituições.

Com informações de g1


Janja reage a fala de aliado de Trump que chamou brasileiras de ‘raça maldita’


 













A primeira-dama Janja reagiu à repercussão de declarações atribuídas a um aliado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que teriam chamado mulheres brasileiras de “raça maldita”. A fala gerou ampla repercussão nas redes sociais e levou Janja a se manifestar publicamente, em defesa das brasileiras.

Janja repudiou o teor das declarações e afirmou que mulheres brasileiras não podem ser reduzidas a estereótipos ofensivos ou generalizações. Segundo ela, o Brasil é formado por mulheres diversas, com história, voz e dignidade.

“Não somos programadas para nada. Somos pessoas com voz, com sonhos, e lutamos diariamente para viver com dignidade e liberdade para ser quem quisermos”, afirmou.

Ela também destacou que as brasileiras enfrentam diariamente situações de violência, silenciamento e desigualdade, mas seguem resistindo. “As mulheres brasileiras, com muita força e coragem, rompem diariamente ciclos de violência e de silenciamento”, escreveu.

De acordo com a repercussão internacional do caso, a declaração atribuída ao enviado teria sido feita durante entrevista a uma emissora estrangeira, o que ampliou a reação negativa em diferentes países e nas redes sociais.

Após a manifestação de Janja, o tema ganhou ainda mais visibilidade nas redes sociais, com usuários repercutindo tanto as declarações quanto a resposta da primeira-dama. O caso também passou a ser discutido em diferentes países, especialmente em debates sobre misoginia e discurso ofensivo contra mulheres.

STF contrata monitoramento para rastrear menções e analisar críticas nas redes sociais

 


O STF abriu um pregão eletrônico para contratar uma empresa especializada em monitoramento digital para acompanhar menções à Corte nas redes sociais e analisar a repercussão de conteúdos relacionados a julgamentos, ministros e decisões da Corte. O contrato tem valor estimado em até R$ 249 mil.

Segundo o edital, o serviço deverá rastrear publicações que mencionem diretamente o STF e classificar o conteúdo como positivo, neutro ou negativo, com base em análise de sentimento. O sistema também deve emitir alertas diários sobre postagens com potencial de repercussão envolvendo temas ligados à Corte.

Esses alertas podem variar entre 30 e 300 por dia, abrangendo conteúdos relacionados a julgamentos, decisões e manifestações públicas sobre o STF. A proposta prevê acompanhamento contínuo do debate digital em torno da atuação do Tribunal nas redes sociais.

Além disso, a empresa contratada deverá elaborar relatórios mensais com análise do impacto das publicações institucionais do STF e mapear os principais perfis e formadores de opinião que participam de discussões sobre temas ligados ao Judiciário, avaliando alcance e influência nas redes.


STF recebe relatório médico sobre Bolsonaro e detalhe no documento chama atenção

 


O STF recebeu um novo relatório médico enviado pela equipe que acompanha o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante período de cuidados domiciliares. O documento atualiza o quadro clínico e descreve evolução em pontos específicos da saúde do ex-presidente, incluindo a redução de episódios considerados incomuns no acompanhamento.

O relatório diz que as crises de soluço relatadas por Bolsonaro teriam diminuído, ocorrendo em média uma vez por semana. A equipe médica classifica o quadro geral como estável, com melhora progressiva em aspectos respiratórios.

A evolução seria pelos ajustes no tratamento e a uma rotina de cuidados que inclui dieta com baixo teor de acidez e reabilitação cardiorrespiratória com atividades físicas regulares. Há melhora parcial em testes físicos, com alteração apenas no pulmão esquerdo, além de pressão arterial sob controle.

Apesar da estabilidade descrita, o documento também registra que Bolsonaro ainda relata dores recorrentes no ombro direito, tanto em repouso quanto durante movimentos, especialmente à noite, segundo a equipe médica.

Em paralelo ao acompanhamento clínico, a defesa de Bolsonaro aguarda autorização do STF para a realização de procedimento cirúrgico no ombro direito. O pedido foi encaminhado ao STF e depende de manifestação da PGR. Após isso, o ministro Alexandre de Moraes analisará a autorização para o procedimento nos próximos dias.


R$ 4,5 MILHÕES: governo firma contrato para organizar acervo pessoal de Lula


 












O governo federal firmou um contrato no valor de R$ 4,5 milhões para a organização do acervo pessoal do presidente Lula (PT), localizado em São Bernardo do Campo (SP). O acordo foi formalizado por meio de Termo de Execução Descentralizada (TED), envolvendo a Fundação Universidade Federal do ABC (UFABC) e a Casa Civil.

A iniciativa prevê a execução de serviços como catalogação, digitalização, higienização e guarda provisória de documentos e materiais do acervo, com prazo de execução entre maio de 2025 e o fim de 2026. O acervo reúne documentos, fotografias, vídeos, áudios, textos e materiais bibliográficos e museológicos.

Segundo a Casa Civil, o conjunto é considerado de interesse público e integra o patrimônio cultural brasileiro, conforme previsto na legislação que regula a preservação de acervos de ex-presidentes da República.

Em nota, o governo informou que a UFABC será responsável pela execução técnica, garantindo o tratamento especializado, organização e preservação do material, com base em critérios legais e institucionais. Até o momento, não há definição oficial sobre eventual acesso público ao conteúdo após a conclusão do processo de organização.