quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Futuro político de Deltan Dallagnol será decidido hoje após votação expressiva no Paraná


 













O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pautou para esta quinta-feira (8) o julgamento definitivo do registro de candidatura de Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado pelo Paraná. Com uma votação expressiva de 25,14% dos votos válidos conquistados no último domingo (4) em eleição para o Senado Federal, o ex-procurador do Ministério Público Federal (MPF) aguarda a decisão para saber se o resultado das urnas será validado.

O centro da disputa jurídica gira em torno da forma como Deltan deixou o MPF antes de ingressar na política. O relator do processo, ministro Floriano de Azevedo Marques, mantém posição contrária à elegibilidade do candidato. Na véspera do pleito, o magistrado havia indeferido o registro sob o argumento de que a exoneração ocorreu para blindar o ex-procurador de uma eventual inelegibilidade. Contudo, a decisão acabou sendo suspensa horas mais tarde em caráter liminar pelo presidente da Corte, Kassio Nunes Marques.

Em seu parecer, o relator destacou que Deltan tinha pleno conhecimento de que procedimentos disciplinares em curso poderiam resultar em penalidades severas, como demissão ou aposentadoria compulsória. “Não havia justificativa lógica para a exoneração do cargo a onze meses do pleito, senão o intento de se furtar à aplicação da lei”, apontou Floriano, classificando a saída antecipada como uma “estratégia fraudulenta para impedir a incidência da inelegibilidade”.

O histórico do caso

Antes de chegar ao plenário do TSE, a candidatura havia sido validada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR). No entanto, inconformado com a decisão regional, o Ministério Público Eleitoral recorreu à instância superior.

Agora, caberá ao plenário do TSE dar a palavra final sobre o caso, definindo se o expressivo capital político obtido por Deltan nas urnas paranaenses será ou não chancelado pela Justiça Eleitoral.

Com informações do Metrópoles

Idosa de 72 anos é operada no joelho errado em Curitiba; CRM-PR apura caso


 













O Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR) instaurou um processo de sindicância para apurar cirurgia realizada em joelho de idosa de 72 anos em Curitiba. A prótese foi implantada no joelho errado em procedimento realizado no dia 30 de setembro no Hospital Cruz Vermelha. “Caso comprovada conduta violadora das regras éticas, as sanções previstas na Lei de criação dos Conselhos de Medicina vão desde advertência confidencial, podendo chegar à cassação do exercício profissional, a depender do grau de culpa e da gravidade das consequências apuradas”, afirmou o CRM, em nota encaminhada ao Bem Paraná.

Em entrevista à rádio Bandnews, a filha da paciente, Sabrina da Silva, afirmou que todos os exames anteriores mostravam a necessidade do procedimento no joelho esquerdo, mas a prótese foi implantada no no joelho direito.

De acordo com ela, em uma primeira reunião o Hospital Cruz Vermelha se comprometeu a arcar com as necessidades da idosa no processo de recuperação, como fisioterapia, transporte e acompanhamento psicológico. “Porque agora ela está com as duas pernas acometidas não consegue se locomover”, afirmou a filha da idosa.

Uma nova cirurgia só pode acontecer daqui a 45 dias, porque a paciente perdeu muito sangue durante o primeiro procedimento.

Ainda segundo a família, o médico responsável afirmou que fez o na outra perna após um suposto pedido feito pela paciente, que estava sedada. A idosa diz não se lembrar de ter feito a solicitação.

Processo no CRM segue em sigilo


Conforme estabelece o Código de Processo Ético-Profissional (Resolução CFM nº 2.306/2022), as sindicâncias e os processos ético-profissionais do CRM tramitam sob sigilo processual, garantindo às partes envolvidas os direitos constitucionais ao contraditório e à ampla defesa.

O Hospital Cruz Vermelha ainda não se manifestou sobre a ocorrência.

Estudantes de todo Brasil mantêm manifestações de rua contra pautas de Flávio Bolsonaro


 











Estudantes universitários e secundaristas de vários estados estão organizando manifestações contra Flávio Bolsonaro e suas propostas de desmonte da Educação. O primeiro ato ocorreu na noite desta segunda-feira em Niterói (RJ), quando centenas de alunos da Universidade Federal Fluminense (UFF) saíram às ruas.

A quantidade de participantes foi surpreendente, já que a mobilização ocorreu no dia seguinte ao primeiro turno da eleição, com pouco tempo para organização. Uma das palavras de ordem foi: “A esquerda vai se unir e a soberania vai continuar”.

Estudante de universidades de pelo menos 12 estados já confirmaram que vão às ruas para se manifestar contra o candidato do PL à Presidência da República.

Ontem também houve manifestações dos universitários da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

A partir de 12h os alunos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) farão ato contra Flávio Bolsonaro na Candelária, Centro da cidade. Também hoje estão previstas manifestações dos alunos da UFRGS, UFBA, UFPA, UTFPR Curitiba, UNICENTRO e UFPR.

Outras universidades terão atos até o fim da semana.Durante a caminhada, os manifestantes percorreram trechos dos bairros Gragoatá, Ingá e Icaraí carregando cartazes e faixas. Na entrada da Faculdade de Direito, uma bandeira com a frase “UFF Antifascista” foi exibida pelos estudantes.

Em determinado momento do protesto, o grupo entoou palavras de ordem direcionadas ao cenário eleitoral. “Os estudantes de Niterói dão um recado ao bolsonarismo. Nós não vamos recuar. É Lula. Bolsonaro, não. Ele não. Ele nunca. É Lula.” Os participantes também repetiram o coro “Não tem anistia”.

TSE nega fraude e esclarece pausa de 50 minutos na divulgação dos votos


 













O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) explicou a interrupção de cerca de 50 minutos na divulgação do resultado nacional do primeiro turno e negou qualquer impacto na votação.

Segundo a Corte, houve uma contenção no processamento de dados após um aumento no fluxo de informações. A atualização parou às 19h14, quando 64,81% dos dados haviam sido divulgados, e foi retomada às 20h04.

O TSE afirmou que a falha ficou restrita à visualização nacional na internet. Os boletins de urna continuaram sendo transmitidos e os dados por Estado seguiram normalmente.

Após vídeos nas redes sociais associarem a pausa a uma suposta fraude, o tribunal classificou a alegação como falsa e informou que abriu uma apuração técnica para evitar que o problema se repita no segundo turno.

Com informações da CNN Brasil

“FOMOS ROUBADOS”: Ciro anuncia que vai contestar na Justiça eleição no Ceará


 
















Ciro Gomes (PSDB) anunciou que vai apresentar uma reclamação à Justiça sobre a eleição para o Governo do Ceará, vencida por Elmano de Freitas (PT). O ex-ministro questionou a disputa e disse que não cumprimentará o governador reeleito.

“Já ganhei e perdi eleições, nunca repudiei o resultado das urnas, mas meu sentimento, pela primeira vez na vida, é de que fomos roubados”, afirmou. Ciro informou que autorizou a equipe jurídica da campanha a levar a contestação à Justiça.

O principal alvo da crítica é uma decisão do ministro Dias Toffoli, do STF, que concedeu a Elmano cerca de 900 inserções de direitos de resposta na sexta-feira e no sábado anteriores à votação. Ciro acusa a medida de ter favorecido o adversário; a acusação não equivale a uma comprovação de fraude.

Elmano foi reeleito com 53,19% dos votos válidos, contra 46,22% de Ciro. Procurada pelo UOL, a assessoria do governador informou que não comentaria a manifestação.


Gilmar Mendes arquiva investigação de estupro contra vice de Flávio Bolsonaro


 












O ministro Gilmar Mendes, do STF, determinou o arquivamento de uma investigação contra o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro.

Gaspar havia sido acusado de estupro por Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (PSB-MS), que levaram o caso à Polícia Federal. A denúncia apontava uma suposta relação sexual com uma menor de 13 anos, que teria resultado no nascimento de uma filha.

A acusação, porém, não apresentava na representação os nomes das pessoas envolvidas. Gaspar negou as acusações e chegou a se colocar à disposição para realizar teste de DNA.

O arquivamento foi determinado por Gilmar Mendes após pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) pelo encerramento da apuração.

Com informações do Metrópoles

Flávio costura apoios com Zema e Caiado, enquanto Lula intensifica críticas ao STF

 


A corrida presidencial para o segundo turno, marcado para o dia 25 de outubro — iniciou com movimentos divergentes entre os finalistas Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Enquanto o candidato do PL busca consolidar uma ampla frente política ao incorporar apoios de peso de ex-adversários, o petista tenta reavaliar o resultado do primeiro turno e passa a direcionar críticas contundentes ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Na primeira rodada, Flávio terminou à frente com 56,1 milhões de votos (47,03%), contra 53,8 milhões (45,16%) de Lula, estabelecendo uma diferença de aproximadamente 2,3 milhões de votos. Para o segundo turno, a estratégia da campanha do senador é transformar o resultado do primeiro turno em uma rede de apoios regionais e partidários. Entre os principais movimentos destacam-se: os apoios de Romeu Zema e Ronaldo Caiado, além de alianças regionais, como o apoio do presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda, e do deputado estadual Márcio Canella, do Rio de Janeiro – a campanha bolsonarista busca firmar esses dois apoios.

Além de Zema e Caiado, o PL já conseguiu o apoio do ex-presidente Michel Temer, que declarou nessa terça-feira (6) que vai caminhar com os bolsonaristas no segundo turno da disputa presidencial.

Do outro lado da corrida pelo Planalto,  o presidente Lula demonstrou dificuldade em atribuir o resultado exclusivamente às escolhas da própria campanha, questionando em reuniões se o eleitorado não compreendeu as propostas. O presidente passou a relacionar o revés ao desgaste provocado por denúncias envolvendo o Judiciário.

Com informações da Revista Veja


MINISTÉRIO À VISTA?: Caiado é cotado para comandar a Agricultura ou Segurança em governo de Flávio Bolsonaro

 


Nos bastidores da política nacional, empresários e interlocutores apontam o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado como um dos nomes cotados para assumir um ministério em uma eventual gestão do senador Flávio Bolsonaro (PL) na Presidência da República.

Caiado disputou o Palácio do Planalto no primeiro pleito presidencial, encerrando a disputa na quinta colocação com 2.605.148 votos, o que representou 2,18% dos votos válidos.

De acordo com apuração de bastidores, o ex-presidenciável recebeu duas propostas para integrar uma futura administração federal: uma voltada para a pasta da
Segurança Pública e outra para o Ministério da Agricultura.

Fontes do empresariado indicam que Caiado demonstrou maior afinidade e familiaridade com o setor agrícola. O ex-governador também é visto nos bastidores como o “padrinho político” do deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PR), que comanda a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA).

Apesar das especulações e das conversas em curso, aliados e conselheiros recomendaram que Caiado evite qualquer resposta definitiva no momento. A orientação visa afastar qualquer interpretação de que o apoio a Flávio Bolsonaro estaria condicionado à ocupação futura de cargos na Esplanada dos Ministérios.

Com informações do Metrópoles


Flávio sinaliza oposição à reeleição de Alcolumbre e Motta na Presidência da Câmara e Senado

 


O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) sinalizou durante evento em Goiânia (GO), que um eventual governo seu não deverá apoiar a permanência dos atuais presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

Ao comentar a nova composição do Congresso, que ampliou a presença da direita, Flávio destacou a possibilidade de construir maioria nas duas Casas para definir seus respectivos comandos.

“O Brasil já me deu um Congresso muito mais à direita do que ele já é hoje, com maioria no Senado para fazer o presidente do Senado, com maioria na Câmara para fazer o presidente da Câmara, para a gente mudar a Constituição”, afirmou.

A eleição dos comandos das duas Casas ocorre em fevereiro de 2027 e será estratégica para a relação de um eventual governo Flávio com o Congresso.