terça-feira, 25 de agosto de 2026

Paraná é um dos estados que mais faz busca por delivery de mercado















Desde a pandemia de Covid-19, que se iniciou em 2020, diversos setores passaram por profundas transformações. E um deles foi o supermercadista, que precisou se adaptar às mudanças de comportamento de consumo da população brasileira. E uma das tendências que acabaram ganhando força desde então foi o delivery de mercados, que tem o Paraná como uma verdadeira referência nacional no segmento. Ou seja, o número de paranaenses que preferem selecionar os produtos como fossem fazer uma lista de comprar, pedir e receber tudo em casa tem crescido, com cada vez mais gente preferindo talvez até gastar um pouco mais, mas otimizar o tempo e evitar ter de se deslocar.

É isso o que revela um estudo realizado pelo iFood, empresa brasileira líder em delivery. Conforme o levantamento, que se baseia no volume médio mensal de buscas no Google Brasil para os termos “delivery mercado” e “delivery de mercado”, proporcionais a 100 mil habitantes, os paranaenses estão entre os que mais pesquisam pela modalidade, atrás apenas de paulistas e brasilienses. A pesquisa leva em consideração apenas dados de buscas no Google Brasil, não refletindo, portanto, necessariamente intenções de compra ou comportamentos adjacentes.

No Paraná, entre junho de 2025 e maio de 2026, o volume médio mensal de buscas para os termos mencionados foi de 1,7 para cada 100 mil habitantes. Trata-se do terceiro maior índice em todo o país, atrás apenas de São Paulo (2,3) e Distrito Federal (1,8). O Rio de Janeiro aparece na sequência, com 1,6.

O iFood, contudo, destaca ainda a aparição de estados como Amapá (em 5º, com 1,5), Roraima (em 6º, também com 1,5), Mato Grosso do Sul (em 8º com 1,3) e Mato Grosso (9º, com 1,1). De acordo com a empresa, a aparição de localidades do Norte e Centro-Oeste do país são evidências da descentralização da digitalização que se acelerou na época da pandemia.

A pesquisa também aponta mudanças de comportamento com a digitalização de comércios e varejos. Agora, otimização do tempo se tornou palavra-chave para o consumidor, cuja procura por otimização e facilidade acaba sendo tão relevante quanto o preço do produto. Não à toa, muitos consumidores até preferem pagar um pouco mais caro sabendo que receberão a entrega no mesmo dia. Afinal, economizar algumas horas que seriam destinadas a supermercados e trânsito é algo relevante para quem já tem o dia a dia cheio.

Homem bêbado e sem CNH é preso após bater carro e ferir ex-mulher grávida e filhos em Apucarana

 


Um homem de 37 anos foi preso em flagrante por embriaguez ao volante nesta segunda-feira (24) após bater o carro que dirigia contra o muro e o portão de uma residência na Rua Rio Tibagi, no Núcleo João Paulo, em Apucarana. O acidente deixou feridos a ex-mulher do motorista, que está grávida, e os dois filhos do casal. O condutor, que não possui Carteira Nacional de Habilitação (CNH), tentou fugir do local após a colisão, mas o veículo apresentou falha mecânica a poucos metros de distância.

Segundo a Polícia Militar (PM), o homem passou o dia consumindo bebidas alcoólicas e procurou a ex-mulher no horário de saída escolar das crianças. O casal está separado há cerca de um ano e a mulher aceitou entrar no veículo, um modelo VW Logus, para que pudessem conversar. Durante o trajeto, ao tentar fazer uma curva para acessar a rua Rio Tibagi, o motorista perdeu o controle da direção e atingiu a casa.

Mesmo com os ocupantes feridos, o homem engatou a marcha à ré e tentou fugir, mas o carro parou de funcionar na rua Rio Jordão. Moradores da região presenciaram a cena e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e a Polícia Militar. O condutor retornou a pé ao local do acidente e se apresentou aos policiais. Segundo a PM, ele exibia sinais claros de embriaguez, como olhos vermelhos, andar cambaleante e forte odor etílico. Submetido ao teste do bafômetro, o resultado apontou 0,38 miligramas de álcool por litro de ar expelido, configurando crime de trânsito.

A ex-mulher e as duas crianças - entre 7 e 8 anos de idade - sofreram lesões na cabeça e no rosto devido ao impacto e foram encaminhadas pelo Samu para atendimento médico. Apesar do chamado inicial ser de tentativa de sequestro, a Polícia Militar negou, afirmando que a mulher revelouno local que entrou no carro de forma voluntária. A corporação também negou a informação de que uma das crianças teria saltado do veículo em movimento, esclarecendo que os menores desceram do automóvel apenas após a batida.

O motorista foi encaminhado à delegacia da Polícia Civil, onde deverá responder por embriaguez ao volante, lesão corporal culposa na direção de veículo automotor, falta de habilitação e dano ao patrimônio. O proprietário da residência atingida foi orientado pelos policiais sobre os procedimentos legais para buscar o ressarcimento dos prejuízos. O automóvel foi liberado no local para um familiar do motorista que possuía CNH regularizada.

Bolsa Família volta a inflar número de beneficiários que moram sozinhos às vésperas da eleição














 O número de pessoas que vivem sozinhas e recebem o Bolsa Família voltou a crescer em 2026, justamente em ano eleitoral. De acordo com levantamento da Folha de S.Paulo, o grupo passou de 3,5 milhões em janeiro para 3,9 milhões em julho, uma alta de 344 mil beneficiários em apenas sete meses.

O crescimento ocorre após o governo Lula ter realizado um pente-fino no Cadastro Único para combater possíveis fraudes. Em janeiro de 2023, o número de beneficiários unipessoais chegou a 5,9 milhões.

A alta atual chama atenção porque ocorre às vésperas da eleição presidencial. Em 128 municípios, o número de beneficiários que moram sozinhos mais que dobrou em relação ao fim de 2022.

O Ministério do Desenvolvimento Social afirma que o aumento não significa necessariamente fraude e pode estar relacionado a mudanças demográficas e à entrada e saída normal de beneficiários. Mesmo assim, os números reacendem a discussão sobre a fiscalização do Bolsa Família e sobre o uso político de programas sociais em ano eleitoral.

Braskem pede recuperação extrajudicial com dívida de R$ 54 bilhões e é mais uma gigante que entra em crise.

 


A crise nas grandes empresas brasileiras ganha mais um capítulo no governo Lula. Depois das Casas Bahia, que na semana passada pediu recuperação judicial com dívidas de R$ 17,3 bilhões, agora é a vez da Braskem recorrer à Justiça para tentar reorganizar um passivo de aproximadamente R$ 54 bilhões.

A petroquímica protocolou nesta segunda-feira (24) um pedido de recuperação extrajudicial em São Paulo. A maior parte da dívida, estimada em mais de US$ 10 bilhões, está em moeda estrangeira.

Com o pedido, a Braskem obteve 90 dias de proteção contra cobranças e execuções enquanto negocia um plano de reestruturação com os credores. Entre eles estão bancos privados, o Banco do Brasil e o BNDES.

A situação da empresa já vinha se deteriorando. A Fitch rebaixou a classificação de crédito da Braskem após a companhia deixar de pagar juros de obrigações financeiras, em meio à tentativa de preservar o caixa e renegociar suas dívidas.


Jantar na casa de Moraes teria discutido como fragilizar André Mendonça

 


Um jantar reservado na casa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, teria tratado de estratégias para fragilizar o ministro André Mendonça, segundo informações da coluna de Lauro Jardim, publicada na edição deste domingo (23) do jornal O Globo.

O encontro ocorreu no início de agosto e reuniu o presidente Lula (PT), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), além de Moraes e do ministro Cristiano Zanin.

De acordo com a coluna, informações chegaram ao gabinete de Mendonça apontando que um dos assuntos discutidos teria sido justamente como enfraquecer o ministro, que atualmente é relator dos inquéritos envolvendo o Banco Master e as fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).


Advogado de Lulinha quer explicações da PF sobre nome de operação por possível referência à expressão “Faz o L”

 


Marco Aurélio de Carvalho, advogado de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, afirmou que vai cobrar explicações da Polícia Federal sobre o nome dado à operação que investiga o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a empresária Roberta Luchsinger.

O advogado disse que pretende questionar formalmente a PF sobre a origem e a justificativa para o nome.

A operação foi batizada de “Elli” e resultou na quebra dos sigilos de Lulinha e Roberta para apurar suspeitas de lavagem de dinheiro. O nome provocou incômodo entre aliados do presidente, que interpretaram a denominação como uma possível referência indireta à expressão “Faz o L”, associada a Lula.

“Vamos pedir explicações sobre o nome, qual a origem e alguma explicação que justifique a alcunha”, afirmou. Segundo ele, caso não haja uma justificativa, a escolha poderia representar uma tentativa de antecipar uma condenação. “Isso é perseguição”, declarou.

A defesa de Lulinha pretende, portanto, obter esclarecimentos da Polícia Federal sobre a denominação utilizada na investigação.

Com informações de Metrópoles


TRE-SP rejeita recurso e mantém Pablo Marçal inelegível até 2032

 


O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) rejeitou recurso apresentado pela defesa de Pablo Marçal (PRTB) e manteve a decisão que deixa o empresário e candidato à Presidência da República inelegível até 2032.

Marçal foi condenado a oito anos de inelegibilidade por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. Ao analisar o recurso, o presidente do TRE-SP, José Antonio Encinas Manfré, entendeu que os argumentos apresentados pela defesa exigiriam uma nova análise dos fatos e das provas do processo, o que não é permitido nessa fase recursal, conforme entendimento consolidado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Apesar da inelegibilidade, Marçal foi lançado pelo PRTB como candidato à Presidência da República em 15 de agosto. O registro da candidatura ainda será analisado pelo TSE, que já impôs restrições à campanha, incluindo a proibição de utilização de recursos públicos e participação em debates.

A decisão do TRE-SP ainda pode ser questionada no TSE. Até que haja uma decisão definitiva sobre o registro, porém, Marçal permanece juridicamente inelegível até 2032.


Dino diz que emendas parlamentares são o “maior vetor da corrupção” no Brasil

 


A expansão das emendas parlamentares criou, segundo o ministro do STF Flávio Dino, um dos principais caminhos para esquemas de corrupção no país. O ministro afirmou que as emendas são hoje o “maior vetor da corrupção” no Brasil durante participação em um evento da Faculdade de Direito da USP.

Para Dino, o problema está relacionado ao afrouxamento das regras fiscais durante a pandemia de Covid-19, período em que surgiu o chamado “orçamento de guerra”. Segundo ele, as emendas deixaram de se concentrar no aprimoramento de políticas públicas e passaram a atender “interesses de cunho privatista e eleitoral”, em alguns casos envolvendo desvio de recursos.

Dino relata a ação que trata das emendas de relator, e tem adotado medidas para ampliar a transparência sobre a destinação dos recursos. No domingo (23), declarou nulas as emendas solicitadas ou indicadas por presidentes de partidos.

Com informações de Folha de S. Paulo


Pressionado por inquéritos contra o filho, Lula defende investigação contra Lulinha

 


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou que apoia a continuidade das apurações que envolvem seu filho mais velho, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, ressaltando que ele precisará comprovar sua inocência caso se verifique qualquer irregularidade.

Em entrevista concedida à Record TV, transmitida pelo programa Domingo Espetacular, o chefe do Executivo afirmou que sua gestão não adota medidas para bloquear investigações e sustentou que qualquer cidadão sob suspeita deve passar pelo crivo da Justiça.

“Todos nós somos obrigados a agir corretamente. Se alguém está agindo de forma equivocada, de forma errada, esse alguém tem que ser investigado. Não sou um presidente que tenta proibir investigação”, pontuou o mandatário.

Segundo o presidente, o critério aplica-se sem exceções familiares: “Isso vale para o meu filho, vale para qualquer pessoa. Ninguém está impune se cometeu erro. Meu filho sabe que se ele cometeu erro, ele vai ser julgado, vai ser punido ou inocentado. Ele tem que provar a inocência dele”, declarou.

O andamento das apurações

Fábio Luís é alvo de três inquéritos autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que investigam suspeitas de corrupção e tráfico de influência em suposta atuação junto ao governo federal. A relatoria dos procedimentos divide-se entre os ministros André Mendonça e Flávio Dino.

As diligências ganharam tração após a Polícia Federal (PF) identificar proximidade entre Lulinha e a lobista Roberta Luchsinger, alvo da Operação Sem Desconto, que investiga fraudes em benefícios administrados pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). A defesa de Lulinha e os demais citados negam a prática de ilícitos.

Com informações do Congresso em Foco