Segundo o Honpar, o atendimento a pacientes de outros estados, como Rondônia, para procedimentos de alta complexidade — principalmente na área cardíaca — faz parte da rotina da instituição. O paciente ainda não foi identificado.
A aeronave havia decolado de Porto Velho (RO) com destino ao Paraná quando foi interceptada por um caça da FAB. O momento foi registrado pelo bombeiro e piloto João Cordeiro, que comandava o voo aeromédico.
De acordo com o piloto, a aproximação entre as aeronaves segue protocolos padronizados e não representa risco. “Eles se aproximam, se identificam e solicitam informações como origem, destino, missão, tipo de voo, nome do comandante e código da Anac. É um procedimento normal”, explicou ao portal g1.
Cordeiro relatou que esse tipo de abordagem já ocorreu outras vezes durante missões semelhantes. Segundo ele, o caça se posiciona de forma visível para indicar a frequência de emergência, permitindo a troca de informações. O paciente, que estava deitado em uma maca, não percebeu a interceptação.
Em nota, a FAB informou que as interceptações fazem parte das ações de policiamento do espaço aéreo brasileiro e podem ocorrer com qualquer aeronave em voo. Conforme a corporação, o procedimento segue um protocolo que inclui tentativa de contato pelo controle de tráfego aéreo e, se necessário, identificação visual por caças interceptadores.
Ainda segundo a FAB, o Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE) é responsável pelo planejamento, coordenação e execução das ações de controle do espaço aéreo nacional.








