quinta-feira, 15 de outubro de 2026

MP aciona Copel por falhas no fornecimento de energia em cidade do PR

 














O Ministério Publico do Parana, por meio da Promotoria de Justiça de Reserva, nos Campos Gerais, ajuizou uma ação civil pública contra a Companhia Paranaense de Energia (Copel) em razão de “falhas graves e reiteradas no fornecimento de energia elétrica no município”.

A ação foi proposta após a apuração, em inquérito civil, de sucessivas interrupções e oscilações no serviço, que prejudicaram consumidores e comprometeram atividades dos setores público e produtivo.

Conforme apurado pelo Ministério Público, a prestação inadequada do serviço provocou prejuízos como perda de alimentos refrigerados, de produção de leite e de vacinas, além da interrupção de atividades produtivas. As falhas também afetaram o abastecimento de água e os serviços de telecomunicações.

A situação é especialmente grave nas áreas rurais, onde há relatos de comunidades que permaneceram até sete dias sem energia elétrica. Segundo a apuração, a concessionária vem descumprindo há anos indicadores de duração e frequência das interrupções no fornecimento, em prejuízo à população.

Medidas urgentes – Na ação, o MPPR requer a concessão de tutela provisória de urgência para que a Copel adote imediatamente as medidas técnicas necessárias para assegurar o fornecimento de energia elétrica de forma eficiente, regular e contínua em Reserva, prevenindo oscilações, interrupções e quedas de tensão.

Caminhão baú sai da pista após motorista sofrer mal-estar em São Pedro do Ivaí

 


Um motorista sofreu um acidente na tarde desta quarta-feira na PR 457, em São Pedro do Ivaí, após passar mal enquanto dirigia. O condutor perdeu o controle da direção do caminhão baú Hyundai HR, com placas de Maringá, e acabou saindo da pista. 

Apesar da gravidade da situação, o motorista não sofreu ferimentos e o incidente resultou apenas em danos materiais.

O caso aconteceu por volta das 14h50, nas proximidades da ponte sobre o Rio Cambará, em frente ao curtume local. 

O veículo trafegava no sentido a São Pedro do Ivaí quando o motorista teve o mal-estar repentino, fazendo com que o caminhão saísse do leito trafegável e parasse em uma valeta às margens da rodovia.

Com informações: Canal HP

Chuvas provocam cheias no Vale do Ivaí e colocam autoridades em alerta

 


As fortes chuvas dos últimos dias elevaram o nível de rios e córregos do Vale do Ivai, provocaram transbordamentos e colocaram autoridades em alerta. Nesta quarta-feira (14), registros mostravam o avanço das águas em São João do Ivaí e na região do Porto Ubá, entre Lidianópolis e Cruzmaltina.

No Porto Luar, em São João do Ivaí, o Rio Ivaí está mais de cinco metros acima do nível normal. Imagens feitas em diferentes horários mostram a progressão da cheia.

Também em São João do Ivaí, a água do Rio da Bulha passou por cima da ponte na localidade de Água do Beija-Flor.

Na região do Porto Ubá, imagens registradas por moradores mostram a elevação do Rio Ivaí. O nível estava entre seis e sete metros na manhã desta quarta-feira (14).

A cheia tem causado transtornos e preocupação entre moradores ribeirinhos. Na mesma região, o Rio Guaimbê também transbordou, agravando a situação.

Manifestações em apoio a Lula em várias cidades do Brasil.

 


O fim de semana de feriadão foi marcado por grandes manifestações em apoio à candidatura à reeleição do presidente Lula em várias cidades. A orla de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, foi palco de em favor do petista nesta segunda-feira, feriado de Nossa Senhora Aparecida. O ato reuniu parlamentares, estudantes, sindicalistas e famílias, que ocuparam vários quarteirões da avenida Atlântica.

Entre as principais pautas da mobilização estavam o fim da escala de trabalho 6×1 e as críticas ao senador Flávio Bolsonaro (PL), adversário de Lula no segundo turno, marcado para o próximo dia 25. Os discursos também expressaram confiança na possibilidade de o presidente reverter a desvantagem registrada no primeiro turno.

Durante o evento, manifestantes associaram a candidatura de Flávio a riscos para a democracia, a Constituição e políticas públicas. Também houve críticas à relação do senador com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso em Brasília, e às manifestações de aproximação do candidato com o governo de Donald Trump, nos Estados Unidos.

A concentração estava prevista para o meio-dia. Por volta das 12h40, os participantes já ocupavam quatro quarteirões da avenida Atlântica, entre as ruas Sá Ferreira e Xavier da Silveira. Com o avanço da programação e a circulação dos trios elétricos, o público aumentou e parte dos manifestantes também se espalhou pela faixa de areia da praia.

A manifestação no Rio integrou uma série de atos organizados por apoiadores de Lula para ampliar a mobilização em torno da candidatura. No domingo (11), o presidente participou de um evento na avenida Paulista, em São Paulo, que também reuniu uma multidão. Nesta segunda-feira, Lula permaneceu em Brasília e não compareceu ao encontro em Copacabana.

O público era formado por pessoas de diferentes idades, de jovens a idosos, com predominância de roupas vermelhas associadas ao PT. A defesa dos direitos dos trabalhadores e o fim da escala 6×1 apareceram em diferentes momentos dos discursos e nas mensagens exibidas em cartazes.

Entre os políticos presentes estavam os deputados federais fluminenses Benedita da Silva (PT), Glauber Braga (PSOL), Jandira Feghali (PCdoB) e Lindbergh Farias (PT). Uma segunda manifestação em apoio ao presidente também havia sido convocada para esta segunda-feira, em frente aos Arcos da Lapa, na região central da cidade.

Outra grande manifestação em favor de Lula aconteceu na Lapa, no Centro da cidade, organizada por artistas do samba, também com a presença de parlamentares.

ICL Noticias


Flávio recebe plano de empresários para elevar idade de aposentadoria e rever Bolsa Família

 


O candidato à Presidência Flavio Bolsonaro (PL-RJ) se reuniu com cerca de 500 empresários em São Paulo, e recebeu um plano econômico que propõe aumentar a idade mínima de aposentadoria para 67 anos, desvincular o piso previdenciário do salário mínimo e revisar os critérios de concessão e permanência no Bolsa Família. As medidas fazem parte do Projeto Brasil de Amanhã, apresentado ao senador durante o Grande Encontro do Associativismo, no Clube Monte Líbano.

Pelas regras gerais atuais, os homens podem se aposentar aos 65 anos e as mulheres aos 62. O plano elevaria essa exigência em dois anos para eles e cinco para elas, com períodos de transição de quatro e dez anos, respectivamente.

Outra proposta pode atingir diretamente o valor das aposentadorias. Os empresários defendem retirar a vinculação do piso previdenciário ao salário mínimo, garantia prevista na Constituição. A mudança abriria caminho para benefícios futuros inferiores ao mínimo nacional e reajustes menores, com possível perda de renda em relação às regras atuais. Não significa, porém, um corte automático nas aposentadorias já concedidas.

As medidas integram um pacote de reformas fiscais e orçamentárias com impacto estimado pelos autores em R$ 139,9 bilhões no curto prazo. O material divulgado não detalha quanto desse valor corresponderia às mudanças previdenciárias.

Plano também prevê revisão do Bolsa Família

O documento propõe revisar os critérios de concessão e permanência no Bolsa Família, com cruzamento de bases de dados, revisões cadastrais e verificações domiciliares. Dependendo das exigências adotadas, as medidas poderiam resultar na exclusão de beneficiários, embora não haja estimativa de quantas famílias seriam atingidas.

As propostas surgem em meio a discussões sobre ajustes fiscais na campanha de Flávio, que tem prometido preservar os benefícios sociais e os direitos dos aposentados.

Questionada anteriormente pela Folha de S.Paulo sobre medidas estudadas por integrantes de sua equipe econômica, a campanha reconheceu a existência de conversas informais, mas negou que representassem posições oficiais da candidatura.

“Não se pode transformar conversas informais, interpretação de terceiros ou especulação sobre o cenário econômico em posição oficial de uma candidatura, ocorridas antes mesmo do início do período eleitoral”, afirmou em nota.

O recebimento do documento empresarial não significa que Flávio tenha incorporado as propostas ao programa de governo.

Flávio e aliados sinalizaram possíveis mudanças na escala 6×1

Durante o encontro, Flávio e integrantes de sua articulação política teriam sinalizado a empresários a possibilidade de rever pontos da proposta que acaba com a escala de trabalho 6×1, caso o senador seja eleito presidente.

A sinalização ocorreu no mesmo dia em que Flávio anunciou publicamente que votaria a favor do fim da escala, depois de meses de críticas à medida. Apesar da mudança de posição, o candidato defendeu maior liberdade para negociações entre trabalhadores e empregadores, inclusive com possibilidade de remuneração por hora trabalhada.

O posicionamento contrasta com declarações anteriores do senador, quando afirmava que o fim da escala 6×1 poderia provocar desemprego e aumentar os custos das empresas. Ao anunciar apoio à proposta, passou a defender compensações financeiras do governo para o setor produtivo, sob o argumento de que a redução da jornada aumentaria as contratações.

O encontro também contou com a participação de Daniella Marques, porta-voz econômica da campanha.

Fundação ligada a Paulo Guedes participou da elaboração

O Projeto Brasil de Amanhã foi elaborado pelo Instituto de Economia Gastão Vidigal, ligado à Associação Comercial de São Paulo (ACSP), e pela Fundação Internacional para a Liberdade (FIL Brasil), que tem como presidente de honra Paulo Guedes, ministro da Economia durante o governo de Jair Bolsonaro.

A fundação também reúne ex-integrantes da equipe econômica bolsonarista, como Marcelo Guaranys, Esteves Colnago e Waldery Rodrigues.

Não é a primeira vez que propostas para modificar a proteção dos rendimentos dos aposentados aparecem no entorno político da família Bolsonaro. Em outubro de 2022, durante a campanha de reeleição de Jair Bolsonaro, veio a público um plano da equipe econômica comandada por Guedes para deixar de corrigir o salário mínimo e os benefícios previdenciários pela inflação passada.

A proposta permitiria reajustes inferiores à inflação efetivamente registrada, reduzindo o poder de compra dos aposentados. A revelação provocou uma crise política na reta final da eleição, levando Bolsonaro a prometer aumentos acima da inflação. Guedes negou que pretendesse alterar as regras naquele momento.

Quatro anos depois, a proteção do valor das aposentadorias volta a aparecer em uma proposta apresentada a um candidato da família Bolsonaro. Desta vez, a medida prevê retirar a vinculação do piso previdenciário ao salário mínimo, mecanismo diferente do discutido em 2022, mas que também pode reduzir a renda dos beneficiários em relação às garantias atuais.

O plano foi entregue por Alfredo Cotait Neto, presidente da ACSP, da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB).


Fachin determina que PF encaminhe ao STF todas as menções a ministros encontradas nas investigações

 


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, orientou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, a encaminhar todas as menções a magistrados da Corte encontradas nas investigações do caso Banco Master. Durante reunião realizada nesta segunda-feira, Fachin frisou que eventuais investigações envolvendo integrantes do Supremo só poderão ocorrer mediante autorização expressa do plenário.

De acordo com o entendimento alinhado entre o STF e a corporação, a autoridade policial tem o dever de detalhar todas as referências localizadas acompanhadas de seu contexto, mantendo um caráter estritamente descritivo.

O encontro também serviu para debater medidas de segurança institucional diante de ameaças direcionadas a ministros, enfatizando a necessidade de uma atuação preventiva e coordenada para blindar a independência judicial.

Com informações do UOL


PF aponta que Vorcaro gastou R$ 4,3 milhões financiando rede de prostituição internacional e recrutando estrangeiras refugiadas

 


Investigações conduzidas pela Polícia Federal apontam que o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, financiou a partir de 2023 uma rede de prostituição de alcance internacional, injetando ao menos R$ 4,3 milhões no esquema, que envolvia intermediários, recrutamento de estrangeiras e uma casa noturna em São Paulo. Os agenciadores selecionavam mulheres, muitas delas de fora do país, para participar de eventos privados direcionados a autoridades e amigos do banqueiro.

Mensagens obtidas pelo portal UOL evidenciam que Vorcaro atuava diretamente no negócio, não apenas como consumidor dos serviços, mas escolhendo perfis, ditando ordens e investindo financeiramente. Os diálogos revelam uma preferência do ex-banqueiro por estrangeiras refugiadas para integrar sua agência, mencionando mulheres de nacionalidades russa, ucraniana, venezuelana, argentina e polonesa.

A Polícia Federal abriu inquérito em maio para apurar a contratação dessas profissionais estrangeiras e possíveis ilicitudes. Embora a prática da prostituição não seja considerada crime no Brasil, a legislação penaliza a cafetinagem (quando terceiros lucram com o serviço, situação apontada nas mensagens) e a manutenção de estabelecimentos destinados à exploração da atividade. O eventual enquadramento por tráfico internacional de pessoas depende da comprovação de violência ou coação, aspecto que segue sob apuração das autoridades.

Os principais alvos da investigação são Leonardo Serrano, proprietário de uma empresa de eventos, e Diogo Batista, promotor de eventos em São Paulo que recebia um salário mensal de R$ 120 mil pagos por Vorcaro. Nenhum dos dois prestou esclarecimentos ao UOL. Nas conversas telefônicas recuperadas, Vorcaro e Diogo utilizavam termos pejorativos como “escravas” e “kengas” para se referir às mulheres, avaliando desempenho e condições de contratação, além de apelidar as mais jovens de “creche”.

Com informações do UOL


Flávio mira oito estados para ampliar votação contra Lula no 2º turno













A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) definiu oito estados como prioritários para ampliar sua votação no 2º turno da eleição presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A estratégia concentra esforços no Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Amazonas, Pará, Bahia e Tocantins.

O objetivo é aumentar a vantagem nos estados onde Flávio venceu no 1º turno e reduzir a diferença nos locais em que Lula obteve mais votos. Para isso, o senador conta com o apoio de governadores eleitos, candidatos que disputam o 2º turno e lideranças políticas regionais.

No Rio Grande do Sul, Flávio tem o apoio do governador eleito Luciano Zucco (PL), do senador Hamilton Mourão (Republicanos) e de Marcel van Hattem (Novo), eleito para o Senado. Em São Paulo, os principais aliados são o governador reeleito Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o prefeito Ricardo Nunes (MDB). Os dois confirmaram um ato de apoio ao presidenciável na Avenida Paulista para domingo (18).

Em Minas Gerais, a campanha conta com o governador eleito Cleitinho Azevedo (Republicanos) e o ex-governador Romeu Zema (Novo). No Rio de Janeiro, o principal aliado é Douglas Ruas (PL), eleito governador após decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre os votos de Anthony Garotinho (Republicanos).

No Amazonas, Flávio aposta no palanque de Maria do Carmo Seffair (PL), que disputa o 2º turno para o governo estadual contra Omar Aziz (PSD), apoiado pelo PT. No Pará, recebeu o apoio do governador eleito Daniel Santos, conhecido como Dr. Daniel, enquanto Lula mantém a aliança com o grupo político de Helder Barbalho.

Na Bahia, a articulação envolve ACM Neto (União Brasil), derrotado na disputa pelo governo estadual. O ex-prefeito de Salvador declarou apoio a Flávio e prometeu mobilizar suas bases políticas. Lula, por sua vez, conta com o governador reeleito Jerônimo Rodrigues (PT).

No Tocantins, Flávio firmou uma aliança com Professora Dorinha (União Brasil), candidata ao governo no 2º turno. O acordo também envolve o senador Eduardo Gomes (PL). Uma visita do presidenciável ao estado está em discussão, mas ainda depende de confirmação.

Dos oito estados considerados prioritários, Flávio venceu no 1º turno em cinco: Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Tocantins. Lula ficou à frente no Amazonas, Pará e Bahia.

Com informações da Veja

Após registro no TSE, Nunes Marques autoriza canal “Exército do Lula”


 












O canal de WhatsApp “Exército de Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), poderá voltar a publicar mensagens e receber seguidores após o prazo de 48 horas contado do registro de seu endereço eletrônico na Justiça Eleitoral. A autorização foi concedida pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques.

A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou o canal após o ministro condicionar a retomada das atividades à regularização. Segundo Nunes Marques, a medida corrige a irregularidade que havia motivado a suspensão.

O canal havia sido bloqueado a pedido da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), adversário de Lula no segundo turno. Na nova decisão, o ministro afirmou que, corrigida a omissão, não havia justificativa para manter a suspensão integral.

Apesar da liberação, o TSE manterá o acompanhamento das publicações e a preservação dos registros. A Meta também terá 24 horas para se manifestar sobre documentos apresentados pela campanha de Flávio, que questiona a exclusão de 499 mensagens e aponta possíveis irregularidades na mobilização de apoiadores.