sábado, 4 de julho de 2026

Policial militar de 28 anos morre após mal súbito durante treino em academia da PM no Paraná


 













O policial militar Felipe dos Santos Bettio, de apenas 28 anos, morreu após sofrer um mal súbito quando realizava atividades físicas. O incidente aconteceu na academia do 26º Batalhão da PM, na cidade de Telêmaco Borba, nos Campos Gerais do Paraná.

A suspeita inicial é de que ele tenha sofrido um ataque cardíaco durante o treinamento. Lotado em Ponta Grossa, também na região dos Campos Gerais, o policial participava do treino quando passou mal.
Soldado passou mal e foi levado ao hospital

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas imediatamente e prestaram os primeiros socorros ainda no local. Na sequência, Felipe dos Santos Bettio foi encaminhado com urgência para um hospital de Telêmaco Borba.

Apesar do atendimento médico e das tentativas de reanimação, ele não resistiu e morreu pouco depois de ser internado no hospital.

Em nota, o 26º Batalhão da Polícia Militar lamentou a morte do soldado e divulgou nota de pesar: É com profundo pesar.

“Nascido em 27 de setembro de 1997, o policial militar ingressou nas fileiras da Polícia Militar do Paraná em 1º de agosto de 2022, dedicando sua carreira ao serviço da sociedade paranaense. Atualmente, integrava o Grupo de Operações com Cães (K9) do 26º Batalhão de Polícia Militar, onde desempenhava suas funções com profissionalismo, comprometimento e espírito de equipe.

O Soldado Felipe dos Santos Bettio veio a sofrer um mal súbito durante sua rotina matinal de exercícios físicos, enquanto se encontrava de serviço, sendo prontamente socorrido e levado a Unidade de Pronto Atendimento, vindo a falecer em seguida, houve tentativa de reanimação, porém, sem sucesso. As circunstâncias do fato serão devidamente apuradas pelos órgãos competentes.

Neste momento de profunda dor, o 26º Batalhão de Polícia Militar solidariza-se com os familiares, amigos e irmãos de farda, expressando as mais sinceras condolências e agradecendo pelos relevantes serviços prestados pelo policial militar à Polícia Militar do Paraná e à sociedade.

A memória do Soldado Bettio permanecerá como exemplo de dedicação, honra e compromisso “com a missão policial militar”.

Rombo acumulado das estatais de janeiro a maio de 2026 é de R$ 7,4 bilhões e já supera valor total de 2025

 



As estatais acumulam um déficit de R$ 7,4 bilhões em 2026. Dados do Banco Central indicam que o resultado negativo foi puxado principalmente pelo rombo registrado em janeiro.

O rombo de janeiro a maio equivale ao dobro do déficit observado no mesmo período de 2025, quando as estatais foram deficitárias em R$ 3,6 bilhões. O déficit deste ano também já supera todo o ano de 2025, quando as empresas estatais foram deficitárias em R$ 5,9 bilhões. No acumulado dos últimos 12 meses até maio, as estatais registraram um déficit de R$ 6,7 bilhões.

Veja a trajetória do resultado primário das estatais do Relatório de Estatísticas Fiscais do Banco Central:janeiro: déficit de R$ 4,869 bilhões;
fevereiro: déficit de R$ 568,14 milhões;
março: déficit de R$ 468,55 milhões;
abril: déficit de R$ 1,78 bilhões;
maio: superávit de 273,35 milhões.

Em termos nominais, ou seja, sem valores corrigidos pela inflação, é o maior déficit da história para o período.
As estatais federais representam a maior fatia do déficit registrado de janeiro a maio de 2026. Veja:

estatais federais: déficit de R$ 5,9 bilhões;
estatais estaduais: déficit de R$ 1,5 bilhão;
estatais municipais: superávit de R$ 95 milhões.

Com informações de CNN

Michelle Bolsonaro abriu mão de salário ao deixar PL Mulher


 












Ao deixar a presidência do PL Mulher, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) abriu mão do salário de R$ 46 mil mensais que recebia por ocupar o posto. A decisão foi anunciada na última terça-feira (30), após reunião com o presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, na sede da sigla em Brasília.

A remuneração bruta recebida por Michelle para liderar a ala feminina da legenda correspondia a R$ 46.366,19, enquanto o valor líquido era de R$ 33.848,30.

A esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) justificou sua saída afirmando que quer dedicar mais tempo aos cuidados do marido, que cumpre prisão domiciliar humanitária após condenação por tentativa de golpe de Estado.

Michelle encerrou suas atividades no partido dias após o atrito entre ela e o pré-candidato à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), se tornar público.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Michelle relatou discordar do enteado em relação a alianças com rivais políticos como Ciro Gomes (PSDB) no Ceará em detrimento de aliados fiéis aos ideais de seu esposo.

Na gravação, a ex-primeira-dama afirmou ter sido desrespeitada por Flávio devido à sua opinião sobre o assunto. Flávio, por sua vez, negou ter tido a intenção de ofender Michelle e lhe pediu desculpas publicamente. 

Pleno News

Ex-ministro Camilo Santana deve se tornar líder do PT no Senado














A bancada do PT no Senado deve eleger, o senador e ex-ministro da Educação Camilo Santana (CE) como novo líder do partido na Casa. A escolha ocorre poucos dias após mudanças na articulação política do governo Lula no Senado.

A movimentação acontece depois que Jaques Wagner (BA) deixou a liderança do governo, em 24 de junho. O senador foi citado na investigação da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, que apura suspeitas de corrupção relacionadas ao caso Banco Master.

Jaques nega qualquer irregularidade e afirmou que sua saída do cargo foi decidida em comum acordo com o presidente Lula. Até o momento, não há condenação contra o parlamentar no âmbito da investigação.

No dia seguinte à saída de Jaques, Lula escolheu a senadora Teresa Leitão (PE) para assumir a liderança do governo no Senado. Agora, a bancada petista prepara uma nova mudança, desta vez no comando interno do partido na Casa.

Camilo Santana foi governador do Ceará por dois mandatos, elegeu-se senador em 2022 e, no início do terceiro mandato de Lula, assumiu o Ministério da Educação. Agora, deve passar a comandar a bancada do PT no Senado.

Vereador do PT preso por suposta ligação com o PCC passa mal na prisão e defesa pede domiciliar


 



















O vereador Senival Pereira de Moura (PT), preso desde o dia 25 sob suspeita de lavar dinheiro para o PCC (Primeiro Comando da Capital) por meio da empresa de ônibus Transunião, passou mal duas vezes na carceragem do 8º DP (Belenzinho) em menos de 72 horas. Segundo o advogado Márcio Sayeg, os episódios se somam a um histórico neurológico anterior e embasam o pedido de revogação da prisão temporária ou concessão de domiciliar.

No sábado (27), Senival teria sentido dor de cabeça na carceragem e foi levado à UPA Mooca III (Dom Paulo Evaristo Arns), onde passou por classificação de risco, consulta e solicitação de exame de ultrassom, conforme o histórico de atendimento. Medicado, retornou à cadeia horas depois.

Na segunda-feira (29), o mal-estar teria se repetido. Segundo boletim médico, o vereador relatou dor de cabeça, náusea, tontura, formigamento nos braços e dor de garganta. Um eletrocardiograma apontou uma alteração na condução elétrica do coração, embora o exame laboratorial não tenha mostrado alterações. O médico classificou o atendimento como pouco urgente, prescreveu tratamento sintomático e orientou retorno em caso de piora.

— Ele passou mal no sábado e de novo na segunda. Já não está na empresa há mais de seis anos, essa prisão é uma loucura. Quando fica nervoso, estressado, ele tem esses ataques. Pode convulsionar a qualquer momento — afirma Sayeg.

Com base nesse histórico e nos atendimentos recentes, a defesa pede a revogação da prisão temporária. Como alternativa, solicita recolhimento domiciliar monitorado ou, caso nenhum dos dois pedidos seja aceito, internação ou transferência para ambiente hospitalar. A Justiça ainda não analisou o pedido.

A defesa apresentou um relatório de 18 de dezembro de 2023, que descreve quadro de cefaleia, distúrbios de memória e crises em Senival. O documento indica microcirurgia vascular intracraniana com neuronavegação, a ser feita no Hospital Israelita Albert Einstein.

Segundo os advogados, o procedimento foi realizado em 30 de janeiro de 2024. Já em 10 de setembro daquele ano, Senival teria apresentado novo quadro neurológico e ficado internado na UTI do Hospital São Luiz, unidade Anália Franco, no Tatuapé, após crises convulsivas.

Entenda o caso

As investigações da Polícia Civil de São Paulo que resultaram na prisão do vereador Senival Moura apontam o parlamentar como o líder de um esquema de lavagem de dinheiro operado pela empresa Transunião Transportes a serviço do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Segundo a investigação, Moura era responsável pela operacionalização de recursos para integrantes da facção paulista. A análise de mensagens de WhatsApp do celular de Adauto Soares Jorge, então presidente da empresa de ônibus Transunião Transportes S.A., assassinado em março de 2020, mostra a dinâmica de repasses. 

Extra

Diretor-Geral da PF é desmentido por operação da própria corporação contra suspeitos de ligação com o PCC sancionados pelos EUA


 













Dois dias após o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmar à reportagem do g1 que os brasileiros e empresas sancionados pelos EUA não tinham ligação com o PCC, a própria PF deflagrou a Operação Exchange para investigar um esquema de lavagem de dinheiro atribuído à facção.

O episódio colocou a operação da própria PF em contraste com a declaração do diretor-geral feita dois dias atrás. Segundo a Polícia Federal, a organização criminosa teria movimentado mais de R$ 10 bilhões por meio de um esquema de lavagem de dinheiro. A operação teve como alvo a empresária Stella Stefanie, que foi presa, e Victor Shimada, considerado foragido.

A ação ocorreu pouco depois de Andrei Rodrigues contestar as sanções anunciadas pelo Departamento do Tesouro dos EUA, que apontou os investigados como integrantes de uma rede ligada ao PCC.

Em junho, Rodrigues também já havia criticado a decisão do governo americano de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas, afirmando que a estratégia brasileira é combater financeiramente as facções.

Já nesta sexta-feira (3), Andrei Rodrigues afirmou que a sanção dos Estados Unidos imposta na última quarta-feira (1º) a pessoas e empresas brasileiras fez os policiais da corporação anteciparem a Operação Exchange. Ele disse ainda que desfecho da operação desta sexta-feira poderia ter sido outro, caso a imposição da sanção pelos EUA não tivesse sido anunciada na quarta-feira.

Na Câmara, 81% dos deputados alugam carrões e contribuintes pagam a conta


 












Deputados federais de oposição têm sido investigados por gastos com aluguel de veículos, como mostrou outra fase da operação na Rent a Car, da Polícia Federal, mas a farra é praticada por 450 dos 513 parlamentares, equivalentes a 81% do total. Isso custou R$18,5 milhões só este ano. A coluna cruzou os valores das notas fiscais dos veículos apresentadas pelos deputados: o valor de R$18.583.763,80 contempla apenas ao que foi pago entre 1º de janeiro e a data de ontem.

Não há limite conhecido para esse tipo de despesas na Câmara, e os valores da farra de locação de veículos devem disparar até o fim do ano.

Deputado de primeiro mandato, Lula da Fonte (PP-PE) se esbaldou e foi quem mais gastou entre todos os colegas: R$113.882,52.

A lista da gastança segue com Adilson Barroso (PL-SP), que torrou, até agora, R$101,2 mil só com aluguel de belos carros.

Na gastadora trinca, ainda aparece o nome de Marcos Soares (PSDB-RJ), que não teve dó e apresentou faturas que somam R$98,4 mil.

Diário do Poder

Alexandre de Moraes mantém prisão domiciliar humanitária de Bolsonaro













 O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), prorrogou a prisão domiciliar humanitária do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A decisão foi assinada após a defesa reiterar o pedido para que Bolsonaro permanecesse em prisão domiciliar.

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar desde 27 de março, por decisão de Moraes, após permanecer internado no Hospital DF Star, em Brasília, para tratamento de uma broncopneumonia bacteriana.

O prazo inicial de 90 dias expirou na última quinta-feira (25/6). Durante esse período, Bolsonaro cumpriu as regras impostas por Moraes.

Nas últimas semanas, porém, a defesa informou que o ex-presidente voltou a apresentar crises de soluço e pediu a realização de novos exames.

No mesmo período, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) apreendeu uma arma registrada em nome de Bolsonaro durante uma abordagem envolvendo um agente de segurança, o que levou à abertura de um inquérito.

Ao longo da prisão domiciliar, Bolsonaro recebeu a visita de quase todos os filhos, com exceção de Eduardo Bolsonaro, que permanece nos Estados Unidos.

Os encontros na residência ficaram restritos a um grupo autorizado por Moraes. Além dos filhos e netos autorizados, profissionais de saúde, prestadores de serviço, seguranças e funcionários puderam ingressar no imóvel.

Bolsonaro mora com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, a filha Laura e uma sobrinha. Como vivem na residência, eles não dependem de autorização judicial para permanecer no local. A exigência vale para outros familiares, como ocorreu com as netas do ex-presidente, cuja entrada precisou ser autorizada por Moraes.

Conforme determinação do ministro, Bolsonaro permaneceu proibido de utilizar celular, telefone ou qualquer outro meio de comunicação externa, direta ou indireta, inclusive por intermédio de terceiros. Relatórios da PMDF não apontam descumprimento dessas restrições.

O ex-presidente deixou a residência apenas uma vez, para realizar um procedimento no ombro. Ele permaneceu internado por quatro dias e, em seguida, retornou ao cumprimento da prisão domiciliar.

Diferentemente do período em que Bolsonaro cumpriu prisão domiciliar em 2025, desta vez ele não recebeu visitas de aliados políticos. A restrição foi imposta por Moraes ao conceder a prisão domiciliar humanitária, sob o argumento de evitar a exposição do ex-presidente a novas doenças, diante do quadro de saúde considerado vulnerável.

Metrópoles

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Colisão entre caminhão, van e carro na PR-466, em Ivaiporã, deixa um morto


 












Um grave acidente envolvendo um caminhão, uma van e um Volkswagen Parati deixou um homem morto na tarde desta sexta-feira (3), na PR-466, em Ivaiporã. A colisão ocorreu por volta das 14h20, na região da localidade Ouro Verde, próximo ao trevo de Arapuã.

Segundo as primeiras informações, o caminhão e a van bateram de frente. Na sequência, a Parati atingiu a traseira da van.

O motorista da van morreu no local em decorrência dos ferimentos. Outras duas pessoas ficaram feridas e receberam atendimento das equipes de socorro, que foram mobilizadas para a ocorrência.

As causas do acidente ainda serão apuradas pelas autoridades. Mais informações serão divulgadas assim que houver atualização oficial.