terça-feira, 28 de abril de 2026

Sérgio Moro lidera as intenções de voto na corrida ao Palácio Iguaçu; Requião Filho e Greca vêm em seguida na pesquisa Quaest

 


O candidato Sérgio Moro (PL) lidera nas intenções de voto ao governo do Paraná, segundo a pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (27). Em seguida está o candidato Requião Filho (PDT). A mostra avaliou da intenções de voto da eleição para o governo do Paraná em dois cenários com diferentes combinações de nomes. Confira como ficaram os candidatos na pesquisa.

Sergio Moro (PL): 35%;
Requião Filho (PDT): 18%;
Rafael Greca (MDB): 15%;
Sandro Alex (PSD): 5%;
Tony Garcia (DC): 1%;
Luiz França (Missão): 1%;
Indecisos: 18%;
Branco/nulo/não vai votar: 7%.


Cenário 2, com 4 pré-candidatos

Sergio Moro (PL): 42%;
Requião Filho (PDT): 24%;
Sandro Alex (PSD): 6%;
Luiz França (Missão): 2%;
Indecisos: 17%;
Branco/nulo/não vai votar: 9%.

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 1.104 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 21 e 25 de abril.

A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada sob o número PR-02588/2026.

Simulações de 2º turno
A Quaest fez também quatro simulações de 2º turno, e todos incluem o senador Sergio Moro (PL) contra diferentes adversários.

Cenário 1

Sergio Moro (PL): 49%;
Requião Filho (PDT): 30%.

Quem eram padrasto e enteada mortos após caminhão cair em represa no PR


 












Foram identificados o padrasto Lucas Kazimirski da Silva, de 25 anos, e a enteada Ana Clara Milesi da Rosa, de 4 anos, que morreram após o caminhao em que estavam cair na represa do capivari, em Campina Grande do Sul (PR), na noite de domingo (26). Os dois residiam em Serafina Corrêa (RS).

A esposa de Lucas e mãe de Ana também estava no veículo, mas conseguiu sair a tempo. Ela foi socorrida e está internada no Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul, sem risco de morte. O nome dela não foi divulgado oficialmente. Segundo familiares, o casal e a menina moravam juntos há cerca de dois anos e meio.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o caminhão saiu da pista no km 42 da BR-116, sentido São Paulo, e caiu na represa. Lucas transportava uma carga de quatro toneladas de tintas e solventes para São Paulo. Após a queda, Lucas e a esposa conseguiram sair do veículo, mas ele voltou para tentar salvar a enteada e desapareceu.

O Corpo de Bombeiros localizou o corpo de Ana Clara ainda durante a madrugada, dentro da cabine do caminhão. O corpo de Lucas foi encontrado submerso por volta das 12h desta segunda-feira (27), a cerca de 12 metros do local da queda.

Com o acidente, as quatro toneladas de tinta transportadas vazaram na água. O Instituto Água e Terra e o Ibama recomendam a suspensão das atividades de pesca na região até a análise e contenção dos danos ambientais. Ainda não se sabe a quantidade exata de material tóxico que contaminou o rio.

Os corpos das vítimas serão levados para Serafina Corrêa (RS). Ainda não há informações sobre velório e sepultamento.

Cassia Kiss é denunciada ao Ministério Público e pode ser investigada por transfobia; entenda o caso


 













A atriz Cássia Kis foi denunciada ao Ministério Público por suspeita de transfobia após um episódio ocorrido no Barra Shopping. A denúncia tem como base um vídeo que viralizou nas redes sociais,durante o fim de semana, em que uma mulher trans, que se diz funcionária do local e se identifica como Roberta, relata ter sido constrangida enquanto aguardava na fila para entrar em uma das cabines do banheiro feminino.

Nas imagens, é possível ver a atriz lavando as mãos e ouví-la questionando a presença de Roberta no local e dizendo; “ que não uso o banheiro dos homens”. A funcionária rebate, afirmando que tem o direito de utilizar o banheiro feminino, conforme sua identidade de gênero. Segundo o relato, o episódio foi marcado por falas consideradas ofensivas e discriminatórias, o que motivou a formalização da denúncia.

Práticas de constrangimento ou exclusão de pessoas trans em espaços públicos podem ser punidos com a prisão de 1 a 3 anos, além de multa. O caso deve ser analisado pelo Ministério Público, que poderá decidir pela abertura de investigação formal.

Até o momento, a atriz não se pronunciou oficialmente sobre a denúncia.

Usar maconha na adolescência predispõe a transtornos mentais, diz estudo com mais de 460 mil jovens

 


Um estudo publicado no JAMA Health Forum indica que adolescentes que usam cannabis têm risco significativamente maior de desenvolver transtornos psiquiátricos na vida adulta jovem. A pesquisa acompanhou 463.396 jovens entre 13 e 17 anos por quase uma década e identificou associação com o dobro do risco de diagnósticos como transtornos psicóticos, bipolares, além de depressão e ansiedade.

Com base em dados de prontuários eletrônicos de consultas pediátricas realizadas entre 2016 e 2023, os pesquisadores acompanharam os participantes até os 25 anos. Em média, o início do consumo ocorreu cerca de dois anos antes do diagnóstico de algum transtorno mental.

Segundo especialistas, o período da adolescência até os 25 anos é marcado pelo desenvolvimento do cérebro, especialmente do córtex pré-frontal, responsável por decisões, controle de impulsos e regulação emocional. O uso de substâncias nesse estágio pode comprometer essas funções e aumentar a vulnerabilidade a alterações comportamentais e emocionais.

O estudo também aponta uma relação consistente entre o uso de cannabis e transtornos psicóticos e bipolares. Uma das explicações envolve o THC, principal composto psicoativo da substância, que pode elevar a liberação de dopamina no cérebro — fator associado a sintomas psicóticos. Pessoas com predisposição genética podem ter esses quadros antecipados pelo uso.

Outro fator relevante é a maior potência da cannabis atualmente disponível. Enquanto a concentração média de THC gira em torno de 20%, há produtos que ultrapassam 95%, ampliando os efeitos e riscos.

Consumo também está relacionado à depressão e ansiedade

A pesquisa também relaciona o consumo à depressão e ansiedade. Especialistas destacam que a relação pode ser bidirecional: jovens com esses sintomas podem recorrer à substância, mas o uso também pode agravar o quadro. Crises de pânico após o consumo são relatadas, especialmente entre adolescentes.

Com o avanço da idade, a associação com depressão e ansiedade tende a diminuir, possivelmente devido ao amadurecimento cerebral. Ainda assim, o uso precoce pode deixar impactos duradouros, como maior risco de dependência e prejuízos cognitivos, afetando memória, atenção e desempenho escolar.

Sinais de alerta incluem isolamento social, queda no rendimento escolar, irritabilidade e mudanças de humor. Casos mais graves, como crises intensas de ansiedade ou sintomas psicóticos, exigem atenção médica imediata. Especialistas recomendam diálogo e intervenção precoce para evitar agravamento.


Política ALERTA IGNORADO: CGU aponta falhas em contrato de R$ 228 milhões da Saúde


 













A Controladoria-Geral da União (CGU) apontou falhas e fragilidades em uma licitação de R$ 228 milhões do Ministério da Saúde para a compra de unidades odontológicas móveis. Segundo o órgão, decisões relevantes foram tomadas sem justificativa técnica adequada e houve risco à competitividade do processo, mesmo após alerta preventivo emitido anteriormente.

De acordo com relatório da CGU, a auditoria analisou o pregão eletrônico nº 90105/2024, conduzido pelo Departamento de Logística em Saúde. A licitação foi homologada em favor da empresa IVG Brasil Ltda, com valor unitário de R$ 379 mil por veículo, totalizando R$ 227,9 milhões.

Segundo os auditores, foram identificadas falhas no planejamento da contratação, especialmente na definição do quantitativo. O número inicial de 360 unidades foi ampliado para 600 sem apresentação de metodologia clara ou memória de cálculo que justificasse a alteração.

A CGU também apontou que exigências previstas no edital podem ter reduzido a competitividade. Entre os pontos citados estão a garantia de 36 meses sem limite de quilometragem, o uso de gerador rebocado a gasolina e a adoção de sistema de ar-condicionado do tipo “motorhome”, sem demonstração técnica comparativa de custo-benefício.

Outro ponto destacado foi a concentração de funções em poucos servidores. Segundo o relatório, um mesmo agente público atuou em diferentes etapas do processo, o que, de acordo com a CGU, pode fragilizar a segregação de funções prevista na legislação.

O órgão informou ainda que havia emitido alerta preventivo em outubro de 2024, com recomendações de ajustes. No entanto, segundo a auditoria, as orientações não foram integralmente atendidas, e a licitação seguiu até a homologação.

Em nota, o Ministério da Saúde informou que a contratação tem como objetivo ampliar o atendimento em áreas remotas e populações vulneráveis. A CGU recomendou reforço na capacitação das equipes, aprimoramento dos estudos técnicos e melhorias nos controles internos.

Processo sobre royalties do petróleo está há 13 anos parado no STF sob relatoria de Cármen Lúcia


 













Um processo que discute a distribuição dos royalties do petróleo segue há 13 anos sem julgamento definitivo no STF. A ação está sob relatoria da ministra Cármen Lúcia desde 2013 e ainda não foi a julgamento no plenário da Corte, mantendo em vigor as regras anteriores à lei questionada.

O caso envolve a divisão das receitas provenientes da exploração de petróleo e gás natural entre estados produtores e não produtores. A discussão gira em torno de mudanças aprovadas pelo Congresso que alteravam os percentuais de distribuição dos recursos, conforme informações do Metrópoles.

Segundo o andamento processual, uma decisão liminar foi concedida em 2013 suspendendo trechos da lei que redefinia a partilha dos royalties, o que manteve o modelo anterior em vigor até o julgamento final da ação.

Ao longo dos anos, o processo chegou a ser incluído em pautas de julgamento no STF, mas não avançou para uma decisão definitiva, permanecendo em análise sem conclusão. A controvérsia envolve interesses de estados com produção de petróleo, como Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, e unidades da federação que defendem maior participação na divisão das receitas.

Até o momento, não há julgamento final no plenário do STF sobre o tema, o que mantém o impasse federativo e a aplicação das regras anteriores à Lei nº 12.734/2012.

Zema volta a criticar o STF e faz menções a Gilmar Mendes em novo episódio de ‘Os Intocáveis’


 










Em mais um vídeo da série “Os Intocáveis”, publicado nas redes sociais, o ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à presidência pelo Novo, Romeu Zema, voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) e fez menções diretas ao ministro Gilmar Mendes, com quem tem trocado declarações.

Na produção, Gilmar Mendes aparece ao lado de Alexandre de Moraes como fantoches, e os dois são retratados em diálogos encenados. No vídeo, Gilmar pede que Moraes inclua Zema no inquérito das fake news para censurá-lo.

Também há comentários sobre a imagem do ex-governador e críticas ao seu sotaque, além de menções à relação de ministros com o empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master.

A publicação ocorre após Gilmar Mendes comentar os limites das sátiras envolvendo Romeu Zema e dizer que o político não aceitaria ser retratado como um boneco homossexual. Depois, o ministro pediu desculpas pela fala. Ele também afirmou, nas redes sociais, que existe uma indústria de difamação contra o STF e que vai combatê-la.

Nesta semana, Gilmar solicitou a inclusão de Zema no inquérito das fake news, relatado pelo ministro Alexandre de Moraes, por causa de um outro vídeo dessa mesma série, “Os Intocáveis”.

Em entrevista ao Jornal da Globo, o ministro disse que Zema fala uma língua próxima do português, e o ex-governador respondeu nas redes sociais afirmando que usa o linguajar de “brasileiro simples”, em contraste com o que chamou de “português esnobe dos intocáveis de Brasília”, em referência aos ministros.

CBN

Dino defende penas mais duras para corrupção de juízes, afastamento imediato e tipo penal para quem dificultar investigação















 O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino voltou a defender neste domingo um endurecimento das regras para punir corrupção no sistema de Justiça, com aumento de penas, afastamento imediato de investigados e perda automática de cargos após condenação definitiva.

As propostas foram apresentadas no artigo “Como punir a corrupção na Justiça?”, publicado hoje no Correio Braziliense. No texto, Dino afirma que os mecanismos atuais de controle e punição “seguem sendo importantes”, mas têm se mostrado insuficientes diante do aumento e da gravidade dos casos.

Entre os pontos destacados está a criação de punições mais severas para crimes como corrupção, peculato, prevaricação e tráfico de influência quando praticados por juízes, promotores, advogados e servidores. Para o ministro, essas condutas exigem tratamento mais rigoroso por atingirem diretamente a credibilidade do sistema responsável por aplicar a lei.

Dino também propõe mudanças nas regras de responsabilização funcional. Pela sugestão, o recebimento de denúncia já levaria ao afastamento imediato do cargo, enquanto a condenação definitiva implicaria perda automática da função, independentemente da pena aplicada.

Outro eixo da proposta é a ampliação da responsabilização por obstrução à Justiça. A ideia é tipificar de forma mais abrangente condutas que impeçam, atrasem ou interfiram no andamento de investigações e processos.

O ministro argumenta que, quando decisões judiciais passam a ter “valor econômico”, a corrupção deixa de atingir interesses individuais e passa a comprometer o interesse público.

“Quando o exercício da jurisdição, um parecer ou um indiciamento, por exemplo, passam a ter valor econômico e é possível utilizar o capital para obter posicionamento num sentido ou em outro, a corrupção elimina o interesse público. É nessa conjuntura que se mostra necessário e urgente se perguntar “Como punir a corrupção na Justiça?” Contudo, mais que se perguntar, é igualmente necessário e urgente buscar saídas que carreguem soluções eficazes”, diz trecho do artigo.

A pressão por mudanças no Judiciário aumentou nos últimos meses, depois de casos que levantaram dúvidas sobre a capacidade do sistema de punir irregularidades com rapidez e clareza. O principal exemplo recente é o caso Master, que começou como um problema no sistema financeiro, mas acabou envolvendo decisões judiciais e ampliando o debate sobre o funcionamento da Justiça.

As investigações sobre suspeitas de fraudes bilionárias trouxeram desgaste para o sistema e reforçaram a percepção, em Brasília, de que processos demorados e decisões divergentes podem gerar insegurança — não só no Judiciário, mas também na economia, ao afetar bancos e a confiança de investidores.

Diante desse cenário, a discussão sobre uma reforma do Judiciário ganhou força. Dino já havia defendido uma reforma estrutural do sistema, incluindo o fim da aposentadoria compulsória como punição e o combate a benefícios considerados excessivos.

Além disso, o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) discute a criação de um Código de Conduta para os ministros, proposta defendida pelo presidente da Corte, Edson Fachin. A ideia é estabelecer regras mais claras de atuação e reforçar a confiança nas decisões do tribunal.

O Globo

Trump diz não ter percebido imediatamente que se tratava de um ataque: ‘Eu queria ver o que estava acontecendo’


 












O presidente americano Donald Trump detalhou os primeiros momentos após o ataque a tiros que sofreu e declarou que não percebeu imediatamente que se tratava de um ataque contra ele.

Em entrevista à emissora americana CBS News, Trump falou que sua equipe de segurança agiu imediatamente e pediu que ele a primeira-dama, Melania, se abaixassem para se protegerem. No entanto, o presidente disse que não se abaixou imediatamente.

“Eu queria ver o que estava acontecendo e não estava facilitando para [o agente]. Naquele momento, percebemos que talvez [a comoção] fosse por algo ruim, diferente do que seria o barulho normal de um salão que ouvimos o tempo todo”, declarou o presidente americano.

Trump disse que pediu repetidamente que os agentes esperassem para que ele pudesse ver do que se tratava, o que pode ter feito com que sua remoção do salão fosse mais lenta.

O americano também comentou sobre o momento em que ele se abaixa durante sua saída. “Eu comecei a andar e eles falavam: ‘Por favor, se abaixe’. Então eu e a primeira dama nos abaixamos no chão.”

A afirmação foi feita à jornalista Norah O’Donnell, da CBS News. A entrevista será exibida neste domingo (26) no programa 60 minutes.

g1