Embora o ciclone, que deve se formar entre a costa do Rio Grande do Sul e o Uruguai, não avance diretamente sobre o Paraná, o sistema atmosférico terá papel fundamental na mudança do tempo. De acordo com institutos como a Climatempo e o Simepar, o fenômeno contribuirá para o transporte de calor e umidade em direção a toda a Região Sul. Essa dinâmica serve como combustível para o desenvolvimento de fortes áreas de instabilidade, que tendem a provocar acumulados expressivos de água.
Antes que o cenário piore, a quinta-feira (17) ainda garante um dia de tempo predominantemente estável. A massa de ar polar começa a perder força, o que permite a elevação das temperaturas durante a tarde, embora o amanhecer continue frio, com mínimas que podem chegar a 8°C no Sul, Centro-Sul e na região de Curitiba. A virada no tempo tem início na sexta-feira, quando as áreas de instabilidade se aproximam e trazem as primeiras chuvas, inicialmente concentradas nas regiões Oeste e Sudoeste.
O quadro se agrava significativamente entre o sábado (19) e o domingo (20). A evolução de um sistema de baixa pressão atmosférica eleva os volumes de precipitação, com maior impacto sobre o Centro-Sul e o Sudoeste paranaense. Os alertas do Inmet preveem pancadas que podem somar até 50 milímetros diários em várias regiões. A previsão indica que esse cenário de instabilidade deve permanecer sobre o estado pelo menos até a próxima terça-feira (22), motivo pelo qual as autoridades recomendam que a população acompanhe as atualizações contínuas do monitoramento meteorológico.
As informações são do GMC Online.
