sábado, 3 de janeiro de 2026

Após calor extremo, frente fria derruba temperaturas no Paraná e muda o tempo

 


Após uma sequência de dias com temperaturas elevadas e sensação de abafamento, o calor começa a perder força em parte do Paraná a partir deste fim de semana. A mudança no tempo é provocada pelo avanço lento de uma massa de ar mais frio, que atua na retaguarda de uma frente fria posicionada sobre o oceano e influencia diretamente as condições meteorológicas no estado.

Apesar do amanhecer mais fresco em algumas regiões, o sábado (3) ainda será de calor significativo em todo o Paraná. As temperaturas máximas seguem acima dos 30°C na maioria dos municípios e podem ultrapassar os 35°C no Litoral. No início do dia, cidades do Centro-Sul já registraram marcas em torno dos 13

A redução da umidade em camadas da atmosfera diminui a chance de instabilidades generalizadas. Mesmo assim, o aquecimento ao longo da tarde pode provocar pancadas isoladas de chuva com trovoadas.

As áreas com maior risco para tempestades localizadas incluem as regiões Oeste, Sudoeste e Centro-Sul, onde o conteúdo de umidade ainda é mais elevado. Já entre a Serra do Mar e o litoral, a passagem de um sistema frontal pelo Oceano Atlântico favorece a ocorrência de chuva ao longo do dia.

IPVA Paraná 2026: guias estão disponíveis, tabela de prazos pagamento por PIX

 


As guias de recolhimento para pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2026 do Paraná já estão disponíveis. Assim como no ano anterior, os proprietários que optarem pelo pagamento à vista garantem um desconto de 6% sobre o valor total. Para aproveitar o benefício, é importante observar a data limite, que varia conforme o número final da placa do veículo.

O grande destaque do IPVA 2026 é a expressiva redução no valor do tributo para a maioria dos motoristas. Em média, a queda é de 45,7%, com a alíquota fixada em 1,9% sobre o valor venal dos veículos. Com isso, o Paraná passa a figurar entre os estados com menor IPVA do país.

Os prazos para o pagamento em cota única ou da primeira parcela foram definidos entre os dias 9 e 15 de janeiro de 2026, de acordo com o final da placa.

FINAL DE PLACA – prazo de pagamento da quota única com desconto de 6%

1 e 2 – 09/01/2026

3 e 4 – 12/01/2026

5 e 6 – 13/01/2026


7 e 8 – 14/01/2026

9 e 0 – 15/01/2026


FINAL DE PLACA – cinco parcelas

1 e 2 – 09/01, 09/02, 09/03, 09/04, 11/05

3 e 4 – 12/01, 10/02, 10/03, 10/04, 12/05



5 e 6 – 13/01, 11/02/ 11/03, 13/04, 13/05

7 e 8 – 14/01, 12/02, 12/03, 14/04, 14/05

9 e 0 – 15/01, 13/02, 13/03, 15/04, 15/05

A nova alíquota de 1,9% é válida para automóveis, motocicletas acima de 170 cilindradas, caminhonetes, camionetas, ciclomotores, motonetas, utilitários, motorhomes, triciclos, quadriciclos e caminhões-tratores.
Como pagar as guias do IPVA

As guias do IPVA no Paraná não são mais enviadas pelos correios aos endereços dos contribuintes. Para fazer o pagamento, os proprietários devem acessar o Portal do IPVA ou o Portal de Pagamento de Tributos para gerar as guias. Outra possibilidade é o uso do aplicativo Serviços Rápidos, da Receita Estadual, disponível para Android e iOS, que permite o acesso às guias.

Assim como já aconteceu no exercício 2025, os contribuintes poderão pagar o IPVA 2026 via pix a partir do QR Code presente na guia, podendo ser realizado a partir de mais de 800 instituições financeiras, bem como seus canais digitais, não limitados aos parceiros do Estado.

Golpe por PIX: vítima em Ivaiporã é enganada por falso policial

 


A Polícia Militar de Ivaiporã atendeu um caso de estelionato envolvendo transferências via PIX. A vítima recebeu mensagens de um número desconhecido, cujo autor se apresentou como policial civil.

Segundo a vítima, o golpista ameaçou com acusações falsas de suposta participação em crimes, exigindo o envio de dinheiro para “regularizar a situação”.

Pressionada, a pessoa chegou a realizar os pagamentos antes de perceber que se tratava de fraude.

APM registrou o boletim de ocorrência, forneceu orientações e encaminhou o caso para a Polícia Civil, que vai investigar o crime.

Salvaguarda da China ameaça exportação de até 500 mil toneladas de carne do Brasil


 












A China, principal destino da carne bovina brasileira, adotou medidas de salvaguarda que devem reduzir de forma significativa as exportações do Brasil. A avaliação é do sócio-diretor da Scot Consultoria, Alcides Torres, após anúncio oficial do governo chinês feito na quarta-feira (31), com regras válidas a partir de 1º de janeiro.

Segundo Torres, o Brasil vinha exportando cerca de 1,5 milhão de toneladas por ano para o mercado chinês, mas passará a ter uma cota de pouco mais de 1,1 milhão de toneladas em 2026.

“Na prática, o Brasil deve deixar de exportar perto de 500 mil toneladas de carne bovina ao mercado chinês em 2026. É um baque, porque era um fluxo que vinha crescendo”, afirmou.

A salvaguarda estabelece cotas anuais por país e tarifa adicional de 55% sobre o volume que ultrapassar o limite. Para o Brasil, a cota será de 1,106 milhão de toneladas em 2026, subindo para 1,128 milhão em 2027 e 1,154 milhão em 2028.

Argentina e Uruguai tendem a ser menos afetados, considerando o tamanho de seus rebanhos, e podem se beneficiar de forma indireta, inclusive por meio de grupos com plantas frigoríficas nesses países.

URGENTE: Trump confirma ataque à Venezuela e diz que Maduro foi capturado

 


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que forças americanas realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro. A declaração foi feita em uma rede social.

“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea.”

De acordo com Trump, a ação foi conduzida em conjunto com as forças de segurança americanas. O presidente não informou para onde Maduro e a mulher foram levados.

Trump afirmou ainda que mais detalhes sobre a operação serão apresentados durante uma coletiva de imprensa marcada para as 13h, horário de Brasília.

Uma série de explosões atingiu Caracas, capital da Venezuela, na madrugada deste sábado. Segundo a Associated Press, ao menos sete explosões foram ouvidas em Caracas em um intervalo de cerca de 30 minutos.

Moradores de diferentes bairros relataram tremores, barulho de aeronaves e correria nas ruas. Parte da cidade ficou sem energia elétrica, principalmente nas proximidades da base aérea de La Carlota, no sul da capital.

Vídeos que circulam nas redes sociais mostram colunas de fumaça saindo de instalações militares e aeronaves sobrevoando Caracas em baixa altitude.

Venezuela acusa os EUA

Logo após as explosões, o governo da Venezuela publicou um comunicado afirmando que o país estava sob ataque. Segundo a nota, o presidente Nicolás Maduro convocou forças sociais e políticas a ativar planos de mobilização.

“O presidente Nicolás Maduro assinou e ordenou a implementação do decreto que declara o estado de Comoção Exterior em todo o território nacional, para proteger os direitos da população, o pleno funcionamento das instituições republicanas e passar de imediato à luta armada”, diz o texto.

“O país deve se ativar para derrotar esta agressão imperialista.”

O governo venezuelano afirmou ainda que o objetivo da operação americana seria tomar recursos estratégicos do país, principalmente petróleo e minerais. No comunicado, Caracas disse que os EUA tentam impor uma “guerra colonial” e forçar uma “mudança de regime”.

Por fim, a Venezuela declarou que se reserva ao direito de exercer legítima defesa e convocou governos da América Latina e do Caribe a se mobilizarem em solidariedade ao país.

Com informações do G1


Ano eleitoral acirra disputa por comissões estratégicas na Câmara


 













A proximidade das eleições de 2026 deve influenciar diretamente as negociações pelo comando das comissões permanentes da Câmara dos Deputados. Com um calendário legislativo mais curto e foco crescente nas campanhas, parlamentares passam a disputar espaços de maior visibilidade política, capazes de projetar pautas e fortalecer discursos eleitorais.

Com a retomada dos trabalhos em fevereiro, as primeiras semanas serão marcadas por intensas articulações para a definição dos presidentes dos colegiados. A escolha segue a proporcionalidade das bancadas, o que garante às maiores siglas prioridade na ocupação dos cargos. Ao todo, são 30 comissões permanentes, cuja instalação, no ano passado, levou mais de um mês devido a acordos herdados da gestão de Arthur Lira e da eleição de Hugo Motta para a presidência da Casa.

O comando dessas comissões é estratégico porque permite controlar a pauta, acelerar ou travar projetos e até impulsionar convocações de ministros. As maiores disputas costumam envolver a CCJ e colegiados ligados a áreas sensíveis ao governo, além da CMO, que neste ano será presidida por um deputado. Paralelamente, a Câmara tenta avançar em temas de forte apelo eleitoral, como segurança pública, com a PEC da Segurança e o projeto Antifacção, que podem ir direto ao plenário.

Outro movimento esperado para o início do ano legislativo é a troca de lideranças partidárias. O PT terá Pedro Uczai no lugar de Lindbergh Farias, enquanto o PSB será comandado por Jonas Donizetti. Na oposição, o PL já confirmou Cabo Gilberto Silva como líder. Algumas siglas, como União Brasil e PL, optaram por manter seus atuais comandos, em meio a um cenário de reorganização política que antecede a disputa eleitoral.

Com informações da CNN

Quase metade dos ministros deve sair para disputar eleição, e Lula aposta em “solução caseira” no governo


 














O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve passar por uma ampla reformulação a partir de abril, com a saída de quase metade dos ministros para disputar as eleições de 2026. A estratégia do Palácio do Planalto é preencher a maioria das vagas com os atuais secretários-executivos — os chamados “números dois” das pastas — numa tentativa de evitar descontinuidade administrativa em um ano decisivo para a reeleição do petista.

Segundo o próprio Lula, ao menos 18 ministros devem deixar o governo, número que pode chegar a 22. Entre os primeiros nomes cotados para a saída estão Fernando Haddad (Fazenda) e Ricardo Lewandowski (Justiça). Embora nenhum dos dois pretenda disputar cargos eletivos, Haddad é pressionado pelo PT a concorrer em São Paulo, enquanto Lewandowski avalia que sua missão no governo já foi cumprida. A tendência é que a Fazenda fique sob comando do secretário-executivo Dario Durigan.

Mudanças também devem atingir o núcleo do Planalto. Rui Costa deve deixar a Casa Civil para disputar o Senado pela Bahia, abrindo espaço para Miriam Belchior. Gleisi Hoffmann tende a concorrer a mais um mandato pelo Paraná, o que provocaria troca na Secretaria de Relações Institucionais. Há ainda a possibilidade de Sidônio Palmeira deixar a Comunicação Social para assumir o marketing da campanha presidencial.

Fora do Planalto, ministros como Marina Silva, Simone Tebet, Renan Filho, Silvio Costa Filho, Waldez Góes, Jader Filho e André Fufuca estão entre os que avaliam disputar cargos em 2026. Renan Filho é o único cotado para tentar um governo estadual, em Alagoas. A maioria deve concorrer ao Senado ou à Câmara, enquanto Lula acompanha de perto casos mais sensíveis, como os de Marina e Tebet.

A diretriz predominante no Planalto é apostar em soluções internas, promovendo quadros técnicos já integrados às pastas, especialmente na área de infraestrutura. A avaliação é que a “troca controlada” reduz riscos de paralisia, preserva entregas e permite ao governo atravessar o ano eleitoral com menos turbulência política.

Com informações do O Globo

Sob pressão militar, Maduro propõe diálogo com EUA sobre petróleo, migração e drogas


 














Em meio à escalada de tensão com Washington, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, afirmou nesta quinta-feira (1) que está disposto a abrir um diálogo com os Estados Unidos para tratar de temas como petróleo, migração e combate ao narcotráfico. Segundo ele, Caracas está pronta para “conversar seriamente” caso haja interesse do governo norte-americano.

Maduro citou a possibilidade de um acordo energético que permita investimentos de empresas dos EUA, como a Chevron, atualmente a única grande petrolífera americana autorizada a exportar petróleo venezuelano. O líder chavista também sugeriu negociações sobre voos de deportação de venezuelanos e cooperação antidrogas, afirmando que os termos poderiam ser definidos “onde e como eles quiserem”.

As declarações ocorreram no mesmo dia em que forças militares americanas realizaram um novo bombardeio contra embarcações suspeitas de tráfico de drogas na região. A ação faz parte de uma ofensiva ampliada que, nesta semana, já incluiu a confirmação de um ataque em solo venezuelano pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A pressão sobre Maduro se intensificou desde agosto, quando Washington elevou para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à prisão do venezuelano e reforçou a presença militar no Caribe. Apesar de contatos diretos entre Trump e Maduro em novembro, as conversas não avançaram. Segundo a imprensa americana, os EUA também demonstram interesse estratégico nas reservas venezuelanas, as maiores comprovadas de petróleo do mundo, enquanto seguem apreendendo embarcações e impondo bloqueios sob alegação de sanções internacionais.

Com informações do G1

Bastidores do TCU fervem e ministros se articulam para barrar liminar pró-Banco Master


 














Mesmo durante o recesso, ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) intensificaram articulações para reagir a uma eventual liminar do ministro Jhonatan de Jesus que poderia reverter a liquidação do Banco Master, determinada pelo Banco Central. A movimentação ganhou força com a proximidade da acareação ordenada pelo ministro Dias Toffoli, no Supremo Tribunal Federal (STF), elevando a tensão nos bastidores da Corte.

A informação é do blog da Malu Gaspar, do O Globo. O relator do caso no TCU não conta com apoio majoritário para desfazer a liquidação, mas uma decisão individual durante o recesso poderia restabelecer temporariamente o funcionamento do banco até fevereiro de 2026. Diante desse risco, parte dos ministros passou a defender a convocação de uma sessão extraordinária para analisar e derrubar rapidamente qualquer liminar, estratégia vista como necessária para evitar uma reviravolta institucional.

O Banco Master foi liquidado em novembro após o Banco Central e a Polícia Federal identificarem uma fraude de R$ 12,2 bilhões envolvendo a compra de papéis sem lastro pelo BRB, que tentou adquirir a instituição em meio a forte lobby político. A operação foi barrada pelo BC em setembro, o que desencadeou disputas judiciais e questionamentos no TCU.

Jhonatan de Jesus colocou a atuação do Banco Central sob escrutínio ao cobrar explicações sobre a liquidação, citando possível “precipitação” na adoção de uma “medida extrema”, o que gerou receio de interferência na autonomia do regulador. O BC já entregou documentos ao Tribunal, que seguem sob análise técnica e tramitam em sigilo por decisão do relator.

Nos bastidores, ministros avaliam que uma eventual derrota em plenário poderia custar ao relator o controle do processo, já que o regimento prevê redistribuição da relatoria nesses casos. O episódio ocorre em paralelo às investigações conduzidas no STF, onde Toffoli manteve a acareação entre Daniel Vorcaro, Paulo Henrique Costa e representantes do BC, ampliando a pressão institucional em torno do caso.

Com informações do O Globo