sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Temporal atinge Ivaiporã após alerta da Defesa Civil e causa alagamentos

 


Uma chuva intensa atingiu Ivaiporã (PR) na manhã desta sexta-feira (23), provocando alagamentos em diversos pontos da cidade e transtornos em prédios e estabelecimentos comerciais. 

O temporal começou pouco depois de a Defesa Civil do Paraná emitir, por volta das 9h30, um alerta aos moradores sobre o risco de precipitação forte e condições de tempo severo.

Devido ao grande volume de água em um curto período, as calhas de diversos imóveis não suportaram a carga e acabaram transbordando. 

Apesar da intensidade da chuva e dos pontos de alagamento registrados nas ruas do município, não há, até o momento, relatos de vítimas ou de danos materiais mais graves.

Imagens registradas por moradores que documentam a força da enxurrada e os transtornos causados pelo clima na cidade nesta manhã. Um dos vídeos mostra a água da chuva entrando pelo teto de uma academia.

Fim de semana do segundo turno terá tempestades no Paraná, aponta Simepar

 


O fim de semana, quando acontece as eleições do segundo turno, será marcado por um quadro de instabilidade severa no Parana, com previsão de tempestades, ventos fortes, descargas atmosféricas e possibilidade de granizo em diversas regiões. O alerta foi detalhado pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), que aponta o sábado como o dia mais crítico, impulsionado por um intenso fluxo de umidade vindo da região amazônica para o sul do Brasil.

De acordo com o meteorologista do Simepar, Leonardo Furlan, a atenção deve ser redobrada no sábado. "Durante o sábado, atenção para a possibilidade de tempestades em todo o Paraná, com chuva volumosa, possibilidade para ventos fortes e queda de granizo em boa parte do estado", destaca. Os maiores acumulados de chuva estão previstos para a bacia do Rio Iguaçu, englobando principalmente o Sudoeste e o Centro-Sul, onde os índices podem ultrapassar os 100 milímetros em um único dia.

Nesta sexta-feira, o tempo já se mostra instável. Enquanto regiões como o Sudoeste, Centro-Sul, Campos Gerais e Norte Pioneiro enfrentam riscos de raios e granizo, áreas como a Região Metropolitana de Curitiba (RMC) e o Litoral têm um dia de chuva constante, mas com menor risco de temporais severos. No Noroeste e Norte Central, o calor à tarde serve de alerta. "Esse aquecimento favorecendo a possibilidade para fortes tempestades da tarde para a noite", explica Furlan.

No domingo, o cenário de risco se desloca majoritariamente para a metade norte do estado, desde o Noroeste até o Norte Pioneiro. Segundo o meteorologista, "as temperaturas continuam elevadas durante a tarde, servindo como combustível para a ocorrência de tempestades" nessas áreas. Já nas regiões mais ao sul e na capital, o quadro começa a apresentar melhoras. "As chuvas perdem intensidade, com possibilidade para pancadas de chuva passageiras e localizadas ao longo do dia, mas com baixo risco para temporais. O sol inclusive pode aparecer em alguns momentos", pontua o especialista.

A mudança definitiva de cenário está prevista para o início da próxima semana, quando a chuva dará trégua, mas trará uma mudança nos termômetros. "A perspectiva é que para a segunda-feira o tempo volte a ficar estável em grande parte do Paraná, com temperaturas entrando em declínio, com sensação de frio nas porções do centro-sul do estado", conclui Furlan.

MP denuncia presidente da Câmara e vereador de Guarapuava por corrupção

 


O Ministério Público do Paraná (MP-PR) denunciou o presidente da Câmara Municipal de Guarapuava, Pedro Moraes (MDB), o vereador Danilo Dominico (PP), um servidor público e um empresário por envolvimento em um esquema de corrupção. A denúncia, cujos crimes são negados pelos parlamentares, aponta o pagamento de quase R$ 100 mil em propina para a regularização ilegal da obra de uma farmácia no município. Os nomes do servidor e do empresário não foram divulgados pelas autoridades.

De acordo com as investigações, a construção do estabelecimento havia começado em 2019 sem aprovação do projeto arquitetônico e sem licença. Entre 2022 e 2023, após a Secretaria Municipal de Habitação e Urbanismo embargar a obra e relatar irregularidades insanáveis, o empresário procurou o presidente da Câmara em busca de ajuda para liberar a construção. As apurações revelaram que o dono da farmácia realizou os pagamentos ilícitos em duas parcelas, no início e no fim do processo de regularização.

Os depósitos, que totalizaram R$ 99.650, foram feitos em dinheiro nas contas bancárias de Pedro Moraes, de Danilo Dominico, que na época ocupava o cargo de secretário municipal de Habitação e Urbanismo, e de um servidor do setor tributário da prefeitura. Como contrapartida financeira, o presidente do Legislativo municipal teria articulado para que Dominico promovesse a liberação do empreendimento.

Diante da recusa dos profissionais técnicos do município em aprovar os documentos, o então secretário de Habitação assinou pessoalmente o alvará de licença para construção, o certificado de conclusão e a aprovação do projeto, mesmo sem possuir formação em engenharia civil ou arquitetura. Além disso, a denúncia aponta que o servidor investigado, que atuava como diretor de arrecadação, substituiu uma avaliação oficial imobiliária para reduzir o valor do imposto devido pela obra, beneficiando o empresário mais uma vez.

Os quatro envolvidos no esquema foram denunciados pelo Ministério Público pelos crimes de associação criminosa, advocacia administrativa, prevaricação, corrupção ativa, corrupção passiva, crime funcional contra a ordem tributária e lavagem de ativos.

Copel despreparada para o El Niño

 


A Copel, que outrora era o orgulho do povo paranaense, se tornou um grande incômodo para o consumidor de energia elétrica. Em Apucarana, a construção de uma nova subestação em nada melhorou o serviço prestado pela empresa estatal. Nesta quarta-feira mesmo teve um novo apagão na cidade que, felizmente, durou pouco. Qualquer temporal é motivo para o corte de energia elétrica, tal o despreparo da Copel para enfrentar as intempéries, cada vez mais sérias.

E a tendência é piorar com as previsões de que o fenômeno El Niño vai causar grandes mudanças climáticas em novembro. Depois que boa parte das ações da Copel foram privatizadas, o serviço da empresa piorou e muito. Segundo se apurou, boa parte dessa ineficiência cabe à atual diretoria que está no comando da Copel há muitos anos, todos cargos de indicação política. O governador eleito Sérgio Moro (PL) já disse que uma de suas prioridades é fazer com que a Copel volte a ser a empresa que antigamente orgulhava o Paraná por ser a mais eficiente do Brasil. Trocar a diretoria deve ser o primeiro passo. Oxalá ele consiga.

O vereador Lucas Leugi (PSD) anunciou ontem que vai disputar a Prefeitura de Apucarana em 2028, argumentando que o compromisso dele “é com o povo e não compactua com acordos de bastidores”. Disse ainda que vê com preocupação as articulações políticas antecipadas, que, a seu ver, “podem influenciar a eleição para a presidência da Câmara Municipal no final deste ano”. Nada mais disse, deixando no ar uma dúvida sobre a quem se refere.

Enquanto o governador eleito Sergio Moro não anuncia todo o seu secretariado, o que mais se ouve em Curitiba são especulações em torno de nomes. Geralmente, os que mais são citados são deputados estaduais e federais eleitos na coligação que apoiou Moro, o que contraria a palavra do futuro governador de que vai montar um secretariado com perfil técnico. Difícil resistir à pressão do mundo político.

O marqueteiro argentino Jorge Gerez, que até as eleições de 4 de outubro era o guru do governador Ratinho Junior, teria sido oferecido para ajudar o candidato a presidente do PL no segundo turno, Flávio Bolsonaro. A oferta foi rejeitada de pronto. Depois da lambança que o tal marqueteiro fez na eleição do Paraná, levando o governador a apostar em um candidato desconhecido e sem carisma, ninguém o quer por perto.

Vaticano informa que câncer do Papa Leão XIV não se espalhou e descarta tratamento adicional















 O papa Leão XIV não precisará passar por tratamentos complementares após a cirurgia para retirada de parte do pulmão direito, informou o Vaticano nesta quarta-feira . Segundo a equipe médica, o pontífice segue em recuperação e não necessita de novas intervenções terapêuticas.

Leão XIV foi diagnosticado na semana passada com adenocarcinoma pulmonar, um dos tipos mais comuns de câncer de pulmão.

Mais cedo, o papa participou de sua primeira audiência semanal após a cirurgia, passeou de papamóvel e foi ovacionado pelos fiéis. Ele agradeceu o apoio recebido e as orações durante o período de recuperação.

Com informações do G1

Pais viajam 500 km e descobrem filha em cárcere privado no PR

 


Uma jovem de 19 anos foi encontrada com ferimentos pelo corpo após ser mantida em cárcere privado pelo namorado, também de 19 anos, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná.

O caso foi descoberto na noite de quarta-feira, depois que os pais da vítima viajaram mais de 500 quilômetros, de São Paulo até o município paranaense, por suspeitarem de que a filha estivesse em perigo. O rapaz foi preso em flagrante.

A família começou a desconfiar da situação após perceber mudanças na comunicação com a jovem. Segundo a Polícia Civil, ela passou a responder mensagens de maneira vaga, evitava fornecer informações sobre sua rotina e não mostrava o rosto durante as chamadas de vídeo. Os pais suspeitaram que outra pessoa estivesse controlando as conversas.

Preocupados, eles decidiram ir até Ponta Grossa sem avisar a filha. Depois de localizar o endereço do namorado, abordaram uma equipe da Guarda Civil Municipal (GCM) que realizava patrulhamento e solicitaram ajuda. Os agentes acompanharam o casal até o apartamento, onde encontraram a jovem.

A vítima apresentava hematomas no rosto, na cabeça e nos braços, além de estar emocionalmente abalada. Aos guardas, contou que estava impedida de deixar o imóvel havia aproximadamente duas semanas e que sofria agressões frequentes.

Conforme o relato, o namorado a atacava com socos, chutes, tapas e golpes de cabo de vassoura. A jovem também afirmou ter sido enforcada e perdido a consciência após receber pancadas na cabeça.

As investigações apontam que o suspeito teria destruído o celular da vítima e colocado o chip telefônico dela em outro aparelho. Dessa forma, conseguia enviar mensagens aos familiares fingindo ser a namorada. A jovem também relatou que era ameaçada de morte caso tentasse pedir ajuda.

De acordo com a delegada Claudia Kruger, o casal mantinha um relacionamento havia alguns meses. A restrição de liberdade teria começado depois de uma agressão motivada por ciúmes.

Ainda segundo a delegada, o investigado impedia a saída da jovem porque temia que os ferimentos fossem percebidos por outras pessoas e resultassem em uma denúncia à polícia.

O suspeito foi autuado em flagrante por cárcere privado e lesão corporal contra mulher. A Polícia Civil prossegue com as investigações para apurar as circunstâncias do caso.

PF encontra sala secreta com máquina de contar dinheiro em hangar de amigo de Flávio Bolsonaro

 


A Policia Federal identificou um compartimento oculto destinado, segundo os investigadores, ao armazenamento de dinheiro em espécie em um hangar no Aeroporto Internacional de Brasília utilizado por empresas de aviação do advogado e amigo de Flavio Bolsonaro (PL-RJ). 

No local, os agentes encontraram uma máquina de contar cédulas, malas vazias e uma estrutura preparada para guardar valores.

A descoberta foi registrada em um relatório da PF sobre uma operação de busca e apreensão realizada em agosto, com autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. A investigação apura suspeitas de ocultação de patrimônio relacionadas ao senador Weverton Rocha (PDT-MA).

De acordo com informações publicadas pelo Estadão nesta quarta-feira (21), os policiais já haviam encerrado as buscas no hangar quando receberam uma denúncia anônima sobre a existência de uma sala escondida. Os agentes retornaram ao local e encontraram o compartimento atrás de uma estrutura de madeira, protegido por uma porta metálica.

Apesar dos indícios que chamaram a atenção dos investigadores, não havia dinheiro no espaço no momento da vistoria. A PF considera a possibilidade de que o compartimento tenha sido utilizado anteriormente para guardar ou transportar valores em espécie e solicitou uma perícia para identificar possíveis impressões digitais no local.

Advogado nega irregularidades

Willer Tomaz negou que o compartimento fosse utilizado para esconder dinheiro de origem não declarada. Segundo a defesa, a sala e os equipamentos fazem parte da estrutura de serviços prestados a empresas de transporte de valores.

O advogado classificou como “fantasiosa e ridícula” a hipótese de que o espaço servisse para armazenar recursos de origem irregular. A explicação apresentada é que a estrutura seria necessária para atender clientes do setor.

Investigação também envolve suspeitas relacionadas a Flávio Bolsonaro

A apuração sobre o hangar integra uma investigação que tem como foco suspeitas de ocultação patrimonial relacionadas a Weverton Rocha. Paralelamente, Willer Tomaz passou a ser investigado em outro inquérito no STF, que apura suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo Flávio Bolsonaro.

O senador e o advogado são amigos, e Flávio já utilizou aeronaves ligadas a Tomaz. A relação entre os dois está entre os pontos que os investigadores buscam esclarecer por meio da análise de registros de voos e de outros dados recolhidos.



Dívida externa cresce 27,4% no governo Lula, supera reservas e Brasil volta a ser devedor internacional após 19 anos, diz Banco Central


 













O Brasil voltou à posição de devedor externo líquido após 19 anos, com o endividamento do país superando o volume de reservas internacionais.

A dívida externa subiu 27,4% no atual governo do presidente Lula, acima do aumento de 15,8% das reservas, cuja evolução foi contida por intervenções do BC e pela valorização cambial.

Dados do Banco Central, divulgados pelo Estadão/Broadcast, mostram que a dívida externa chegou a US$ 407,1 bilhões em junho, enquanto as reservas e os créditos brasileiros no exterior somaram US$ 402 bilhões.

A diferença deixou o país com uma dívida externa líquida de US$ 5,1 bilhões, encerrando o período em que mantinha posição de credor internacional, entre 2007 e 2025. O endividamento bruto atingiu o maior nível em 40 anos de estatísticas.

Economistas e agências de classificação de risco não veem motivo para preocupação imediata, mas alertam para possíveis vulnerabilidades caso o déficit em transações correntes continue elevado e ocorram saídas expressivas de dólares. Analistas ouvidos pelo Estadão/Broadcast consideram possível que a dívida líquida chegue a US$ 30 bilhões nos próximos dois anos.

Um dos fatores de pressão é o aumento do déficit nas transações correntes, que inclui o comércio de bens e serviços e as transferências de renda ao exterior. Em 2025, o saldo negativo chegou a US$ 67,4 bilhões, mais que o dobro dos US$ 27 bilhões registrados em 2023.

Embora o investimento estrangeiro direto continue financiando esse déficit, a margem de segurança diminuiu. Em 2025, os investimentos superaram o saldo negativo das transações correntes em US$ 17,6 bilhões, ante mais de US$ 38 bilhões em 2023. Em 2024, essa diferença ficou abaixo de US$ 9 bilhões.

Com informações de Estadão

Porta-voz de Flávio propôs congelar salário mínimo e cortar verbas obrigatórias de saúde e educação

 


O senador Marcio Bittar (PL-AC), apresentado como porta-voz da Amazônia no plano de governo do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), já propôs congelar o salário mínimo e acabar com os investimentos mínimos obrigatórios em saúde e educação. As medidas foram incluídas em versões de uma proposta de emenda à Constituição relatada pelo parlamentar durante o governo de Jair Bolsonaro, em 2021.

O vínculo atual de Bittar com a candidatura está registrado em seu próprio site, que o identifica expressamente como responsável por representar a Amazônia na elaboração do plano de Flávio.

Em fevereiro de 2021, Bittar era relator da PEC Emergencial (PEC 186/2019), apresentada como instrumento para permitir a retomada do auxílio emergencial durante a pandemia de Covid-19. No entanto, o texto elaborado pelo senador também previa mudanças nas regras constitucionais que garantem recursos à saúde e à educação.

Uma versão do substitutivo, datada de 21 de fevereiro daquele ano, determinava a revogação de dispositivos dos artigos 198 e 212 da Constituição Federal. Na prática, a alteração retiraria a obrigação constitucional de União, estados e municípios destinarem percentuais mínimos de suas receitas ao financiamento da saúde e da educação.

Na educação, por exemplo, a Constituição determina a aplicação de pelo menos 18% da receita de impostos da União e 25% das receitas de impostos dos estados e municípios na manutenção e desenvolvimento do ensino. Sem essa proteção, os governos teriam liberdade para estabelecer despesas inferiores a esses percentuais.

A iniciativa provocou resistência no Congresso, inclusive entre parlamentares da base governista. Diante da dificuldade de aprovação, Bittar acabou retirando o dispositivo. Mas deixou claro que continuava defendendo a mudança.

Em discurso no Senado, em 2 de março de 2021, afirmou:

“Seguimos na compreensão de que o melhor para o País seria a supressão desses pisos do texto constitucional.”

Dois dias depois, durante nova discussão da proposta, Bittar voltou ao assunto e sinalizou que pretendia retomar o debate.

“Um dia, meu querido amigo Líder Eduardo Braga, essa discussão vai voltar”, declarou.

Tentativa de congelar o salário mínimo

O salário mínimo também esteve entre os alvos das primeiras versões da PEC Emergencial.

Segundo reportagem do Valor Econômico publicada em 22 de fevereiro de 2021, uma minuta apresentada por Bittar à cúpula do Congresso previa congelar o salário mínimo por dois anos.

A medida suspenderia a recomposição inflacionária do piso nacional, permitindo a perda de poder de compra dos trabalhadores que recebiam o mínimo.

Naquele mesmo dia, o Congresso em Foco revelou que o senador havia recuado da proposta. Uma nova versão do parecer já não incluía o fim do reajuste do salário mínimo pela inflação.

Apesar da retirada, Bittar criticou publicamente o mecanismo de indexação de valores na economia. Durante a sessão do Senado de 4 de março de 2021, afirmou:

“Claro que a indexação é uma atitude burra, mas tiramos a desindexação para poder chegar a esse consenso.”

O processo de negociação da PEC também envolveu a possibilidade de reduzir salários e jornadas de servidores públicos em situações de emergência fiscal, medida igualmente excluída do texto final.

As propostas de congelamento do mínimo, extinção dos pisos de saúde e educação e redução de salários do funcionalismo não foram incorporadas à emenda constitucional aprovada.

Bittar, porém, manteve expressamente sua defesa da retirada dos gastos mínimos obrigatórios de saúde e educação, mesmo depois de abandonar a medida para conseguir aprovar a PEC.