quarta-feira, 13 de maio de 2026

Advogado é preso no Paraná suspeito de aplicar golpes de R$ 713 mil

 


A Polícia Civil prendeu preventivamente um advogado, em Guarapuava, na região central do Paraná, sob a suspeita de aplicar golpes que somam mais de R$ 713 mil. De acordo com as investigações, pelo menos 19 boletins de ocorrência foram registrados contra o profissional, que responde pelo crime de estelionato praticado mediante fraude eletrônica.

O esquema investigado funcionava em três frentes distintas: a oferta de falsos investimentos, a venda de produtos pela internet que nunca eram entregues e a promessa de lucros garantidos em plataformas de apostas e jogos de azar. A detenção ocorreu no estacionamento de um centro comercial, no momento em que o advogado retornava para seu veículo.

Durante a abordagem, os agentes apreenderam o celular do suspeito, que agora passa por perícia técnica para análise de conteúdo pela equipe de investigação.

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) foi formalmente comunicada sobre a prisão e enviou uma representante para acompanhar os desdobramentos, assegurando o cumprimento das prerrogativas profissionais do investigado.

Em nota, a defesa do advogado afirmou que ainda não obteve acesso integral aos autos do inquérito policial, mas ressaltou que o advogado contribuirá com todas as informações necessárias para o esclarecimento dos fatos. A Polícia Penal ainda não confirmou se o suspeito permanece detido.

Lula tem 42%, e Flávio Bolsonaro, 41% em disputa de 2º turno, aponta Genial/Quaest

 


O presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se mantêm tecnicamente empatados em cenário de segundo turno para presidente testado por nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (13).

O petista aparece à frente na simulação da primeira etapa, com 39%, enquanto o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 33%. Brancos, nulos e declarações de que não vão votar somam 10%. Indecisos são 5%.

Em um confronto direto entre os dois, Lula agora aparece numericamente à frente, com 42% das intenções de voto, contra 41% de Flávio. Brancos, nulos e quem diz que não vai votar vão a 14%, e indecisos, 3%. Na rodada anterior, de abril, o filho de Jair Bolsonaro registrava 42% das intenções de voto, e Lula, 40%.

A Quaest realizou 2.004 entrevistas domiciliares presenciais dos dias 8 a 11 de maio com eleitores de 16 anos ou mais. O nível de confiança é de 95%, e a margem de erro máxima prevista é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o código BR-03598/2026.


A pesquisa também testou como opções de primeiro turno Aldo Rebelo (DC), Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza), Hertz Dias (PSTU), Renan Santos (Missão), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Samara Martins (UP).

Todos aparecem bem atrás de Lula e Flávio. Caiado e Zema têm 4% cada um, e Renan registra 2%. Augusto Cury, Cabo Daciolo e Samara Martins marcam 1% cada. Aldo Rebelo e Hertz Dias não pontuam.

O levantamento ainda colocou Renan, Zema e Caiado em cenários alternativos de segundo turno contra Lula. O petista registra vantagem contra todos.

Em uma disputa com o ex-governador de Minas Gerais, Lula tem 44%, ante 37% de Zema. Contra Caiado, o atual presidente aparece com 44%, enquanto o ex-governador de Goiás marca 35%. O petista registra 45% das intenções contra Renan, que soma 28%.

AVALIAÇÃO DE GOVERNO

A avaliação negativa do governo Lula variou de 42% em abril para 39% em maio, enquanto a parcela de eleitores que considera que o trabalho no petista é positivo oscilou de 31% para 34% no período. O índice regular foi de 26% a 25%.

Com isso, a diferença entre os que avaliam o governo como ruim/pessimo e ótimo/bom caiu de 11 para 5 pontos percentuais.

REJEIÇÃO

Lula e Flávio mantém a liderança em termos de rejeição. Segundo a pesquisa, 53% dizem que conhecem e não votariam no petista. Para o filho do ex-presidente, o percentual é de 54%.

Frio intenso perde força e chuva volta ao Paraná nos próximos dias

 


O tempo no Paraná passará por uma mudança significativa a partir desta quinta-feira (14), marcando uma trégua na onda de frio intenso e geadas que atingiu o estado no início da semana. A aproximação de um sistema de instabilidade trará chuva inicialmente para as regiões de fronteira, espalhando-se por todo o território paranaense na sexta-feira (15).

Apesar de a quarta-feira (13) ainda registrar temperaturas baixas — com os termômetros marcando quase -2°C em General Carneiro, no sul do estado —, o declínio já é menor na comparação com os dias anteriores. Segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), cidades da Região Metropolitana de Curitiba, Campos Gerais e Centro-Sul registraram mínimas abaixo dos 5°C, com formação de geada, mas o sol garante o aquecimento ao longo do dia.

"A quarta-feira ainda inicia gelada em vários setores do estado do Paraná. Mas não é um frio tão intenso quanto foi na segunda e também na terça-feira. Hoje as temperaturas já estão um pouquinho mais elevadas em comparação a esses dois últimos dias", explica o meteorologista do Simepar, Lizandro Jacóbsen.

O profissional destaca que o estado passa por uma "expressiva amplitude térmica" nesta quarta-feira, com as máximas podendo ultrapassar os 20°C, principalmente na faixa norte. Esse aquecimento é o prelúdio para a mudança no cenário atmosférico.

A estabilidade no tempo tem as horas contadas. A partir de quinta-feira, uma massa de ar instável avança sobre o Paraná. "Um ar quente e úmido proveniente do Centro-Oeste ingressa pelo noroeste paranaense, oeste do estado, áreas de divisa com o Mato Grosso do Sul e de fronteira com o Paraguai, e muda o tempo", detalha Jacóbsen.

Essas pancadas de chuva, inicialmente localizadas, atingirão o noroeste, oeste, sudoeste e o centro-sul. Moradores da faixa leste (que abrange Curitiba e o litoral) e da região do Norte Pioneiro, no entanto, ainda terão uma quinta-feira de tempo firme.

A mudança generalizada ocorrerá na véspera do fim de semana. "Já para a sexta-feira, aí sim, o tempo muda em todas as regiões paranaenses e volta a ter condição de chuva", afirma o meteorologista.

Com o retorno das precipitações e o aumento da nebulosidade, a amplitude térmica despenca. Os dias deixarão de ter madrugadas congelantes e tardes quentes, mantendo temperaturas mais amenas e estáveis ao longo de toda a sexta-feira.

Paraná Pesquisas estadual: veja como está a corrida pelo governo e Senado

 



A Paraná Pesquisas divulgou sua sondagem de maio para o governo estadual. O senador Sergio Moro (PL) lidera as intenções de voto em todos os cenários, com o deputado Requião Filho (PDT) em segundo nos cenários apresentados. Rafael Greca vem em terceiro e o candidato do governador Ratinho Junior em quarto no cenário em que aparecem tanto ele quanto Greca. Sem Greca, Sandor Alex é o terceiro na preferência do eleitorado. A pesquisa também ouviu os eleitores sobre as preferências para o Senado.

A Paraná Pesquisas estadual coletou os entre os dias 8 e 10 de maio com uma amostra de 1.500 eleitores em 57 municípios. O grau de confiança é de 95% e a margem estimada de erro é de 2,6 pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número PR-00323/2026.

Veja os principais números:

Governador espontânea:

Não sabe/ não opinou 66,6%
Ninguém/ Branco/ Nulo 4,9%
Sergio Moro (PL) 14,8%
Ratinho Junior (PSD) 4,3%
Requião Filho (PDT) 4,3%
Rafael Greca (MDB) 2,5%
Sandro Alex (PSD) 1,7%
Alexandre Curi (Rep) 0,3%
Luiz França (Missão) 0,1%
Outros nomes citados: 0,5%

Governador estimulada cenário 1:

Não sabe/ não opinou 5,4%
Ninguém/ Branco/ Nulo 5,9%
Sergio Moro (PL) 42,6%
Requião Filho (PDT) 19,7%
Rafael Greca (MDB) 16,3%
Sandro Alex (PSD) 8,6%
Luiz França (Missão) 0,8%
Toni Garcia (DC) 0,8%

Governador estimulada cenário 2:

Não sabe/ não opinou 6,1%
Ninguém/ Branco/ Nulo 7,7%
Sergio Moro (PL) 49,2%
Requião Filho (PDT) 23,7%
Sandro Alex (PSD) 11%
Toni Garcia (DC) 1,3%
Luiz França (Missão) 1,0%

Governador Rejeição:

Não sabe/ Não opinou 15,1%
Poderia votar em todos 8,3%
Requião Filho 33,7%
Sergio Moro 25,1%
Rafael Greca 13,7%
Tony Garcia 8,1%
Sandro Alex 7,1%
Luiz França 4,5%

Senador Espontânea:

Não sabe/ não opinou 82,5%
Ninguém/ Branco/ Nulo 5,9%
Deltan Dallagnol (Novo) 3,1%
Gleisi Hoffmann (PT) 2,7%
Alexandre Curi (Rep) 1,8%
Filipe Barros (PL) 1,3%
Cristina Graeml (PSD) 0,5%
Hauly (Podemos) 0,1%
Paulo Martins (Novo) 0,1%
Outros nomes citados 0,7%

Senador estimulada cenário 1:

Não sabe/ Não opinou 5,1%
Nenhum/ Branco/ Nulo 7,3%
Alvaro Dias 39,3%
Deltan Dallagnol 26,1%
Gleisi Hoffmann 25,2%
Filipe Barros 23,6%
Alexandre Curi 22,4%
Cristina Graeml 14,5%
Rosane Ferreira (PV) 5,4%
Hauly 3,1%

Senador Estimulada Cenário 2:

Não sabe/ Não opinou 6,4%
Nenhum/ Branco/ Nulo 9,7%
Filipe Barros 30,0%
Deltan Dallagnol 29,3%
Gleisi Hoffmann 27,4%
Alexandre Curi 27,3%
Cristina Graeml 17,6%
Rosane Ferreira 7,7%
Hauly 4,5%

Senador Estimulada Cenário 3:

Não sabe/ Não opinou 7,7%
Nenhum/ Branco/ Nulo 14,7%
Filipe Barros 38,7%
Deltan Dallagnol 35,3%
Gleisi Hoffmann 29,1%
Rosane Ferreira 12,4%
Hauly 6,7%

Rejeição Senador:

Não sabe/ Não opinou 17,5%
Poderia votar em todos 7,5%
Gleisi Hoffmann 47,5%
Alvaro Dias 12,6%
Deltan Dallagnol 10,3%
Filipe Barros 6,2%
Alexandre Curi 5,8%
Cristina Graeml 5,2%
Hauly 5,2%
Rosane Ferreira 3,7%

Homem é preso por criar namoro de mentira com vizinha e atacá-la com facão por ciúmes

 


Uma crise de ciúmes envolvendo um suposto “namoro imaginário” terminou em agressões e perseguição com facão, em Cascavel, no Paraná.

Segundo informações apuradas, o suspeito teria desenvolvido um interesse amoroso pela própria vizinha, apesar de os dois nunca terem mantido qualquer relacionamento. A confusão começou quando o homem viu a mulher chegando em casa acompanhada de outra pessoa.

Inconformado, ele abordou o casal para tirar satisfações e, durante a discussão, atacou a vizinha. Na sequência, passou a perseguir o acompanhante dela armado com um facão.

O homem conseguiu escapar da perseguição e retornou ao local pouco depois, encontrando a vítima caída e bastante abalada emocionalmente.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foram acionadas para prestar atendimento às vítimas, que posteriormente foram encaminhadas a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

A Polícia Militar do Paraná realizou buscas na região e levantou informações sobre o suspeito, que fugiu antes da chegada das equipes. O caso será investigado pelas autoridades.

Informações: CGN

Valdemar é condenado por dizer que PT organizou o 8 de Janeiro














A Justiça do Distrito Federal condenou o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, a pagar R$ 20 mil de indenização por danos morais ao Diretório Nacional do PT. Em setembro do ano passado, ele afirmou que os atos de 8 de janeiro teriam sido “organizados pelo PT”, o que motivou a ação judicial por parte da sigla governista.

“Quem começou o quebra-quebra foi o povo do PT”, disse ele, que ainda citou suposta existência de imagens que comprovariam a fala. As declarações foram contestadas judicialmente pelo partido, que alegou dano à imagem institucional.

Na decisão, o juiz responsável entendeu que as falas ultrapassaram o limite da liberdade de expressão e da crítica política. Segundo o magistrado, não se tratava de opinião genérica, mas de imputação direta de conduta criminosa a uma legenda partidária, o que justificou a condenação por danos morais.

Com a decisão, o presidente do PL deverá pagar R$ 20 mil ao Diretório Nacional do PT. O caso ainda reforça o embate político e jurídico em torno das narrativas sobre os atos de 8 de janeiro e seus desdobramentos no cenário institucional brasileiro.

Ciro Nogueira adquire R$ 7 milhões em imóveis em SP após “emenda Master”


 












O senador Ciro Nogueira (PP-PI) aparece em reportagens que apontam a aquisição de cerca de R$ 7 milhões em imóveis na cidade de São Paulo, em operações realizadas após a apresentação da chamada “emenda Master”, no contexto de discussões envolvendo o Banco Master.

As informações foram reunidas a partir de registros empresariais e imobiliários citados em apurações jornalísticas e documentos relacionados a investigações em andamento sobre o setor financeiro.

De acordo com os dados divulgados, os imóveis incluem unidades residenciais e comerciais localizadas em áreas nobres da capital paulista, como Itaim Bibi, Oscar Freire e Morumbi.

As aquisições teriam sido realizadas por meio de estruturas empresariais vinculadas à holding patrimonial da família do senador, que concentra parte dos ativos registrados em nome de pessoas jurídicas.

As movimentações ocorreram no mesmo período em que o parlamentar apresentou propostas legislativas relacionadas ao sistema financeiro, incluindo discussões envolvendo o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), tema associado ao Banco Master em reportagens sobre o caso.

A chamada “emenda Master” é citada em investigações e reportagens como parte de um conjunto de propostas que teriam impacto indireto no setor bancário, embora o conteúdo da proposta ainda seja alvo de análises e interpretações divergentes.

Ciro se defende

Ciro Nogueira afirma que todas as aquisições imobiliárias foram realizadas dentro da legalidade e têm como finalidade o uso familiar, sem relação com recursos de terceiros.

O senador também nega qualquer irregularidade em sua atuação parlamentar e sustenta que suas decisões legislativas não estão vinculadas a interesses privados de empresas citadas nas investigações.

As informações sobre movimentações financeiras, societárias e imobiliárias fazem parte de apurações em curso envolvendo o Banco Master e agentes políticos, e seguem sob análise das autoridades competentes.

ANÁLISE: Moraes ignorou o direito, sustou a Constituição e aboliu o parlamento


 












Estranha democracia, a brasileira, onde um único juiz, o ministro Alexandre de Moraes, pode suspender monocraticamente a aplicação de uma lei aprovada pelo Congresso, no caso específico a da Dosimetria.

A questão é que o Congresso aprovou a lei, a Associação Brasileira de Imprensa e o PSol (não são a mesma coisa?) entraram previsivelmente com Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) para derrubá-la no tapetão do STF — e Moraes tomou uma decisão fora das regras do jogo.

O pretexto foi uma ação impetrada por uma condenada em 8 de janeiro, que pede a aplicação da Lei da Dosimetria para reduzir a sua pena. O ministro argumentou que não poderia julgar pedidos como o dela, enquanto estiverem tramitando ADIs que põem em dúvida a validade da legislação aprovada pelo Congresso.

Ele poderia ter ficado nisso, mas não: deu uma caneta e suspendeu a aplicação da lei em casos relativos ao 8 de janeiro.

Não sou advogado (ainda os há ou existem apenas “juristas” no Brasil?), mas sei que direito é forma. É a forma concertada, cristalizada, aplicada no dia a dia, incansavelmente, nas petições, nos prazos, nos acórdãos, nos instrumentos recursais, que diferencia o direito daquilo que não tem forma ao adquirir qualquer uma: a vingança.

Diversos advogados estão estupefatos com a profanação da forma do direito, mais uma perpetrada desde há quase quatro anos, na suspensão da aplicação da Lei da Dosimetria.

Moraes não suspendeu a lei no âmbito das ADIs das quais foi sorteado relator, em outro sorteio de resultado curioso no STF. Mesmo que o tivesse feito, a decisão monocrática teria de ser chancelada imediatamente por seus pares, porque só o tribunal poderia manter medida cautelar tão drástica, segundo a previsão legal.

O ministro tirou do ar a aplicação da Lei da Dosimetria como relator de um processo de execução penal — o que só não é completo absurdo no país que anda normalizando absurdos completos. Como escreveu o professor de processo penal Rodrigo Chemim, do Paraná:

A aplicação foi suspensa sem que a lei tenha sido declarada inconstitucional e em relação a apenas alguns cidadãos, certamente considerados de segunda categoria.

Como explica Chemim, “continua formalmente válida para todos, mas deixa de valer naquele caso porque assim decidiu individualmente o relator. Se normalizarmos isso, a segurança jurídica deixa de depender da Constituição, da lei e dos procedimentos de controle, para depender da vontade decisória de quem julga. E, nesse cenário, a jurisdição constitucional deixa de funcionar como garantia democrática e passa a operar como instrumento de exceção”.

URGENTE: PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro por coação a ministros do STF


 













A PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro (PL) por suposta coação no curso do processo, em ação que tramita no STF), segundo manifestação enviada ao ministro Alexandre de Moraes. O ex-deputado federal é acusado pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, de atuar para pressionar ministros da Corte e interferir em investigações ligadas à tentativa de golpe de Estado.

Segundo a PGR, Eduardo teria atuado articulando pressões e a possibilidade de sanções internacionais, envolvendo interlocutores nos Estados Unidos. Essas ações, de acordo com a acusação, buscariam influenciar diretamente o andamento de processos relacionados às investigações sobre tentativa de golpe de Estado.

O documento foi encaminhado a Moraes, relator do caso no STF, que agora deve analisar as alegações finais antes da próxima etapa processual.

A PGR sustenta ainda que parte dessas movimentações teria resultado em medidas efetivas, após articulações com agentes estrangeiros capazes de impor restrições a cidadãos brasileiros, o que agravaria a conduta investigada.