terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Argentino de 70 anos morre afogado enquanto nadava no mar em SC

 


Um homem de 70 anos, natural da Argentina, morreu após se afogar na manhã desta segunda-feira (26) na Praia do Centro, em Bombinhas, no Litoral Norte de Santa Catarina. O Corpo de Bombeiros Militar (CBMSC) foi acionado por volta das 10h51.

De acordo com as equipes de resgate, o homem praticava natação no mar quando sofreu o afogamento. Ele foi retirado da água em parada cardiorrespiratória

Guardas-vidas e bombeiros iniciaram imediatamente os procedimentos de reanimação, incluindo ventilação e massagem cardíaca. As tentativas de reanimação duraram cerca de uma hora, mas não obtiveram sucesso. Um médico do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) constatou o óbito no local.

O corpo foi encaminhado à Polícia Civil para os trâmites legais. O atendimento contou com o apoio do Samu e do helicóptero Águia-07 da Polícia Militar.

Gol nomeia presidente interino após morte de fundador

 


A Gol Linhas Aéreas comunicou que Antonio Kandir, atual vice-presidente do conselho de administração, assumirá interinamente o comando da companhia após a morte do fundador Constantino de Oliveira Júnior, ocorrida no sábado. A decisão foi divulgada em fato relevante publicado pela empresa

Segundo a aérea, Kandir integra a estrutura administrativa da Gol há cerca de duas décadas e já participou de diferentes instâncias de gestão ao longo da história da companhia. A empresa ressaltou que não haverá mudanças na condução dos negócios. “As operações, a estratégia e os compromissos da companhia permanecem inalterados”, informou, destacando que a gestão segue sob responsabilidade da diretoria executiva e do conselho.

Constantino Júnior morreu em decorrência de um câncer, conforme confirmado pela empresa. Ele fundou a Gol em 2001, foi o primeiro CEO da companhia e passou a integrar o conselho de administração em 2004, posição que ocupava até sua morte. À frente da gestão executiva, permaneceu por 11 anos, deixando o cargo em 2012.

Em nota, a Gol lamentou a perda e exaltou o legado do fundador, destacando sua visão estratégica e estilo de liderança. Antes da criação da companhia aérea, Constantino Júnior atuou no grupo Comporte Participações e, além da Gol, era presidente-executivo e um dos fundadores do Grupo Abra, holding que controla empresas como Avianca, GOL e Wamos Air.

Com informações da CNN


Geral Lula se irrita com Toffoli, vê desgaste no STF e cogita saída do ministro

 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem demonstrado crescente irritação com a atuação do ministro Dias Toffoli na condução do inquérito do Banco Master, no Supremo Tribunal Federal. Segundo relatos de aliados, o presidente acompanha de perto o caso e passou a externar desconforto com os efeitos institucionais provocados pela condução do processo, evitando qualquer movimento público de defesa ao magistrado.

Em conversas reservadas com auxiliares, Lula chegou a fazer críticas duras a Toffoli e, em desabafos, afirmou que o ministro deveria considerar deixar o STF, seja por renúncia ou aposentadoria. Apesar do tom, pessoas próximas ao presidente avaliam que dificilmente Lula fará um pedido direto para que Toffoli se afaste da relatoria ou do tribunal, embora uma nova conversa entre os dois esteja no radar.

O principal incômodo do presidente é o desgaste imposto ao Supremo, agravado por reportagens que expuseram vínculos de familiares de Toffoli com fundos ligados ao banco investigado. Lula também criticou o sigilo elevado imposto ao processo e manifestou receio de que a apuração seja esvaziada. A aliados, tem defendido que o governo sustente as investigações para demonstrar que o combate a fraudes não poupa figuras poderosas.

O caso ainda preocupa o Planalto por seu potencial político. O inquérito envolve personagens ligados tanto à oposição quanto a aliados do governo, o que indica que as investigações devem avançar independentemente de quem seja atingido. Lula, segundo interlocutores, vê no episódio um teste para a credibilidade institucional do STF e para o discurso do governo de enfrentamento a grandes esquemas financeiros.

Com informações da Folha de S.Paulo


Viagens do STM custaram R$ 11,8 milhões aos cofres públicos em 2025

 


As despesas com viagens de ministros e servidores do Superior Tribunal Militar (STM) ultrapassaram R$ 11,8 milhões ao longo de 2025, considerando gastos com diárias e passagens. O pico ocorreu em novembro, mês marcado pela realização da COP, quando apenas os deslocamentos dos 15 ministros somaram R$ 219 mil.

Segundo dados do próprio tribunal, os ministros realizaram 87 viagens durante o ano, com custo total superior a R$ 400 mil. Em nota, o STM afirmou que todos os deslocamentos passam por autorização prévia e são justificados pela participação em eventos institucionais ou atividades de capacitação, com o objetivo de fortalecer a atuação e a legitimidade da Corte.

Entre os gastos individuais, o maior valor foi registrado pelo ministro Guido Amin Naves, que consumiu R$ 43,7 mil em uma viagem de oito dias para participar de um fórum realizado na Alemanha. Já a assessora-chefe do tribunal, Helga Ferraz Jucá, acumulou despesas de R$ 38,9 mil em apenas três viagens, a maior parte relacionada a compromissos ligados à COP.

Também chamou atenção um deslocamento internacional de curta duração. Uma analista do STM realizou um bate-volta para Buenos Aires, na Argentina, ao custo de R$ 21,1 mil, valor que entrou na conta geral das despesas do tribunal com viagens em 2025.

Com informações do Diário do Poder


Tarcísio diz que Brasil não pode “se perder no ódio”

 


O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que o Brasil não pode se deixar conduzir pelo ódio e defendeu atenção constante contra o antissemitismo. A fala ocorreu durante cerimônia em memória das vítimas do Holocausto, realizada na Sinagoga da Congregação Israelita Paulista, com a presença de autoridades, líderes religiosos e representantes da comunidade judaica.

Em seu discurso, Tarcísio disse que tragédias como o nazismo prosperaram porque sinais claros foram ignorados pelas lideranças da época e alertou que o risco de repetição existe quando há negação histórica e tolerância com discursos de intolerância. Para o governador, honrar as vítimas passa, necessariamente, por impedir que episódios semelhantes voltem a acontecer.

O chefe do Executivo paulista também destacou que São Paulo adotou oficialmente a definição de antissemitismo da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA) e afirmou que o conceito será aplicado de forma prática no estado, reforçando o compromisso institucional no combate a qualquer forma de discriminação. Ao final, defendeu que a sociedade atue como promotora da paz e da esperança.

Durante o evento, o secretário de Governo e Relações Institucionais, Gilberto Kassab, afirmou que o PSD já decidiu apoiar Tarcísio “seja qual for a sua candidatura” nas próximas eleições. Segundo Kassab, o partido respeita o tempo do governador para definir seus passos políticos e deve iniciar discussões eleitorais internas a partir de abril.

Com informações do Poder360


Caso Master expõe desgaste no STF e investigadores veem permanência de Toffoli como insustentável

 


Investigadores que acompanham o Caso Master avaliam que a situação do ministro Dias Toffoli, do STF, tornou-se insustentável e tende a se agravar com o avanço das apurações. Segundo essa leitura, a crise não depende apenas das decisões do próprio ministro, já que parte das investigações ocorre fora do Supremo, especialmente em São Paulo, envolvendo fundos e estruturas financeiras que podem gerar novos fatos a qualquer momento.

A informação é da colunista Andréia Sadi, do g1. Esse diagnóstico já foi levado a ministros do STF, com alertas de que o caso pode ultrapassar o desgaste individual e se transformar em um problema institucional. A avaliação apresentada é de que o episódio tem potencial para “arrastar o tribunal para a lama”, colocando a Corte no centro de um escândalo de grandes proporções, mesmo que o relator tente organizar o processo internamente.

Nos bastidores do Supremo, cresce a defesa de uma saída considerada técnica e menos traumática: o envio do caso para a primeira instância. A medida afastaria Toffoli da linha de frente, reduziria a pressão sobre o STF e evitaria a criação de uma nova tese jurídica. Não seria uma solução honrosa, mas, na avaliação de ministros, a mais pragmática diante do cenário.

O impasse, porém, permanece. Integrantes da Corte não acreditam que Toffoli aceite se afastar voluntariamente, e reconhecem que faltou uma articulação institucional mais firme para buscar essa saída antes que a crise ganhasse dinâmica própria. Com o STF entrando no radar do debate eleitoral e novos desdobramentos podendo surgir fora do alcance do relator, a avaliação interna é de que esticar a corda pode empurrar o tribunal para uma crise política prolongada, sem prazo claro para acabar.

Com informações do G1


Trump afirma que arma secreta “desorientadora” foi usada para capturar Maduro

 


O presidente Donald Trump afirmou que os EUA usaram uma arma que ele chamou de “descombobulator” (algo como “desorientador”) para capturar o então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, neste mês, mas um alto funcionário americano disse que ele provavelmente está confundindo diferentes ferramentas usadas pelas Forças Armadas dos EUA.

“O descombobulator, não tenho permissão para falar sobre isso”, disse Trump ao New York Post em uma entrevista publicada no sábado, acrescentando que o equipamento “fez com que [o equipamento inimigo] parasse de funcionar” durante a captura.

O presidente pode estar misturando várias capacidades em uma única arma que, na prática, não existe, afirmou à CNN um alto funcionário dos EUA.

As forças americanas usaram, sim, ferramentas cibernéticas para desativar sistemas de alerta antecipado e outras defesas venezuelanas durante a operação, além de empregar sistemas acústicos já existentes para desorientar o pessoal em terra.


STF: Familiares de ministros atuam em quase 2 mil processos nos tribunais superiores

 


Nos tribunais superiores do Brasil, 14 familiares de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) foram identificados em atuação em 1.921 processos, segundo levantamento do portal UOL. Desses, 381 seguem ativos e aguardam decisão da Suprema Corte ou do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

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A lista inclui filhos, cônjuges, ex-cônjuges e irmãos, mas pode ser ainda maior, já que casos sigilosos e investigações em andamento não entram na conta. Um exemplo é o caso da mulher de Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, no processo envolvendo o empresário Nelson Tanure.

Grande parte desses parentes já exercia a advocacia antes de os ministros assumirem cargos no STF. Apenas a filha de Alexandre de Moraes e o filho de Gilmar Mendes, formados depois da posse dos pais, figuram com um processo cada na corte, ambos já finalizados.

Não há ilegalidade na atuação dos parentes, pois os ministros declararam-se impedidos em casos em que familiares atuam como advogados. Tanto os ministros quanto os próprios parentes negaram qualquer benefício obtido pelo vínculo familiar, segundo informaram ao UOL.

A contratação do escritório de Viviane de Moraes, mulher de Alexandre de Moraes, pelo Banco Master por R$ 129 milhões reacendeu o debate sobre o tema. O banco foi liquidado pelo Banco Central depois da prisão do proprietário Daniel Vorcaro, investigado por fraude financeira.

Rodrigo Fux, filho de Luiz Fux, lidera em número de processos, com 49 no STF e 500 no STJ. Do total no Supremo, apenas um ainda tramita e só um foi proposto antes do pai assumir o cargo. No STJ, 129 seguem sem decisão final.

Valeska Teixeira Martins Zanin, mulher de Cristiano Zanin, aparece em 47 processos no STF, sendo 40 anteriores à posse do marido em 2023 e oito ainda em tramitação. O casal atuou na defesa de Luiz Inácio Lula da Silva na Operação Lava Jato.

Outros parentes com mais de 30 processos incluem Roberta Maria Rangel, ex-mulher de Dias Toffoli; Sálvio Dino, irmão de Flávio Dino; e Viviane Barci de Moraes, mulher de Alexandre de Moraes. Melina Fachin, filha de Edson Fachin, tem sete processos, dos quais um segue ativo.

Os demais familiares, como Francisco Schertel Mendes, filho de Gilmar Mendes; Karine Nunes Marques, irmã de Kassio Nunes Marques; e Giuliana Barci de Moraes, filha de Alexandre de Moraes, aparecem em apenas um processo cada, todos já arquivados.

Rodrigo Fux e Viviane de Moraes aumentaram sua atuação no STF depois da posse dos respectivos familiares ministros. Viviane ingressou em 22 dos 31 processos depois de 2017, com apenas um ainda pendente. Sálvio Dino atua em dois processos abertos seguintes à posse de Flávio Dino, ambos em andamento.

Não há registros de familiares de Cármen Lúcia ou André Mendonça com atuação como advogados no STF. A ministra não tem filhos nem é casada, e o filho do juiz ainda cursa direito e faz estágio.

O levantamento não contabilizou processos da mulher de Fachin, desembargadora aposentada. Ela já atuou em oito casos na corte, todos encerrados antes da chegada dos atuais ministros ao STF.

Revista Oeste


segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Delegada da PCPR morre aos 35 anos e deixa filho recém-nascido

 


A delegada da Policia Civil do Parana (PCPR) Natália Fagundes Morari morreu na manhã deste domingo (25), no município de Dois Vizinhos, no Sudoeste do estado. Ela tinha 35 anos e integrava a corporação desde 1º de julho de 2022, estando atualmente lotada na 60ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) da cidade.

Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre as circunstâncias ou a causa da morte.

Natália deixa um filho recém-nascido, o marido Rafael Tavares, também delegado da Polícia Civil do Paraná e colega de trabalho na mesma unidade, além dos pais e duas irmãs.

O velório está previsto para esta segunda-feira (26), no Crematório Jardim das Oliveiras, em Francisco Beltrão. O sepultamento deve ocorrer no período da tarde.

Em nota, a 19ª Subdivisão Policial de Francisco Beltrão e a 60ª Delegacia Regional de Dois Vizinhos lamentaram a morte da delegada. “Colega querida e profissional exemplar, cuja memória permanecerá entre nós com carinho e saudade. Neste momento de imensa dor, nos solidarizamos com os familiares, amigos e companheiros de profissão, desejando que encontrem conforto, força e amparo neste momento tão difícil”, diz a nota.

Informações: Rede Massa