quinta-feira, 24 de setembro de 2026

Alexandre Curi lidera disputa pelo Senado; Deltan, Filipe Barros e Gleisi empatam em segundo

 


A nova pesquisa Quaest para o Senado no Paraná, divulgada nesta quinta-feira (24), aponta o deputado estadual Alexandre Curi (Republicanos) numericamente à frente na corrida pelas duas vagas em disputa nas eleições de 2026, somando 14% do total das intenções de voto no cenário estimulado. Logo em seguida, em situação de empate técnico dentro da margem de erro, aparecem o ex-procurador Deltan Dallagnol (Novo), com 11%, o deputado federal Filipe Barros (PL), com 11%, e a deputada federal Gleisi Hoffmann (PT), com 10%.

O levantamento, encomendado pela RPC, afiliada da TV Globo, simula o cenário em que o eleitor precisa escolher dois nomes diferentes para renovar as cadeiras do estado no Congresso Nacional. Na análise individualizada da primeira vaga, Curi lidera com 18% da preferência, seguido por Deltan e Gleisi, empatados com 16%, e por Filipe Barros, que registra 10%. Já na disputa pela segunda vaga, a preferência se altera: Filipe Barros assume a primeira posição numérica com 12%, enquanto Curi aparece com 9%, Dr. Rosinha (PT) e Cristina Graeml (PSD) contabilizam 7% cada, Deltan soma 6% e Gleisi atinge 5%.

Considerando a combinação total das menções estimuladas, Dr. Rosinha e Cristina Graeml figuram empatados com 5% cada, enquanto Karen Guerreiro (Missão) e Marcelo Marcelino (PCO) registram 1% cada, e Joaquim do MLB (Unidade Popular) não pontuou. O volume de eleitores indecisos atinge 29%, ao passo que brancos, nulos ou abstenções somam 13%. Na modalidade espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados previamente aos entrevistados, o percentual de indecisos salta para 76%, com Deltan sendo o mais lembrado (6%), seguido por Gleisi (4%), Curi (4%) e Filipe Barros (3%).

A consolidação do voto aponta que 58% dos entrevistados já consideram sua escolha definitiva para o Senado, enquanto 42% afirmam que ainda podem mudar de candidato até o dia da votação, em 4 de outubro. A Quaest também mensurou o índice de rejeição dos concorrentes, revelando que a deputada Gleisi Hoffmann possui o maior percentual de veto, com 56% dos eleitores afirmando que a conhecem mas não votariam nela de jeito nenhum. Dr. Rosinha aparece em seguida, com 39% de rejeição, enquanto Alexandre Curi é rejeitado por 24%, Filipe Barros por 22%, e Deltan Dallagnol e Cristina Graeml registram 19% de veto cada.

O estudo manteve na amostragem candidatos com situações jurídicas pendentes na Justiça Eleitoral, como Marcelo Marcelino (PCO), que recorre do indeferimento de sua candidatura pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), e Deltan Dallagnol (NOVO), que realiza atos de campanha sub judice devido a uma liminar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A pesquisa ouviu 804 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de setembro, tem margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e está registrada sob o protocolo PR-02802/2026.

Moro lidera com 36%; Sandro Alex cresce e empata com Requião Filho em segundo lugar

 


A nova pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (24) aponta o senador e ex-juiz Sergio Moro (PL) na liderança da disputa pelo Governo do Paraná na reta final da campanha eleitoral de 2026, com 36% das intenções de voto no cenário estimulado. Na sequência, Requião Filho (PDT) e Sandro Alex (PSD) aparecem empatados tecnicamente na segunda colocação, ambos com 20%. O levantamento, encomendado pela RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, revela uma reação de Sandro Alex, que subiu de 15% para 20% em um mês, enquanto Moro e Requião oscilaram um ponto percentual para baixo. Entre os demais postulantes, Alexandre Salomão (Mobiliza), Tayná Miessa (Unidade Popular) e Luiz França (Missão) registraram 1% cada, enquanto Samuel de Mattos (PSTU) e Adriano Funileiro (PCO) não pontuaram. Indecisos somam 12% e os votos brancos, nulos ou abstenções chegam a 9%.

A consolidação do quadro eleitoral ganha força à medida que se aproxima o dia do pleito, em 4 de outubro, com 64% dos entrevistados declarando que a escolha do candidato já é definitiva, enquanto 36% afirmam que ainda podem mudar de opinião. O amadurecimento das candidaturas reflete-se também no levantamento espontâneo, no qual os nomes não são apresentados previamente: Sergio Moro avançou de 13% para 21%, Requião Filho subiu de 7% para 11% e Sandro Alex cresceu de 4% para 9%, movimento que reduziu o grupo de indecisos na espontânea de 73% para 57%.

Nas simulações de segundo turno, Sergio Moro mantém a vantagem nos dois cenários em que figura, registrando 48% contra 32% de Requião Filho e 43% contra 29% em um eventual confronto com Sandro Alex. Já em uma hipótese sem a presença do ex-juiz, Sandro Alex aparece numericamente à frente, com 38%, ante 32% de Requião Filho. O estudo mensurou ainda a rejeição dos concorrentes ao Palácio Iguaçu, apontando Requião Filho com o maior percentual de veto do eleitorado (45%), seguido por Moro (35%). Por outro lado, Sandro Alex apresenta o menor nível de rejeição entre os primeiros colocados, com 19%, embora ainda seja desconhecido por 47% dos entrevistados.

O ambiente eleitoral é diretamente impactado pela avaliação positiva do Poder Executivo estadual. A gestão do governador Ratinho Junior alcançou 79% de aprovação e 69% de avaliação positiva entre os paranaenses, índice que se desdobra em apoio político: 65% dos eleitores consideram que o governador merece fazer o seu sucessor no estado. A pesquisa também consultou a população sobre as maiores demandas locais, identificando a saúde como o principal problema enfrentado pelo Paraná atualmente, citada por 31% dos entrevistados, acompanhada pelas preocupações com a violência (14%), a educação (9%) e a infraestrutura (6%).

O levantamento da Quaest ouviu 804 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 20 e 23 de setembro. A pesquisa apresenta margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e está registrada na Justiça Eleitoral sob o número PR-02802/26. A candidatura de Adriano Funileiro (PCO) foi mantida na sondagem por estar sub judice, aguardando recurso definitivo após ter sido indeferida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR).

Igreja destruída por temporal em Apucarana (PR) terá missa de despedida antes de demolição

 


A capela Nossa Senhora do Rocio, localizada no Parque Bela Vista, em Apucarana PR, precisará ter parte de sua estrutura demolida após os graves estragos causados pelo temporal que atingiu a cidade na noite de segunda-feira (21). Metade da estrutura do teto do templo cedeu com a força da tempestade, o que acabou comprometendo severamente as paredes dos dois lados da edificação.

De acordo com o pároco Edivaldo Ferreira dos Reis, responsável pela Paróquia São Francisco Xavier, responsável pela capela, a área afetada precisará ser derrubada por questões de segurança. “A nossa comunidade partilha da mesma dor de maneira muito pessoal. Da parte do meio para trás, toda a estrutura do teto veio abaixo em suas vigas de concreto, trazendo como consequência a queda do forro. Toda essa parte está condenada para que seja destruída”, detalha o padre.

O religioso explica que os cabos de aço que conectam e sustentam as estruturas foram pressionados para o centro, o que condenou cerca de 600 metros quadrados do corpo da igreja. Apesar do susto provocado pela violência dos ventos, a torre frontal e a área dos fundos não foram afetadas diretamente. Felizmente, não havia ninguém no local. “Graças a Deus, não tivemos nenhum dano no sentido humano. Ali na segunda-feira, pelas 19 horas, é um horário em que ela está normalmente vazia”, tranquiliza.

Para definir os próximos passos, a liderança da paróquia agendou avaliações técnicas com engenheiros. O templo foi inaugurado para celebrações em 2012 e, até que um laudo libere a área, o espaço segue estritamente interditado. “Colocamos fita de isolamento e cartazes para que sirva de alerta e as pessoas não se aproximem. As portas estão fechadas para que ninguém adentre o templo. O que nós não queremos, de forma alguma, é que este lugar ofereça risco a qualquer pessoa”, ressalta o pároco.

Em meio aos escombros, o padre relata que o mobiliário interior resistiu. “Da parte de móveis, nada foi atingido. Apenas um crucifixo, que ganhamos de doação há duas semanas, veio abaixo e quebrou os braços. Conseguimos salvar tudo. Inclusive os bancos, onde caiu a estrutura, aparentemente nenhum foi quebrado.”

Com o espaço comprometido, as missas regulares foram transferidas para a Paróquia São Francisco Xavier. No entanto, um ato especial de união está marcado para o próximo domingo, às 9 horas da manhã. A comunidade realizará uma única missa na porta de entrada da Nossa Senhora do Rocio, em uma área segura.

Paraguaio é preso após cerco policial ao ser flagrado com moto clonada na BR-376

 


Um homem de nacionalidade paraguaia foi preso na quarta-feira (23) conduzindo uma motoneta adulterada e com placa falsa. A prisão ocorreu no município de Cambira (PR), após uma operação conjunta iniciada pela equipe da Rocam do 10º Batalhão de Polícia Militar (10º BPM) de Apucarana e dos policiais do destacamento da PM de Cambira.

A Polícia Militar (PM) já tinha informações sobre uma Honda PCX azul clonada na região. Durante um patrulhamento de rotina, os agentes da Rocam localizaram a motoneta suspeita. Ao verificarem a placa, constataram a ausência do QR Code obrigatório no padrão Mercosul e descobriram que a numeração correspondia a um veículo registrado na capital paulista.

Os policiais tentaram a abordagem na rodovia BR-376, que liga Apucarana a Cambira, mas perderam contato visual. O cerco foi repassado à equipe policial de Cambira, que interceptou o condutor na entrada da cidade. O suspeito não portava documentos e apresentava dificuldades para se comunicar em português.

Durante a vistoria, foram constatadas fraudes veiculares graves. O chassi da moto estava parcialmente suprimido, fora dos padrões do Departamento de Trânsito (Detran), e o motor, embora legível, apresentava sinais visíveis de remarcação para coincidir com a placa falsa.

"Nós então demos voz de prisão a esse masculino e conduzimos ele até a 17ª SDP pela adulteração do sinal identificador de veículo automotor", explicou o cabo Pacheco da Rocam. O suspeito deve responder por esse crime e também por receptação, caso a perícia confirme que a moto original foi furtada ou roubada.

"Posteriormente ficamos sabendo que, dentro de pouco tempo, já é a terceira motoneta que é apreendida com esta placa no veículo. Ou seja, a placa está sendo replicada, uma placa de um veículo quente no estado de São Paulo está sendo replicada para esquentar veículos que são produtos de ilícito", concluiu o cabo Pacheco.

OPERAÇÃO DISCO DE OURO: PF mira esquema de R$ 246 milhões em nova fase de investigação que teve cantor Alexandre Pires como alvo


 


















A Polícia Federal deflagrou a segunda fase da Operação Disco de Ouro, investigação sobre lavagem de dinheiro ligada à comercialização e exportação de minérios. A apuração mira a movimentação e ocultação de mais de US$ 48 milhões, cerca de R$ 246 milhões.

São cumpridos 12 mandados de busca e apreensão e 17 ordens de sequestro de bens e valores, autorizados pela Justiça Federal. Segundo a investigação, o grupo teria utilizado empresas no Brasil e no exterior, contas de terceiros, operações financeiras internacionais e dólar-cabo para movimentar e esconder os recursos.

A operação é um desdobramento da investigação que apura irregularidades na cadeia de comercialização e exportação de minérios. A PF também investiga o uso de documentos com informações falsas para dar aparência de legalidade às operações.

A primeira fase, realizada em dezembro de 2023, teve o cantor Alexandre Pires entre os alvos de busca e investigava um esquema suspeito de movimentar cerca de R$ 250 milhões com a exploração e comercialização ilegal de cassiterita retirada da Terra Indígena Yanomami, em Roraima.

Com informações do Metrópoles

GUERRA ÀS FACÇÕES: 14 países seguem Trump e incluem PCC e CV em ofensiva contra o narcoterrorismo

 


Quatorze países que integram o Escudo das Américas aceitaram classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. A coalizão liderada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também colocou outros 22 grupos criminosos na mira.

A declaração conjunta prevê ações coordenadas, congelamento de bens, restrições de vistos e responsabilização criminal de quem fornecer apoio material ou logístico às organizações. A aplicação das medidas deverá respeitar a legislação de cada país.

Além dos Estados Unidos, fazem parte do bloco Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru e Trinidad e Tobago. Os representantes se reuniram nesta terça-feira (22), em Nova York, paralelamente à Assembleia-Geral da ONU.

Brasil e México ficaram fora da coalizão. O governo Lula rejeita enquadrar PCC e CV como grupos terroristas e argumenta que a legislação brasileira possui critérios específicos para essa classificação. De acordo com o procurador da República Vladimir Aras, seria necessário mudar a lei para incluir facções ligadas ao narcotráfico.

Com informações do UOL


Messias acusa PF de monitoramento e bate boca com Andrei Rodrigues no Planalto diante de Lula: “Está me espionando?”

 


A crise envolvendo as investigações do Banco Master provocou um confronto direto entre o advogado-geral da União, Jorge Messias, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, diante do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

O episódio ocorreu no dia 4, no gabinete presidencial, quando Messias questionou Andrei se a PF estaria monitorando seu telefone. Segundo relatos de pessoas que tiveram conhecimento da conversa, o encontro foi tenso, com troca de acusações e xingamentos.

Andrei Rodrigues negou qualquer tipo de monitoramento contra o chefe da AGU. A pessoas próximas, porém, afirmou que considerou a postura de Messias um “chilique” e disse que ele deveria “dar sermão na igreja, e não no Planalto”.

O episódio ocorreu um dia depois de Alexandre de Moraes retirar o sigilo de um relatório de inteligência da PF que questionava decisões do ministro André Mendonça nas investigações do Banco Master. O documento também mencionava uma possível omissão de Messias e trazia a expressão “autoriza monitoramento e coleta dirigida”, o que aumentou a desconfiança do advogado-geral.

Quatro dias depois do encontro, Mendonça determinou o afastamento de Andrei Rodrigues do comando da PF, alegando que a inteligência da corporação havia realizado um “monitoramento sistemático” e “ilícito” contra ele e Messias.

A crise ganhou outro capítulo quando Messias recorreu da decisão. Andrei telefonou ao ministro e afirmou: “Você está proibido de recorrer em meu nome”. Messias respondeu que recorreria “em nome do presidente da República”.

O diretor da PF então recusou a assistência da AGU, contratou uma advogada particular e conseguiu uma decisão favorável do ministro Flávio Dino para retornar ao cargo. Posteriormente, o presidente do STF, Edson Fachin, derrubou as decisões de Dino e de Mendonça e determinou novas manifestações dos envolvidos.

As divergências entre Messias e Andrei já vinham se acumulando desde julho, quando a PF pediu que a AGU contestasse decisões de Mendonça. A Advocacia-Geral recusou, alegando falta de competência para atuar na esfera criminal e riscos para as investigações.

O caso aprofundou as fissuras dentro do governo em torno da investigação do Banco Master e passou a envolver também ministros do STF e integrantes do Palácio do Planalto.

A informação é da coluna da jornaista Marcela Mattos, do UOL.

TSE abre investigação contra Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar e Mario Frias sobre suposta rede de perfis

 


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abriu investigação envolvendo o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), o candidato a vice, Alfredo Gaspar (PL), e o deputado Mario Frias (PL-SP). A apuração é sobre uma rede de perfis no Instagram supostamente usada para compartilhar publicações eleitorais.

A ação, apresentada pela coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aponta suspeitas de uso indevido dos meios de comunicação e abuso dos poderes econômico e político. Segundo a acusação, o recurso de “collab”, que permite a mesma publicação aparecer nos perfis de diferentes contas, estaria sendo utilizado de forma coordenada para ampliar a divulgação de conteúdo eleitoral.

O ministro do TSE Ricardo Villas Bôas Cueva apontou indícios de articulação entre os perfis e destacou o crescimento da rede às vésperas da eleição. O primeiro levantamento identificou 492 publicações em colaboração e 324 perfis até 7 de setembro. Entre 8 e 17 de setembro, foram acrescentadas outras 1.334 publicações e 168 contas, chegando a 1.826 collabs e 492 perfis.

Cueva determinou que a Meta preserve os registros e dados das contas investigadas e suspenda, em 48 horas, links comerciais indicados no processo. Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar e Mario Frias terão cinco dias para apresentar defesa. Depois, o processo será encaminhado à Procuradoria-Geral Eleitoral. A ação pede a cassação dos registros e a inelegibilidade dos investigados por oito anos.


PF apreende contrato de imóvel de R$ 4,35 milhões comprado por Ciro Nogueira e companheira em SP


 














A Polícia Federal apreendeu um contrato de compra de um imóvel de R$ 4,35 milhões em São Paulo no qual o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e sua companheira, Flávia Roberta Rosalen, aparecem como compradores. Os documentos foram encontrados em 7 de maio, durante uma busca da Operação Compliance Zero na sede da CN Motos, em Teresina.

O contrato é referente a uma unidade no condomínio VN Millennium Faria Lima. Além do preço do imóvel, a negociação previa R$ 269,8 mil em comissão de intermediação e corretagem. A reportagem do Metrópoles não informa quanto já havia sido pago.

A PF também encontrou uma folha de agenda com anotações sobre despesas, receitas, investidores e uma suposta compra de aeronave com pagamento em espécie.

Com informações do Metrópoles